quarta-feira, 31 de julho de 2013

A Despedida do Amor

Existem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado.
 
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também... Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
 
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra.
 
A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo". Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...E só então a gente poderá amar, de novo.
 
''A DESPEDIDA DO AMOR'' - Martha Medeiros

terça-feira, 30 de julho de 2013

A lenda do perdão


Conta uma antiga lenda que existia uma cidade onde a palavra perdão nunca existiu.

As pessoas eram, portanto, donas da verdade, arrogantes e sofriam de uma terrível moléstia, complexo de superioridade.

A convivência era bastante complicada porque todos se consideravam perfeitos e com isso não enxergavam, nem admitiam seus defeitos, erros e equívocos.

Nessa cidade reinava a vaidade, a competição e a inimizade, por mais que elas andassem disfarçadas por detrás de sorrisos e manifestações de afeto.

Um dia uma mulher, vinda de outra cidade, foi morar lá.

Todos as tardes ia até a padaria e na volta sempre passava por uma praça onde um grupo de rapazes jogava bola.

Seu trajeto seria bem menor se ela cruzasse a praça, mas para não atrapalhar o jogo deles ela fazia o seu caminho contornando a praça. Claro que nenhum deles nunca percebeu ou deu valor à sua gentileza. Naquela cidade muito poucos entendiam desse assunto.

Certo dia essa mulher estava cheia de preocupações, com a cabeça bastante perturbada e na volta da padaria não se deu conta do caminho que tomou e atravessou a praça no exato momento em que um dos rapazes ia fazer um gol. O jogo parou, todos se olharam e o tal jovem, muito bravo, perguntou à ela:
- A senhora não está vendo o que fez? Que falta de atenção, até mesmo de consideração! Custava dar a volta na praça?

E ela respondeu:
- Há cerca de seis meses que todos os dias eu dou a volta na praça para não atrapalhar o jogo de vocês. Hoje, no entanto, eu confesso que me distraí. Estava muito envolvida com meus pensamentos. Peço a todos vocês perdão por isso.

Ninguém entendeu o que ela quis dizer e um dos meninos perguntou:
- Perdão? O que é perdão? Nunca ouvimos essa palavra.

Perdão é um ato de humildade, embora alguns julguem ser um ato de humilhação.

Os meninos foram para suas casas muito pensativos e contaram a seus pais sobre o perdão.

Errar, cometer injustiças, tomar atitudes precipitadas que podem prejudicar e magoar terceiros são coisas das quais todo ser humano está sujeito.

Reconhecer seus erros e pedir perdão, no entanto, nem todos os seres humanos são capazes.. Para isso é necessária uma enorme dose de humildade, um coração sensato e um espírito elevado.

Só os grandes sabem pedir perdão!

Dizem que aquela cidade anda muito diferente, mais alegre, as pessoas mais amigas, menos rivalidades e que todos além de terem aprendido a pedir perdão, agora também estão aprendendo a perdoar.

(Silvana Duboc)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Pequenas doações


Será que não poderíamos fazer algo mais?
Eis a questão que muitos nos fazemos, quando começamos a despertar para a importância do auxílio ao próximo.
Quando iniciamos a perceber que podemos ser instrumentos da bondade Divina no mundo, revemos nossas prioridades, revemos o uso de nosso tempo e de nossas forças.

Podemos ser muito mais úteis do que imaginamos, e cada um que finalmente se rende ao poder das ações do amor, dissipa um pouco mais as trevas ainda predominantes nos dias atuais.

Não subestimemos as chamadas "pequenas doações".
O prato que oferecemos ao necessitado será provavelmente o recurso de que precisa a fim de liberar-se dos últimos riscos da inanição.
A peça de vestuário que entregamos ao companheiro em miséria terá representado o apoio providencial com que se livrou de enfermidade grave.
A reduzida poção de remédio que conseguimos doar em favor de um doente, foi talvez o socorro que o auxiliou a desviar-se do derradeiro corredor em que resvalaria para a morte.
A visita rápida que fazemos ao enfermo pode ter sido o estímulo inesperado que o arrancou do desânimo para os primeiros passos, em demanda ao levantamento das próprias forças.
O bilhete ligeiro que endereçamos ao irmão em dificuldade, ofertando-lhe reconforto, possivelmente se transformou na âncora que lhe permitiu retomar o acesso à esperança.
O minuto de tolerância com que suportamos a exigência de uma pessoa, em difícil conversação, haverá sido aquele que a ajudou a descompromissar-se com um encontro desagradável ou com determinado acidente.
Algumas poucas frases num diálogo construtivo serão o veículo pelo qual o nosso interlocutor evitará render-se a ideias de suicídio ou delinquência.
Os nossos instantes de silêncio caridoso à frente desse ou daquele agressor, significarão o amparo que não pode descartar, a fim de aceitar a necessidade da própria renovação.
Não menosprezemos o valor das minidoações.
O nosso concurso supostamente insignificante pode ser o ingrediente complementar que esteja faltando em valiosa peça de salvação.
*   *   *
Doar sem doar-se é como acender um fósforo em meio a severa ventania. O calor e a luz não duram.
Entregar o coração em tudo que se dá é transformar-se em farol no alto de uma encosta ameaçadora.
Desde o dia em que, naquela beira-mar, constrói-se a torre luminosa, ninguém mais estilhaça sua embarcação nas rochas duras do sofrimento.
O mundo precisa de faróis. O mundo precisa do nosso farol.
Mesmo que confessemos que nossa luz possível ainda é pequena lanterna, isto é, não tem poder de iluminar grande porção de mar, entendamos que, mesmo assim, ela é necessária e pode ser muito útil.
Através das pequenas doações, feitas com a grandeza de um coração que deseja a felicidade do outro, iluminaremos todo o oceano e, finalmente, nos despediremos da escuridão na Terra.
Pensemos nisso. Iluminemo-nos e iluminemos.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

A Familia

Deus poderia ter escolhido outras maneiras para que Jesus viesse ao mundo. Mas Ele, na sua infinita sabedoria, escolheu a maneira mais simples: através de uma família.
A família é, no propósito de Deus, uma bênção. Quando a criação estava terminada, Ele ainda achou que faltava alguma coisa. E, olhando para Adão, disse: "Não é bom que o homem esteja só." Assim criou Deus a mulher e a uniu ao homem.
Desde então, a primeira célula da sociedade estava colocada. 

Mas, infelizmente, as pessoas se esqueceram dos verdadeiros princípios para se ter uma vida de família feliz. Eu costumo dizer, e penso, que todos os ensinamentos básicos para uma vida equilibrada estão dentro da Bíblia. E aqui ainda, vemos que Deus disse com sabedoria ainda não compreendida por muitos: "E deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher." Quando ele disse "deixará" queria dizer para o homem desligar-se, separar-se e criar uma nova família. Embora uma célula gere a outra, todas são independentes. Assim deve ser.

E os casais não têm feito isso. As pessoas se casam, se unem, e continuam ligadas ao cordão umbilical familial. O que deveria ser bênção torna-se então fardo, pois os casais não possuem independência necessária para viverem a própria vida, assumirem as próprias responsabilidades. Os filhos são educados muitas vezes com forte influência dos avós e todo mundo acha isso muito natural. Mas os avós têm na verdade outro papel nessa mesma história, o de educar filhos eles já cumpriram. Em francês diz-se que "os pais são para educar e os avós para mimar." Geralmente o contrário tem acontecido.

Muitos casamentos se desfazem por causa dessas coisas. O homem considera que sua família (seus pais e irmãos) são mais importantes e por seu lado a mulher faz o mesmo. E eles se esquecem que, sozinhos, formam uma família à parte. E isso sempre gera conflitos. 
Como é gostoso ter uma família! E se reunir para Natal, Páscoa e aniversários. Se apoiar nos momentos de dor e se alegrar nas horas felizes. Mas que cada família respeite a individualidade da outra. Que cada uma tenha uma existência independente. Ouvir conselhos dos pais é bom, mas deixá-los decidir não é saudável.

Um casamento é o nascimento de uma nova família. Cheia de incertezas pela frente, com muito para aprender, mas respirando sozinha. Enquanto as pessoas não compreenderem isso, teremos uma sociedade doente. 

Só existe um meio, uma cura: o amor! Dos pais, para darem liberdade suficiente às famílias nascentes e dos casais, para que aprendam a caminhar sozinhos. 
A base no fundo é sempre uma coisa: o amor!

 © Letícia Thompson

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Colo

Pra dar colo é preciso pegar no colo? Nem sempre. Há pessoas que dão colo com as palavras, com o que elas carregam e transmitem. Elas reconfortam sem presença física, estando, apesar disso, presentes.

É possível se dar a alguém, ser importante, fazer importante, às vezes mesmo com um gesto aparentemente banal. Estamos atravessando uma era em que as pessoas se encontram muito mais profundamente que antes. Elas se acarinham, se amam, se sustentam, amenizam a solidão e ajudam a curar feridas e secar lágrimas.

Distância? Não existe! Não é bem assim, ela existe, mas não percebemos. Eu estou aqui e estou aí ao mesmo tempo, da mesma maneira como meus amigos estão em toda parte e dentro de mim. A gente só alcança o que está perto, não?

Jesus atravessou séculos e ainda hoje nos pega no colo, ainda hoje falamos com Ele, choramos o calvário e a crucificação. Ainda hoje nos sentimos amados e podemos seguir Seu exemplo.

Quando você quiser abraçar alguém, dar colo, reconfortar e que seus braços não alcançarem essa pessoa... dê um telefonema, escreva uma carta, envie um e-mail!... Seu carinho vai chegar da mesma forma, com o mesmo calor. Nunca duvide disso!...

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Por você, ser Você...


Porque não consigo? Porque é tão difícil assim te esquecer?A cada hora que passa tudo o que sinto por você aumenta de uma forma tão surreal, queria tanto ter forças pra arrancar, apagar e matar qualquer coisa sua que ainda esteja aqui, mas não consigo apenas amassar e jogar no lixo tudo aquilo que passamos juntos, não consigo apenas fingir que você não existe, não consigo pagar as lembranças suas que estão cada vez mais reais na minha vida. 

Sim, perdi meu chão, perdi meu sentido de viver, só seu sorriso era o que me deixava bem e agora onde ele está? Não vejo mais o brilho do sol, pois só do seu lado minha vida foi colorida, sinto tanto sua falta. 

Se você soubesse o quanto eu preciso de você, o quanto eu quero você . De como eu preciso do teu sorriso , de como eu quero ouvir tua voz , saber onde e como você está , queria tanto fazer parte da tua vida , cuidar de você, estar ao seu lado, queria tanto poder te amar. 

Você me perguntou o porque eu gosto de você e eu vou ter responder, pelo seu jeito de ser, pelo seu brilho nos olhos, pelas suas manias bobas, pelo seu sorriso, por ser tão amigo quando preciso e tão irmão ao ponto de me proteger do perigo, por sorrir comigo quando minha maior vontade é de chorar, por falar as coisas que mais preciso ouvir na hora certa, pelas noites que passávamos rindo das coisas mais inúteis que podem existir, por ter me ensinado umas das melhores coisas que aprendi na vida a não desistir do que eu quero e dos meus sonhos, por você ter me ensinado o que é um verdadeiro sentimento, por você não me abandonar independente do que aconteça, por você me conhecer e me entender mais do que ninguem, por você me aguentar as horas que sou a mais chata de todas as pessoas no mundo, aguentar minhas pirraças, meus ataques, por você ser o meu porto seguro, enfim, POR VOCÊ SER VOCÊ !

terça-feira, 23 de julho de 2013

A virtude da humildade


Um homem pode ser humilde sem se tornar alvo de humilhações? A humildade deixa as criaturas sem autoestima?
Por vezes, quando exaltamos a humildade, há pessoas que duvidam da excelência dessa virtude e acreditam que ser humilde é o caminho mais rápido para ser pisoteado pelos orgulhosos e poderosos. Não é exatamente assim.
Quando Jesus nos ensinou sobre a humildade, disse que os pobres de espírito são bem-aventurados porque teriam o Reino dos Céus.

Mas atenção: pobre de espírito não significa, em hipótese alguma, ser pequeno de ideias ou uma pessoa de espírito inferior.

Ao contrário, ser pobre de espírito significa simplesmente ser humilde, carregar dentro do peito um coração capaz de não se envaidecer facilmente.
Ser pobre de espírito representa a conquista de um estado espiritual que não cede espaço para manifestações de egoísmo.
Ser pobre de espírito é buscar um estado espiritual sem orgulho, sem soberba, sem vaidade.
Você já notou que há pessoas que se acham superiores às demais?
Essas acreditam que Deus deveria lhes conceder privilégios e condições especiais.
Esquecem que Deus é Pai de todas as criaturas, que faz nascer o sol sobre bons e maus, e faz cair Sua chuva sobre justos e injustos.
Somos todos Seus filhos queridos e nenhum de nós se perderá.
O pobre de espírito é aquele que é capaz de olhar para todos os seres humanos como seus irmãos.
É um homem de bem,  asserenado pela certeza de que todas as pessoas são profundamente interessantes e dignas de respeito.
A pessoa verdadeiramente humilde não se considera superior, nem inferior a ninguém, pois vê em todos um universo de inteligência e de beleza.
Por isso, o humilde não discrimina, nem maltrata qualquer pessoa. Para ele, ricos e pobres, inteligentes e obtusos, bons e maus são, antes de tudo, filhos de Deus.
As diferenças são decorrentes apenas de seu estágio intelectual e moral.
Um homem assim é sábio e, certamente, vive tranquilo.
O homem verdadeiramente humilde não se orgulha de seus bens, de sua riqueza, de seu patrimônio intelectual ou de sua boa aparência.
E age assim porque sabe que tudo é passageiro na vida terrena.
Ao deixarmos esse mundo, ficarão para trás todos os bens materiais, o corpo físico.
Além disso, bem antes da morte, a vida já vai nos mostrando que estamos em um mundo onde as coisas são profundamente transitórias.
Para quem é belo e jovem, vale lembrar que o corpo envelhece.
Para os que têm saúde, é sábio recordar que as doenças podem vir a qualquer momento.
Os que se orgulham de riquezas e de uma boa posição social devem observar que tudo isso lhes pode ser retirado a qualquer momento.
Os que têm trabalho ou ocupam altas funções também devem ter em mente que podem perder tais cargos a qualquer momento.
Por isso, vale a pena, em qualquer situação, oferecer o melhor de si a todos, indiscriminadamente.
O homem humilde é o mesmo em todas as ocasiões. Se está em situação desfavorável, conserva-se tranquilo e não se sente inferiorizado, pois conhece suas potencialidades.
Se vive em condições confortáveis, busca vivenciar a solidariedade, a alegria, o bom humor e a tolerância.
É assim que se constrói um futuro de alegria e realização

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O sol da esperança



Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, lágrimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperançados e infelizes.
Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas provações?, é a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperança.
Narra a tradição grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomendação de jamais abri-la.
Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, misérias e sofrimentos no Mundo.
Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, após saírem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperança. Brilhava sozinha a esperança - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possuía!
*   *   *
O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos difíceis.
Observe que, na lenda grega, é um ato da própria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida não é muito diferente: em geral, somos nós mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.
Por isso, cada momento difícil é uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribuição para aquela situação.
No entanto, a lenda de Pandora vai além: ela mostra que – apesar da gravidade dos sofrimentos – não estamos completamente sós: há uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.
Essa luz é a esperança.
Esperança que restaura as forças, reequilibra o coração, acalma as emoções.
A esperança é a mão generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. É medicamento quando nos contorcemos em dores.
Esperança é canção suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. É um olhar de compaixão no instante em que o Mundo nos rejeita.
A esperança nasce de gestos de generosidade, de atitudes espontâneas, de palavras corretas.
Mas não se habitue apenas a aguardar que a esperança venha gratuitamente se aninhar no seu coração. Abra as portas da alma para ela!
Para isso, é necessário educar o coração.
A esperança é como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para recebê-la. A primeira atitude é retirar a poeira do pessimismo.
Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela mágoa. Essas sujeirinhas têm vários nomes: rancor, maledicência, desejo de vingança.
Em seguida, com a casa mental bem limpa, é hora de perfumá-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.
Então, quando menos se espera, eis que chega a esperança. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Espírito fazendo festa.
É uma presença tão forte, tão bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.
Esperança é um sol que nasce após uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realizações. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta recebê-la.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Amar é uma decisão


Um homem foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que estava passando por muitas dificuldades em seu casamento. Falou-lhe que já não amava sua mulher e que pensava em separação...
O sábio o escutou, olhou-o nos olhos e disse-lhe: Ame-a!
Mas já não sinto nada por ela! Retrucou o homem.
Ame-a! Disse-lhe novamente o sábio.
Diante do desconcerto do homem, depois de um breve silêncio, o sábio lhe disse o seguinte:
Amar é uma decisão. É dedicação e entrega. É ação...
Portanto, para amar é preciso apenas tomar uma decisão.
Quando você se decide a cultivar um jardim, você sabe que é necessário preparar o terreno, semear, regar, esperar a germinação e a floração.
Você sabe que haverá pragas, ervas daninhas, tempos de seca ou de excesso de chuva, mas se você está decidido a ter um belo jardim, jamais desistirá, por maiores sejam as dificuldades.
Assim também acontece no campo do amor. É preciso dedicação, cuidado, espera.
Assim, se quiser cultivar as flores da afeição, dedique-se. Ame seu par, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire-o e compreenda-o...
Isso é tudo...
Apenas ame!
*   *   *
O amor é lei da vida. Se não houvesse amor, nada faria sentido.
Busquemos, então, meditar sobre o que temos e o que não temos, sobre quem somos e sobre quem não somos, a respeito do que fazemos e do que não fazemos, guardando a convicção de que, sem a presença do amor naquilo que temos, no que fazemos e no que somos, estaremos imensamente pobres, profundamente carentes, desvitalizados.
A inteligência sem amor nos faz perversos.
A justiça sem amor nos faz insensíveis e vingativos.
A diplomacia sem amor nos faz hipócritas.
O êxito sem  amor nos faz arrogantes.
A riqueza sem amor nos faz avaros.
A pobreza sem amor nos faz orgulhosos.
A beleza sem amor nos faz ridículos.
A autoridade sem amor nos faz tiranos.
O trabalho sem amor nos faz escravos.
A simplicidade sem amor nos deprecia.
A oração sem amor nos faz calculistas.
A lei sem amor nos escraviza.
A política sem amor nos faz egoístas.
A fé sem amor nos torna fanáticos.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor... bem, sem amor a vida não tem sentido...
*   *   *
As flores que espalham aromas nos canteiros são mensageiras do amor de Deus falando nos jardins...
Os passarinhos que pipilam nos prados e cantam nos ramos são a presença do amor de Deus transparecendo nos ninhos...
As ondas gigantescas, que se arrebentam nas praias, mostram o amor de Deus engrandecendo-Se no mar, tanto quanto o filete transparente de águas cantantes, que beija a face da rocha, canta o amor de Deus, jorrando suave pela fenda singela.
A fera que ruge na selva, quanto os astros que giram na amplidão enaltecem o amor Divino, enquanto falam dessa cadeia que une os seres e as coisas da Casa de Deus.
A criança que sorri, feliz, quanto aquela que chora, no regaço materno ou num leito hospitalar, igualmente, reflete o amor distendendo esperança, conferindo oportunidades aos Espíritos, como dádivas de Deus.
O homem sábio, pelos conhecimentos que lhe robustecem o cérebro, e aquele que se enobrece no trabalho do bem, pela luz que lhe emana do íntimo, apresentam o amor de Deus, alevantando a vida.
Essas e outras facetas do amor é que fazem com que a vida tenha sentido...

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Os seus talentos

Os  homens são diferentes em talentos e habilidades.
Um gênio em matemática talvez tenha dificuldade com língua portuguesa.
Um financista brilhante pode ser um administrador de recursos humanos medíocre.
A grande empresária quiçá falhe como mãe.
Alguém dança maravilhosamente, mas não sabe cantar.
Outrem escreve com elegância, mas não consegue falar em público.
A força de uma sociedade reside na diferença existente entre seus membros.
É preciso aprender a respeitar e a apreciar as opiniões alheias.
Da divergência bem administrada surgem a reflexão e o aprimoramento.
Tantas diferenças entre os homens resultam das opções que fizeram ao longo de suas existências.
Sendo todos dotados de livre-arbítrio pela Divindade, cada qual escolheu um caminho.
Entre erros e acertos, experiências foram acumuladas e talentos, desenvolvidos.
Deus criou os Espíritos perfectíveis, mas não perfeitos.
Assim, é natural que eles por vezes errem.
Constitui tolice imaginar que alguém aprende sem nunca errar.
É como esperar que uma criança ande sem jamais tropeçar e cair.
Então, o erro não é exatamente um escândalo perante as Leis Divinas.
Apenas é necessário ser humilde para reconhecer o equívoco.
E ter coragem para assumir a responsabilidade e reparar os danos.
Mas de todo embate, mesmo permeado de equívocos, surge a experiência.
Sempre se está amadurecendo e aprendendo.
Evidentemente, os equívocos devem ser reparados.
Mas a criatura sempre vê acrescidos seus recursos.
Muitos Espíritos atravessam séculos entre equívocos e  desatinos.
As violações da Lei Divina registram-se na consciência de cada ser.
Enquanto a reparação não ocorre, o Espírito permanece em desequilíbrio.
Por mais que aparente tranquilidade, experimenta desconforto íntimo, fobias e bloqueios psicológicos. 
Mas sempre soa o instante em que, cansado de fingir e sofrer, ele resolve encarar a própria realidade íntima.
Então, decide trabalhar no bem.
Dá um basta no egoísmo e se interessa pelo próximo.
Vislumbra a beleza existente no adágio bíblico:
O amor cobre a multidão de pecados.
Ansioso de paz, enamora-se da prática das mais sublimes virtudes.
Dotado de todos os talentos que desenvolveu ao longo do tempo, torna-se um dedicado agente do progresso.
Assim agindo, repara os erros do passado e se prepara para as etapas superiores da vida imortal.
Se você deseja paz, reflita sobre o que está fazendo com seus talentos.
Tudo o que você possui pode e deve ser utilizado na construção de um mundo melhor.
A fortuna pode gerar empregos, amparar a miséria e secar muitas lágrimas.
A inteligência possui o condão de melhorar as condições físicas e morais do planeta.
Se você dispõe do dom da palavra, utilize-o para disseminar ideias de solidariedade e pureza.
Nos círculos em que se movimenta, enalteça o trabalho, a honestidade e a compaixão.
Dê exemplos de conduta reta e digna.
Seja um pai responsável e amoroso, um esposo dedicado e fiel, um patrão justo e bom.
Quaisquer que sejam os seus talentos, utilize-os para promover o bem.
Eles são o resultado das experiências que você viveu.
E constituem os recursos de que dispõe para se tornar um homem pleno de paz e bem-estar.
Pense nisso.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Até onde você iria por alguém que você ama?

Sabe quando o que você, mas deseja é aquela pessoa, sabe quando você dorme e tem aquele sonho e a hora que acorda deseja com toda sua força pra que aquilo um dia se realize, sabe quando o que você mais pensa é nele, sabe quando você faz de tudo pra poder pelo menos passar nem que seja um minuto com ele. 

Sabe quando a única coisa que você quer é ouvir a voz dele, sabe quando você só vive naquela ilusão de que você recebera pelo menos um “bom dia” via sms, sabe quando você acorda e a primeira coisa que acontece é ver a imagem dele na cabeça, sabe quando você para e fica relembrando de tudo que passaram como se fosse um filme sendo rodado na sua memória.

Sabe quando você se lembra do nada do que você sente e da aquele friozinho na barriga, sabe quando você passa contando as horas e minutos para que chegue logo o fim de semana pra poder passar com ele algumas horas, sabe aquela sensação de borboleta no estômago quando você sabe que esta prestes a vê-lo, sabe quando do nada você encontra com ele por acaso e suas mãos soam e suas pernas tremem, sabe quando lágrimas escorrem pelo seu rosto de tanta saudades, sabe quando toca na radio aquela musica que te faz lembrar dele e você sorri sozinha, sabe quando você sonha acordada imaginando aquele sorriso, aquele cheiro, aquele abraço que só ele tem, sabe quando você passa o dia todo imaginando como seria se pudesse estar com ele, sabe quando você sonha em ser feliz e o que falta é aquela pessoa, então é amor ou não é? 


o que tem que ser será, não importa se a gente for adiar isso a cada dia, mas logo não poderemos mais fugir do que nosso futuro nos prepara, eu sei e tenho certeza que você também sabe, nosso destino foi traçado junto, nossos caminhos cruzados e nada e nem ninguem muito menos nós mesmo poderemos mudar isso, o que Deus escreve nenhum mero mortal consegue apagar, você foi escrito na minha historia e eu na sua, a marca que temos não vai sair nunca, somos ligados, laçados e traçados no caminho um do outro.


cesarmensagemdodia@gmail.com
 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Os Três Conselhos


Um casal de jovens, recém-casados, era muito pobre e viviam de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez a seguinte proposta à esposa:

- Querida, eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. 


Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa: que você me espere e, enquanto estiver fora, seja fiel a mim, pois eu serei fiel a você.

Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajuda-lo em sua fazenda. O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito.

O pacto seria o seguinte:

- Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações. Eu não quero receber o meu salário. Peço que o senhor o coloque na poupança, até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho. Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou durante vinte anos, sem férias e sem descanso.

Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse:

- Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.

O patrão então lhe respondeu:

- Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo. Só que antes, quero lhe fazer uma proposta, tudo bem? Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora, ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro, Aí você vai embora. Porém, se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos. Se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro. Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta.

Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe:


- Quero os três conselhos.

O patrão novamente frisou:

- Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro.

E o empregado respondeu:

- Quero os conselhos.

O patrão então lhe falou:

1 - Nunca tome atalhos em sua vida. Caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida;

2 - Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal pode ser mortal;

3 - Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.


Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:

- Aqui você tem três pães: dois para você comer durante a viagem e o terceiro e para comer com sua esposa quando chegar a sua casa.


O homem, então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava.

Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou:

- Para onde você vai?

Ele respondeu:

- Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada.

O andarilho disse-lhe então:

- Rapaz, este caminho e muito longo. Eu conheço um ATALHO que "é dez" e você chega em poucos dias.

O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do PRIMEIRO CONSELHO. Então voltou e seguiu o caminho normal.

Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.

Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão a beira da estrada, onde pôde hospedar-se. Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir. De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se a porta para ir até o local do grito. Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do SEGUNDO CONSELHO. Voltou, deitou-se e dormiu.

Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido. O hospedeiro disse:

- E você não ficou curioso?

Ele disse que não. No que o hospedeiro respondeu:

- Você é o primeiro hóspede a sair vivo daqui, pois meu filho tem crises de loucura: grita durante a noite e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal.


O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa.

Depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha. Andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa. Estava anoitecendo, mas ele pôde ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha no colo um homem a quem estava acariciando os cabelos. Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade. Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do TERCEIRO CONSELHO. Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.

Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse:

- Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre fui fiel a ela.


 
Dirigiu-se a porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então, com lágrimas nos olhos, lhe diz:

- Eu fui fiel a você e você me traiu...

Ela espantada lhe responde:

- Como? Eu nunca te trai. Esperei durante esses vinte anos.

Ele então lhe perguntou:

- E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?

E ela lhe disse:

- Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade.

Então o marido entrou, conheceu e abraçou seu filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomar o café e comer o ultimo pão. Após a oração de agradecimento, com lágrimas de emoção, ele parte o pão e ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro: o pagamento por seus vinte anos de dedicação.

Muitas vezes achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade...



Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará..

Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois..

Espero que você, assim como eu, não se esqueça desses TRÊS CONSELHOS e não se esqueça também de CONFIAR (mesmo que a vida muitas vezes já tenha te dado motivos para a desconfiança).


cesarmensagemdodia@gmail.com

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Dia do Homem

Muitos se dizem Homens verdadeiros
Se dizem Homens por terem mulheres em todas as esquinas
Outros por serem fogosos na hora em que deveriam
Fazer amor, e não fazer sexo.

Ser um verdadeiro Homem é amar, sem pedir
É respeitar sem exigir
É sonhar junto mesmo dormindo em camas separadas
É confiar dando a liberdade

Ser um verdadeiro homem é conquistar a mesma mulher
todo dia de forma diferente
E com mais intensidade
É fazer com que essa mulher se apaixone a cada dia
Sendo sempre criativo
Fazendo cada beijo, ser sempre apaixonante
É saber a cada toque, levar a mulher a
Sentir os seus momentos de amor, cada vez mais intenso
E de forma mais romântica
É Manter sempre acessa a chama do amor que une as nossas almas

Ser um homem verdadeiro, é ser transparente, amante , amigo
Que a cada dia surpreende, conquista e ama

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Opção importante



Você já estourou pipoca que não tenha sido no micro-ondas? Se já o fez, deve ter observado a bela transformação do milho duro em pipoca macia.
Imagine o milho, fechado dentro da panela, sentindo cada vez mais o ambiente ficar quente. Deve pensar que a sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechado em si mesmo, ele não pode supor destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. Não faz ideia do que é capaz.
 Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece e ele aparece como uma outra coisa, completamente diferente: pipoca branca e macia.

Podemos nos comparar ao milho de pipoca. Somos criaturas duras, quebra-dentes, insensíveis, incompreensíveis. Tantas vezes, com uma visão distorcida da vida, sem valores reais.
Também passamos por transformações quando passamos pelo fogo. É a dor. São situações que nunca imaginamos vivenciar. Pode ser um fogo de fora: um amor que se vai, um filho que adoece gravemente, o emprego perdido, a morte de um amigo, de um irmão.
Pode ser um fogo de dentro, cuja causa demoramos para descobrir e que nos atormenta por largo tempo: medo, ansiedade, depressão, pânico.
Enquanto estamos sofrendo a ação incômoda do fogo, desejamos ardentemente que ele se apague, a fim de que tenhamos repouso das dores.
Contudo, sem tal sofrimento não acontecerá a grande transformação. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosas. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser está ótimo.
Por sua vez, existem pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Acham que não pode existir nada mais maravilhoso do que o jeito delas serem.
A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. Essas podem ser comparadas ao piruá, aquele milho que se recusa a estourar e fica no fundo da panela, depois do alegre estouro da pipoca.
Lamentavelmente, essas criaturas não se permitem transformar na flor branca e macia para dar alegria a alguém. Não desejam se tornar mais maleáveis, doces, amorosas.
Perdem a chance de conquistar amizades que poderiam, logo mais, se solidificar em amores para o futuro risonho.
Ser piruá ou pipoca estourada - eis uma opção. Os que desejamos ser felizes e fazer a ventura dos que nos cercam, aceitamos as lições das dores, tornando-nos mais afáveis, gentis no trato, ponderados no falar. Aprendemos a usar a empatia, a fim de compreendermos as dores alheias.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Será que precisamos?


Será que precisamos de tudo aquilo que desejamos ter?
Já paramos para pensar sobre isso?
Eis uma reflexão que necessita de nossa atenção, e que irá colocar em análise muitos de nossos valores.
Lembramos de uma passagem narrando que Mahatma Gandhi, depois de ter conseguido a independência da Índia, fez uma visita à Inglaterra.
Passeava com algumas pessoas pelas ruas de Londres, quando sua atenção foi atraída para a vitrine de uma famosa joalheria.
E ali ficou Gandhi, olhando as pedras preciosas e as joias ricamente trabalhadas.
O dono da joalheria imediatamente o reconheceu, e foi até a rua saudá-lo:
Muito me honra que o Mahatma esteja aqui, contemplando o nosso trabalho. – Disse ele. Temos muitas coisas de imenso valor, beleza e arte, e gostaríamos de oferecer-lhe algo.
Sim, estou admirado com tanta maravilha. – Respondeu Gandhi. E, mais ainda, estou surpreso comigo, pois sabendo que podia ganhar um rico presente, ainda consigo viver e ser respeitado sem precisar usar joias.


Outro Espírito muito sábio também se refere a essa mesma questão. O Dalai Lama, em seu livro A arte da felicidade, propõe a seguinte prática:
Toda vez que estivermos diante de algo que desejamos adquirir, algo que nos desperte o desejo, a vontade, indaguemos a nós mesmos: “Será que precisamos disso?”
Se nos deixarmos levar por um primeiro impulso responderemos: “Sim, é claro que precisamos”, pois ainda não racionalizamos nada.
Agora, se pensarmos um pouco mais, e deixarmos esse primeiro ímpeto para trás, conseguiremos descobrir se realmente estamos precisando daquilo.
Assim, assegura-nos o líder tibetano que não seremos facilmente seduzidos pelas conquistas materiais, que tendem a querer nos escravizar.
Nosso ser é frágil e ainda acha que precisa de recursos externos para assegurar sua felicidade. A baixa autoestima, por vezes, nos faz procurar no mundo algo que consiga elevá-la.
Comprar roupas, carros, joias pode trazer uma certa satisfação às nossas vidas, mas ela será apenas momentânea. Logo que o encanto com o novo passe, voltaremos ao nosso anterior estágio de felicidade.
O ser que busca a espiritualização vai encontrar os recursos para construir sua felicidade naquilo que não é matéria, vai encontrar a satisfação nos sentimentos, nas ações nobres que pratique em favor do outro, numa conversa amiga, na contemplação da natureza.
O ser que busca a espiritualização precisa rever seus valores, e não ceder aos apelos da mídia e dos modismos, conseguindo assim alicerçar sua felicidade em terreno seguro.
*   *   *
O Sábio dos sábios um dia ensinou:
Não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam. Mas, ajuntai tesouros no céu, onde nem a ferrugem destrói, e onde os ladrões não arrombam e nem roubam. Pois onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.
Pensemos nisso.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Estava Escrito...


É complicado eu e você, há uma forte ligação, entre eu e você, ás vezes não quero te ver, ás vezes finjo que não ligo, mas só penso em você e até posso tentar ser só uma amiga, mas não vai adiantar se você não se liga que é só você parar de tentar consertar, o que ficou pra tras, eu não quero lembrar é só você parar de me tratar tão bem, eu tô tentando te esquecer, mas toda vez que eu te vejo esqueço o porque, pra você não sei mentir, sei que nem você pra mim não adianta fingir.
Eu quase morro quando diz que pra você sou diferente, já te fiz feliz e até posso tentar ser só uma amiga, mas não vai adiantar se você não se liga que é só você parar de tentar consertar o que ficou pra tras, eu não quero lembrar é só você parar de me tratar tão bem, eu tô tentando te esquecer, mas toda vez que eu te vejo esqueço o porque. 
( Manú Gavassi )
Quando o destino escreve nas estrelas, não importa o que aconteça, não importa quanto tempo demore, não importa se tudo mudou, não importa se caminhos diferentes seguimos, sempre vamos encontrar um retorno e sem que nós percebamos voltaremos e nos reencontraremos, pois quando ta escrito nas estrelas, nenhum mero mortal ou qualquer outra coisa consegue apagar, se for pra ser, se nossa vida está ligada e está laçada no mesmo futuro, não importa o que aconteça um dia iremos se reencontrar e faremos o nosso destino se realizar.
Deixe que a vida lhe guie, ela saberá exatamente onde te levar, ela saberá extamente onde está cada coisa e ela te levará onde sua historia está escrita, ela te levará onde seu destino foi ligado e só o tempo te mostrará o caminho certo a seguir e o retorno que deverá percorrer, confie em você, confie no amor, ele sempre te guiará para o caminho certo.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Acredite!

Nossa visão do mundo é muito limitada. Mesmo nossos sonhos mais longíquous não nos permitem ir mais além quando nosso eu está ferido.
Quando tudo vai mal, quando não conseguimos acrescentar uma gota sequer de solução aos nossos problemas, começamos a ver o mundo como se tudo fosse cinza, como se tivéssemos o poder de ir apagando toda a beleza que está espalhada à nossa volta.

A questão nem é ser negativo, pois uma pessoa negativa o será sempre, mas é de ir deixando aos poucos de acreditar que algo possa ser mudado, simplesmente porque o tempo é interminável quando sofremos ou esperamos alguma coisa que tarda a chegar, ou ainda quando tomamos as dores dos outros acompanhando o movimento do mundo.

Mas mesmo quando tudo estiver cinza, quando as possibilidades de saída te parecerem como muros altos e instransponíveis, continue acreditando! Não deixe a peteca cair! 

Eu garanto que enquanto você se mantiver em movimento para construir alguma coisa, a esperança vai estar no seu caminho como uma vela acesa iluminando sua passagem.

As esperanças só morrem quando morremos em nós, quando deixamos de acreditar que a vida é esse monte de vivências às vezes contraditórias, doloridas e belas ao mesmo tempo.

Jamais permita que a tristeza tenha símbolo do seu nome! Que ela venha quando não puder evitá-la, mas que fique justo o tempo necessário para ensinar alguma coisa. Pare um pouquinho e olhe a natureza: ela nunca desiste! As estrelas continuam brilhando apesar dos vendavais que agitam as nuvens.

A solidão às vezes é benéfica, quando nos faz refletir sobre nosso eu e nossas razões de vida. Mas não deve ser uma companheira inseparável que nos isola do mundo. Há mãos estendidas na nossa direção. Sempre há! Só não vemos quando olhamos pra trás ou quando fechamos os olhos.

Mesmo quando não acreditamos em mais nada, Deus continua acreditando em nós. E Ele renova nossas forças, nos sustenta, nos mantém de pé, ainda se nossos joelhos se dobram e nos sentimos incapazes de continuar.

O importante é continuar essa aventura da vida, sem baixar os braços, sem baixar a cabeça. Temos todo o direito de cair, mas temos o dever de resistir.
Ainda que a lua se consuma e o sol desapareça, que o infinito se desfaça e a terra se perca, há esperança para cada um de nós. Eu acredito!

Letícia Thompson

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Aprendendo nas quedas


Por que será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e erramos?
O mundo não acaba quando nos enganamos; ele muda, talvez, de direção. Mas precisamos tirar partido dos nossos erros.
Por que tudo teria que ser correto, coerente, sem falhas?
As quedas fazem parte da vida e do nosso aprendizado dela.
Que dói, dói. Ah! Isso não posso negar! Dói no orgulho, principalmente.

E quanto mais gente envolvida, mais nosso orgulho dói. Portanto, o humilhante não é cair, mas permanecer no chão enquanto a vida continua seu curso.
O problema é que julgamos o mundo segundo nossa própria maneira de olhar e nos esquecemos que existem milhões e milhões de olhares diferentes do nosso.
Mas não está obrigatoriamente errado quem pensa diferente da gente só porque pensa diferente. E nem obrigatoriamente certo. Todo mundo é livre de ver e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e sobre o mundo. Às vezes acertamos, outras erramos. E somos normais assim.

Então, numa discussão, numa briga, páre um segundo e pense: "e se eu estiver errado?" É uma possibilidade na qual raramente queremos pensar. 
Nosso "eu" nos cega muitas vezes. Nosso ciúme, nosso orgulho e até, por que não, nosso amor. Não vemos o lado do outro e nem queremos ver. E somos assim, muitas vezes injustos tanto com o outro quanto com a gente mesmo, já que nos recusamos a oportunidade de aprender alguma coisa com alguém.

E é por que tanta gente se mantém nessa posição que existem desavenças, guerras, separações. Ninguém cede e as pessoas acabam ficando sozinhas.
E de que adianta ter sempre razão, saber de tudo, se no fim o que nos resta é a solidão? Vida é partilha. E não há partilha sem humildade, sem generosidade, sem amor no coração. 
Na escola, só aprendemos porque somos conscientes de que estamos lá porque não sabemos ainda; na vida é exatamente a mesma coisa. Se nos fecharmos, se fecharmos nossa alma e nosso coração, nada vai entrar. E será que conseguiremos nos bastar a nós mesmos? Eu duvido.
 
Não andamos em cordas bambas o tempo todo, mas às vezes é o único meio de atravessar. Somos bem mais resistentes do que julgamos; a própria vida nos ensina a sobreviver, viver sobre tudo e sobretudo.
 
Nunca duvide do seu poder de sobrevivência! Se você duvida, cai. Aprenda com o apóstolo Pedro que, enquanto acreditou, andou sobre o mar, mas começou a afundar quando sentiu medo. 
 
Então, afundar ou andar sobre as águas? Depende de nós, depende de cada um em particular. Podemos nos unir em força na oração para ajudar alguém, mas só esse alguém pode decidir a ter fé, força e coragem para continuar essa maravilhosa jornada da vida
.
 
Letícia Thompson

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Coisas esquecidas


Coisa boa é o tempo de namoro. Tempo quando sentimos que somos importantes. O outro preocupa-se, telefona, faz carinho, diz coisas ridiculamente lindas ao nosso ouvido, faz surpresas, dá a mão e beijos intermináveis.

Mas a longa convivência vai apagando aos poucos o essencial de um relacionamento. Acostuma-se tanto ao outro que certas coisas perdem o sentido.

Esquece-se do beijo na saída e na chegada. E... de antes de dormir.
Esquece-se do abraço bem apertado que diz tanto sem dizer nada.
Esquece-se de datas importantes e comuns aos dois.
Esquece-se de andar lado a lado.
Esquece-se do te amo, do estou feliz porque tenho você.
Esquece-se do poder de uma flor.
Esquece-se... do namoro!

Fala-se do passado como do bom tempo. Mas... passado!
E as pessoas surpreendem-se por viverem tão afastadas vivendo juntas. Um se deita mais cedo, o outro mais tarde; um se levanta, o outro fica. Fazem amor por obrigação.
Culpa de quem? Dois dois. Quando há um problema entre um casal a culpa é fatalmente dos dois lados. Uma coisa conduz a outra.

E muitos casais seguem assim. Juntos, apesar de tudo, cada um do seu lado sofre interiormente de solidão. Cada um sonha, secretamente, com emoções esquecidas, com grandes paixões. E ninguém pensa em reacender a brasa. Ninguém pensa em reconquistar o que se tem, justamente porque se tem. Mas há tanto que pode ser feito!

Lembre-se das coisas esquecidas! Lembre-se do início. O que foi mesmo que te conquistou no outro? Inversamente, pense no que foi em você que conquistou o outro coração. Reaviva a chama! Nunca permita que o essencial morra por causa de trabalho, estresse, filhos e atividades extras.

É essencial estar juntos. Mas, mais que isso, amar juntos de amor inteiro.
É preciso cuidar do amor como se cuida de algo frágil. A pessoa amada não faz parte dos móveis da casa. Cuide dela e cuide-se. Antes que a vida a dois caia no esquecimento.
Não se esqueça de lembrar-se das coisas esquecidas! Amor não é só coisa para os jovens não. Paixão faz bem em qualquer idade. Carinho nunca é demais. Atenção cativa. Reaprenda a amar aquela pessoa que um dia fez bater seu coração mais forte.

Muitas coisas podem ficar esquecidas. Mas o amor, ele mesmo, nunca se esquece!

Letícia Thompson

terça-feira, 2 de julho de 2013

Mundo da Mentira

Há realidades difíceis de suportar. Há situações tão dolorosas e tão irreais, embora cruelmente reais, que certas pessoas preferem negá-las, como se com isso pudessem apagar sua existência.

E para fugir desses punhais que rasgam a alma com tanta violência é que muitos preferem se refugiar num mundo invisível, sob uma redoma de proteção que as impedem de ver de perto e enfrentar o que tanto faz mal.

Essas pessoas, ao querer libertar-se de um peso, tornam-se escravas da própria dor. Sem justificativas, justificam-se na recusa da cura, que é o encarar a realidade e vê-la de maneira nova e diferente.

Essas pessoas, julgadas doentes, loucas e insanas são apenas uma pequena porcentagem de um mundo onde negar a realidade é a coisa mais banal que existe. Viver no mundo da mentira não é apenas ter um comportamento exclusivo dos que julgamos loucos.

Vive na mentira quem não aceita o fim de qualquer situação: amores que se desgastaram, filhos que cresceram, uma doença que chegou sem avisar, alguém que foi embora, escolhas que não aprovamos e todas essas pequeninas coisas do dia-a-dia que, pequenas, fazem parte da nossa vida.

Chorar e ficar calado num canto não muda nada do que vivemos, a não ser nos deixar à parte da vida que continua a correr do lado de fora. Fazer-se de cego e surdo não modifica a realidade do que não podemos controlar, nem o que os outros pensam e sentem.

Poderemos evitar os espelhos por algum tempo, mas não os evitaremos a vida toda.

Melhor que ignorar a realidade que nos machuca é pegar o que sobra dela e construir um novo mundo ou uma nova maneira de viver.

Se a chuva nos pega de surpresa, que então nos molhe completamente, que o sol nos seque, que o frio não nos impeça de sair de casa, que o calor não nos impeça de dormir, que a dor doa e parta e que a vida seja inteira, completa e real!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

A vontade de Deus


A vontade de Deus para nossas vidas é que sejamos felizes. É tão simples a resposta, que chega a ser surpreendente. Nada de equações complicadas, caminhos difíceis: Deus quer que sejamos felizes!

Nós complicamos demais as coisas para que possam fazer algum sentido nas nossas vidas. Na escolha de um trabalho, uma profissão, um caminho a seguir, quando não conseguimos saber exatamente o que queremos, dizemos que vamos esperar pela vontade de Deus.
E esperamos, esperamos... até que perdemos a oportunidade e depois nos consolamos dizendo: "não era da vontade de Deus." Que desculpa para justificar o que talvez tivesse sido nossa melhor oportunidade na vida! É por essas e outras razões que tantas pessoas caminham errantes durante toda a sua existência! A insegurança conduz à perda!
No amor é a mesma coisa. Usamos mesmo Palavra de Deus para justificar nosso medo de tomar decisões, de assumir.

Ora, não há na Bíblia nenhum lugar onde se diz que Deus escolhe uma pessoa para outra. Deus escolheu Eva para Adão, mas depois disso ele sempre dizia: "vai e escolhe." As pessoas distorceram essa verdade e usam isso como desculpa quando não têm certeza dos sentimentos. Dizem: "não sei se você é a pessoa que Deus separou para mim, vamos orar." O mais honesto seria dizer: "olha, não sei se te amo o suficiente para dividir o resto da minha vida com você, meu coração tem dúvidas." Deus não separou ninguém pra ninguém!!! Ele colocou homens e mulheres na terra para que esses pudessem se encontrar. É verdade que Ele quer que façamos a Sua vontade. Mas, justamente, fazer a vontade de Deus é ser livre para escolher. Quando duas pessoas se escolhem mutuamente, que seus corações se encontram e não duvidam do amor que sentem, o que podem fazer é pedir a bênção de Deus e Ele abençoa.

A vida é tão simples e a gente complica tanto! Deus é tão simples e temos tanta dificuldade em entendÊ-lo! É por essas razões que existem tantos desencontros no mundo, tantas pessoas sozinhas e infelizes. Estão sempre esperando "a vontade de Deus" de braços cruzados. Mas não é isso que Deus quer da gente. Deus nos quer ativos, buscando, construindo, encontrando, ousando. Deus nos quer livres, não dependentes, não escravos. Se você não faz nada na vida porque fica esperando saber qual é a vontade de Deus, saiba que a vida está passando e você ficando e que Ele não deseja nada mais que nossa felicidade.

Se fomos criados para a honra e glória de Deus, só felizes é que poderemos olhar para o céu com olhos brilhando e dizer que O amamos. Corações tristes só lamentam, só choram, só pedem.

Então, para saber o que vai te fazer feliz ou não, olhe com a alma para essa caixinha pulsando dentro do seu peito. O coração não nos engana. Se ele não duvida, ouse e siga em frente, pois essa é a vontade de Deus

Letícia Thompson

Deus colocou você exatamente onde deve estar. Não se apresse, tudo ficará bem!

Nada em nossa vida foge do controle de Deus, é Ele quem define o melhor momento para realizar nossos sonhos. A nossa vida não segue um manua...