quinta-feira, 30 de novembro de 2017

DEUS TEM UM PLANO PRA CADA UM.

Às vezes a gente não entende direito o que é Ele está querendo de nós, às vezes a vida começa a dar voltas que a gente não consegue compreender. Às vezes parece que nada nunca vai dar certo e que, por mais que a gente tente e se esforce, algo sempre vai acontecer pra atrapalhar. Às vezes parece que não é pra ser. E talvez não seja mesmo.

É difícil enxergar que existem outros caminhos quando estamos focados em fazer um único dar certo, é difícil enxergar que talvez aquela não seja a melhor escolha quando a gente quer que ela seja. Quando a gente só quer que ela seja. De vez em quando eu me pego batendo com a cabeça na parede e insistindo em algo que não vai pra frente, por não querer abrir mão daquilo, por não conseguir escutar o que Deus está tentando me dizer.

Ele fala com a gente o tempo inteiro, mas nem sempre estamos dispostos a ouvir. Por isso a gente se perde. E sabe o mais incrível? Mesmo assim Ele continua insistindo em tentar abrir os nossos olhos, em nos fazer entender que algumas coisas sempre vão dar errado e que tá tudo bem porque isso não é o que Ele preparou de melhor pra nós. Eu sei que nem sempre é fácil aceitar que o que a gente tanto quer, não é o que Ele quer. Mas eu também sei que tem algum motivo pra ser assim.

Ninguém nasceu por acaso. Nossa vida não é à toa. Deus tem um plano pra cada um dos seus filhos. Tudo, absolutamente tudo no mundo, tem um motivo, uma explicação, uma razão. Sabe aquela história de que Deus escreve certo por linhas tortas? É sobre isso que eu to tentando falar. De vez em quando a nossa vida faz umas curvas confusas, estranhas, e tudo fica meio sem sentido, a gente se vê até meio perdido, mas Ele sabe o porquê disso estar acontecendo.
Tem horas em que a gente acha que está indo para o caminho certo, mas, na verdade, tá caminhando para o lado errado. O que Ele espera, o que Ele planejou, tá exatamente no outro sentido. É por isso que não adianta continuar seguindo em frente, não adianta insistir, brigar contra o mundo, lutar, gastar sua energia, sua força… vai continuar dando errado. E você pode não entender, porque não precisa compreender. Precisa aceitar e confiar. Isso é ter Fé.

Mesmo que pareça loucura, mesmo que você não veja sentido nenhum, mesmo que te dê medo, que te assuste. Mesmo que o mundo diga que você enlouqueceu. Escuta o que Deus está tentando te falar. Escuta o caminho que Ele quero te ver seguir. E mesmo se estiver cheia de dúvidas, entrega nas mãos dele o seu destino. Porque no final, bom… No final a gente vê que Ele sabia o que estava fazendo.

*Sort by

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Não está sendo fácil

Sabe, meu bem, não está sendo fácil.

Eu poderia até usar o clichê da cama vazia pra dimensionar a falta que você me faz. Mas quem saiu da nossa cama fui eu. Quem saiu da nossa casa fui eu. Quem saiu do nosso amor fui eu, pra morar na clandestinidade de um sofá, pra chorar num lugar frio e impessoal, pra me afogar num mundo de incertezas. Não sei quem sou, não sei o que quero, não sei do que gosto. Só sei o meu nome, a minha filiação, a minha data de nascimento e toda aquela parafernália que tão pouco diz sobre mim, mas que vem grafada no que dizem que é a minha identidade, mas que só me serve pra entrar em balada, pra marcar exame médico e pra fazer crediário. E eu sou muito mais do que isso. Eu quero ser muito mais do que isso.

Lembro de você todos os dias. Ao acordar e não ter para quem falar bom dia, não ter em quem dar um beijo, não ter suas costas lisas para acariciar. Ao levantar e não ter para quem preparar um leitinho, não ter para quem desejar um bom trabalho, não ter os seus sapatos no meio do caminho para tropeçar. Ao ver o cair da tarde e saber que a porta não vai se abrir, que você não vai entrar na sala com os olhos mais lindos que os meus já cruzaram, que ninguém vai ligar a TV no futebol – um tormento que virou saudade. Tudo me lembra você. A cerveja no bar, o metrô Vila Madalena, o vestido que eu usei na nossa primeira viagem. Deitar de bruços, escovar os dentes no chuveiro, a música que o Spotify acabou de sortear. O meu cansaço, as minhas lágrimas, aquele filme que eu tanto insisti para você ver. Até uma simples tupperware, meu bem, me lembra você.

Seria muito mais fácil se eu ainda estivesse aí, curtindo uma preguiça com você no sofá, reclamando das luzes que você sempre esquece acesas e do tanto de azeite que você usa para grelhar um peito de frango – reclamar, aliás, sempre foi uma das minhas maiores destrezas. Mas viver não é fácil, e esse negócio de morar dentro, mas não estar ao lado, faz parte do pacote de sofrimento que, vez ou outra, todos nós temos que aturar. Além do que, não era justo deixar você se perder e se afogar na minha confusão. Você, que sempre soube nadar em mares revoltos. Você, que sempre foi calmaria nas maiores tormentas. Você, que sempre enxergava de longe um porto seguro. Não seria justo eu, esse um metro e cinquenta e sete cheio de dúvidas e pretensões, acabar com as suas virtudes, com os seus sonhos, com as suas certezas.

Por isso me afastei. Porque, às vezes, ir embora é a melhor coisa que a gente tem a fazer. Às vezes, ir embora é a única coisa que a gente tem a fazer. E eu preciso estar ida. Até que a poeira baixe, até que a maré acalme, até que as angústias todas venham à tona e sejam, se não curadas, pelo menos compreendidas, eu preciso estar ida. Eu preciso me sentir sozinha. Eu preciso sentir dor. E já está doendo. Mais do que qualquer tombo, literal ou figurado, que eu tenha tomado na vida. Com fé e sorte, ainda vai doer, ainda vai arder, ainda vai sangrar. Mas vai criar casquinha, vai dar aquela coceirinha, vai cicatrizar. E vai ficar bonito. Vai ficar calmo. Vai ficar claro. Como consultório de médico, como dois e dois são quatro, como um dia de verão.

Como a casa cheia de lâmpadas acesas que eu tenho certeza de que você continua deixando.

*Bruna Grotti

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Empatia: quando nos colocamos no lugar do outro é que podemos avaliar a extensão da sua dor…

Muitas vezes saímos por aí julgando, avaliando, xingando as pessoas injustamente. Nem sequer sabemos ao certo o que aconteceu, insensatamente emitimos as mais variadas opiniões.
Pois é, falar, criticar, resolver os problemas dos outros é fácil, traçar um roteiro, fazer um mapinha solucionando a vida de alguém é uma maravilha! Mas é preciso antes da elaboração dessas estratégias, colocar-se no lugar do outro e procurar perceber a real situação e as dificuldades que a pessoa enfrenta ao longo da vida. Aí é que se encontra o grande desafio!
Ninguém quer avaliar nada e muito menos se imaginar percorrendo os caminhos, muitas vezes íngremes e árduos, que a pessoa em questão teve que enfrentar. Até porque as dificuldades e dores são individuais, só quem passa por elas tem condições reais de avaliar. Sendo assim, melhor ficarmos em silêncio, não falar absolutamente nada, não indicar soluções mágicas e fantasiosas. Se não podemos ajudar, ao invés de criticar, procuremos orar em benefÍcio da pessoa, com toda certeza estaremos auxiliando de uma forma positiva e bastante eficaz.
Quando não temos empatia para nos posicionar no lugar do outro e assim ter ideia do tamanho da sua dor, o mais sensato a fazer é calar e não emitir julgamentos de espécie nenhuma.
Todos nós erramos, acertamos, caímos, levantamos, temos problemas, dores e sofrimentos que só nós sabemos. Será que gostaríamos que as pessoas elaborassem um roteiro achando muito fácil solucionar nossos problemas? Duvido!
Tem gente que só valoriza suas dores; a dos outros, pouco importa! Não têm o menor significado. Muito raro encontrar alguém que se disponha a escutar com boa vontade quem se encontra em dificuldade. Não se dispõem nem a conversar um pouco, alegam logo que não podem demorar, que têm um compromisso urgente e tratam de ir embora aborrecidos, reclamando e falando mal do outro.
Então, essas pessoas se acham importante demais, poderosas demais e pensam que nunca nada acontecerá com elas. Ledo engano, acontece sim, às vezes, muito pior do que ocorre com a pessoa necessitada de ajuda, e a mesma foi impiedosamente negada.
Como somos excessivamente egoístas e egocêntricos, só nos importamos com nós mesmos, falta-nos empatia e sensibilidade para nos colocar no lugar de quem sofre e ajudar de forma consciente e caridosa aquele que passa por dificuldades.
Ajudar, sim, da mesma forma que desejamos que façam conosco. Não é só com dinheiro que se socorre alguém.
Uma palavra amiga, um abraço, saber ouvir sem condenar ninguém e muito menos traçar uma estratégia fantasiosa achando muito simples resolver a vida dos outros.
Você meu amigo (a) que se encontra em uma situação difícil, não fraqueje, mantenha sua fé e lute sempre! Todos os dias Deus nos concede novas oportunidades, e se algumas coisas não deram certo, se o que você planejou não aconteceu, se o sofrimento lhe fere a alma e o coração, não permita que a tristeza acompanhe os seus passos, lembrando que amanhã é um novo dia e novas chances virão.
Seja otimista, persistente na certeza de que Deus tudo sabe e na hora certa Ele fará o melhor acontecer na sua vida. Não desista!

*Yárauchôabarreto

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Você chutou o balde? Esse texto é para você, guerreiro(a)!

Leitor(a) querido(a), começo esse texto parabenizando-o pela sua coragem de ter desistido daquilo que tanto o incomodava!
Isso mesmo, parabéns por ter se posicionado e pensado em você! Você foi muito guerreiro(a) por ter chutado o balde e saído daquele emprego no qual sentia-se profundamente desvalorizado e infeliz, e hoje está diante da possibilidade do recomeço.
Não foi e não está sendo fácil, acredito. Provavelmente, você esteja enfrentando severas críticas dos seus amigos e familiares. Mas, entenda, você não fracassou ao desistir daquele emprego, você, na realidade, resgatou a sua dignidade, e, confie, novas portas se abrirão para você.
Parabenizo a você que ficou tantos anos vivendo uma relação afetiva infeliz. Aliás, pensando bem, será que você viveu mesmo uma relação “afetiva” ou um tormento?
Certamente foi muito difícil para você conseguir romper, isso é perfeitamente compreensível, pois as rupturas nessa área são sempre carregadas de dores e angústias, por mais infeliz que a pessoa esteja.
São muitas questões para se levar em consideração, sabe? E acontece de muitas pessoas optarem por uma vida infeliz e amargurada por receio de serem julgadas como egoístas ou inconsequentes ou por medo de sentirem-se desamparadas, como se já não estivessem vivendo dessa forma na relação.
Então você foi forte o suficiente para dar um basta e recomeçar a sua vida. Não importa se um novo amor vai chegar em breve ou se continuará sozinho(a) por um longo tempo, importa é que teve capacidade de lutar por você e hoje olha para trás e respira aliviado. Talvez você já tenha ouvido a expressão “fulano fracassou no casamento”, bem, acredito que seja melhor um casamento fracassado do que viver infeliz pelo resto da vida. É preciso muito cuidado para não permitirmos que esses dedos que a sociedade nos apontam ditem a forma como devemos viver.
Sem falar que, muitos que criticam alguém que teve coragem de sair de uma relação infeliz, sentem inveja dessa pessoa por ter feito algo que elas gostariam mas não tem coragem.
Parabéns… há, sim, vida após a separação. Deixando claro que não estou fazendo apologia ao divórcio, apenas não concordo que alguém tenha que viver como um morto-vivo dentro de uma relação falida onde não há sequer respeito, imagina amor.
Palmas para você que desistiu de continuar com uma “amizade” ao se dar conta de que o(a) amigo(a) era só você, o outro apenas tirava proveito. Não sinta remorso por isso, você merece um prêmio por ter dito “chega” a esse(a) sanguessuga. Uma coisa é fato: quando optamos por nos tratar com respeito e zelo, tudo muda ao nosso redor. Inclusive, pode acontecer de experimentarmos a sensação de solidão por algum tempo, isso porque as pessoas com as quais nos relacionávamos nos mais variados contextos (amizade, namoro, trabalho, família etc.) vão percebendo que não somos mais os mesmos. Elas depararão com outra pessoa e isso gera um desconforto muito grande nelas.
Então, ao perceberem que, com essa nova criatura elas não terão como ser abusivas, desrespeitosas ou folgadas, então, só restará a elas a opção de saírem de cena. Mas não devemos nos preocupar com essa aparente solidão, trata-se apenas de um breve período de reconstrução das nossas relações.
Outras pessoas chegarão em nossas vidas, trazendo-nos o que elas têm de melhor e receberão, também, o nosso sagrado. É vida que segue!

*Ivonete Rosa

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

A atitude é a força mais poderosa de mudança

A atitude é a força mais poderosa que possuímos, porém muitas vezes a ignoramos. Fazemos todo o possível para deixar essa força em segundo plano, enquanto nos esforçamos para culpar os outros pelo que acontece conosco, reclamando de todos os problemas e nos sentindo vítimas das circunstâncias.

A pergunta que precisamos responder é: qual atitude estamos assumindo em relação à vida? Refletir sobre essa questão e saber se a nossa atitude está ou não trazendo benefícios vai nos permitir sermos muito mais conscientes do porquê pouca coisa ou nada na nossa vida funciona tão bem quanto gostaríamos. Inclusive, se abrirmos bem os nossos olhos, vamos perceber que as dificuldades não são tão horríveis quanto enxergamos.

“Resolver a nossa vida é fácil, nós que tornamos essa tarefa difícil. Tudo depende da nossa atitude.”
-Anônimo-

Escolher a nossa atitude em qualquer circunstância

Nós podemos escolher como enfrentar as circunstâncias, pelo menos em relação a isso sempre temos controle. A atitude é a força mais poderosa que nós temos. Graças a ela, podemos modificar o que acontece ou, pelo menos, a maneira como encaramos as coisas. Nós aceitamos ou rejeitamos? Reclamamos ou lidamos com as circunstâncias?

Vamos imaginar que temos um companheiro ou uma companheira que vive reclamando, de maneira que gostamos cada vez menos da sua atitude. Nós vivemos amargurados. É uma boa pessoa, mas nós já não somos mais felizes no nosso relacionamento. E ficamos parados, sem tomar nenhuma decisão. Enquanto isso, tentamos fazer nosso companheiro ou nossa companheira mudar, colocamos a culpa nele ou nela pelo relacionamento estar desse jeito, pelo vínculo estar cada vez mais fraco.

Ao ler isso, do nosso ponto de vista, saberíamos perfeitamente o que fazer. Temos duas opções: aceitar a pessoa da forma como é e amar sem desejar que ela mude. Ou podemos terminar o relacionamento e dar uma chance para o outro também poder ser feliz com outra pessoa.

Como podemos ver, a atitude é a força mais poderosa, pois nos permite sair de uma situação da qual não gostamos. Tudo isso, tomando uma decisão e mudando nós mesmos, não tentando fazer o outro mudar. Essa técnica também pode ser aplicada a outros tipos de circunstâncias. Quando temos uma dúvida, quando ficamos sem trabalho, quando uma doença aparece ou quando um parente falece.

Reclamar não serve para nada. Dizer aos céus como essa situação é injusta, nos vitimizar e ficarmos quietos sem fazer nada também não. De nada serve buscar culpados onde não há nenhum. Também não serve para nada se negar a aceitar o que simplesmente é, nem se fazer perguntas sem sentido como “por que eu?” ou “será que eu fiz algo errado?”.

“O que não podemos evitar, só podemos aceitar.”
-William Shakespeare-

A atitude é a força mais poderosa que nos permite ser felizes

A atitude é a força mais poderosa que impulsiona as mudanças, as tomadas de decisão, os novos rumos. Graças a ela, conseguimos encontrar a nossa felicidade ou mantê-la. Porque não podemos esquecer que devemos encontrar a felicidade no nosso interior, independentemente da contribuição do exterior: algumas vezes você vai conseguir, outras não.

Graças ao poder da nossa atitude, conseguimos compreender que não existem limites e que não temos por que nos sentirmos sobrecarregados com as circunstâncias. Por mais grave que possa parecer uma situação, como a demissão do trabalho ou uma dívida, sempre conseguiremos sair desse momento ruim e vencer os obstáculos. Essa é a inércia vital.

Às vezes as nossas emoções sufocam essa réstia de esperança, dramatizando em excesso o que acontece. No entanto, cedo ou tarde, não vai sobrar outra alternativa que não seja aceitar a situação e seguir em frente. Por que não fazer isso desde o começo? Por que se deixar ficar tão mal sem que seja necessário?

É importante confiar em nós mesmos e não nos mantermos sempre na zona de conforto. Se fizermos isso, as zonas de conforto vão diminuir em vez de aumentar. Se ficarmos nelas, vamos ver como esse estado de conforto se afunila, até que pouco a pouco deixe de ser “de conforto”. Passaremos a nos sentir encurralados pelas circunstâncias.

Não temos por que ter medo da mudança. As mudanças são oportunidades, novos começos, novos caminhos. Deixaremos alguma coisa para trás, isso é verdade. Mas o que está por vir também pode nos trazer algo novo se tivermos a paciência e a inteligência para deixar a situação ao nosso favor. Uma oportunidade para aprender, se superar, amadurecer e nos darmos conta de que conseguimos lidar com todos os problemas que surgirem nas nossas vidas.

Não podemos nos esquecer de que a atitude é a força mais poderosa da mudança. Podemos tomar decisões para sair de uma situação que nos desagrada. Podemos aceitar o que não gostamos, parar de negar e seguir em frente. Muitas vezes, o reflexo do futuro nos devolve uma imagem mais complicada daquilo que na verdade nos aguarda. Com a atitude, nós escolhemos algo tão simples e vital quanto a forma de nos posicionarmos frente a essa imagem.

Uma pequena mudança de atitude pode fazer uma grande diferença. Pode transformar uma situação difícil em algo superável e uma circunstância dolorosa em uma oportunidade para ficar mais forte.


*Por Resiliência Humana
(http://www.resilienciamag.com/atitude-e-forca-mais-poderosa-de-mudanca-2/)

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Pare de adiar!

Se você quer acreditar mais em si mesmo, deve parar de adiar as coisas mais simples que surgem no dia a dia em sua vida.
Por vezes, são coisas muito simples, como roupas por arrumar, um telefonema a dar, mandar consertar um eletrodoméstico, trocar uma lâmpada, pagar uma multa, e antes que perceba haverá uma série de outros problemas acumulados que só vão tirar ainda mais a sua força para resolver os mais simples.
A partir do momento em que existem problemas maiores, os mais simples só são lembrados em tom de autocrítica e nunca para se resolver de uma vez por todas.
De repente, a sua vida virou um caos e você nem percebe como aconteceu.
Deixe-me dizer-lhe uma coisa: a vida é como um triângulo invertido em que a grande maioria das pessoas se preocupa mais em estar na base, em cima, do que na ponta, em baixo. E porquê?
Porque na base, em cima, estão as grandes decisões e os grande problemas, isto é, questões que você acha que pode resolver ou, do contrário, podem destruir sua vida.
Exemplos de questões que o colocam na base do triângulo:
Quero ser feliz
Quero ser rico
Quero sair desta situação
Quero ter coragem para mudar de trabalho
Quero sair desta relação
Quero ter outra atitude
E muitas outras questões ditas importantes para nós.
Só que estas questões não se resolvem, mesmo que você se esforce bastante, apenas porque você  adia constantemente pequenas situações mais próximas da ponta de baixo do triângulo, isto é, supostamente mais simples de resolver.
E você me pergunta: “Que raio têm as pequenas coisas que adio a ver com as grandes que não consigo resolver?”
Muito simples. É tudo uma questão de atitude! Se você adia as coisas mais simples, vai ter em média sete vezes mais dificuldade em realizar as mais difíceis.
A sua atitude com as coisas difíceis é sempre menos eficaz, se a sua atitude com as coisas mais simples for a de adiá-las continuamente. Aliás, a tendência é precisamente a de se iludir mais facilmente e acabar sempre por não concluir nada.
Portanto, a solução passa por “arrumar” as coisas mais simples da sua vida. E como?
Começando a combater a preguiça através de uma atitude mais organizada e virada para a resolução dos pequenos problemas.
Assim, aquilo que deve ser feito, em primeiro lugar, é uma lista das coisas que você está adiando, dia após dia na sua vida, desde as mais simples às mais difíceis na sua concepção.
Com essa lista pronta, você deve escolher apenas uma tarefa por dia, nem que seja colocar na parede aquele quadro que está há meses encostado ou guardado em cima de um armário. Se não tem pregos ou parafusos, que isso não seja uma desculpa. Saia e compre.
Este exercício de resolver apenas uma questão adiada por dia, dará, ao fim de uma semana, a sensação real de que você, afinal, é capaz de resolver coisas na sua vida, o que vai fazê-lo  acreditar mais no seu valor e na sua capacidade de melhorar a sua vida.
O mais certo é que, ao fim de uma semana com resultados satisfatórios no combate à preguiça e adiamento, você vai querer continuar até sentir que todas essas coisas, há tanto tempo adiadas, estão, finalmente, resolvidas.
De repente, a sua atitude mudou e, consequentemente, a sua vida mudou e também a ideia que você tem de si mesmo.
A única coisa que falta aqui é a sua resolução de começar a fazer esse exercício.A minha responsabilidade termina aqui. A sua começa agora.
Eu eu sei que você vai conseguir! Vamos a isso?
Esta atitude vai trazer a você  uma sensação mais forte de que você é capaz de ser diferente do que tem sido até hoje e vai também fazê-lo acreditar mais em si mesmo e no seu valor.
É essa a ideia! Parabéns pela sua escolha!

*Jose Micard Teixeira

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Eu nunca quis você pra mim, eu só queria você por perto

Eu nunca quis te prender. Nunca quis você em casa vinte e quatro horas por dia, a salvo das intempéries do mundo e longe de todas as outras pessoas. Eu nunca te quis submissa ou passiva, muito menos te quis dependente de mim. Nunca foi a minha vontade te afastar dos seus estudos, do seu trabalho, dos seus amigos. Eu nunca quis ser uma sombra assustadora sobre a sua liberdade e sobre a sua independência. Apesar de eu querer você na minha vida, eu não quero você só na minha vida. Nunca passou pela minha cabeça competir com as coisas que você gosta, eu só queria ser mais uma delas.Você ia continuar conhecendo pessoas, fazendo suas coisas, suas atividades, porque eu nunca quis você para mim, eu só queria você comigo.
Enquanto eu dizia que queria compartilhar a minha vida com você, você ouvia que eu queria a sua vida para mim. Eu queria alguém para dividir as coisas ruins e somar as coisas boas, e você achava que eu queria te poupar de tudo, tentar tomar conta da sua vida e resolver todos os problemas do mundo. A minha vontade é essa mesmo, e se eu pudesse, eu te pouparia de todos os perigos e sofrimentos do mundo. Mas eu não posso e não faria isso. Se eu fizesse, você deixaria de ser você. Mas é porque temos opiniões diferentes sobre o que é liberdade.
Para você, liberdade é poder fazer o que quiser, sem ter que dar satisfação ou se preocupar com ninguém. Para mim, não. Para mim, liberdade é saber que, mesmo tendo que dar satisfação ou me preocupar, eu posso fazer o que eu quiser. Assim como a coragem não é a ausência de medo, e sim o controle do medo, a liberdade não é não se prender a ninguém e poder fazer o que quiser. Liberdade é ter a coragem e a maturidade de, sim, abrir mão de fazer alguma coisa para ficar em casa vendo um filme, se você quiser. Liberdade não é a obrigação de fazer qualquer coisa, e sim saber que você poderia fazer qualquer coisa, se quisesse.
Eu queria pegar o carro e fugir pra qualquer lugar com você por dois dias, mas você só achava que eu queria te roubar do seu mundo. Eu queria que você passasse trinta horas na minha casa, e você só se preocupava que havia faltado a algum compromisso e que isso te fazia mal. Eu me propus a encontrar um meio termo — mesmo eu não sendo uma pessoa de meios termos, eu estava disposto a fazer isso. Mas você preferiu não correr o risco. Eu prefiro ter alguém para me ajudar a suportar as coisas ruins, você prefere ficar sozinha e não correr o risco de ver seu perfeito e alinhado trem do planejamento sair dos trilhos por alguns segundos. Mesmo sabendo que as vezes em que eu tirei seu trem dos trilhos foram os nossos melhores momentos juntos. Eu prefiro aumentar os trilhos, você prefere me jogar pra fora do trem.
Eu te propus tratarmos a nossa dor no joelho com analgésicos, e sermos felizes nos momentos sem dor e tentarmos superar juntos os momentos de dor. Você preferiu amputar a perna, se livrando de vez da dor, mas abrindo mão também do lado bom. Eu tentava ver o lado bom das nossas brigas — estávamos nos ajustando. Você sempre via o lado ruim da coisas boas, como quando você me dizia que sentiu saudades, que seus sentimentos com relação a mim eram ambíguos ou quando eu percebia nitidamente uma centelha de paixão por mim nos seus olhos. E a centelha estava lá. Mas você fechava a janela pro vento não aumentar as chamas. Nós poderíamos ter sido tudo o que eu dizia que nós seríamos, porque você nunca entendeu o que eu queria e, assim sendo, recusou a minha proposta de o que você pensava que eu queria. Você teve medo de me oferecer algo que eu nunca quis, você se negou a ser o que eu nunca quis que você fosse. Será que um dia você vai entender o que eu queria e me deixar não ser a sua vida, mas somente estar na sua vida.

*Entenda Os Homens

terça-feira, 21 de novembro de 2017

AMOR NÃO COMBINA COM COBRANÇA. QUEM AMA NÃO PRECISA DISSO!

Ahh… gente que ama. Por favor não misture as coisas. Não perca seu tempo de amar com cobrança nenhuma. Amores e cobranças não combinam. Quem precisa cobrar amor já não ama nem é amado.
Amar é não ter de cobrar nada! Cobranças pertencem às relações comerciais, às transações financeiras, às obrigações burocráticas. Cobrar é o estágio final. Geralmente, depois de feito o serviço, depois de entregue o produto, vem a cobrança.
Em qualquer relação, cobrar é o último passo, o fim do caminho, o recurso final. Quem toma dinheiro emprestado e não paga recebe uma cobrança. Quem atrasa a fatura do telefone, a parcela de carro, o aluguel, a conta de luz, é justamente cobrado. Quem deve tem de pagar.
Entre os que amam, cobrar também é o expediente derradeiro. A estação terminal.
No amor não vale cobrar nem ser cobrado. Quando a cobrança se faz necessária, é porque já não há crédito. Já não se ama. Quem faz a cobrança e quem a merece não são mais os mesmos de antes, não se deram conta ou não querem aceitar o óbvio: acabou a espontaneidade, primeiro sinal do fim do amor.
É tão simples! O que não é espontâneo é induzido, forçado, compulsório. E o que se cobra não é natural. Pronto. Exceto no caso das mães, donas do direito de reclamar um telefonema de seus filhos quando bem entenderem, ninguém devia reivindicar atenção de seus namorados, namoradas, maridos, esposas. Isso é mendicância, falta de amor próprio. Dificuldade de viver sua própria vida. Falta do que fazer.
Faça o teste. Cobre. Cobre, sim. Cobre muito! O tempo todo, cobre amor, carinho, consideração, reciprocidade. Cobre. É o jeito mais fácil de atentar contra si mesmo, destruir sua autoestima e afastar quem estiver perto.

*André J. Gomes

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

O que o medo te impede de fazer?

Quantas vezes deixamos de fazer algo por medo da mudança?
Quantas pessoas não permanecem trabalhando em atividades que não gostam, com pessoas que são obrigadas a suportar, em empresas que não tem os mesmos valores que elas por medo de não conseguir um novo emprego, de ter que passar pela situação de começar do zero ou de passar por dificuldades financeiras?
E quantas outras ficam anos em relacionamentos ruins e infelizes por terem medo de ficar sozinhas ou de não aguentarem a pressão de um fim de relacionamento?
Tem aquelas também que sonham em montar um negócio e nunca colocam no papel ou que fazem um plano de negócio que fica guardado na gaveta esperando uma oportunidade que nunca chega, por medo de arriscar, medo de não dar certo.
O medo é importante para nos fazer pensar antes de arriscar. Para não corrermos riscos desnecessários. Um exemplo simples disso, é o fato de olharmos para os lados antes de atravessarmos a rua.
Se não fosse o medo de sermos atropelados ou de morrer, envolvidos em tal situação, o risco disso acontecer seria grande. Neste caso, o medo funciona como um mecanismo de proteção.
Mas, quando nos impede de agir, quando nos faz ficar estagnados, impedindo-nos de assumir o controle de nossas vidas e de adotar atitudes que são necessárias para que nossa vida melhore, o medo pode ser um inimigo.
Muitas vezes nossos medos nos fazem ver as coisas de forma distorcida, impedindo que vejamos a realidade da situação. O medo pode nos fazer enxergar uma situação ruim como pior do que ela realmente é.
 Pergunte-se:
– O que o medo está me impedindo de fazer?
E se tiver alguma resposta para essa pergunta, se tem algo que você quer ou precisa fazer e não faz por medo, comece a se questionar para que ele não lhe impeça de agir.
Se conseguir identificar o que você não faz por medo, ficará mais fácil traçar um plano de ação para mudar. Desta forma, o risco de sua atitude reduzir-se-á, tornar-se-á um risco calculado e, assim, o medo não será motivo para impedir que realize seus planos e ações.
A vida é muito curta para deixar nossos medos vencerem!

*Félica Ariany

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Não espere nada de ninguém!

Não criemos expectativas a respeito de ninguém, podemos nos decepcionar muito.
Sempre é assim: esperamos demais dos outros, aquela pessoa que achamos o máximo da “finesse e da boa educação” é um ser humano normal como outro qualquer, obviamente tem suas qualidades mas tem defeitos também.
Infelizmente quando gostamos de alguém temos a infeliz mania de endeusá-lo (a), pegamos uma redoma e pomos a pessoa dentro como se fosse alguém superior, isento(a) de qualquer atitude menos nobre. E sabemos perfeitamente que não é bem assim que as coisas funcionam.
Na realidade, o fulano (a) que lá se encontra  com todo seu requinte e gentileza, um dia nos decepciona por alguma razão, de quem é a culpa de tudo isso, nossa ou dele(a)? Claro que é nossa! Nós que construímos na nossa cabeça um alguém “perfeito”(a), e isso não existe!
Perfeito só Deus! Nós os passageiros provisórios do planeta Terra, somos apenas estagiários buscando melhorar a nós mesmos a cada temporada por aqui, até que um dia, depois de muito errar, e consequentemente aprender.
Então, conscientes que somos, que todo processo evolutivo é sempre muito lento, melhor não criar nenhuma expectativa a respeito de ninguém.
Todos que aqui estão são tão falíveis quanto nós mesmos. Principalmente nos dias atuais em que o egoísmo, a ambição desenfreada, a vaidade enlouquecida e o orgulho andam de mãos dadas no mundo.
Portanto não sejamos ingênuos pensando que o mundo é um paraíso habitado apenas por gente do bem. Não nos enganemos as pessoas são o que são, não o que gostaríamos que fossem.
Sejamos prudentes, muita atenção com quem compartilhamos  nossa intimidade e não nos deixemos levar pela aparência. Vale lembrar a sabedoria dos velhos adágios que dizem: As aparências enganam muito. Há muitos lobos travestidos em pele de cordeiros.( Esse último encontra-se no Evangelho de Jesus.)
Cuidado!! Esperar só por Deus, Ele é o único que nunca falha, e é n’Ele que devemos pôr toda a nossa confiança, plena, absoluta e irrestrita.
É d’Ele que vem a certeza que podemos sempre esperar o melhor, que sempre irá nos corresponder à altura e jamais nos decepcionará.

*Yára Uchôa Barreto

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Ser alguém que não somos para agradar os outros: qual o resultado?

Quando passamos mais tempo sendo o que os demais querem e não o que somos, normalmente adoecemos, a autoestima baixa e, principalmente, colocamos nossa vida no piloto automático.
O que nos leva a passar por cima de nossos gostos, de nossas crenças, do nosso valor, para fazer ou ser o que os demais esperam de nós?
Uma autoestima baixa. Quando passamos a vida sem ver nosso valor, sem perceber a nossa real importância, nós nos tornamos vulneráveis. Muitas vezes, nós nos aproximamos e valorizamos as pessoas que não nos dão a real importância, as pessoas que não retribuem o mesmo carinho, a mesma atenção, que dispensamos a elas.
Escuto com frequência pessoas que perderam a real identidade por medo de não agradar, por medo de não serem aceitas.
Vamos a um conto que gosto muito e, que mostra bem isso que estou falando:
“Tang era um simples operário no Reino do Oriente. Ele trabalhava o cobre e fabricava magníficos utensílios que vendia no mercado. Gostava de viver e tinha uma boa autoestima. A única coisa que lhe faltava era encontrar a mulher da sua vida. Um dia, um mensageiro do rei veio anunciar que o monarca desejava casar a princesa com o homem que tivesse a melhor autoestima em seu reino. No dia marcado, Tang foi ao castelo e se viu no meio de várias centenas de jovens e pretendentes.
O rei olhou para todos eles e pediu que um dos seus cortesãos desse cinco sementes de flores a cada um deles. Depois, mandou-os voltar na primavera com o vaso de flores originadas daquelas sementes. Tang plantou as sementes, cuidou bem delas, mas nada nasceu, nenhum broto, nenhuma flor. Na data combinada, Tang pegou seu vaso sem flor e foi ao castelo. Centenas de outros pretendentes carregavam vasos cheios de flores maravilhosas e zombavam de Tang com seu vaso de terra sem flor. Então, o rei pediu que cada um passasse diante dele e mostrasse o seu vaso. Quando chegou sua vez, Tang, um pouco intimidado diante do Rei, disse: nenhuma semente germinou, Vossa Majestade. O rei respondeu: Tang, fique aqui perto de mim!
Quando todos os pretendentes terminaram, o rei mandou todos embora, menos Tang. Ele anunciou a todo o reino que Tang e a princesa se casariam no verão seguinte. Foi uma festa extraordinária! Tang e a princesa ficaram cada vez mais apaixonados. Eles viviam muito felizes.
Um dia, Tang perguntou ao rei, seu sogro: Vossa Majestade, porque eu fui escolhido para ser o vosso genro, já que as minhas sementes não tinham rebentado? Porque elas não podiam rebentar, eu as tinha fervido durante uma noite inteira! Assim, você foi o único que teve estima suficiente de si mesmo e dos outros para ser honesto! Era este homem que eu queria como genro!”
Quando nos preocupamos no que os demais vão pensar, quando não queremos mostrar nossas fragilidades, nossos erros, nossas limitações, vamos nos tornando reféns dos demais. Vamos atribuindo poder aos outros e enfraquecendo o nosso. Vamos moldando nossa vida pelo olhar dos demais e perdendo nossa real essência.
E como reverter isso?
Resgatando nossa autoestima adequada, ou construindo uma autoestima forte, se nunca tivemos uma.
Fácil assim? Claro que não. Trabalho como psicoterapeuta e sei bem como é difícil, porém, quando a mudança acontece, vemos que vale a pena o sacrifício, vale a pena o investimento.
Basicamente, você tem uma autoestima adequada: quando se aceita como é e, busca mudar o que não gosta em si, quando controla suas emoções, quando tem confiança em si, quando encara conflitos como fonte de aprendizagem e quando coloca limites claros nos outros.
Como então cultivar uma autoestima adequada:
– Cultivar as emoções positivas, colocando um filtro para não enfatizar as emoções negativas como culpa, raiva, medo, que nos enfraquecem.
– Assumir a responsabilidade de tudo em nossa vida, ao invés de viver culpando os demais pelo que não fazemos, pelo que não dizemos.
– Evitar julgar as pessoas e tirar conclusões precipitadas.
– Viver no presente, o foco nos fortalece. Quando estamos sempre no passado, ou no futuro a ansiedade se aproxima e, vai ficando, vai crescendo.
– Reforçar sempre as coisas que você tem de bom. Lembre-se sempre o que já conquistou, o que já superou.
– Lembre-se sempre de que: tudo passa.
– Seja seu/sua melhor amigo/a!
Procure dar um passo por vez. Quando a gente quer fazer tudo ao mesmo tempo e de forma rápida, há grande chance da mudança não se estabelecer realmente numa base sólida e, em consequência não darmos a continuidade devida e necessária. Conseguimos persistir com mais facilidade dando pequenos passos todos os dias.
É como na academia, afinal você não entra pela primeira vez e sai fazendo os exercícios mais pesados, sem antes preparar por dias a musculatura, ir aumentando aos poucos o peso, o tempo.
Garanto que dá certo e, se você tem a crença limitante que não consegue mudar sua autoestima, ou, que já tentou e não conseguiu, pense realmente nisso:
– Não esqueça que Albert Einstein não falou até os quatro anos de idade e que seus professores disseram que ele: “nunca se destacaria muito”.
– Lembre-se que Steve Jobs aos 30 anos ficou arrasado por ter sido retirado da empresa que ele mesmo criou.
– Tome como exemplo Michael Jordan que, depois de ser cortado de sua equipe de basquete na escola, trancou-se no quarto e chorou.
E não são só essas pessoas que persistiram, acreditaram e conquistaram o que queriam. Tem o Pedro, a Vera, o Henrique, etc. Quem são?
São aquelas pessoas que, como você e como eu, perseguem seus sonhos apesar de um monte de coisas que atravancam a vida da gente, se a gente deixar.
A gente tem que elevar a nossa autoestima, pois sempre vamos ter por perto pessoas que não acreditam na gente, que não nos incentivam, mas, se nós queremos subir ao palco de nossa vida, como protagonistas da nossa história, nós temos que acreditar, continuar, persistir.
Grande abraço!


*Isabel Rios Piñeiro

A Porta da Paz

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