terça-feira, 30 de novembro de 2010

Jogue fora suas Batatas

Um professor pediu aos alunos que levassem uma sacola com batatas para a sala de aula.

Solicitou que separassem uma batata para cada pessoa que os magoara ou de alguma forma os fizera sofrer e então escrevessem o nome da pessoa na batata e a colocassem dentro da sacola.

Eles começaram a pensar e foram lembrando uma a uma...
Algumas sacolas ficaram muito pesadas!
A tarefa seguinte consistia em, durante uma semana, carregar consigo a sacola com as batatas para onde quer que fossem.

Com o tempo as batatas foram se deteriorando.
Era um incômodo carregar a sacola o tempo todo e ainda sentir seu mau cheiro. Além disso, a preocupação em não esquecê-la em algum lugar fazia com que deixassem de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.

E foi assim que os alunos entenderam a lição de que carregar mágoas é tão ruim quanto carregar batatas.

Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.

Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.

Vamos lá!
Jogue fora suas “batatas” !Pense nisso...e tenha um bom dia...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Isso é contigo

Segundo a narrativa evangélica, após ver Jesus ser condenado, Judas se arrependeu profundamente

Ele foi ter com os sacerdotes e queria lhes devolver as trinta moedas de prata que anteriormente tinha recebido.

Compungido, afirmou:

Pequei, traindo sangue inocente.

Eles, porém, disseram:

Que nos importa? Isso é contigo.

A palavra da maldade humana é sempre cruel para quantos lhe ouvem as criminosas sugestões.

O caso de Judas demonstra a inconsequência e a perversidade dos que cooperam na execução dos grandes delitos.

O Espírito imprevidente por vezes considera e atende conselhos malévolos.

Mas, quando as consequências chegam, ele se encontra solitário.

Quem age corretamente sempre tem companheiros, se suas iniciativas são bem sucedidas, pois são muitos os que desejam partilhar as vitórias e desfrutar dos sucessos.

Contudo, raramente sentirá a presença de alguém que lhe comungue as aflições nos dias de derrota temporária.

Nesses momentos, somente sua consciência ilibada o socorrerá.

Semelhante realidade induz a criatura à precaução mais insistente.

A experiência amarga de Judas repete-se com a maioria dos homens, todos os dias, embora em diferentes setores.

Há quem ouça as delituosas insinuações da malícia ou da indisciplina.

Seja no trabalho, na vida social ou familiar.

Por vezes, o homem respira em paz, desenvolvendo as tarefas que lhe são necessárias.

Todavia, é alcançado pelo conselho da inveja ou da desesperação e perturba-se com falsas expectativas.

Passa a achar o dever ingrato.

Enamora-se de ganhos fáceis, aventuras inconsequentes ou folgas mais dilatadas.

Facilmente se convence de que faz mais do que o necessário, que é explorado e incompreendido.

Embalado nessas ilusões, consegue argumentos para desertar do dever.

Embrenha-se em labirintos escuros e ingratos, dos quais será muito difícil sair.

Quando reconhece o equívoco do cérebro ou do coração, volta-se para quem o aconselhou ou instigou.

É então que ouve a mesma frase dita a Judas, em seu momento de desespero:

Que nos importa? Isso é contigo.

Convém refletir sobre essa realidade, perante os conselheiros de plantão.

Nas complexas ocorrências da vida, a saída mais fácil raramente é a mais honrosa.

Contudo, o caminho do dever é o único que pode ser trilhado em paz.

Pouco importa que os outros aconselhem ou façam o contrário.

A responsabilidade pelo que se faz é pessoal e intransferível.

Pense nisso.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Quero ser uma TV

Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma redação e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles.

Já em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada.

Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar.

Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a redação nas mãos, e ficou ali, pensativa, entre lágrimas.

O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escritório onde ela estava:

O que aconteceu, querida?

Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a redação e disse:

Lê... A redação é de um aluno meu.

O marido segurou a folha de papel e começou a ler:

Senhor, nesta noite, peço-te algo especial: transforma-me numa televisão.

Quero ocupar o espaço dela. Viver como a televisão da minha casa vive. Ter um espaço especial para mim e reunir a família ao meu redor.

Quero ser levado a sério quando falar. Ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções e perguntas.

Senhor, quero receber a mesma atenção que ela quando não funciona, quando está com algum problema.

Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.

Que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao invés de me ignorar.

E ainda, que meus irmãos briguem para poderem estar comigo.

Quero sentir que minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo.

Por fim, que eu possa divertir a todos.

Senhor, não te peço muito. Só te peço que me deixes viver intensamente como qualquer televisão vive!

Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado.

Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! - disse ele virando-se para a esposa.

A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:

Esta redação é do nosso filho...

Há tantas coisas que o mundo moderno nos oferece! Tantas opções para tudo, que ainda parecemos deslumbrados com esta realidade, como crianças ao adentrar numa imensa loja de brinquedos.

São tantas informações disponíveis, tantas distrações, tanto entretenimento ao nosso dispor...

Mas será que não estamos deixando de lado o mais importante? Será que sabemos o que é mais importante, o que procurar na vida?

Mediante esta constatação, será que a família não está sendo deixada em segundo plano?

Será que os relacionamentos não estão sendo vividos numa certa superficialidade confortável?

É tempo de pensar em tudo isso.

Não troquemos a brincadeira com um filho por um jornal televisivo. Não troquemos momentos de conversa amiga com os familiares por um capítulo de novela.

Aquele Reality Show não é mais importante do que o telefonema ao amigo, perguntando se está bem.

A vida em família é o grande alicerce da felicidade de todos nós. O resto é acessório. O resto... é resto.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O Cavalo e o Porco

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário que disse:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias. No 3º dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava a conversa.
No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
-Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!.

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar.
Upa! Um, dois, três...
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:

- Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa, vai....fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!.
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou, isso merece uma festa!
Vamos matar o porco!.

Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.. Ninguém percebe qual é o funcionário que realmente tem mérito pelo sucesso, ou que está dando o suporte para que as coisas aconteçam.

MORAL DA HISTÓRIA

Saber viver sem ser reconhecido é uma arte! Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores (só que com a presença DEUS) construíram a Arca de Noé e profissionais o Titanic. Pense nisso...e tenha um bom dia...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Amar

Amar é mais do que só querer,é sentir ,amando você se sente mais forte para passar por todas as dificuldades, amando você sempre quer ser alguém melhor ,

tem tanta gente que se apaixona por uma simples conversa, que começa a gostar da pessoa logo na primeira vez que a vê, mais outros levam anos e anos, e uns que perdem o amor que estava bem ali na sua frente. Porque a maioria das pessoas não conseguem ver tudo o que deveríamos esquecer desse mundo que é uma farsa, sem vergonha e sem graça, são controladas por uma coleira no pescoço e pouco a pouco vão se tornando robôs sem amar, Porque robôs tem o corpo feito de lata, coração niquelado, nunca iam amar, nao haveria dor nas juntas e no coração.

Mas pessoas que nunca amarem vão ser tornar egoístas e vai matar todos os seus sonhos e o seu mundo vai ficar detonado e nada vai sobrar.

Porquê quem ama de verdade mesmo, não vai se importar se a pessoa esta com você ou não, só vai se importar que ela esta feliz, porque o que vai salvar o seu dia é aquela expressão de felicidade que aparece no rosto dela toda vez que ela sorrir.

Seu coração ja vai saltitar , Mas antes de ver que seu amor esta com outro, não desista facil dele, mas mesmo que você não fique com ele,voce vai ficar beem.

eu sei que as vezes tu vai pensar que não vai sair dessa sem desistir, mas olhe o sol e deixe ele ficar aqui perto de você ,voce vai se sentir como se fosse o seu amor, pois o seu mundo é melhor com ele.

De pouco em pouco o simples gostar vai se tornando amor, voce vai ver.O amor é uma semente que no coração das pessoas boas ela cresce, no das más ela nunca floresce.

O que seriamos sem o amor?, o amor me transformou numa pessoa melhor,mesmo eu sendo carente de amor, eu amo por demais as pessoas.

Posso até estar gostando de alguêm que conheci a pouco tempo.e isso sei la, é o que me faz querer levantar todos os dias, esperando a supresa,

mas seja como for vamos Celebrar o amor correndo contra o tempo que acabou.e mesmo que o mundo ja tenha terminado sera muito bom, pois você me encontrou.

Só se encontra um amor verdadeiro na vida, poucas vezes ele é correspondido e muitas vezes deixamos de vive-lo.

Amar é saber que a pessoa que você ama ,faz você se sentir vivo.é imaginar que no por do sol como é o seu olhar, é querer ser uma mosquinha para saber como ela esta no momento, e querer conversar com ela que seja um minuto,é saber o que te fazer sorrir e o que te faz chorar,é saber que mesmo que eu te magoar meu amor nunca vai acabar,é poder tocar as estrelas,é saber que eu nao te amo apenas pelo o que você é, e tambem pelo o que eu sou quando estou contigo. AMAR simplismente é morrer e viver ao mesmo tempo.
OBRIGADO POR ME FAZER VIVER.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A História do Lápis

O menino olhava a avó escrevendo uma carta.
A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco?
E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade.
Entretanto, mais importante do que as palavras,
é o lápis que estou usando.
Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas.
Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las,
será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

"Primeira qualidade:
Você pode fazer grandes coisas,
mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos.
Esta mão nós chamamos de Deus,
e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".

"Segunda qualidade:
De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo,
e usar o apontador.
Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final,
ele está mais afiado.
Portanto, saiba suportar algumas dores,
porque elas o farão ser uma pessoa melhor."

"Terceira qualidade:
O lápis sempre permite que usemos uma borracha
para apagar aquilo que estava errado.
Entenda que corrigir uma coisa que fizemos
não é necessariamente algo mau, mas algo importante
para nos manter no caminho da justiça".

"Quarta qualidade:
O que realmente importa no lápis não é a madeira
ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro.
Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis:
ele sempre deixa uma marca.
Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida,
irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação". você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos.

Que consigamos ser boas histórias nas páginas do livro da vida. Pense nisso...e tenha um bom dia...
Cesar

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O Dever

O dever anda bastante esquecido. Fala-se muito de direitos e pouco de deveres.

O empregado busca o trabalho e, antes de tudo, vai enumerando todos os seus direitos.

Justo que os conheça e os exija. Mas, o que faz e como faz a tarefa que lhe foi confiada?

É comum se observar balconistas sem vontade alguma de bem atender o cliente. Não há movimento algum na loja, mas se entra o possível comprador e pergunta o valor de uma mercadoria, a resposta que recebe é: Está marcado na etiqueta.

E que se dizer dos que estragam e desperdiçam o material de trabalho? Aspirador de pó, escovas, vassouras tudo utilizado sem cuidado.

Afinal de contas, quando estragar, o patrão deverá mesmo providenciar o conserto ou a substituição.

Em repartições públicas, bancos e escritórios é comum se verificar o exagero no consumo de papel, clips, grampos.

Como se não fosse dever do funcionário zelar pelas coisas que pertencem à empresa.

E o que se dizer do horário? Quantos minutos são gastos na fofoca, nos cafezinhos e mais cafezinhos durante o expediente?

Naturalmente o serviço não rende. Ah, mas se houver necessidade de alongar as horas de trabalho, logo se falará em remuneração extra.

Dever é a alegria do cumprimento integral do que compete à criatura.

Se todos têm direito ao repouso, ao justo salário, ao intervalo para a refeição, é bom não esquecer que todos têm o dever de bem executar aquilo para o que foram contratados.

A raiz do problema reside no lar. Desde cedo a criança aprende que tem direitos.

Poucos pais ensinam e passam aos filhos a lição do dever.

A criança tem direito ao amor, à proteção, à alimentação, ao estudo. Mas tem o dever do respeito e da cooperação.

É comum se encontrar mães sobrecarregadas de ocupações, enquanto os filhos adolescentes descansam, bem tranquilos frente à TV ou na lanchonete da esquina, jogando papo fora com os amigos.

Tão tranquilos e descansados estão que têm forças redobradas para exigir a comida na hora certa, a roupa passada, o dinheiro para o seu lazer.

As mães tudo executam com a desculpa de que eles estão na idade do egoísmo.

E se tornam escravas no lar.

Direitos sim. Deveres também .

Ninguém está isento de cumpri-los. Ninguém que não possa executá-los.

Desde pequena a criança deve ter deveres a cumprir. Guardar seus brinquedos, preparar a mesa para a refeição, colocar a roupa para lavar no local correto. Executar pequenas tarefas no lar.

Quem aprende cedo as lições do dever, cedo se tornará o cidadão cumpridor das leis, zeloso. Correto sempre.

Dever. Palavra de ordem para que o nosso mundo se transforme numa imensa e operosa colmeia, onde cada um executa com ardor e alegria a parte que lhe toca.

Cumpre o dever que te cabe, com a alma em prece. Se não fores notado na Terra, lembra que Jesus é, até agora, o grande servidor anônimo, a nos ensinar que a maior honra da vida é o privilégio de ajudar e prosseguir adiante, servindo sempre e sem cansaço.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Quem de nós é o maior?

Jesus era possuidor de paciência e compreensão inigualáveis.

Ouvia as questões mais simples com atenção e, em cada oportunidade, deixava lições profundas, completas, que poderiam ser entendidas naquele momento, bem como servirem aos séculos vindouros.

Certa feita escutou os discípulos discutindo entre eles, sobre qual seria o maior, o mais amado, o de importância mais significativa.

Todos reconhecemos que João é distinguido pelo vosso amor; Pedro é merecedor da mais expressiva confiança; Judas guarda as moedas e se encarrega do controle das nossas modestas finanças... E os demais?

Que somos e que papel desempenhamos no grupo? Afinal, qual de nós é o maior?

Certamente se sentiram constrangidos pela disputa, mas como ela aconteceu, era justo serem honestos, libertando-se das dúvidas.

Jesus envolveu-os na luz da compaixão, e com a sabedoria habitual, respondeu-lhes:

O grão de mostarda, menor e mais insignificante que qualquer outra semente, reverdece com o mesmo tom o solo abençoado pelo trigo vigoroso.

O fruto do carvalho desenvolve a árvore grandiosa que nela jaz, assim como o pólen, quase invisível de todas as flores, se encarrega de transmitir beleza e perpetuar a espécie em outras plantas.

Todos são importantes na paisagem terrestre.

O grão de areia se anula ante outro para construir a praia imensa, que recebe o carinhoso movimento das ondas arrebentando-se no seu leito reluzente.

Tudo é importante diante de meu Pai, não pela grandeza, mas pelo significado de que cada coisa se reveste para a utilidade da vida.


Nos dias atuais, em que ainda tanto se faz questão de ser o melhor, o mais importante, o número um, precisamos refletir sobre as orientações do Cristo.

A competição desenfreada tem nos feito escravos do sucesso e das aparências.

A vaidade tem ditado as regras em todas as áreas, transformando algumas em mais importantes que outras, por questões puramente materialistas.

Julga-se a importância desta ou daquela atividade, por sua visibilidade na mídia, ou por sua remuneração material.

O mundo moderno e seus valores descabidos parece muito semelhante à conversa dos discípulos em torno de quem seria o mais amado.

Desejamos ser amados, desejamos preencher esta carência, este vazio existencial que nos incomoda tanto, mas não sabemos como.

Jesus já havia dado a resposta naqueles idos tempos...

Além de dizer que todos são importantes, disse ainda que entre os homens, o maior sempre seria aquele que se esquecesse de si mesmo, tornando-se o melhor servidor.

Seria aquele que não se cansasse de ajudar, de cooperar com os outros.

É sempre bom ouvir o Mestre, que permanece atual, que permanece nos esperando como Aquele que oferece o caminho da verdadeira vida.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Aprendi, que tenho muito a aprender

Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritaram-se com a bagunça.

"Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho.

- "Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão."

Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.

Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.

Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.

O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.

Ele perguntou delicadamente à criança:

"O que você está fazendo?"

O menino respondeu docemente:

- "Ah, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer."

O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.

Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.

Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.

De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor.

Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com
três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.

Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.

Aprendi que "saber ganhar" a vida não é a mesma coisa que "saber viver".

Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.

Aprendi que viver não é só receber, é também dar.

Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.

Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.

Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.

Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano – segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.

Aprendi que ainda tenho muito que aprender…

Lembre-se:

As pessoas se esquecerão do que você disse… Esquecerão o que você fez… Mas nunca esquecerão como você as tratou.

Obrigado e fiquem bem.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Restos de nós dois

Hoje abri aquela caixinha onde guardo os nossos segredos, faz tempo que não a visitava por puro medo. Encontrei lá dentro, restos de nós dois. Reli as tuas cartas, aquelas que falavam do teu amor, onde descrevias a tua paixão por mim e por um momento incendiei por dentro.

Depois encontrei aquele desenho quando desenhaste um coração e escreveste o nosso nome em letras enormes e assim, o coração que bate dentro do meu peito, bateu insatisfeito. Remexi ainda mais na caixinha e achei uma flor, aquela que tu me deste quando me disseste pela primeira vez “eu amo-te” e descobri que ela secou, por pura falta de amor. Depois bem lá no fundo encontrei perdido aquele coração partido que andava pendurado no meu pescoço, pensei então na outra metade, onde andaria? Será que ela ainda existia?

Achei também aquela mensagem que dizias que a vida sem mim, não tinha sentido, em que nada valia a pena no dia que não falávamos, lembrei-me do teu sorriso quando me encontraste, eu amei esse sorriso! O sorriso que jamais esquecerei. Também achei um bilhete a pedires desculpas por um momento de tensão e lembrei-me que te dei esse perdão com a maior emoção. Em seguida achei um papel com aquela canção que tu cantavas para mim antes de adormecer, aí delirei de prazer por ti. A letra dessa música que quando ouvíamos, dizias-me que seria a nossa canção e eu cantei-a baixinho por um breve minuto. Depois de já estar com o coração estraçalhado, achei aquele e-mail que tu me enviaste a falar do fim, que tinha acabado, que estava tudo terminado. Poucas linhas, rápidas palavras, como se a nossa história tivesse sido transitória.

Ardi de dor, enterrei-me na saudade, depois tranquei a caixinha e parti para a minha realidade fingindo a todos não viver na agonia, mas na verdade o que eu queria era morar dentro daquela caixinha, junto com o meu coração que já vive lá, afinal desde que tu me deixaste foi o único lugar que ele encontrou para continuar a bater.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O Lenhador e a Raposa

Uma história de confiança e desconfiança.

Um lenhador acordava todos os dias às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias, o lenhador, que era viúvo, ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Sistematicamente, os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um animal selvagem, e, portanto, não era confiável. Quando sentisse fome comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam:

-Lenhador, abra os olhos!
-A raposa vai comer seu filho.
-Quando ela sentir fome vai devorar seu filho!

Um dia, o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou à casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com a boca totalmente ensangüentada.

O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, deu uma machadada na cabeça da raposa. A raposinha morreu instantaneamente.
Desesperado, entrou a correr no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranqüilamente, e, ao lado do berço, uma enorme cobra morta.
O Lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.

MORAL DA HISTÓRIA

Se tu confias em alguém, não importa o que os outros pensam a respeito, siga sempre o seu caminho e não te deixas influenciar.
Quantas amizades já foram desfeitas, lares destruidos, quantos males entendidos, tudo por causa da influência e do julgamento de outras pessoas.
Por isso, nunca tome decisões precipitadas, nada melhor do que o diálogo, ainda que encontres a "raposa" com a boca cheia de sangue... Pense nisso...e tenha um bom dia...

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Convivendo com pessoas difíceis

Seja no trabalho, faculdade, família ou qualquer outra forma de convivência humana, incluindo casamentos e namoros, nunca estamos isentos de nos deparar-mos com pessoas que possuem características que as tornam mais difíceis e muitas vezes não ter noções “jogo de cintura” pode inviabilizar este relacionamento. Mas existem formas de se minimizar os efeitos desgastantes deste tipo de relação.
Para a convivência com pessoas e em especial “pessoas difíceis” é importante primeiro ter noções de seus limites, vontades, caráter e se realmente se inclinam a ter relações pacificas (esse último se não houver…).
Quatro principais forças que combinadas ou não são características em pessoas de difícil relacionamento, trata-se de motivações e não de tipos de pessoas difíceis, pois sabemos que existem muitos tipos, o que motiva pode ser mais interessante para se conhecer.
1. Carência, que pode estar relacionadas ao amor, carinho, afeto, atenção, são necessidades emocionais e por muitas vezes estão presentes em um nível acima das demais pessoas.
2. Situação econômica (crise financeira) ou falta de algum bem ou serviço que seja importante para a pessoa,causando mal estar e desejo.
3. Quem são seus modelos, quem segue e em quem se espelha.
4. Caráter ou valores, a parte mais delicada e mais difícil de se lidar, pois está relacionada com sua educação, ambiente, formação, trabalho, religião e etc.
Uma vez que se tenha ao menos alguma referência de qual é a lógica que move uma pessoa difícil, podemos obter diálogos mais proveitosos, sabendo seus pontos fracos (não para atacar, pois a finalidade é dialogar) para se proteger, para aplicar uma massagem no ego ou suprir (dar a sensação) a carência, nivelar a conversa (ao menos por um período) nos pontos de interesse da pessoa ou de concordância entre as partes e depois baseado em afirmações dela, construir uma base para a sua realidade.

O confronto só servirá se você estiver decidido a não tentar ter um dialogo pacifico, não deboche, não zombe, não irrite.
Esteja pronto para aceitar que em alguns casos você não irá conseguir o que deseja ou em outras palavras não irá vencer.
Este trabalho não é fácil, pois depende inicialmente de nós próprios, pois as vezes nosso orgulho e nossos próprios valores e interesses, estão tão arraigados que chegam a nos tornam intransigentes quanto ao nossos interesses, mas na verdade nem estamos propondo que que nossos interesses sejam mudados e sim que no momento de dialogo com uma pessoas difícil use técnicas de estratégia e tenha paciência, saiba como trazer a pessoa para o seu ponto de vista.
Desejamos manter uma convivência aceitável com estas pessoas difíceis você e ela devem aceita-la como ela é. Jamais se pareça ou se coloque em posição inferior, não é isso que propomos, pois poderá iniciar um processo de dominação pela outra parte.
Não se irrite, não use de provocações e da mesma forma não aceite provocações, encare como um jogo de xadrez onde mesmo que não pareça, você está no comando, pelo simples fato de ser consciente do que realmente esta acontecendo.
Seja sincero, saiba que a rejeição poderá ocorrer (o que não pode ocorrer é a extinção do dialogo), se precisar dizer não, seja educado e gentil e não pareça sínico, seja firma, diga que não é possível e infelizmente isso não poderá ser assim, não argumente demais, apenas seja firme.
Demonstre interesse em entender a pessoa e que pretende ajuda-la, saiba que você poderá se machucar, mas que não vale a pena sentar-se na sarjeta com pena de si, para alcançar sucesso precisará saber que precisa se levantar e resgatar a força e não existem fórmulas mágicas, apenas sabedoria.
Em ultimo caso algumas pessoas difíceis podem ir além do ataque verbal, se isto acontecer, não reaja, mas considere não ser interessante continuar nesta busca, algumas pessoas devem realmente afastadas de nossas vidas.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

DUPLO SILÊNCIO - Lenda Judaica

Dois amigos cultivavam o mesmo campo de trigo, trabalhando arduamente a terra com amor e dedicação, numa luta estafante, às vezes inglória, à espera de um resultado compensador.
Passam-se anos de pouco ou nenhum retorno. Até que um dia, chegou a
grande colheita. Perfeita, abundante, magnífica, satisfazendo os dois agricultores que a repartiram igualmente, eufóricos.

Cada um seguiu o seu rumo.
À noite, já no leito, cansado da brava lida daqueles últimos dias, um deles pensou:
“Eu sou casado, tenho filhos fortes e bons, uma companheira fiel e cúmplice. Eles me ajudarão no fim da minha vida. O meu amigo é sozinho, não se casou, nunca terá um braço forte a apoiá-lo. Com certeza, vai
precisar muito mais do dinheiro da colheita do que eu”.

Levantou-se silencioso para não acordar ninguém, colocou metade dos sacos de trigo recolhidos na carroça e saiu.
Ao mesmo tempo, em sua casa, o outro não conciliava o sono, questionando:
“Para que preciso de tanto dinheiro se não tenho ninguém para sustentar, já estou idoso para ter filhos e não penso mais em me casar. As minhas
necessidades são muito menores do que as do meu sócio, com uma família numerosa para manter”.

Não teve dúvidas, pulou da cama, encheu a sua carroça com a metade do produto da boa terra e saiu pela madrugada fria, dirigindo-se à casa do
outro. O entusiasmo era tanto que não dava para esperar o amanhecer.
Na estrada escura e nebulosa daquela noite de inverno, os dois amigos encontraram-se frente a frente.

Olharam-se espantados. Mas não foram necessárias as palavras para que entendessem a mútua intenção.
Amigo é aquele que no seu silêncio escuta o silêncio do outro.

No mundo de hoje com o ser humano cada vez mais individualista e ambicioso, sem se importar com o sofrimento dos seus semelhantes é díficil acreditar neste tipo de coisa, por isso bem colocado como “Lenda”. E você faria o mesmo?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Como mudar as Pessoas

É engraçado como todos nós nos sentimos vítimas diante das atitudes dos outros.
São sempre os outros que nos ferem, que são ingratos, que nos caluniam, que são injustos conosco!

Nós somos sempre as vítimas...

Somos tão orgulhosos que jamais olhamos para dentro de nós mesmos para verificar como somos realmente.

Será que o problema está nos outros ou em nós mesmos? Se você tem ao seu lado uma pessoa que julga difícil para conviver, já experimentou mudar suas atitudes com ela?

Tente...às vezes o defeito não é dela mas é nosso.

Somos nós que não conseguimos compreender as fraquezas e limitações dos outros,

muito embora queiramos que todos nos compreendam.

Procuremos dar o melhor de nós para os outros. Mudemos as nossas atitudes para com os outros, sem esperar quaisquer recompensas, reconhecimentos ou agradecimentos.

Quando trabalhamos pela paz e pelo bem, a recompensa vem automaticamente,

em forma de bençãos de paz, de saúde física e espiritual,

já que nossa consciência fica leve e tranqüila.

Lembremo-nos de que é muito fácil culpar os outros pelos nossos problemas,

mas o que estamos fazendo para melhorarmos a situação?

Estaremos contribuindo para melhorar ou piorar a situação?

Façamos a nossa parte, lembrando que só o amor é capaz de romper qualquer barreira e

de construir uma vida melhor para todos, nos levando a viver harmoniosamente.

Exercitemos, pois, a arte de amar o nosso próximo, como a nós mesmos, assim como o Cristo nos ensinou um dia.

Tenhamos a certeza de que somente com o amor conseguiremos transformar

as pessoas que estão à nossa volta, e principalmente a nós mesmos!!!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Uma Lenda Judaica

Três mulheres conversando ao lado de um poço. Um velho as escutava.
A primeira mulher dizia:
- Meu filho é muito forte, corre e pula.
A segunda dizia:
- O meu filho canta como os passarinhos.
A terceira mulher nada dizia, então o velho perguntou:
- Você não tem filhos?
Ela respondeu:
- Tenho, mas ele é um menino normal como todas as crianças.
As três mulheres pegaram seus potes cheios de água e foram caminhando.
No meio do caminho, elas pararam para descansar e o velho homem sentou ao lado delas.
Logo elas viram seus filhos voltando para perto delas.
O primeiro vinha correndo e pulando, o segundo vinha cantando lindas canções.
O terceiro não vinha pulando nem cantando, ele correu em direção a sua mãe
e pegou o pote cheio de água e levou para casa.

Então as três mulheres perguntaram para o velho homem:
- O que o senhor achou dos nossos filhos?
E o velho homem respondeu:
- Realmente, eu acabei de ver três meninos, mas vi apenas um filho.

O filho ou filha que aprender a valorizar seus pais estará na verdade plantando sementes que frutificarão quando os próprios filhos chegarem. Pense nisso...e tenha um bom dia...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

MEDO - O Grande inimigo

Afirma-se que o medo é o maior inimigo do homem. O medo está por trás do fracasso, da doença e das relações humanas desagradáveis. Milhões de pessoas têm medo do passado, do futuro, da velhice, da loucura e da morte. O medo é um pensamento em sua mente e você tem medo dos seus próprios pensamentos.

Um menino pode ficar paralisado pelo medo quando lhes dizem que há um homem mau debaixo de sua cama e que vai levá-lo. Quando o pai acende a luz e mostra-lhe que não há ninguém, ele se liberta do medo. O medo na mente do menino foi tão real como se houvesse de fato um homem debaixo de sua cama. Ele se curou de um pensamento falso em sua mente. A coisa que temia, na verdade, não existia. Da mesma forma, a maioria dos seus medo base na realidade. Constitui apenas um conglomerado de sombras sinistras e as sombras não têm realidade.

Ralph Waldo Elerson, filósofo e poeta, disse: Faça aquilo que você receia e a morte do medo será certa.

Quando você afirma positivamente que vai dominar seus receios e chega a uma decisão definitiva em sua mente consciente, liberta o poder do subconsciente, que flui em resposta à natureza do seu pensamento.

Vou descrever agora um processo e uma técnica que ensino há muitos anos. Funciona como um encantamento. Tente-o!

Suponha que você tem medo da água, de montanhas, de uma entrevista, do público ou de lugares fechados.

Se você tem medo de nadar, comece agora a sentar-se tranqüilamente durante uns cinco a dez minutos, três a quatro vezes por dia, e imagine que está nadando. É uma experiência subjetiva. Mentalmente você está se projetando como se estivesse dentro d’água. Você sente a friagem da água e o movimento de seus braços e pernas. É tudo tão real e vívido, constituindo uma alegre atividade da mente. Não é um devaneio inútil, pois você sabe que está experimentando em sua imaginação o que depois se desenvolverá em sua mente consciente. Você será compelido a expressar a imagem da representação do quadro que imprimiu em sua mente mais profunda. Essa é a lei do subconsciente.

Você pode aplicar a mesma técnica se tem medo de montanhas ou de lugares altos. Imagine que está escalando uma montanha, sinta a realidade desse ato, aprecie o cenário, sabendo que, fazendo-o mentalmente, o fará depois fisicamente com facilidade e segurança.

Você nasceu apenas com dois medos: o medo de cair e o medo do barulho. Todos os seus outros medos são adquiridos. Livre-se deles.

O medo normal é bom, o medo anormal é mau e destrutivo. Permitir constantemente os pensamentos de medo acarreta o medo anormal, obsessões e complexos. Temer alguma coisa persistentemente provoca um sentimento de pânico e terror. Você pode superar o medo anormal quando sabe que o poder do seu subconsciente pode mudar os condicionamentos e realizar os desejos acalentados por seu coração. Dedique sua atenção e devote-se, imediatamente, ao seu desejo, que é o oposto do seu medo. Este é o amor que expulsa o medo. Enfrente seus temores, traga-os à luz da razão. Aprenda a sorrir dos seus temores. Esse é o melhor remédio.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O homem Rico

Era um rico fazendeiro. Enriquecera repentinamente, graças a uma herança de parente afastado que morrera, sem deixar outros herdeiros.
Tão logo tomou posse da imensa propriedade, mostrou-se arrogante e orgulhoso. Sabia somente exigir. As palavras Por favor e Obrigado jamais chegavam aos seus lábios.



Eram somente ordens grosseiras, mandos e desmandos. Se um empregado cometia uma pequena falha, era tratado com muita grosseria.

Se alguma enfermidade tomava conta de um deles, logo tratava de o mandar embora da fazenda. Às vezes, nem lhe pagava todos os direitos trabalhistas.

Ele se considerava o rei daquele local. Ninguém tinha maior poder que ele. Era exigente no cardápio das refeições e se o alimento estivesse com menos sal, ou quente demais, ou não tão gostoso como esperava, coitada da cozinheira.

Ouvia, durante horas, os seus gritos e ameaças. É claro que, com tal atitude, ele não tinha amigos. Os serviçais permaneciam ao seu lado muito mais pela necessidade de emprego do que por qualquer outro motivo.

Certo dia, em que estava deitado em sua rede, debaixo das árvores, tomando delicioso refresco, ouviu os gritos de uma mulher que suplicava ajuda.

O filho de três anos caíra em um buraco. Para retirá-lo seria necessário um carro de tração para descer um homem aos poucos e o retirar de lá. Ele possuía o carro. Talvez pudesse emprestá-lo e também dois empregados para ajudá-la a salvar o filho.

O homem se enraiveceu. Quem era aquela mulher que invadia a sua propriedade daquele jeito? O que é que ele tinha a ver com o problema dela? O filho era dela. Ela que resolvesse a situação. E a expulsou de suas terras.

Passados uns dias, ele amanheceu doente. Naturalmente, alimentando tanta raiva, se intoxicara. Amanheceu inchado. Não podia andar, nem se mexer. Mal falava porque a língua inchara demais.

Foram chamados médicos que cobraram uma fortuna, lhe deram muitos remédios e não conseguiram curá-lo.

Um dia, em que as dores mais o atormentavam, ele ordenou ao seu servidor particular que procurasse alguém que o curasse.

O bom criado saiu e voltou hora depois com uma mulher, que logo começou a tratá-lo.

Iniciou orando ao lado do seu leito. Durante dias, serviu-lhe a alimentação, e lhe tratou a febre.

Usava de carinho para lhe dar o banho, colocava almofadas para que tivesse reduzido o desconforto. Esmerava-se no atendimento.

Quando ele se queixava de dores, ela fazia compressas e orava. Acarinhava-o e lhe falava da igualdade entre os homens. Ricos e pobres, bons e maus, bonitos e feios, perfeitos e deficientes.

Aos poucos, ele foi se sentindo tocado por aquela mulher, por aquelas palavras e, um dia, lhe perguntou, já bem melhorado seu estado de saúde:

Quem é você, afinal?

Não me reconhece? Ela perguntou.

Só então o rico fazendeiro percebeu que a sua benfeitora era aquela mulher que o procurara para que ele lhe salvasse o filho.

Não desprezemos a ninguém porque, em síntese, o Divino Pai nos colocou no mundo, como filhos Seus, para que nos auxiliemos mutuamente.

Deus materializa o Seu auxílio através dos braços e mãos dos homens. E fala do Seu amor pela boca dos que servem a seus irmãos, sem considerar cor da pele, posição social, raça ou crença religiosa.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A lição do Pássaro

Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair?
Como é que ele consegue isso?

Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar o pescoço.
O segredo está nos tendões das pernas do passarinho.
Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa.
Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar.

O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa.
É uma maravilha, não é?
Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho! Mas, não é tão diferente em nós.
Quando nosso "galho" na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado, dobrado em oração.
Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que o fazem perder a fé, desanimar de caminhar; não caminhe mais sozinho, Jesus quer fortalecê-lo e caminhar consigo por toda sua vida!
É Ele quem renova suas forças e sua fé, e se cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você Seu filho amado, basta você CRER!

"Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedires o que quiseres e vos será feito" Jô 15:7
"Lançai sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós" 1 Pe 5:7. Pense nisso...e tenha um bom dia...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Amor sem Conflitos

É possivel viver o amor sem conflitos?
Amar é uma luta, a superação dos conflitos.

Um dos erros mais acentuados em homens e mulheres é que eles costumam sonhar com um amor sem conflitos, sem problemas. Isto se deve, em parte, ao impacto cultural que invade os filmes e as novelas, que recaem na ingenuidade, no pouco conhecimento real do mundo e, possivelmente, em outros fatores de peso, mas que, em conjunto, constroem uma imagem do ideal do amor que, na realidade, não existe.
Esta imagem, com a experiência nos relacionamentos, cedo ou tarde se rompe, deixando um acúmulo de decepções e desilusões. Ironicamente, os que sonham com amores perfeitos acostumam viver amores muito imperfeitos, pois a realidade é que não existem relacionamentos humanos sem conflitos. Talvez exista só para aquela pessoa que fica à margem do amor, com uma espécie de linha invisível que não cruza, pois o mantém estático, sem conflito e sem amor.
Todos os seres humanos formam parte de uma história pessoal com diversas experiências, algumas boas e outras não tanto. Todos nós temos rasgos de caráter distintos, aptidões, defeitos, virtudes, capacidades etc. Tudo o que foi mencionado anteriormente influi no relacionamento com os outros, com nós mesmos, tomando em consideração o que a outra pessoa traz na história dela. Em poucas palavras, outro mundo muito distinto do nosso, por isso o complexo dos relacionamentos, pois é muito ingênuo pensar que, algum dia, poderemos ter amor sem conflitos.
Um dia um autor formulou a seguinte frase, referindo-se ao relacionamento de um casal com ideias e pensamentos distintos. Apesar disto, não desaparecem as diferenças de opinião nem os desacordos: “Discutiram e, assim, experimentaram, uma vez mais, que se pertenciam um ao outro”.
Claro que estamos falando de uma discussão na qual não se busca ferir o outro, mas de uma vontade de compreensão e desejo de compromisso construtivo. É aqui, justamente, onde se demonstra o esforço para encontrar sempre um caminho em direção ao outro.
Amar não é descansar um junto ao outro, porque amor é uma luta e uma superação de conflitos para conseguir a unidade que deve se conquistar a cada dia. Pense nisso...e tenha um bom dia

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Perante a morte voltar

Certo dia, o homem se levanta e vai até a mesa do café. Todos se servem mas ninguém o serve. Ignoram-no.

Magoado, ele se dirige ao escritório e descobre, contrariado, que no seu gabinete tudo foi mudado: a placa na porta tem outro nome. A mesa, as cadeiras, os papéis, tudo está disposto de forma diversa.

O homem fala, exige, questiona. Mas ninguém o ouve, nem lhe dá atenção.

Então ele retorna para casa. Verifica que os livros que tanto preza, verdadeiras preciosidades, estão empilhados no chão, alguns em caixas, como à espera de serem despachados para algum lugar.

Novamente ele pergunta, interroga, mas as pessoas o ignoram.

Estas cenas ocorrem a muitas pessoas, todos os dias.

Surpreendidas pela morte, em plena atividade, guardam a impressão de prosseguirem no corpo de carne. Não se dão conta de que realizaram a viagem para o mundo espiritual e que vivem sim, mas em outra dimensão, em um corpo diferente.

E por que isso ocorre com tanta frequência?

Porque, de modo geral, não nos preparamos para o transe da morte.

Tratamos a morte como uma irrealidade, algo distante, que atingirá os outros, não a nós, nem os nossos amores.

Alguns lhe temos verdadeiro pavor e sequer mencionamos a palavra.

Quando alguém levemente se refere ao assunto, de imediato contestamos que é cedo. A morte é para os doentes terminais, os idosos dependentes.

Contudo, a morte é lei natural. A todos atinge, sem exceção. Lei Divina, objetiva a evolução, através da transformação das formas.

Importante que nos preparemos para recebê-la com dignidade quando nos chegar, ou vier tomar de assalto os nossos afetos.

Aprendamos a encará-la como algo que, certamente, nos chegará um dia. Ninguém, em nível material, é eterno.

Somente o Espírito imortal a tudo sobrevive e, transposto o portal da tumba, se prepara para o retorno em novo corpo, em outra roupagem, em nova etapa reencarnatória.

Em essência, morte é vida, pois o que perece é somente a carne, sobrevivendo vitorioso o Espírito.

Não é castigo, mas abençoada oportunidade de aprendizado, onde as emoções são testadas, a fé e a perseverança lançam balizas profundas no ser que amadurece, aos embates da dor da separação dos seus afazeres e dos seus amores.

Sábio é aquele que vive cada dia como se fosse o único, o que equivale a dizer que realiza tudo que possa e, da melhor forma, como se outro dia não houvesse.

Mas quando o outro dia chega, tudo recomeça com a mesma disposição de aproveitamento da chance inigualável de mais um dia na carne.

Começa-se a morrer desde que se renasce na carne.

A morte pode ser considerada como um momento de prestação de contas, de exame das lições aprendidas e realizadas durante a vida física.

A morte não apaga a memória, nem os sentimentos.

Portanto, tanto quanto nós, os nossos queridos que morreram, amam e sentem saudades.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Abra o Coração

A sala estava repleta de convidados, todos curiosos para ver a obra de arte, ainda oculta sob o pano branco.

Falava-se que o quadro era lindo.

As autoridades do local estavam presentes, entre fotógrafos, jornalistas e outros convidados porque o pintor era, de fato, muito famoso.

Na hora marcada, o pano que cobria a pintura foi retirado e houve caloroso aplauso.

O quadro era realmente impressionante.

Tratava-se de uma figura exuberante de Jesus, batendo suavemente na porta de uma casa.

O Cristo parecia vivo. Com o ouvido junto à porta, Ele desejava ouvir se lá dentro alguém respondia.

Houve discursos e elogios.

Todos admiravam aquela obra de arte perfeita.

Contudo, um observador curioso achou uma falha grave no quadro: a porta não tinha fechadura.

Dirigiu-se ao artista e lhe falou com interesse: A porta que o senhor pintou não tem fechadura. Como é que o Visitante poderá abri-la?

É assim mesmo, respondeu o pintor calmamente.

A porta representa o coração humano, que só abre pelo lado de dentro.

Muitas vezes mal interpretado, outras tantas, desprezado, grandemente ignorado pelos homens, o Cristo vem tentando entrar em nossa casa íntima há mais de dois milênios.

Conhecedor do caminho que conduz à felicidade suprema, Jesus continua sendo a Visita que permanece do lado de fora dos corações, na tentativa de ouvir se lá dentro alguém responde ao Seu chamado.

Todavia, muitos O chamamos de Mestre mas não permitimos que Ele nos ensine as verdades da vida.

Grande quantidade de cristãos fala que Ele é o médico das almas, mas não segue as prescrições d'Ele.

Tantos dizem que Ele é o irmão maior, mas não permitem que coloque a mão nos seus ombros e os conduza por caminhos de luz...

Talvez seja por esse motivo que a Humanidade se debate em busca de caminhos que conduzem a lugar nenhum.

Enquanto o Cristo espera que abramos a porta do nosso coração, nós saímos pelas janelas da ilusão e desperdiçamos as melhores oportunidades de receber esse Visitante ilustre, que possui a chave que abre as portas da felicidade que tanto desejamos.

E se você não sabe como fazer para abrir a porta do seu coração, comece por fazer pequenos exercícios físicos, estendendo os braços na direção daqueles que necessitam da sua ajuda.

Depois, faça uma pequena limpeza em sua casa íntima, jogando fora os detritos da mágoa, da incompreensão, do orgulho, do ódio...

Em seguida, busque conhecer a proposta de renovação moral do Homem de Nazaré.

Assim, quando você menos esperar, Ele já estará dentro do seu coração como convidado de honra, para guiar seus passos na direção da luz, da felicidade sem mescla que você tanto deseja.

O olhar de Jesus dulcificava as multidões.

Seus ouvidos atentos descobriam o pranto oculto e identificavam a aflição onde se encontrasse.

Sua boca, plena de misericórdia, somente consolou, cantando a eterna sinfonia da Boa Nova em apelo insuperável junto aos ouvidos dos tempos, convocando o homem de todas as épocas à conquista da felicidade.

Não tenha medo de abrir mão do que você quer para viver o que Deus quer para você

Deus só pode agir naquilo em que O deixamos trabalhar. Às vezes, saímos feridos de um relacionamento, tão machucados, que achamos que o “o a...