sexta-feira, 29 de março de 2019

O Melhor vai acontecer

Espere sempre pelo melhor, coloque essa ideia em sua cabeça, as coisas vão começar a mudar, pois quem procura sempre encontra o que quer. Mas não corra o risco de ficar exaltado, porque essa aflição pode virar uma bola de neve e, por sua vez, intoxicar o seu estado emocional. 

Por isso, não desperdice sua energia vital com o nervosismo, lembre-se: você é muito mais importante do que um momento de mau humor. Isso ocorre. Bola para frente.

O exaltar-se é uma agressão mental que desequilibra todos os seus sentidos, é quando você se vê fora da caixinha, estando em desespero por não saber como voltar.

Mas como voltar para um lugar que não existe? Tudo era apenas uma ilusão.

Pare, chore, depois enxugue as lágrimas e siga em frente, mas procure pensar em coisas boas. Tudo de bom vai acontecer. Pense no melhor.

Combata com a sua força de vontade qualquer pensamento que não seja agradável, não vale a pena, pois a vida é preciosa. Abra os olhos do espírito, veja além das aparências, existe uma mensagem. Um sinal.

No entanto a vida é sempre a mesma coisa, um dia atrás do outro. Por isso, temos que ter um posicionamento favorável à vida, porque a experiência da vida humana é uma experiência sagrada. Portanto nada acontece ao acaso. 

Como diria um antigo sábio chinês, do século VI a.C., Lao Tze: “Basta deixar a água enlameada parar, para que se torne limpa, pois a lama irá parar no fundo”. 

Por isso, não tenha pressa, não embarque na pilha e na tensão, dê tempo ao tempo, procure a tranquilidade. Por meio da serenidade, com certeza, coisas boas vão acontecer.

*Carlos Pompeu

quinta-feira, 28 de março de 2019

Consagre a Deus tudo o que você faz e os seus planos serão bem-sucedidos

Seus sonhos, seus projetos e desejos são o seu sagrado, nem todo mundo precisa e deve conhecer. Tenha zelo ao falar sobre eles. Nem todos torcem por você.
Sonhos e conquistas não devem ser propagados, o segredo é a melhor estratégia para a realização do que você mais quer.
Seus sonhos, seus projetos e desejos são o seu sagrado, nem todo mundo precisa e deve conhecer. Tenha precaução ao falar sobre eles, até que se realizem. Nem todos torcem por você, nem todos valorizam seu empenho.
Quando realizados selecione quem deve e merece saber da sua prosperidade.
Precisamos ter a percepção de que muitas vezes as prováveis causas para a não realização de nossos desejos estão exatamente na insistência de não sermos discretos, fazendo da vida um livro aberto, permitindo a interferência de algumas pessoas que podem afetar o nosso desempenho rumo ao sucesso desejado.
Muitas vezes erramos ao querer dividir com o mundo nossas vontades, queremos compartilhar com pessoas nossos projetos, sonhos e ideais ainda não realizados, e tudo vai por água abaixo.
Porque nem todo mundo está na mesma sintonia que nós estamos, e muitos interferem querendo nos direcionar ao caminho que não nos convém ou querendo opinar, jurando que tem tudo para não dar certo.
Quantos de nós já desistimos de fazer algo, excluímos planos por simplesmente falar sobre eles antes de acontecerem? Quem nunca?
Desde o dito a “fundação do mundo” lá em Gênesis, Caim matou Abel, seu próprio irmão, por um sentimento que trazia dentro de si: a inveja. Sentimento esse que todos nós seres humanos possuímos, por menor que seja, ainda que inconsciente, dependendo do tamanho pode devastar alguém.
Uma energia altamente negativa, que pode afetar nossa vida, em todos os sentidos.
Saiba para quem você pode falar seus sonhos, seus projetos e que realmente irão acreditar e vibrar para que tudo aconteça conforme sua vontade.
Isso não é superstição, nem uma crença. É um fato! E acontece com todos nós.
É interessante que façamos uma avaliação para descobrirmos quem realmente se importa conosco e pode nos ajudar para a realização de nossos sonhos, ampliar nossos horizontes, que merece um crédito de confiança e que, com isso, irá nos retribuir no mais alto nível de boas vibrações, entusiasmo e incentivos, nutrindo em nós a coragem e a persistência para prosseguir em busca do que almejamos.
Quanto mantemos certa discrição sobre os acontecimentos em nossas vidas, não ficamos vulneráveis às opiniões alheias, evitamos interferências negativas, falatórios sem precisão e comentários desnecessários.
É óbvio que devemos saber e entender que a concretização ou não do que queremos não gira em torno dessa premissa, mas que sejamos cautelosos, pois nossos sonhos, vontades e desejos são nossos, e despertar o potencial para que eles aconteçam dependem inteiramente de nós.

Consagre ao Senhor tudo o que você faz e os seus planos serão bem-sucedidos. (Provérbios 16:3)

*Lucia Costa

quarta-feira, 27 de março de 2019

A vida é breve. O amor, não.

Já escrevi uma porção de vezes sobre a importância do agora, até mesmo para que eu não esqueça de viver no hoje. O fato é que a gente só se dá conta da brevidade da vida quando muitas delas são tiradas de repente, como um sopro de Deus.

E nosso corpo se curva diante do “já” na certeza de que a qualquer momento o “amanhã” não vem. E é assim para todo mundo, não tem jeito. Nascemos, vivemos e morremos. O que vem depois é outra história, – uma história que, aliás, acredito muito que continue.

Se nascemos, vivemos e morremos, – e essa é a única certeza que temos, fica claro que o “vivemos” é o que define o lance todo. O meio do caminho ou o caminho do meio, como você achar mais bonito.

O “vivemos” é justamente aquilo que fazemos dos nossos “agoras”. Muito embora tenhamos na bagagem diversas lembranças do passado, – e isso faz parte do que nós somos, não é possível viver delas. Menos ainda do que não veio, ou seja, das expectativas para o futuro. Que futuro? O futuro já está acontecendo, entende?

O sopro de Deus tem lá suas razões e, ainda que a dor seja afiada, precisamos confiar que tudo tem um propósito para os que vão e para os que ficam. Nossa vida é um barquinho em alto mar, já fiz um texto sobre isso. A embarcação segue o seu rumo em direção a todos os destinos que temos. Também somos feitos de destinos, muitos, diversos, inúmeros.

Mudamos a rota, perdemos marujos e comandantes, e também ganhamos novos parceiros, novos remos, novas possibilidades todos os dias. Precisamos estar de olhos abertos para enxergar o que nos chama e para nos despedirmos do que precisa ir embora. Viver é a única garantia que temos e se nem isso fizermos, de que vale por o barco no mar? Olhe para o lado, para os dois lados, e veja quem são seus companheiros de estrada, quais os parceiros que a vida te deu e de que forma você tem os tratado?

O que é possível para oferecer mais abraços? Mais beijos? Mais cafés? Mais encontros? O que falta para que a cada partida, ainda que doa fundo, tenhamos a certeza de que amamos com toda força do nosso coração? Talvez essas respostas não sejam tão óbvias. Porém, a possibilidade de fazer mais e melhor nos é dada todos os dias. Se não temos o poder de evitar os sopros de Deus, o que devemos fazer?

Amar, só isso. O amor é a coisa mais importante do mundo e é nosso superpoder, não custa nada, não tem prazo de validade, nem de vencimento e pode ficar maior a cada dia. Para isso, e é só isso, basta entender que a brevidade da vida acontece para que possamos compreender a importância de amar.

Vamos amar infinito, bonito, direitinho. Vamos encher o outro de tudo isso e colocá-lo em nossos braços como se fosse o último abraço. Talvez seja. Talvez nem perto do fim esteja. Quem vai saber?

“É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”, disse Renato. A vida é breve, mas não precisa ser curta. Porque o tempo, enquanto espaço entre um abraço e outro, só serve para nos intimidar. A vida é breve, mas pode ser incrível. A vida é breve, mas deve ser vivida como se fosse comprida, imensa, para sempre. Amar é o que devemos fazer.

Porque a vida é breve, mas o amor…

O amor é infinito.​



*Ju Farias

terça-feira, 26 de março de 2019

Aprenda a filtrar palavras, ações e pessoas

Lá no século passado, Guimarães Rosa já escreveu que viver é perigoso, enquanto Vinícius de Moraes cantava que são demais os perigos dessa vida – imagine hoje. Perigoso porque temos que lidar tanto com o que ocorre lá fora quanto com o que acontece dentro de cada um de nós. Temos que equilibrar o caos da vida com o caos de nosso íntimo. Por isso, é preciso aprender a filtrar palavras, ações e pessoas.

Ouvimos muita coisa ao longo do dia, palavras que nos chegam com leveza ou com agressividade. Da mesma forma, nós mesmos dizemos as palavras com tranquilidade ou não. Por essa razão é que precisamos controlar o que entra em nossos ouvidos e o que sai pela nossa boca, tendo o cuidado de não segurar conosco o que vier como lixo e de não jogar o nosso lixo em quem não merece. O filtro que colocamos em nossa boca e em nossos ouvidos é providencial, em nossa jornada, para que ela fique mais limpa e feliz.

Enquanto vivermos, seremos, muitas vezes, pegos de surpresa, por atitudes e comportamentos que nos machucam, até mesmo por parte daqueles que mais amamos. As pessoas sempre nos surpreendem e, infelizmente, nem sempre no melhor sentido, ou seja, precisamos estar conscientes de que não conheceremos alguém completamente, ninguém é uma certeza. Nada é uma certeza nessa vida. Caso a decepção ocorra em relação a quem nem faz muita diferença, temos que tentar ignorar. Economizemos energias para as batalhas que importam. Com nossos queridos, por exemplo, teremos que resolver as pendências.

É preciso filtrar, também, pessoas. Nem todo mundo faz bem, nem todo mundo quer bem, nem todo mundo deve ficar. A qualidade de nossas vidas em muito dependerá do tipo de companhia que tivermos enquanto caminhamos. Nunca conseguiremos sorrir com verdade enquanto estivermos acompanhados das pessoas erradas. Seremos mais felizes longe de algumas pessoas e muitas delas serão melhores longe de nós. Amizade forçada é humilhante. Amor forçado é doloroso. Manter junto somente quem realmente torce por nós é o que nos tornará mais aptos a alcançar os nossos sonhos.

Como se vê, é preciso selecionar o que fica conosco e o que tem que ser deletado. A vida traz muita coisa, provoca muitas emoções, coloca muitos acontecimentos em volta da gente, de todo tipo, de todas as formas, nas mais variadas intensidades. Cabe a nós lidar com tudo isso da melhor maneira possível, a fim de nos preservarmos do que machuca, de quem faz mal. Não conseguiremos viver sem cair, sem sermos derrubados, porém, caso consigamos guardar o melhor de tudo e de todos dentro de nós, estaremos prontos para levantar, seguir, avançar, para buscar, sempre, incansavelmente, a felicidade. Porque, então, teremos amor verdadeiro alimentando o nosso coração.



*Marcel Camargo

segunda-feira, 25 de março de 2019

Recolha a sua dignidade e vá embora!

Diante de qualquer circunstância, lugar ou pessoa, pergunte-se sempre: vale a pena? Se não puder ser você mesmo – ou se está lhe fazendo mais mal do que bem – recolha a sua dignidade. E vá embora.
No fim das contas, tudo se resume a uma pergunta: vale a pena? É incrível como, no apressar do dia a dia, entre tantos compromissos “inadiáveis” e coisas que realmente gostaríamos de ter feito, mas que não fizemos, porque “não deu tempo”, “já era tarde demais”, “era muito pra gente”, “deu medo mesmo”, “o que os outros iriam pensar?”, vamos nos esquecendo dos porquês e dos sentidos das nossas próprias escolhas, das nossas próprias renúncias, das nossas buscas, dos nossos caminhos, de cada sim e de cada não que às vezes dizemos tão inconsequentemente por aí, como se não representassem nada, não significassem nada, não mudassem nada de coisa alguma. Vale a pena?
Às vezes, eu me pergunto o que temos feito com o nosso tempo, com os nossos silêncios, com o nosso direito de simplesmente deixar ir, de verbalizar sentimentos, de se recolher quando necessário, de fazer uma pausa quando o corpo e a mente pedirem, de não tolerar o que quer que seja que esteja roubando da gente o brilho nos olhos, a consciência tranquila, a paz de espírito, o ser quem a gente é.
Às vezes, eu me pergunto o que temos feito por detrás de todos esses ângulos favoráveis e filtros de edição de imagem que mais nos aprisionam do que nos libertam.
De sorrisos que muitas vezes não estão sorrindo de fato, de palavras que muitas vezes a gente não diz por medo de magoar ou de ferir alguém, mas que acabam nos sufocando. De tantos textões e frases de impacto que a gente posta, reposta, marca, divulga, mas não pratica. Vale a pena?
Às vezes, eu me pergunto o que temos feito com o que fizeram da gente. E com tudo aquilo que, mesmo inconscientemente, nós permitimos que fosse feito do jeito que é, seja por negligência, por preguiça, por comodismo, por despeito, por orgulho, por medo, por ansiedade ou por pura falta de sabermos por onde começarmos mesmo.
E, então, a pergunta que sempre me vem à cabeça diante de tantas versões de nós mesmos que, volta e meia, forjamos por aí – muitas vezes numa tentativa doída de sermos aceitos, amados, respeitados, admirados, invejados e queridos por gente que de repente a gente nem sabe quem é – é esta: vale a pena?
Será que alguém realmente nos vê? Será que nós mesmos estamos conseguindo nos enxergar?
Será que é de fato possível conhecermos e (re)conhecermos a essência de alguém mesmo diante de tantas camadas? Será que é possível conhecermos e (re)conhecermos a nossa própria essência?
Será que vale a dor de cabeça, o fio de cabelo branco, a ruga de preocupação, as compulsões, os vícios, as lágrimas, as feridas, as dívidas, as noites mal dormidas, o sapo engolido, a palavra engasgada, o sacrifício?
Porque a vida não precisa ter esse peso todo que a gente atribui a ela, sabe? Há coisas que nos escapam completamente e que não valem nem um décimo do tempo que a gente investe, da energia que a gente gasta, do valor que a gente dá.
Diante de qualquer circunstância, lugar ou pessoa, pergunte-se sempre: vale a pena?
Se não puder ser você mesmo – ou se está lhe fazendo mais mal do que bem – recolha a sua dignidade. E vá embora.


*Ana Paula Ramos

sexta-feira, 22 de março de 2019

Porque você deve confiar na vida…

O Universo é vida em movimento. Vida que não volta, não para, não espera. Vida que se faz perfeita em linhas tortas e curvas, exatamente do jeitinho que é, por mais que a gente não consiga entender ou aceitar, muitas vezes, a razão de certas coisas acontecerem ou deixarem de acontecer com a gente, sobretudo quando tudo parece caminhar no sentido contrário ao da nossa vontade.
O Universo é sabedoria divina. Sabedoria que nada tem a ver com uma religião ou crença específica. Sabedoria que independe de conceitos ou preconceitos construídos e defendidos pelos homens. E que não se faz de acasos ou aleatoriedades, porque nada é por acaso ou aleatório nas leis da vida: tudo tem uma razão de ser.
O Universo é tempo presente em toda a sua plenitude. Tempo de olhar para o agora, de abraçar o agora, de viver o agora com toda a intensidade que a gente puder.
Tempo de caminhar de mãos dadas com a nossa verdade, com os nossos valores, com os nossos amores, com tudo aquilo o que nos faz sentir a energia da vida de alguma maneira e que, exatamente por isso, nos faz sentido também.
O Universo é energia. Energia que nos abraça apertado sempre que a nossa intenção é fugir. Energia que não é nó, é laço. E que se conecta com a gente num fluxo perfeito de abundância e amor, por mais que a perfeição não exista para nós e que ser vulnerável seja o nosso maior e mais ousado ato de rebeldia.
Porque o Universo também é coragem. Coragem para se amar e se aceitar do jeitinho que é. Coragem para reconhecer que erra, que julga, que critica. E que, por mais que se respeite, que se valorize e que se queira bem, às vezes também é preciso mudar.
Coragem para lidar com as nossas próprias mudanças. Coragem para lidar com as mudanças dos outros. Coragem para entender que, em alguns momentos, a gente não vai conseguir nem ser e nem fazer a mudança que tanto deseja, mas que está tudo bem.
Coragem para celebrar e agradecer, antes mesmo da bênção. E para catar os caquinhos do chão, levantar e seguir em frente, apesar dos pesares todos, dos tombos, dos outros, das cicatrizes, dos medos, de tudo.
Coragem para dizer que ama primeiro, para dizer que perdoa primeiro, para se abrir para as pessoas, para o mundo, para si mesmo.
Coragem para encarar a nossas partes mais sujas, mais cruas, mais horrorosas. E para lidar com as nossas faltas todas e com as partes que sempre vão nos faltar, por mais que a gente se sinta pequeno às vezes. E que tenha mania de inteireza.
Coragem para se preencher e se sentir feliz com a presença das nossas ausências. E da nossa própria companhia.
Para tentar algo que ninguém nunca fez.
Para encerrar um ciclo.
Para começar tudo de novo.
Para dizer não.
Coragem para adentrar o desconhecido, colocar os pingos nos “is”, rir de si mesmo, chorar na frente dos outros, dançar como se ninguém estivesse olhando.
Coragem para aceitar que existem coisas que simplesmente não estão sob o nosso controle. E que ninguém tem o poder de mudar ninguém, a não ser a si mesmo.
Para esperar com paciência, não com comodismo.
Para olhar as pessoas com empatia, não com preconceito ou rancor.
Para transformar medo em amor, não em paralisia ou indiferença.
Para abraçar apertado. Olhar nos olhos. Dizer a verdade. Ser de verdade. Acreditar. Acreditar na vida. Acreditar nas pessoas. Acreditar em si mesmo. Acreditar.
No tempo que tiver que ser, do jeito que tiver que ser, e, sobretudo, se tiver mesmo que ser, não duvide nem por um minuto sequer: assim será.


*Ana Paula Ramos

quinta-feira, 21 de março de 2019

“A mudança que você tanto deseja pode estar na decisão que você nunca toma”

Comece agora. E comece pelo que não está bom. O que você precisa deixar morrer na sua vida para realmente começar a viver de verdade?
Do que você mais reclamou no ano passado? Do seu trabalho? Do seu corpo? Dos seus relacionamentos? Da sua conta bancária? Da sua falta de vontade de fazer o que você sabia que precisava ser feito? Da falta de tempo para estar com quem você ama? Da falta de tempo para cuidar mais de você? Das desculpas dos outros? Das suas próprias desculpas? Da vontade de descontar todas as suas angustias e frustrações na comida, na bebida, nas pessoas, na política, no que for? Da falta de apetite pela vida? Da falta de alegria pelas coisas simples e de perspectiva em relação a um futuro que mais o desanima do que o motiva? Do que é que você menos se orgulha quando olha para trás?
O que lhe causou mais dor, mais frustração e até mais arrependimento no passado?
Toda vez que um novo ciclo se inicia, começa também uma nova busca pelo nosso real propósito na vida ou, ao menos, por novas metas, novos sonhos, novas conquistas, nova direção. É como se uma simples mudança no calendário despertasse em nós a vontade sincera de “agora, sim” direcionar a nossa atenção e a nossa energia para o que realmente precisa ser feito. E deixar ir embora o que tiver que ir, para que o novo possa entrar por cada frestinha da janela.
Quase como um rompante… Ano novo, vida nova. Só que não. Sabe por quê? Simples.
Mudanças não dependem apenas da força do nosso querer. Mudar é verbo. Mudar é ação.
No entanto, entre o querer e o fazer pode existir o espaço imenso de um oceano, já percebeu? Principalmente para aquele que só espera e nada faz, que só reclama e nada faz, que só justifica e nada faz, que quer tudo sempre de mão beijada, mastigado, trabalhado, desenhado, traduzido, simplificado e muito bem escolhido, sem erros e tropeços. E sem que tenha que tomar providência de nada de coisa alguma. Ou se autorresponsabilizar.
Porque é isso. Aceitação é diferente de comodismo. E ativar o modo reclamador também não vai levá-lo a lugar algum que realmente valha a pena.
Enquanto você não mudar internamente primeiro, entendendo que ninguém tem o poder de mudar ninguém a não ser a si mesmo, e que pensamentos e comportamentos repetitivos o levarão sempre aos mesmos caminhos e resultados, sua vida será apenas uma mera repetição de antigos padrões e promessas não cumpridas.
Você precisa agir. Começar realmente. E começar implica em assumir riscos, dar a cara à tapa, entrar pra valer na arena da vida, abraçar as suas vulnerabilidades, trocar as suas certezas de lugar, abandonar o discurso de vítima do mundo e fazer o que precisa ser feito apesar de. Apesar da preguiça. Do desânimo. Do medo. Das críticas. Dos julgamentos. Dos fracassos. Do passado. Dos outros. De tudo.
Começar. Começar pra valer.
Sem desculpas esfarrapadas ou muito bem-elaboradas. Sem meio-termo. Sem corpo mole. Sem pé atrás.
Porque começar também pressupõe confiar. Na vida. Nas pessoas. Em si mesmo. Confie. E comece.
O que não estava bom? O que continua muito ruim? Do que você mais reclamou lá atrás? O que mais o incomoda?
Quer continuar com a mesma ladainha de sempre ou está realmente disposto a traçar metas realistas (específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e com tempo para acontecer) para cocriar de fato uma realidade de mais coisas boas e menos reclamação?
Aquilo que você tanto reverberou no passado é um indicativo precioso do que precisa ser melhorado, mudado ou abolido de vez do seu presente.
“Talvez a mudança que você tanto deseja esteja na decisão que você nunca toma”.
Comece agora. E comece pelo que não está bom. O que você precisa deixar morrer na sua vida para realmente começar a viver de verdade?
Deixe ir. Por favor. Por você. Comece.

*Ana Paula Ramos

quarta-feira, 20 de março de 2019

Ah! Como eu queria que fosse com você…

Como eu queria que fossem suas as mensagens de bom dia no meu celular.

Como eu queria que fosse o seu abraço me esperando chegar… como eu queria que todos esses planos e projetos fossem com a gente.

Aliás, em meio a tanta gente, ainda é você que eu busco por aí, em vão, tentando encontrar.

Sim, sim, eu trocaria toda essa gente na mesa do bar, por você comigo, em qualquer lugar.

Eu queria que fosse você, vindo me buscar.

Eu queria os seus beijos hoje. Era no seu peito que eu queria me aconchegar. A sua voz que ainda me faz arrepiar. E o seu nome, que prefiro nem escutar…

Ainda é você que reina absoluto aqui dentro de mim.

Ainda são os teus olhos que me tiram o sono.

Ainda é o seu corpo que eu desejo com toda as forças.

É a sua ausência que me corrói a alma e me faz chorar em silêncio antes de dormir.

É nas suas loucuras que eu gosto de me embrenhar e nunca mais sair.

Eu sei que não pode ser, mas isso não me impede de querer que fosse. Eu queria que fosse você, para todo o sempre.

Eu queria que fosse você nessa viagem que tanto sonhamos.

Eu queria que você fosse o pai dos filhos que eu ainda nem tive.

Eu queria a sua bagunça tão deliciosa na minha casa.

E, meu Deus! Como eu queria que essa casa fosse NOSSA!

Eu queria as suas mãos me percorrendo e o seu corpo me aquecendo, como só você sabe fazer.

Eu queria ficar mais uma daquelas madrugadas ouvindo você falar sobre os problemas do mundo e, claro, as soluções.

Eu queria NÓS; sem preposições.

Eu queria nós dois no banco de trás do seu carro, depois de muito beber…

Eu queria você no meu café sóbrio, na segunda de manhã.

Eu queria você cantando enquanto esperávamos o trânsito fluir.

Eu nunca quis lhe deixar ir.

E, hoje, eu preciso me soltar de você. Já foi o nosso tempo; nunca mais haverá.

Estou aqui fazendo um esforço danado para me convencer…

Você daria risada, da minha cara de NADA, como você costuma dizer! 

Realmente, é assim que eu me sinto… um NADA tentando sobreviver.

Tentando me acostumar que estou fazendo isso tudo com uma outra pessoa e que a vida tem de seguir.

Eu não quero mais querer, mas eu queria que fosse você… entrando por aquela porta e me pegando pelos braços, dizendo que eu ainda sou o grande amor da sua vida.

Colocando para tocar nossa música preferida… e fazendo tudo aquilo que só você faz comigo.

Eu queria que fosse você nas fotos no meu álbum de casamento…. a dançar comigo, como combinamos por tanto tempo…

Eu queria que fosse você brindando comigo o meu progresso, olha só, eu cheguei onde tanto queria chegar.

E você não acreditaria se eu dissesse que não tem a menor graça.

A gente sorri, vai levando…não se pode parar.

Mas, voltar a ser inteira, eu tenho a noção de que tão cedo não vou voltar.

Nem adianta tentar explicar nossa história e as peculiaridades tão nossas que fizeram de mim, plural. Um plural insuperável. E inesquecível.

NÓS, que eu nunca mais serei com ninguém.

Eu não queria que tivesse sido desse jeito… eu só queria que tivesse sido com você.


*Bruna Stamato

terça-feira, 19 de março de 2019

O que é verdadeiro permanece

Em algum momento da vida escutamos essa frase acima. Mas só o tempo e a maturidade comprovam o seu real significado. Só o tempo nos mostrará que o que é verdadeiro sempre permanece, por mais desencontros que a vida tenha, é lá na frente que saberemos disso.

Quem nunca teve alguém que era muito próximo e de repente por um mal entendido acabou se afastando e anos depois reencontra essa pessoa e descobre o quanto essa pessoa ainda fazia-se presente em sua vida mesmo distante. Isso acontece com os amores do passado e nas amizades jamais esquecidas. E de repente a vida nos proporciona o reencontro para podermos dizer a essa pessoa que apesar da distância e do tempo sem se verem o que é verdadeiro fala mais alto.

Perdoamos os erros do passado, rimos dos desencontros e consequentemente corrigimos o que deveríamos ter feito lá trás.

Sei que não podemos voltar no tempo e reescrever a nossa história, mas a partir desse reencontro podemos fazer as pazes com o nosso passado e prosseguir sem ressentimentos ou mágoas e escrever uma nova história daqui para frente. Talvez retomar de onde pararam ou se não for mais possível criar outros laços que juntos apenas somarão.

As voltas que mundo dá são imprevisíveis. Ficamos sempre na expectativa, mas nunca sabemos ao certo se teremos essa oportunidade de fazer as pazes com o passado. Por isso afirmo que caso essa oportunidade apareça em sua vida, não perca mais um segundo guardando rancor ou ressentimento. Perdoe o que deve ser perdoado e siga seu caminho juntos ou separados, isso fará bem para ambos. E dessa nova chance que a vida te der faça valer a pena cada segundo.

Você descobrirá quanto tempo foi perdido e quanta coisa deixou de construir e viver por conta desse ressentimento.
Se tiver essa oportunidade diga a esta pessoa o quanto ela é especial e tudo que fez nesse tempo que passaram distantes que te fez lembrar-se dele ou dela. O retorno vem e com ele a surpresa boa.

A lição que você aprenderá é que a mágoa e o rancor não te levarão a lugar nenhum. E que mesmo com todo esse tempo perdido descobrirá também que nunca é tarde para perdoar, recomeçar e ser feliz. É como se o tempo não tivesse passado e a partir daquele ponto tudo voltasse a ser como era antes.


Kátia Valéria Lima Oliveira

segunda-feira, 18 de março de 2019

Expectativa tenha todas, a realidade é você determina

Você já deve ter ouvido aquela frase que quem cria expectativa sobre algo ou alguma coisa pode se frustrar. É melhor ser surpreendido do que esperar ou ter alguma expectativa.Às vezes, essa afirmativa é verdadeira, mas, algumas vezes, é bem melhor do que você esperava.

Frustração faz parte da vida, principalmente quando criamos alguma expectativa. Mas vamos olhar pelo outro lado agora. Quantas expectativas suas foram melhores do que você esperava e quantas foram uma tremenda furada. Se você fizer um balanço perceberá que teve mais acertos do que erros. Que o que sempre sonhou talvez não tenha tido o grande final feliz que esperava, mas graças a essa decepção ou frustração você alcançou e conquistou coisas que jamais imaginou.
A regra de ouro é: crie expectativas boas sim, mas caso não seja aquilo que imaginou, vire a página e siga seu rumo.

Eu sei que não é tão simples assim, pois lamentamos o tempo despendido, o sofrimento que nos causou e que ainda machuca um pouco. E vem aquele “e se” eu tivesse investido naquilo em vez disso. Então chega a realidade e nos sacode de tal forma, que a única coisa que queremos é sumir do planeta.
Mas ainda bem que existe outro dia, outros momentos e que apesar de tudo temos que levar em consideração que, nessa vida, a nossa busca é pelo sim e esse é o extraordinário da vida. E vivendo sob essa perspectiva fica mais fácil de superar as desilusões, as decepções e as frustrações da vida.

Vivemos em um mundo em que as pessoas por medo de sofrer ou de se decepcionar estão se anulando. Sinceramente, é essa realidade que você quer viver? Fazer de conta que é feliz, fazer de conta que é querido ou querida, fazer de conta que está tudo bem, mas, lá dentro, está se remoendo por não ter coragem de dizer o quanto ama, o quanto deseja ser o que tanto sonhou, o quanto queria sair de um relacionamento mas que tem medo de tomar a decisão errada?
Nossa vida não permite ensaios. Se quer realmente não se decepcionar, não crie expectativas como dizem. Porém, aceite a sua vida. Porque não há alegria maior que um desejo realizado.


Um sonho tornando-se real ou aquilo tudo que você pensou de alguém ser realmente verdade e, às vezes, até melhor do que você imaginou!
Não espere o fim da vida para se arrepender do que não fez porque não quis criar expectativa para não se frustrar novamente. Quer saber mesmo, ninguém tem certeza de nada.

Somos a soma de nossos erros e acertos e cabe a nós decidir o que fazer com cada um. Eu decidi ser feliz, apesar de tudo. E você?

*Kátia Valéria Lima Oliveira

sexta-feira, 15 de março de 2019

O que realmente importa?

O que realmente importa?
Qual a importância de se viver?
O coração responde: amar.

Mesmo em meio a tantas verdades, crenças, e sistemas, assim, com delicadeza, percebemos, dentro de nossa alma, um sentimento.

Quem se preocupa com noções sobre “certo” e “errado”, ou “bom” e “ruim”, cai muitas vezes na hipocrisia.

Na vida, a pessoa insana, chamada de “louca”, vive a plenitude, enquanto muitas pessoas só estão vivendo o trivial, acreditando ser impossível ser diferente, e vendo o tempo passar.

Ter alegria de viver, de ser, de sonhar, de desejar lindas loucuras, de seguir esse caminho, que vale muito mais do que obedecer regras e leis, é conhecer a si, e de se amar.

E quem está contigo, ou quem te sente, que tem uma conexão, entende essa postura, esse propósito. O que importa não são as simbologias.

O que importa é agir com o coração!

Pois, de um momento para o outro, tudo pode mudar.
Se nada é para sempre, nem nós somos.
O tempo passa.
As oportunidades também.

Ter calma e compreensão ajuda muito, pois elimina dúvidas e receios, e traz confiança e certezas.

Enquanto a vida flui, descobrimos respostas e inspiração nos aprendizados, e quanta gratidão por isso!

Quando ficamos desconcertados, ou surge dor, ou sentimos o peso de algum desconforto, é porque somos seres de verdade, que dentro de nós existe uma consciência.

O legal é que ao nos permitirmos viver, tornamos a vida mais leve.

Tudo importa.
Importa querermos ficar a sós.
Importa querermos ficar juntos.
Nós somos tudo.

Somos alegria!
Somos felicidade!
Somos todos um.
Nós somos os nossos momentos.
Nós somos os momentos do fim, do começo, e do recomeço.

Ser é tão simples!

Não importa o que temos e o que não temos.
Somos a troca, somos o compartilhar, somos o dividir e multiplicar.
Se importar de maneira superficial, por interesse, por obrigação, existe.
Existe também importar valorizar quem te reconhece, e daí o cuidar.

Cuidar de quem cuida da gente, quem cuida de você, porque o resto não passa de apenas mera superficialidade.

Importa saber receber, e, tão importante quanto, saber que somos o que oferecemos e damos uns para os outros.

O que importa é se reinventar.
Com as dificuldades, surgem as possibilidades.
Além de voar, o que realmente importa?
Importante é o amor.
O que realmente importa é amar.
Amar incondicionalmente.

Ame!
Gratidão! Namo Amituofo! Namastê!

*Euclydes Zanon Filho

quinta-feira, 14 de março de 2019

Simplesmente, 40 anos!

Só quando completamos 40 anos é que temos a verdadeira dimensão do que vivemos e do que queremos viver daqui por diante.

Aos 40 não queremos mais perder tempo com reclamações e problemas evitáveis. Pois a partir dos 40 entramos em contagem regressiva. Queremos mais tempo para viver bem, reencontrar os amigos e amigas de infância, juntar toda a família, trabalhar, sim, mas não viver em função disso. Queremos paz, serenidade, estabilidade emocional, ajudar o próximo e viver intensamente cada segundo.

Quando chegamos aos 40, descobrimos que ainda há tempo para fazer muita coisa. Que não somos tão jovens, mas que também não somos velhos. Que ainda temos sonhos a serem realizados. Mudamos o foco das nossas prioridades e não nos importamos mais com o que pensam de nós, pois temos a consciência de que, se estivermos nos sentindo bem com nosso jeito e nossas escolhas, quem nos ama verdadeiramente estará sempre ao nosso lado.

Aos 40 anos perdoamos tanta coisa, rimos das nossas atitudes do passado e nos perguntamos: Como eu fui me meter nisso? Por que agi assim?
Resposta: maturidade vem junto com a idade porque a partir dos 40 percebemos que não devemos mais perder tempo com bobagens.

Queremos viver cada segundo da melhor forma possível, valorizando apenas o que tem que ser valorizado. Na verdade, temos pressa de viver bem. Precisamos viver da melhor forma possível, pois o tempo está passando. Queremos sair por aí fazendo o que gostamos, sem nos preocupar com o que vão achar. Começamos a respeitar nossa individualidade e nossas limitações, sem sentir a menor culpa por isso.

Não temos mais tempo para dramas, chantagens e pessoas problemáticas. Queremos dias com pessoas que queiram somar conosco e que, se não somar, pelo menos que não nos atrapalhe.

A partir dos 40, aprendemos a admirar a paisagem e a ser gratos pelo lindo dia! Aprendemos que mesmo com todos os problemas do mundo sabemos que tudo passa. Descobrimos que nossa maior riqueza é a nossa saúde e o amor de quem amamos e nos ama.

Aos 40 você finalmente aprende que não pode mudar ninguém e respeita essa condição. Mas só quem chegou aos 40 percebe que pode ir além e desafiar-se a ser sua melhor versão.

Essa é a magia dos 40. Descobrir que se pode mais do que se imaginou, pois ainda há tempo. Que o tempo passou, sim, e não volta, mas que ainda é possível reescrever sua história.


*Kátia Valéria Lima Oliveira

quarta-feira, 13 de março de 2019

O que se espera do amor…

Vivemos em busca da pessoa ideal para vivermos o resto de nossas vidas. Como diz a famosa frase “Até que a morte os separe.”

Na adolescência tudo é incerto, os amores são instantâneos, tudo é intenso demais. Com o passar dos anos vamos nos tornando mais seletivos e mais exigentes.

Até que enfim encontramos a pessoal “ideal” para vivermos. Casar é o primeiro passo para a vida a dois. E com o passar dos anos vão-se descobrindo dia após dia: falhas, defeitos, manias, gostos, vícios, medos, fraquezas.

Todo o casamento tem o seu lado bom como tem o seu lado ruim, o que mantém esse casal juntos é o respeito à individualidade de cada um e a cumplicidade. Com o tempo nos acostumamos com a pessoa que temos ao nosso lado. E o amor só resiste se realmente forem parceiros e amigos.

Quando casamos nunca pensamos em um dia nos separar. Ninguém casa pensando na separação. Ninguém quer isso para si. Os casais fazem juras de amor eterno, prometem um ao outro, dias de felicidade, fazem planejamento de tudo juntos: viagens, filhos, aquisições de bens. É um grande investimento a dois.

Como todo investimento tem seus altos e baixos, com o casamento não é diferente, se não for bem administrado, se não for bem conduzido.
O que se espera é que o amor que sentem um pelo outro resista a tudo. Que se for verdadeiro suporte as crises financeiras, as enfermidades e as brigas que todo o casal tem.

Que tudo se resolva porque o amor entre os dois é maior que tudo.
São nesses momentos de crise que descobrimos o quanto verdadeiramente amamos essa pessoa que escolhemos para dividir nossa vida. É nesse momento que se exige muita criatividade, paciência e muito bom-humor para sobreviver a tanta turbulência. Sem esses ingredientes, fica insustentável continuar convivendo.

O que se espera do amor é parceria, envolvimento nos sonhos um do outro, torcida em tudo que nos propusermos a fazer, companheirismo, cumplicidade e respeito. Uma soma de todos os afetos: carinho, atenção e muitos abraços.

Precisamos nos sentir seguro de que vale a pena continuar seguindo juntos e a única forma de se obter essa segurança é fazendo da vida a dois um roteiro harmonioso que ambos ganhem, somem e cresçam juntos.

Que a vitória do outro seja também a sua vitória. Que o sucesso do outro também seja o seu sucesso. E que, mesmo que tudo dê errado, você esteja lá e diga: eu estou aqui e vamos tentar até conseguir.


*Kátia Valéria Lima Oliveira

terça-feira, 12 de março de 2019

Quando faltar motivação na sua vida, desafie-se!

Não importa por qual momento ruim você está passando agora, o que realmente importa é sua atitude diante do obstáculos e problemas que a vida proporciona e como fará para superá-los.

Não deixe de viver porque não conseguiu realizar aquela viagem dos sonhos, ou porque acabou um relacionamento que durou anos, ou porque está cheio de contas para pagar e não sabe como. A vida passa muito rápido e quando nos damos conta tudo já passou e você não viveu.

Quer um conselho? Faça o bem. Seja luz na vida das pessoas. Com certeza essa luz vai reluzir em você. Desafie-se a sair da zona de conforto, reaja. Mostre para si mesmo quem é que manda na sua vida! Aproveite o caminho percorrido, veja sempre o lado bom de tudo de ruim que lhe acontecer e siga em frente.

Tudo é aprendizado e o levará para frente fortalecido. Não permita que o desânimo e a descrença o derrote. Não permita que o medo de tentar algo novo o paralise. Não deixe que os outros decidam a sua vida e o que é melhor para você. Siga em frente, acredite que tudo vai dar certo e que, se não for dessa vez, será numa outra oportunidade.

O importante é desafiar-se sempre. Duvide do que é previsível e corra atrás dos seus sonhos. Não espere o melhor momento para realizar algo, faça-o agora. Esse, com certeza é o melhor momento!

Desafie-se a voltar a viver, desafie-se a compartilhar com a família e amigos (as) um estilo de vida saudável. Desafie-se a encontrar tempo onde você diz que não existe!

Desafie-se escolhendo uma alimentação saudável. Desafie-se a correr uma maratona mesmo que chegue em último lugar, pois o importante, no final das contas, é cumprir o desafio. Poucos conseguem, e os que conseguiram foi porque se desafiaram e acreditaram que podiam dar o seu melhor. A vitória é apenas uma consequência daqueles que persistiram. Desafie-se a ser sua melhor versão. Desafie o tempo mostrando que quem determina a idade antes dele é a sua atitude diante da vida.

Desafie-se e mostre para si mesmo que você pode! É desafiando-se que você encontrará forças para lutar por seus sonhos e ideais.


*Kátia Valéria Lima Oliveira

segunda-feira, 11 de março de 2019

Ignorar algumas pessoas pode ser bom para você

Tem um velho ditado que diz que o desprezo é a pior maneira de atingir uma pessoa. Faz todo o sentido, afinal, qualquer sentimento que se manifeste em você por causa de alguém é sinal de que você se importa; portanto, essa pessoa tem uma relevância, seja boa ou ruim, em sua vida. O desprezo é uma maneira eficaz de evitar não só uma série de pessoas que não nos agregam nada, mas que também nos prejudicam. Essa também é uma maneira eficaz de bloquear sentimentos, algo que pode fazer contra a gente um mal ainda pior do que qualquer indivíduo.

É muito fácil aconselhar alguém a ignorar coisas que geram indignação. O tal “sangue de barata” não é fácil, mas é tudo uma questão de treinamento. Inicialmente, aprenda a bloquear as suas ações para reagir ao que te incomoda. Depois que isso tornar-se fácil, o mais complexo é bloquear a raiva e os sentimentos negativos que incomodam. É preciso treinar para que isso torne-se uma coisa orgânica.

É preciso relevar tudo. Tem coisas que precisamos reagir para consertar e não devemos nos calar. Outras, é melhor ignorar, pois não há muito o que fazer. É como diz o ditado: o que não tem remédio, então remediado está! Quando a gente ignora alguma coisa e ela deixa de nos impactar, a nossa elevação espiritual começa a se desenvolver. As nossas reações começam a ser mais controladas e aprendemos a controlar a nossa impulsividade. Sabe aquela sensação de quando pensamos “não deveria ter dito isso” ou “deveria ter feito alguma coisa”? Elas começam a ser mais dosadas.

Quando a gente começa a ignorar o que nos faz mal, os males se afastam de nós. Quanto mais atenção damos a eles, mais eles se atraem e nos causam prejuízos. O mesmo vale em relação às pessoas com intenções ruins: caso elas percebam que não estão nos impactando negativamente, deixam de insistir. Sem falar também que podem refletir sobre suas ações e aprender que tal postura não agrega nada a elas. A melhor maneira de ensinar alguém a se portar adequadamente é ser um exemplo.

Em suma, concentre os seus esforços de todas as maneiras para resolver os problemas e buscar soluções diplomáticas com as pessoas. Se isso não for possível, gritar, agredir ou agir de maneira hostil não vai resolver nada, só trará mais problemas. Ignorar uma situação complicada, por mais incrível possa parecer, é a melhor maneira de resolvê-la, em muitos casos; afinal, elas deixam de nos impactar e de trazer energias negativas para nossas vidas.

*Eu Sem Fronteiras

sexta-feira, 8 de março de 2019

O Que É Bom Demais Também Pode Ser Verdade

Por que temos tanta dificuldade em aceitar os bons momentos imaginando que eles são prenúncio de uma grande tragédia?

Acho que em quase todos os filmes que assisti vi aquela cena na qual tudo está indo muito bem e todos estão felizes. Então, de repente, percebe-se a atmosfera de que algo ruim vai acontecer. A música de fundo sinaliza que está chegando uma grande tragédia e os olhares dos personagens nos revelam que o pior ainda está por vir. A felicidade como prenúncio da morte, do terremoto, do tsunami, do meteoro, do marido traído chegando, do ataque do tubarão ou da trombada no iceberg é facilmente encontrada nos filmes, nos livros, nas novelas.

A arte quando imita a vida, imita com destreza. Parece ser bem comum na nossa cultura aceitarmos com mais facilidade as más notícias, as tragédias, as perdas, as críticas. Estamos muito acostumados a aceitar o que é ruim. Talvez isso tenha vindo com o cristianismo que promete a salvação a quem sofrer bastante aqui na terra; ou talvez seja simplesmente a passagem dos conceitos de geração para geração sem questionamento algum.

O que era doce se acabou.

Estava bom demais para ser verdade.

Quando a esmola é demais o santo desconfia.

As frases acima nos dizem que tudo que é bom precede o ruim. Engolimos como se fossem verdades absolutas. Até Tom Jobim cantou que “tristeza não tem fim, felicidade sim”. Ah Tom, quem será que lhe fez escrever isso?

Assim como minha avó me dizia que eu morreria se comesse manga verde e tomasse leite em seguida, ela deve ter me ensinado que “quando está tudo muito bem, pode esperar que logo atrás virá a desgraça”. E é assim que, sem perceber, vamos aceitando as coisas ruins da vida como naturais, criando muros para que a felicidade não se aproxime. Parece que nos ensinaram a ter medo do que é bom.

Recebo muitas mensagens durante a semana e uma me chamou muito a atenção. Um rapaz me escreveu para contar que deixou ir embora a mulher da vida dele e que havia descoberto que fez isso simplesmente porque não acreditava que algo tão bom pudesse estar acontecendo. Escreveu apenas para me contar. Respondi apenas “obrigada pela mensagem, por ter me contado”. O que mais poderia eu dizer a ele? Se é difícil aceitar um elogio, o que dizer sobre a chegada de um grande amor? Muitas vezes não aceitamos e nem acreditamos nos elogios, desconfiamos deles e de quem os faz. Quando nos dizem que estamos usando uma blusa bonita, por exemplo, a resposta que vem é sempre um:

-“Ah imagina, nossa, é tão velha essa blusa!”.

Percebam que a frase bloqueia o elogio, é uma defesa a ele. Nas entrelinhas fica claro que não o aceitamos. Legal seria dizer um “muito obrigado” e saborear a escolha de uma roupa bonita e da admiração vinda por isso. Ah, mas é mais fácil pensar que é inveja, que é falsidade, ou que estão de brincadeira conosco não é mesmo? Percebem como a nossa mente funciona?

Estamos habituados a criar barreiras ao que é bom e aceitarmos de braços abertos as críticas. Se a cena acima mostrasse alguém nos dizendo algo do tipo: “ah, não gostei dessa sua blusa, não ficou bem em você” teríamos não só a aceitação incondicional da crítica, mas também daríamos àquela frase o poder de acabar com nosso dia e certamente a blusa iria para o lixo junto com a amizade.

É provável que estejamos estragando diariamente nossa felicidade bancando os diretores de filmes nos quais ela só serve para ser prenúncio da desgraça. E assim vamos afastando os grandes amores, as blusas bonitas e as amigas sinceras. Vamos extinguindo o comportamento de elogiar e de acreditar nos elogios. Passamos a aceitar apenas o que a vida oferece de ruim como se viver fosse essa resignação de “cristão crucificado” que um dia receberá o reino dos céus. Ah, o Cristo não concordaria com isso. Ele, que só pediu que amássemos uns aos outros não deve ter achado bonito o rapaz que deixou ir embora a futura mãe dos filhos dele porque achava que ela era “areia demais para o seu caminhãozinho”.

“É bom demais e é verdade”. Este deveria ser o título do meu artigo. É assim que pensam e vivem as pessoas felizes. Elas simplesmente aceitam os elogios, o afeto e os momentos prazerosos. Elas não têm medo da profecia malévola na qual tudo vai dar errado no fim, inventada sei lá quando e sei lá por quem. Elas passam pela vida e superam os momentos ruins, não se ofendem com as críticas, e nem dão valor algum a elas. Já sobre elogios, felicidade e grande amor de suas vidas, ah elas correm atrás deles o tempo todo e por isso os alcançam.



*Viviane Battistella

quinta-feira, 7 de março de 2019

O QUE TIVER QUE SER SEU SERÁ

Vivemos um tempo de correria para comprar coisas, alcançar objetivos, honrar compromissos e realizar sonhos.

Mas será que estamos aproveitando cada instante da nossa vida enquanto seguimos nossas buscas pessoais?

Ou será que estamos tão focados no que não temos que esquecemos de aproveitar o que já é nosso?

O QUE TIVER QUE SER SEU SERÁ

Eu sempre escrevo sobre a importância de sermos gratos de coração por tudo que já realizamos e alcançamos.

O que tiver que ser seu será. O que tiver que acontecer vai acontecer.

E em tudo há o amor, a fidelidade, o cuidado e o toque mágico das mãos de Deus.

Não te percas no caminho da busca pelos seus ideais.

Haverá distrações, haverá duvida e medo também, mas lembre-se da importância da sua busca pessoal.

Enquanto batalha pelo que é importante, lembre-se antes do que é essencial.

Enquanto insistes batendo na mesma porta que nunca está aberta para você, lembre-se das outras portas que você ainda não bateu.

Não percas o teu tempo dando palpite na vida de quem não pediu a sua opinião.

Não te demores com pessoas que não acrescentam nada em sua vida.

Fique demoradamente ao lado das pessoas que impulsionam você a alcançar os seus objetivos.

Fique demoradamente perto de quem torce e inspira você a se tornar sua melhor versão.

Vivemos um tempo em que carregamos em nossos ombros pesos desnecessários que atrapalham a nossa caminhada.

A lista de perguntas, a lista de dúvidas, a lista de insegurança e a lista de incertezas aumenta cada dia mais.

Elas estão lá no nosso travesseiro, enquanto dirigimos, enquanto trabalhamos.

Às vezes fingimos que somos fortes e no fundo estamos assustados com o que vai acontecer amanhã.

O que vai acontecer amanhã será lindo se o que você está plantando e cultivando hoje seja algo bom.

Eu acredito que Deus é justo, bom, generoso e que ama você.

E quando nos sentimos amados por Deus percebemos que em momento algum ele nos deixou no beco escuro e frio sem ajuda, sem cobertor e sem alimento.

Hoje deixa Deus aquecer o seu coração, fortalecer o seu espírito e aumentar a sua fé.


*Su Cursino

quarta-feira, 6 de março de 2019

Eu Te Odeio

Eu te odeio.

Odeio por não conseguir despedir-me do que não deveria pertencer-me mais, e que leva teu nome.

As lembranças tuas são de doce insuportável misturadas neste amargo presente. O contraste embrulha o estômago, oprime o peito, dá-me gosto ruim.

Odeio-te por cair em todos os buracos que o meu amor próprio permitiu. Eu te odeio por querer-te demais, e há frustrações demais por detrás disto.


Querer-te demais é a doença e a punição que sofro enquanto desejo. Odeio-te por caminhar para o abismo. Odeio-te por sua ausência cobrar-me qualquer obrigação.

Leia mais: Sofrer Por Amor: Por Que sofremos Por Amor? Freud Explica!
Eu te odeio porque espero que lembres de mim no mesmo grau e intensidade; que sinta o mesmo veneno filho das tristezas. Eu te odeio porque não é isto o que realmente espero e porque de ti não tenho notícias.

Odeio-te por não saber o que fazer contigo. Odeio-te por não saber o que fazer com o tempo que sobrou. Odeio-te por perder o norte, o rumo, o lume. Eu te odeio porque não sei mais de mim como sabia.


Odeio-te por enterrar certezas, esmiuçar cansaços e calar-me para que só ele fale. Dói-me o orgulho. Doem-me as fraquezas.

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Odeio-te por não haver palavra que alivie, prazer que alivie, fuga em que eu escape, e então, levo-te comigo a me castigar. Odeio-te por não haver nada bom o suficiente, ainda que seja nítido que tudo possa ser melhor que ti.

Odeio-te pelos sintomas todos. Por estes pequenos grandes inúmeros tormentos. Por frágeis e inconstantes previsões.


Odeio-te por não ter combinado nada para ser feliz amanhã. Odeio-te porque sangro para sempre.

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Odeio-te porque fui marcado pelo amor que trouxeste. Odeio-te por não servir para outra coisa senão o amor.

Eu te odeio por isto, justamente porque te amo.


*Guilherme Antunes

terça-feira, 5 de março de 2019

Nossa Religião É Aquilo Que Fazemos Quando O Sermão Acaba

Já está mais do que batida a máxima de que exemplos e atitudes é que valem, pois discursos e palavras se perdem ao vento. Podemos dizer frases bonitas e argumentar com propriedade, porém, a forma como vivemos é que determinará o que somos, o que temos dentro de nossos corações.

O mundo anda carente de amor, de respeito, de empatia, de se enxergar o outro, de se perceber parte de um todo. A vida corre também fora da gente e se estende muito além de nossa zona de conforto. Temos, sim, que cuidar do que ocorre dentro de nós, de nossos sentimentos, porém, caso só nos preocupemos com o nosso eu, estaremos negligenciando o nosso papel social, nossa capacidade de nos relacionarmos e de fazermos diferença positiva nas vidas alheias.

Interessante notar que as pessoas procuram diferentes formas de se comunicar com Deus para se sentirem bem. O Brasil é um país bastante religioso, inclusive colocando a religião em setores que deveriam ser laicos. Mesmo assim, apesar de toda essa multidão que frequenta igrejas, cultos, terreiros, ainda assistimos a cenas de total falta de compaixão em relação ao próximo. Nem mesmo crianças e idosos estão sendo poupados de atitudes violentas ultimamente.

E, ao lado dessa violência explícita, ainda há a violência velada, implícita, indireta, mas também extremamente prejudicial. Um simples olhar, o desprezo, o silêncio diante do mal, há várias atitudes que implicam violência e maldade. Muitas pessoas, inclusive, conseguem ser muito melhores na rua do que em casa. Encenam uma figura boníssima na sociedade, porém, transformam os seus lares em verdadeiros infernos, sendo cruéis com seus familiares nas mais variadas formas.

Como se vê, muitas pessoas se contradizem diariamente, fingindo o que não são, tentando expiar suas culpas em locais religiosos, fazendo caridade como obrigação e tentativa de receber perdão, porque, na verdade, têm consciência do mal que espalham. Porém, de nada adianta orar e continuar praticando os mesmos erros. A religião está dentro de cada um e só existe na prática. Porque religião não se discute, pratica-se.


*Prof. Marcel Camargo

segunda-feira, 4 de março de 2019

Permita-Se Seguir Em Frente, Com Todos Os Medos E Dúvidas Que Te Couberem

Não, não é preciso abandonar tudo, de uma única vez. Mas também não precisa fingir que nada aconteceu ou que nada está acontecendo. Você pode encarar isso e olhar os problemas de frente, mesmo que eles sejam tão assustadores a ponto de fazerem você se encher de medo.

Você também não tem a obrigação de se reinventar de uma hora para outra, como se isso fosse a coisa mais simples do mundo, porque não é. Isso seria humanamente impossível. Humano é chorar até de madrugada, sofrer por angústia e se perguntar pela milésima vez se estão tomando a atitude certa.

É seguir com as decisões, mesmo que a vontade seja de correr para trás e se desfazer do que já fez, desejando não ter começado essa revolução que foi mal contida no seu interior.

Saiba que duvidar do caminho que está sendo traçado é coisa comum entre os que não se contentam com estradas pré-definidas e desejam definir seu próprio horizonte. Mesmo que o caminho seja incerto, essa busca encontra justificativas no direito de ter uma nova visão.

Seja assim, permita-se ter esta nova visão, permita-se seguir em frente, mesmo que precise lidar com grandes desafios ou tenha que encarar a crueldade das opiniões contrárias.

Mesmo com todas as interrogações e com todos os desejos de dar meia-volta, permita-se prosseguir, com sua cabeça erguida e sua decisão em punho.

Tenha coragem para defender seus objetivos e perceba os méritos contidos nessa sua nova tentativa. Esse novo jeito de olhar a vida que está sendo acessado agora fará jus a esse embate que está sendo travado dentro de você agora.

Você não merece nada menos que o melhor, nada que não te traga plenitude, bem-estar e alegria de viver. E se é isso o que você tem buscado, sua luta é válida e absolutamente justa. Mas não espere que todos sejam capazes de compreender seus motivos.

Nem se detenha nos conselhos que te serão oferecidos, e serão aos montes. Não dê a eles poder sobre suas decisões, pois isso poderá ser extremamente nocivo para as poucas certezas que você estiver cultivando. Ouça se quiser, mas não se esqueça de ponderá-los, todos.

O compositor Humberto Gessinger nos deu um presente ao dizer que “somos o que há de melhor, somos o que dá pra fazer, o que não dá pra evitar e não se pode esconder”. E você é o que há de melhor na sua própria vida, tenha certeza.

Por isso, mantenha-se firme, aja com determinação e não esmoreça. Siga em frente, curando-se dos erros e valorizando seus acertos.

E apesar de todas as dificuldades nessa sua reconstrução, em breve você poderá mostrar uma nova e bonita versão de você, desenhada a custo de tempo e muitos sacrifícios, mas que terá valido cada lágrima e cada pontada de incerteza que te fazem sofrer agora.

Permita-se seguir em frente, com todos os medos e dúvidas que te couberem. Só não desista, nunca! Acredite no seu potencial e invista em você, pois nada é mais precioso neste mundo. Acredite nisso!

*Alessandra Piassarollo

Não tenha medo de abrir mão do que você quer para viver o que Deus quer para você

Deus só pode agir naquilo em que O deixamos trabalhar. Às vezes, saímos feridos de um relacionamento, tão machucados, que achamos que o “o a...