sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Ano Novo

Hoje é o dia que dá início a um novo ano.
É o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperanças renovadas. É um momento de alegria e confraternização.
As rogativas, em geral, são para que se tenha muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender.
Mas será que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?
Se Deus nos dá saúde, o que normalmente ocorre é que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimentação, bebidas alcoólicas, tabaco, ou outras drogas não menos prejudiciais à saúde.
Não nos damos conta de que a nossa saúde depende de nós.
Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.
Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.
Tudo continua sendo como na véspera. Os doentes continuam doentes, os que estão no cárcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.
Nós, e somente nós podemos construir um ano melhor, já que um feliz ano novo não se deseja, se constrói.
Poderemos almejar por um ano bom se desde agora começarmos um investimento sólido, já que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.
Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova direção à nossa estrada particular.
Se começarmos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.
Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas mãos no trabalho de construção de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.
Só há um caminho para se chegar à felicidade. E esse caminho foi mostrado por quem realmente tem autoridade, por já tê-lo trilhado. Esse alguém nós conhecemos como Jesus de Nazaré, o Cristo.
No ensinamento Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo está a chave da felicidade verdadeira.
Jesus nos coloca como ponto de referência. Por isso recomenda que amemos o próximo como a nós mesmos nos amamos.
Quem se ama preserva a saúde. Quem se ama não bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o Espírito com a ira, a inveja, o ciúme etc.
Quem ama a Deus acima de todas as coisas, respeita Sua criação e Suas leis. Respeita seus semelhantes porque sabe que todos fomos criados por Ele e que Ele a todos nos ama.
Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, não tem outra saída senão construí-lo.
Importa que saibamos que o novo período de tempo que se inicia, como tantos outros que já passaram, será repleto de oportunidades. Aproveitá-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de nós.
*  *  *
O rio das oportunidades passa com suas águas sem que retornem nas mesmas circunstâncias ou situação.
Assim, o dia hoje logo passará e o chamaremos ontem, como o amanhã será em breve hoje, que se tornará ontem igualmente.
E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de ano passado e assim sucessivamente.
Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na construção do amanhã feliz que desejamos, pois a eternidade é feita de segundos.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Como temperar o aço

Era uma vez um ferreiro que, depois de uma juventude cheia de excessos, decidiu entregar sua alma a Deus.
Durante muitos anos trabalhou com afinco, praticou a caridade mas, apesar de toda a sua dedicação, nada parecia dar certo em sua vida.

Muito pelo contrário: seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.

Uma bela tarde, um amigo que o visitava, e que se compadecia de sua difícil situação, comentou:
É realmente muito estranho que, justamente depois de você resolver se tornar um homem que crê em Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas, apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.
O ferreiro não respondeu imediatamente: ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.
Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar, e terminou encontrando a explicação que procurava:
Eu recebo, nesta oficina, o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isso é feito?
Primeiro, eu aqueço a chapa de aço num calor muito intenso, até que ela fique vermelha. Em seguida, sem nenhuma piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico vários golpes, até que a peça adquira a forma desejada.
Logo ela é mergulhada num balde de água fria, e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura.
Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é o suficiente.
O ferreiro fez uma longa pausa, olhou ao seu redor, respirou fundo, e prosseguiu:
Às vezes, o aço que chega às minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada.
Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada da minha ferraria.
Mais uma pausa, e o ferreiro concluiu:
Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceitado as marteladas que a vida me dá e, às vezes, me sinto tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: Meu Deus, não desista até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser.
*   *   *
A sabedoria do ferreiro é imensa, pois compreendeu que todos os sofrimentos, todas as aflições, existem apenas para o nosso bem.
Nada no mundo acontecerá para nos destruir, mesmo que, algumas vezes, sejamos os causadores desses males que nos alcançam. Eles existirão para nos corrigir, para nos colocar de volta no prumo certo da evolução.
Sabemos que, por vezes, são experiências extremamente penosas e difíceis de serem enfrentadas, mas precisamos nos manter firmes, e procurar ver tudo sempre como uma lição, da qual iremos extrair muitos aprendizados.
Ninguém sai de um abismo da mesma forma que entrou. A dor nos ensina muito - nos faz mais fortes e maduros.
Vejamos sempre o sofrimento como as mãos invisíveis de um escultor que pretende nos tornar cada vez mais úteis.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

F E L I Z N A T A L

Oi gente...
Vim aqui deixar meu desejo de Feliz Natal e um Maravilhoso Ano Novo,
aos amigos que me fizeram companhia em mais um ano. Deus abençoe cada um de vocês.


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Para Jesus, o coração

A jovem mulher estava no final de suas forças.
A viagem havia sido longa e cansativa.
Não havia vagas nas hospedarias e, mesmo que houvesse, o dinheiro era pouco.

Por generosidade de um senhorio, ela e seu marido receberam como abrigo uma estrebaria, a fim de que, ao menos, não passassem a noite ao relento.

Recostada sobre um amontoado de feno e tecidos velhos que se improvisaram em modesta cama, a flor de seu ventre desabrochou em luz e ela O tomou em seus braços, trazendo-o para perto de seu coração.

Então, as palavras do emissário do Senhor ressoaram em sua alma uma vez mais: Não temas, Maria. Eis que conceberás e darás à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado filho do Altíssimo.

O médico fazia sua ronda nos diversos quartos do hospital.
Feliz Natal! - Desejava ele aos seus pacientes, pois aquele era o esperado vinte e cinco de dezembro.
Tal felicitação era mais uma questão de educação, pois o médico, em toda sua vida, nunca se considerara um homem de fé. Embora respeitasse todos os credos, Deus nunca passara de uma incógnita para ele.
De forma súbita, porém, a paz e a quietude da instituição foram quebradas por um alvoroço que vinha da recepção.
O médico, rapidamente, se dirigiu para lá, a fim de tomar conhecimento do que estava ocorrendo.
Era um taxista que discutia, de forma veemente, com a recepcionista do hospital.
Em seu carro estava uma moradora de rua, que ele encontrara em uma calçada. Ela estava prestes a dar a luz.
Todavia, aquele era um hospital particular e, sem o pagamento antecipado, a recepcionista não poderia permitir a admissão da gestante.
O médico, percebendo a gravidade da situação, tomou a frente do caso e, dando ordens à sua equipe, pediu para que internassem a mulher e se desse andamento aos procedimentos. Ele mesmo faria o parto.
Logo mais, nascia um lindo e saudável menino.
Olhando para o recém-nascido, o médico se sentiu profundamente emocionado.
Tomando-o em seus braços, ele se recordou do pouco que sabia acerca do nascimento do Mestre Nazareno.
Lembrou-se de que, assim como aquela criança, Jesus nascera muito pobre e, contudo, realizara grandes prodígios.
Ele pouco compreendia o Rabi Galileu, mas, quando olhou para o pequeno, viu nele o rosto do outro menino, o que nascera em Belém. E pareceu-lhe que o Cristo lhe estava sendo apresentado.
Naquele instante, fez-se Natal em seu coração.
*   *   *
Há muito mais para o Natal do que a luz das velas, majestosos banquetes e presentes.
Para o inimigo, o perdão. Para o oponente, a tolerância. Para a família, a gentileza. Para o próximo, o amor. Para o necessitado, a caridade. Para os que partiram, a oração. Para o mundo, a paz. Para Jesus, o coração.
Assim, de cada ato nascerá o Cristo e a voz dos mensageiros celestes eternamente ecoará nas profundezas de nossas almas: Glória a Deus nas alturas. Paz na Terra. Boa vontade para com os homens.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

A Última Pedra

Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens. Acertei bastante, mas também errei bastante.
Quando olho para diante, tenho certeza de que vou acertar e errar bastante também.
É impossível acertar sempre.

Mas o importante é que não gastemos nosso tempo nem nossa energia nos torturando.

A autocrítica pelo que não deu certo, além de ser nociva para a saúde, faz com que a gente perca os passarinhos que a vida nos oferece de presente.

Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou porque eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás. Respondi que me arrependia do que tinha feito, mas expliquei que, naquele momento, minha atitude me parecia lógica. Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje, certamente a decisão seria diferente.

Por isso é que lhe digo: não se torture por algo que não deu certo no passado.
Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.
Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.
Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.
Não importa o que você fez, não se torture.

Apenas perceba o que é possível fazer para consertar essa situação e faça.
Se você sente culpa, perdoe-se.

E principalmente, compreenda que agiu assim porque, na ocasião, era o que achava melhor fazer.

Não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos. Reconheça o erro que cometeu, peça desculpas e continue sua vida.

Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida.

Curta os passarinhos. Eles são os presentes do universo para você!

Por *Roberto Shinyashiki

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Do seu lado


E as estrelas que nós não vimos juntos ?

Tem alguma coisa dentro de mim que não sei dizer. Tem algo em você que não sei traduzir. Me inquieta isso. Deveria existir um dicionário para o coração.

Sentimento ? 

Esse sim é o idioma mais díficil que o ser humano usa para se comunicar. Meus versos se tornaram tão repetitivos, minhas rimas já cansaram, e minha inspiração teme ter se esgotado. Tenho um dicionário ao meu lado, mais ele não explica, essa coisa no meu peito, esse nó na minha garganta. E nem essa falta que sinto, que é quase saudade, quase despedida, quase uma chegada. Ele não explica você.

Eu resisto ao desejo de te desejar. Sentir como se quisesse parar uma tempestade com minha própria força. Tento negar as pessoas o quanto eu quero você aqui, tento encolher a mão quando ela se estende para querer te tocar. Tento fugir, me fechar e jogar a chave fora, mais eu apenas tento. Invento mil formas de despistar, esse desejo que me segue, como uma sombra, sem me abandonar. Mais a vontade de te ter se tornou parte de mim, e já não consigo mais abafar a minha voz. Quero dizer que preciso de você, que quero você.

Preciso de você, para ver, as estrelas que não vimos juntos. Para caminhar, pois cansei de andar sozinho. Para te dizer aquilo que nunca tive coragem para falar. Te fazer conhecer aquilo que ninguém conheceu. Para amar, cansei de só amar, quero ser amado. Um riso, um abraço, um nascer do sol, outro pôr-do-sol, um outono, um livro para ler em voz alta. Um lugar, um bosque para caminhar. 

Tudo que eu quero é te encontrar, mais você ousa se esconder. Estou cansado de olhar e não te ver, de só te querer e nunca te ter. De te ver tão longe, tão distante. Hoje estou cansado, estou triste, extremamente desejoso de está ao seu lado. Só isso... do seu lado. 

*Por Romantico Rebelde (http://romanticorebelde.blogspot.com.br)

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A Preocupação e a Cadeira De Balanço

"A preocupação é como a cadeira de balanço: mantém você ocupado, porém, não o leva a lugar algum."
Conta-se que um doente de um hospital psiquiátrico permanecia com o ouvido encostado na parede. A enfermeira, um dia, perguntou-lhe: que você está fazendo aí?
Silêncio! Cochichou o doente, acenando para que a enfermeira também encostasse o ouvido na parede. A enfermeira concordou e permaneceu ali durante uns minutos, prestando atenção: 


Não estou ouvindo nada, ela disse.
Eu também não, replicou o doente com a testa franzida. É assim o dia inteiro!


As pessoas que se preocupam com cada detalhe de sua vida são como este paciente. Umas se preocupam com o que poderia ter sido dito, outras com o que foi dito. Algumas se preocupam com o que poderia acontecer. Outras com o que não aconteceu, mas deveria ter acontecido. Há ainda as que se preocupam com o futuro.
Com quem será que vou me casar? Até que idade vou viver? Será que um dia meu marido (ou esposa) me trairá? Outras se afligem com o que fizeram no passado e com as conseqüências disto.
Deus não nos criou para termos uma vida que é um fardo, Ele quer que tenhamos vida abundante, tanto na mente, como no corpo e no espírito. Assim como uma flor, fomos criados para florescer, e não para murchar na videira.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O fogo que aqueceu o menino...


Conta-se...
Que o fogo que aqueceu o menino
Ao lado da manjedoura,
Naquela noite inesquecível,
Sentiu-se profundamente honrado em servir, de forma tão especial... Mesmo que por tão pouco tempo.
Conta-se...
Que nem mesmo o fogo foi o mesmo,
Depois da chegada daquele menino.

Talvez a palavra servir ande desgastada.
Ou ainda, vague por aí nas brumas da incompreensão ou do preconceito, como tantas outras.
Falar em servir, falar em servo, remete-nos a sofrimento, a subserviência, a subjugação. E, disso tudo estamos enfadados realmente.
Porém, a palavra servir é uma das mais belas que existe, uma vez que descobrimos seu verdadeiro sentido. E, nada como o Natal para descobrir significados novos, ampliar horizontes, refazer caminhos e compreensões da vida.
Servir é devotar-se a algo, a alguém. Servir é entregar-se a uma causa, a um amor, a um ideal.
Assim, ser servo é ter sentido na vida, é ter noção clara para onde se quer seguir todos os dias.
Servir à família, servir ao casamento, servir à profissão, servir à comunidade...
Não se trata de se colocar abaixo, no sentido de se ter menos valor do que... Trata-se de doar-se inteiramente a algo em que se acredita.
Se percebermos bem, em a natureza tudo serve. E mais, serve feliz.
Notemos isso com atenção: na natureza tudo serve com alegria.
Quando encontrarmos, finalmente, nossa vocação maior de servir, servir por completo, descobriremos um caminho seguro para nossa própria felicidade.
Neste Natal, quando recordamos o nascimento do Mestre entre nós, e refletimos sobre tantas coisas, pensemos sobre isso.
Ele, o maior de todos, Espírito puro, foi capaz de dizer: Estou entre vós como quem serve.
Sim, Ele se comportou como grande servidor. Suas lições, Seus exemplos, Sua doação completa foram Sua forma sublime de nos servir, para que conhecêssemos o amor de uma forma nunca antes ensinada.
O espírito do Natal, então, é o espírito de servir, de dar, de dar-se, e não de receber.
Olhe para os lados e pergunte: De que forma posso servir melhor minha família? De que forma posso servir minha comunidade? Como posso ser um bom servidor de meu país?
Cada um de nós pode servir de muitas formas!
Não é necessário ter posses para servir. Servimos com palavras, com habilidades, com nosso tempo, com nosso sorriso, com nossa amizade.
Façamos algo diferente neste Natal, perguntando: De que forma posso servir? De que forma posso servir melhor?
A vida vai nos responder prontamente, pois o trabalho sempre aparece para aqueles que se predispõem a laborar pelo bem.
Dessa forma, estaremos figurando nas fileiras luminosas daqueles que trabalham pelo bem na Terra, daqueles que, incansáveis, vêm sendo os agentes transformadores do planeta.
Juntemo-nos a esses tantos servidores humildes, anônimos, do bem. Juntemo-nos aos servidores do Cristo, prestando-lhe a mais bela homenagem que se pode prestar em Seu aniversário.

Conta-se...
Que nem mesmo o fogo foi o mesmo,
Depois da chegada daquele menino.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Aprendendo Com Os Erros

Na vida não precisamos acertar sempre, mas a cada dia errar menos.
E é necessário que a cada erro, aprendamos o máximo possível.
Para que esses erros tornem-se experiências aproveitáveis, das quais precisaremos no futuro, para não cometer os mesmo erros. 


Mesmo sabendo que muitas dessas experiências machucam, nos trazem lembranças que fazem sofrer, e que preferimos esquecer.
Ainda assim, temos que ter consciência que devemos aproveitá-las para a cada dia errarmos menos e acertamos mais. 


Porque a vida é assim, cheia de surpresa e precisamos aprender a conviver com ela.
Caso contrário, não conseguiremos ser alguém, e certamente não estamos aqui por acaso, sem razão, á toa, sem um objetivo à conquistar. 


Estamos em busca de um espaço, para deixarmos de ser mais um neste mundo.
Por isso temos obrigação de aprender a viver e conviver com a realidade.
Tendo consciência de que em nossas mãos está o nosso futuro. 


Dependendo principalmente do que somos no presente, o que seremos neste futuro bem próximo.
Precisamos ter em mente algo muito importante: 


Que devemos ser sempre nós mesmos, respeitando ao nosso próximo como a si próprio.
Quando vermos que isto está acontecendo, então sentiremos que nossos erros tornaram-se experiências. 


E que isso, é como um sinal de nosso amadurecimento.
Ou seja, que deixamos de ser crianças e passamos a ser adultos, não no físico e sim no mental...


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Às vezes faz bem refletir


Às vezes procuramos ver problemas aonde não existem para chamar atenção e ter controle de algo ou alguém ou ser notado...
 
Às vezes queremos ter alguém e ficamos furiosos ou tristes quando descobrimos que não somos donos de ninguém nem de nós mesmos, sendo que o amor vem da liberdade, naturalidade de querer bem ... 

Às vezes jogamos a culpa em alguém para cobrir nossas falhas ou medos ...
Às vezes perdemos tempo tendo inveja dos outros ao invés de amar o que somos e aquilo que nos torna únicos ...
Às vezes perdemos tempo pensando, sendo que deveríamos estar fazendo AGORA ...
Às vezes fazemos da insegurança religião e a atitude pecado mesmo que aquilo seja decisivo pra ser feliz ...
Às vezes nos limitamos a pouco, às vezes perdemos por querer mais ...
Às vezes matamos um sonho só pra sobreviver ...
Às vezes mostramos arrogância e destruímos vínculos quando na verdade tudo o que precisava era um abraço e um perdão ...
Às vezes fingimos a frieza que não tínhamos, somos falsos, esquecemos dos outros para não se machucar ou perder algo na vida sendo que assim perderemos tudo de real valor e ganharemos uma consciência terrivelmente pesada, sendo que nada disso não é necessário ...
Guardamos rancor de coisas ridículas por auto-piedade, colecionamos inimigos por esporte sendo que a felicidade mora na verdade, na união ...
Fazemos caso de coisinhas pequenas e cruzamos os braços para grandes e verdadeiras causas de justiça ... 

Não entendemos a dor dos outros a não ser quando sentimos em nós, às vezes não compreendemos e nem tentamos por má vontade ...
Às vezes não reconhecemos o que há de nobre na simplicidade ...
Às vezes deixamos de ser livres e verdadeiros para agradar e se submeter a todos sendo que no final nos sentimos infelizes ... 

Às vezes somos nossos piores inimigos ...
 
Lute por aquilo que acredita verdadeiramente ...

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Saudade - sua

Minha saudade é fome. Arde. É vontade. E não passa. Minha saudade é fogo. Queima, abrasa. E não abranda. Sinto sua falta. O tempo passa, os anos passam. Você fica. Eu fico. E te espero. Te espero na janela, sinto seu perfume, ouço seus passos.
 
Tem certas coisas que a gente não entende. Você foi embora, eu nunca vou entender. Você não deveria ter ido, mas foi. E eu te sinto e te vejo nos meus sonhos.
 
Minha saudade é um filme que eu assisto todos os dias e sempre choro no final. Sinto sua falta. Minha saudade borra o papel. Eu sinto a sua falta.
 
Minha saudade balança na rede às três e meia da manhã e fala de você. Minha saudade, quando dorme, sonha contigo. Amanhã você virá. E eu espero. E muitos amanhãs já se passaram desde então.
 
Mas a minha saudade tem fé, tem esperança e tem amor. Minha saudade é salgada. De quantas lágrimas é feita uma saudade? De quantos sorrisos é feita uma lembrança? De quantas esperas é feito um reencontro?
 
Queria poder te ver e, quem sabe, te abraçar. Queria poder te ver e, quem sabe, te dizer algumas coisas que nunca disse. Rir da sua risada e da sua forma leve de deixar a vida te levar.
 
Que eu feche os olhos e te veja, sempre. Que eu durma e te encontre nos meus sonhos. Que eu possa viver sabendo que vou te encontrar, que eu possa sorrir disso. Que eu possa ser amiga da saudade que caminha ao meu lado. Que eu alcance a tua mão quando tenta me ajudar. Que eu aceite o teu colo quando tenta me consolar. Que eu possa entender que para estar junto não é preciso estar perto.
 
Minha saudade dói. Grita. E eu? Eu sinto a sua falta. Sinto muito a sua falta. Que você me sinta, onde quer que esteja agora, que você me ouça. E que você saiba que eu te espero. Te espero sempre. Que o vento não te carregue daqui, que o tempo não te leve da memória. Que você não fuja do meu coração.
 
Por
*Simone Oliveira

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Uma Lenda Chinesa


Era uma vez uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra.

Os temperamentos eram muito diferentes e Lin se irritava com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez mais com insistência.


Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre a serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.


Mas Lin, não suportando por mais tempo a ideia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai.


Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe:


- "Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente.
Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas".


Lin respondeu: Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda". Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra.
Durante várias semanas Lin serviu, dia sim, dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.


Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durantes estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela.
As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha. Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:


"Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou."


Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça: "Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas que te dei são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas tuas atitudes, mas foi sendo substituído pelo AmoR e carinho que lhe começaste a dedicar".


Na China, há um provérbio que diz: "A pessoa que ama os outros também será amada". E os árabes têm outro provérbio: "O nosso inimigo não é aquele que nos odeia, mas aquele que nós odiamos".


As pessoas que mais nos dão dor de cabeça hoje poderão vir a ser as que mais nos darão alegrias no futuro. Invista nelas...cative-as, ouça-as, cruze seu mundo com o mundo delas. 


Plante sementes. Não espere o resultado imediato... colha com paciência.

Esse é o único investimento que jamais se perde. Se as pessoas não ganharem, você, pelo menos, ganhará: Paz interior, experiência e consciência de que fez o melhor.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Praticando o Desapego

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário....
Perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: Diga a sí mesmo que o que passou jamais voltará.

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo...
- Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba...
Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais em sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Quando um dia você decidir a pôr um ponto final naquilo que já não te acrescenta.
Que você esteja bem certo disso, para que possa ir em frente, ir embora de vez.

Desapegar-se, é renovar votos de esperança de sí mesmo,
É dar-se uma nova oportunidade de construir uma nova história melhor.
Liberte-se de tudo aquilo que não tem te feito bem, daquilo que já não tem nenhum valor, e siga, siga novos rumos, desvende novos mundos.

A vida não espera.
O tempo não perdoa.
E a esperança, é sempre a última a lhe deixar.

Então, recomeçe, desapegue-se!

Ser livre, não tem preço! 
 
*Fernando Pessoa

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Lista de presentes

Quando se aproxima o final do ano, costumamos fazer algumas listas que têm o objetivo de nos auxiliar a cumprir com os compromissos aos quais nos propusemos no decorrer do ano e que acabamos deixando para trás.
Nelas estão incluídas as promessas que fizemos e nem sequer nos movemos no sentido de cumpri-las. Lista de tarefas profissionais que foram inúmeras vezes deixadas em último lugar.
Lista de compromissos sociais diversas vezes adiados.
E, com a proximidade do Natal, vem também a lista de presentes.
Então, nos esmeramos na compra de lembranças e mimos para os familiares e amigos, em um gesto simbólico de comemoração do aniversário de nosso querido amigo Jesus.
Movidos pelo sentimento de caridade que nos envolve mais intensamente, nesta época do ano, muitos oferecemos lembranças àqueles menos favorecidos e aos desamparados.
Na ansiedade de não esquecer nenhum de nossos afetos, verificamos inúmeras vezes nossa lista.
Mas, num gesto de reflexão, poderíamos incluir em nossas anotações uma lista do quanto nos fizemos presentes na vida de todas as pessoas que nos cercam.
Com certeza constataríamos o quanto ofertamos de nós mesmos às pessoas que estimamos e também àquelas que, mesmo sem conhecermos muito bem, podem ter precisado de nós em algum momento.
Paremos para pensar o quanto nos fizemos presentes na vida de nossos filhos.
Se ainda crianças, reflitamos por quantas vezes estivemos ao lado deles brincando, dando-lhes bons exemplos, ensinando-lhes as verdades e também as coisinhas mais simples e importantes da vida.
Como observar e respeitar a natureza; ou oferecer um cumprimento sincero e afetuoso às pessoas.
Quantas vezes lhes ofertamos abraços carregados de afeto e dissemos a eles que os amamos?
O trabalho, a louça suja, a casa desarrumada podem esperar. A infância não, essa passa em um piscar de olhos e não volta mais.
Oferecemos aos nossos filhos jovens e aos nossos pais o presente da companhia desinteressada, do apoio nos momentos que precisaram?
Quantas vezes os incluímos em nossos planos diários? Telefonamos para eles apenas com o intuito de saber como estavam passando?
Aos amigos, oferecemos o presente da amizade sincera?
A prática da verdadeira caridade fez parte de nossos projetos?
Não sabemos o quanto nos demoraremos nesta existência, se teremos uma vida breve ou longa. Procuremos então não adiar esses verdadeiros presentes que somos capazes de oferecer ao nosso próximo.
As lembrançasque podemos comprar também têm o seu valor, e todos gostamos de recebê-las, pois demonstram carinho, afeto e gratidão.
Mas nada disso tem sentido se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes, a palavra que compreende, o olhar que conforta, o silêncio que respeita, a presença que acolhe e os braços que envolvem podem ter um valor imensamente maior do que qualquer presente material que ofertemos.
São essas atitudes que dão sentido à vida e fazem com que ela seja mais intensa, leve e feliz.
Pensemos nisso.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Ando devagar porque já tive pressa


Ando devagar porque já tive pressa... Pressa de ter tantas coisas, de chegar a tantos lugares, pressa do ter, do parecer.
Mas hoje ando a passo lento, pois já entendo que a vida é uma busca de si mesmo, do ser: ser melhor, ser amável, ser amigo, ser sensível, ser compassivo, ser caridoso...

Hoje compreendo que é preciso paz para poder sorrir, pois o sorriso verdadeiro, a felicidade autêntica, vem da paz de espírito, a paz de consciência, de quem segue o caminho do bem a todo custo.Entendo também que as chuvas são bem-vindas, e que sem elas não há floradas, pois é preciso chuva para florir. A dor nos esculpe a alma, quando bem entendida, quando bem absorvida nos passos diários da lida.

Ando devagar porque já tive pressa... Pressa do sucesso a qualquer custo, pressa de ser popular, de ser o primeiro, de agradar a todos...
Mas hoje ando tranquilo, percebendo mais as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs, absorvendo a vida em toda sua plenitude.

O viver pode ser o mesmo, as circunstâncias podem permanecer inalteradas, mas minhas lentes são outras. Enxergo tudo de outra forma.
E o mais importante de tudo: descobri que para cumprir a vida, para cumprir meu papel, minha missão aqui, preciso compreender minha própria marcha.

Sêneca, antigo sábio, afirmou que nenhum vento é a favor para quem não sabe para onde ir. Então, compreender a marcha é fundamental. Precisamos saber para onde estamos indo, precisamos saber o que é nossa marcha, nossa vida.

Só então posso ir tocando em frente, com simplicidade e devoção, com alegria e coração.
Pois todos temos talento, todos carregamos o dom de ser capaz e ser feliz.
A felicidade não é para poucos, não, é para todos. E cada um a vai encontrando no seu tempo, no seu momento, da sua forma.

Ando devagar porque já tive pressa... Pressa de partir, já quis desistir de tudo, em alguns momentos, mas hoje ando como que em câmera lenta, com a coragem de quem quer ficar e ver tudo até o fim.

Carrego esse sorriso porque já chorei demais, mas isso não quer dizer que não voltarei a derramar alguma gota dos olhos. Significa apenas que os sorrisos serão a regra. A lágrima, exceção.

Ando devagar no passo curto dos meus filhos, pois se resolver andar acelerado, os deixarei para trás.

Ando devagar para perceber o sabiá cantador, pois se torno minha vida uma bomba-relógio, passo a não perceber a vida que passa ao largo de meus passos, e assim, os sabiás passam a não existir mais.

Ando devagar para ainda conseguir olhar onde piso, e não esmagar nada, nem ninguém com minha desatenção ou deselegância.

Ando devagar para pensar um tanto mais antes de agir, para escolher as palavras certas, para digerir uma ideia nova, para escolher um caminho, para silenciar a mim mesmo por alguns instantes.

Ando devagar... Porque já tive pressa.

A vida é especialmente rica para que se passe por ela, às pressas, sem atentar para os detalhes.
O mundo é pleno de belezas para que se o percorra aos saltos, sem nos determos a descobrir as belezas das flores, o segredo das matas, o encanto das fontes.
Pensemos nisso!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Meu pedacinho de alegria

Você se parece tanto com aquilo que estava faltando em mim, meu pedacinho de alegria ausente.  Se você percebesse como me sinto bem ao seu lado e de como eu gostaria de passar horas na sua companhia você entenderia toda a minha angústia. Desejar ser seu companheiro, amor e melhor amigo é o meu desejo amiúde e meu sonho freqüente de todas as noites.

Por você eu atravessaria qualquer oceano ou continente, fotografaria milhões de vezes só pra provar que você poderia sair milhões de vezes mais bonita, abriria a porta do meu coração e chamaria você para morar a vida inteira. Por você valeria a pena oferecer todo esse amor que guardei e dedicar toda a vida que ainda tenho pra viver. Pelo seu sorriso, pela sua voz, pelo seu abraço, carinho, por um encontro do meu olhar com o teu, é que eu escrevo, é que eu oro, pois sei que seria feliz se os tivesse todos os dias, pois você é melhor do que eu um dia imaginei.

Eu expus meu coração, porque acredito que depois de tanto tempo sem me arriscar ao amor, você valeria qualquer perigo de me ferir ou decepcionar. E eu estarei aqui, te amando em secreto, me declarando em silêncio, desejando ardente e sossegadamente uma resposta tua, uma reciprocidade, um sim. Neste dia, dedico a você todo o amor que está em mim e tudo que está prometido nas linhas deste blog. Por fim estarei tão ansioso por um sim como um moribundo está pela vida.
 
* Por RomanticoRebelde
 
http://romanticorebelde.blogspot.com.br
 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Vai Valer à pena

Dificuldades na nossa caminhada todos nós enfrentamos.
Obstáculos, barreiras, muros.
Tanta coisa que vem para atrapalhar o nosso avanço. O nosso sucesso.

Mas qual é a sua atitude diante disso?
Parar e reclamar não vai fazer que esses obstáculos simplesmente evaporem. 

Encontrar alguém em quem colocar a culpa pode até tirar um pouco do pesos de seus ombros , mas não vai te ajudar a passar pelos obstáculos.
Só tem um jeito de vencer isso tudo: É seguindo em frente.

Seguir em frente é ter fé em você , acreditar que por mais difícil que possa parecer ou mais doloroso que seja você vai passar por aquilo.
Tudo que te atrapalha vai ficar para trás. 

Na hora de subir a montanha muitos ficam na base do monte reclamando do mal tempo, das nuvens, do vento forte, do calor, do frio. Os que chegam lá em cima provavelmente passaram por tudo isso mas a alegria da conquista, do objetivo alcançado é muito maior do que todas as dificuldades que enfrentaram. 

E você vai ser um dos que vão ficar lá embaixo lamentando ou aquele que vai subir , enfrentar as adversidades e vencê-las?
Que é difícil claro que é. Mas é difícil pra todo mundo , principalmente para aquele que vence.
E quem tem falou que seria fácil ?

Fácil não vai ser mas, com certeza, vai valer à pena.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Dois Pesos E Duas Medidas

Segundo os dicionários, justiça quer dizer conformidade com o direito; virtude de dar a cada um o que é seu. Jesus, no entanto, se referiu à justiça, recomendando que fizéssemos ao próximo o que gostaríamos que o próximo nos fizesse.
Todavia, nós, que tantas vezes temos cobrado da divindade que sacie a nossa sede de justiça, se analisarmos profundamente, não estamos verdadeiramente com sede de justiça, no real sentido do termo.
No convívio diário, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.
O trato com as pessoas que nos rodeiam é diferenciado conforme a posição social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.
Se nos dirigimos à serviçal que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e atenção distintos dos que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, são mais importantes.
Se a pessoa que nos procura está vestida com trajes elegantes, mesmo que não saibamos de quem se trate, a nossa deferência é imediata. Mas, se está envolta em andrajos, bem diferente é a nossa atenção.
Outro exemplo, é quando nosso veículo começa a demonstrar sinais de que em breve terá o motor fundido. Qual a primeira idéia que nos vem à mente?
Se fossemos pessoas justas, certamente faríamos uma boa revisão reparando os danos e, ao ofertá-lo a alguém, no caso de venda, falaríamos a verdade ao comprador.
Mas o que normalmente ocorre é a idéia de passá-lo adiante o mais rápido possível. E quem comprá-lo que fique com o prejuízo, afinal o mundo é dos espertos, pensamos. E nos dizemos pessoas justas!
Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como pode alguém nos vender um veículo prestes a fundir o motor? Que injustiça!
Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos públicos, imediatamente levantamos a voz e clamamos por justiça.
Mas quantos de nós compramos atestados falsos, para ludibriar o patrão e receber o salário integral?
Usamos, nos vários momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais são as nossas verdadeiras intenções.
Assim, podemos nos perguntar: será que temos mesmo sede de justiça? Ou será que nos pesos e medidas só temos pensado em nós mesmos?

“Graças a Deus algumas coisas não deram certo, para que tantas outras melhores viessem”.

E assim começamos o nosso artigo de hoje, lembrando-nos de todas as vezes que algo em nossas vidas não fluiu. Podemos trazer para o momento,...