quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

LÁ NO FUNDO, TUDO O QUE A GENTE PRECISA É DE AMOR!

Lá no fundo, a gente precisa se desnudar para as pessoas. Não há nada mais bonito do que poder olhar diretamente nos olhos de alguém e dizer o quanto sofreu ou o quanto é feliz , sem temer o desprezo nem a inveja.

Lá no fundo, tudo o que a gente precisa é de amor.

Tudo o que a gente precisa é ser aceito do jeito que somos. Querido e acolhido mesmo cheios de imperfeições.

Lá no fundo, tudo o que a gente precisa é conviver com pessoas que nos entendam. É horrível conversar com quem a gente precisa explicar mil vezes um sentimento, uma opinião. Lá no fundo , a gente quer cumplicidade. A gente quer falar com poucas palavras. Falar demais cansa. A gente quer falar com um arquear de sobrancelhas , com um sorriso. Não há nada mais bonito do que ser compreendido com um olhar.

Lá no fundo, tudo o que a gente precisa é conviver com quem não nos julga. Com quem não nos critica pelas menores falhas. Com quem respeita a profundidade das nossas feridas. Com quem não cutuca as nossas cicatrizes. Com quem minimiza os nossos defeitos.

Lá no fundo, a gente precisa conviver com pessoas que compartilham de memórias conosco. Que compartilham impressões. A gente precisa conviver com pessoas que se desnudam para nós e que olham em nossos olhos sem medo de serem elas mesmas.

Lá no fundo, a gente precisa se desnudar para as pessoas. Não há nada mais bonito do que poder olhar diretamente nos olhos de alguém e dizer o quanto sofreu ou o quanto é feliz , sem temer o desprezo nem a inveja.

Lá no fundo, a gente precisa de alguém que nos bote para dormir. De alguém que nos faça acreditar de que a vida vale a pena.

Lá no fundo, a gente precisa de alguém que nos queira sem mais, nem poréns. Que nos ame até nas nossas misérias.

Sim, lá no fundo a gente precisa de amor. Lá no fundo, quase tudo se resume a ter ou a não ter amor.

*Silvia Marques

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

PALAVRAS SEM ATITUDES SÃO MENTIRAS MAQUIADAS!

O amor é uma linguagem completa, um sentimento que não pode ser expresso apenas com palavras, porque uma linguagem não é composta apenas pelo que falamos ou escrevemos.

Atualmente, parece que muitas pessoas falam “eu te amo” com a mesma automação com a qual desejam “bom dia” sem ao menos olhar nos olhos do outro. Então, tome cuidado na hora de acreditar que você está sendo verdadeiramente amado ou amada.

O amor exige atitudes, ações, gestos cotidianos que devem concordar com as juras de amor nas redes sociais e as cartas apaixonadas. E não estou falando de flores, chocolates ou presentes. Pois as atitudes que revelam o amor verdadeiro são aquelas cujo dinheiro não pode comprar.

Aliás, dinheiro nada a tem a ver com o amor verdadeiro, pois este sentimento é comprovado com atitudes que custam algo mais valioso do que o dinheiro, ou seja, o nosso tempo.

Agora olhe ao seu redor e reflita: As pessoas que dizem te amar dedicam tempo a você? Separam um tempo precioso, de qualidade, para ter o prazer de tua companhia? Ou você tem que se contentar com as migalhas que caem da agenda lotada de alguém que te ama só com palavras, mas nunca te escolheu como prioridade em momento algum?

Palavras sem atitudes são mentiras maquiadas. São como pássaros que cantam, mas jamais alçam voo, jamais alcançam as nuvens. O amor é construído e comprovado no cotidiano. Assim, responda apenas para você: Quem diz que te ama, já abriu mão de outra programação para simplesmente estar contigo? Sem nenhum outro atrativo que não fosse a tua companhia, a tua presença?

Dedique-se a amar quem ama estar contigo em qualquer lugar.

*Rogerio Prado

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

NA VIDA NÃO HÁ RESPOSTAS CERTAS. VOCÊ PRECISA DE PERGUNTAS!

Já ouviu falar naquele dilema “dar o peixe ou ensinar a pescar”?

Há um provérbio chinês que fala que se der o peixe a um homem faminto, vai alimentá-lo por um dia, mas se o ensinar a pescar, ele se alimentará pelo resto da vida.

O mesmo acontece com as perguntas e as respostas. Dê as respostas e você não ajudará o outro a solucionar todos os seus problemas, mas faça as perguntas certas e ele conseguirá encontrar as melhores respostas para si e aprenderá a importância de questionar para encontrar as soluções.

Na escola, aprendemos que para cada pergunta, muitas vezes só há uma resposta certa. Nas exatas isso fica bastante claro. Em humanas, alguns professores buscam essa exatidão e dão como errada a resposta que a pessoa encontrou para si diante daquela pergunta.

Na vida, não há respostas certas. A questão é essa. Uma resposta que deu certo para um, não necessariamente será a melhor para outra pessoa. E é por isso que as perguntas são o caminho.

Muitas vezes esquecemos de buscar as soluções e as queremos prontas. Queremos que a família, os amigos, professores e o mundo nos deem as respostas. E tudo bem, isso pode dar ideias e abrir os horizontes, mas não necessariamente serão dadas as respostas certas para você, para a sua vida.

E por isso é importante se questionar se é para você aquela ideia, aquele conhecimento, aquele hábito, aquela escolha… Ou se é dos outros. Muitas pessoas escolhem uma carreira porque os pais disseram, muitas pessoas fumam porque os amigos fumam, muitas pessoas começaram a ficar fitness ou com o corpo tal porque está na moda. Essas respostas prontas são as certas para você? Tudo bem se for. Mas se questione. Por que você quer fazer isso? É realmente importante para você? Quais são as suas outras opções? Qual realmente é a melhor opção para você?

Por que eu preciso colocar silicone? Por que é importante que eu me forme? Qual é a importância para mim de casar e ter filhos? Quais são as minhas outras opções? O que realmente importa? O que eu vou escolher?

Decidiu? Então, qual será o seu primeiro passo?

* Aline Saramago

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

PARA QUEM QUISER JULGAR MEU CAMINHO, EMPRESTO MEUS SAPATOS!

Não julgue nunca sem conhecer as causas, porque aquele que se atrevesse a julgar pelas aparências, pelo externo, pelo incompreendido, periga ser julgado pelas causas mesmas que fixarão o juízo.

Assim como o valente desvia a direção da bala, o temeroso a atrai para si.

Duas coisas opostas jamais podem permanecer unidas; a presença de uma é a ausência da outra.

*Carlos Bernardo González Pecotche


Abaixo a mensagem do dia de hj. 

César



Quantas vezes você já teve que lidar com o julgamento alheio? Além de enfrentar todas as dificuldades diárias, também precisamos, às vezes, “engolir sapos” e carregar o peso da opinião de terceiros sobre o que fazemos ou deixamos de fazer.

***

Dizer que isso simplesmente não nos afeta pode, às vezes, não ser verdade.

Fazer ouvidos surdos a esses comentários, que ousam julgar nossas ações, nem sempre é fácil. Sobretudo se vêm da boca de pessoas importantes para nós: nossa família, amigos, professores, chefes, pessoas que consideramos autoridades e cuja opinião respeitamos.

Um verdadeiro amigo ou familiar não se atreveria a nos julgar sem conhecer a fundo nossas emoções ou todos os momentos vividos que carregamos sobre os ombros e em nosso coração.

Empreste seus sapatos, porque ninguém melhor do que você para conhecer a dor dos caminhos percorridos, os rios que teve que atravessar, as dificuldades que precisou enfrentar, às vezes sem pedir ajuda a ninguém… Hoje, convidamos você a refletir sobre isso.

O caminho que construímos e que nos definem

Você não é apenas essa pessoa que vê refletida no espelho. Não é apenas sua forma de vestir, ou as palavras que profere às outras pessoas.

Você é o seu caminho percorrido durante a vida, todas as suas experiências vividas e integradas no fundo do seu ser… Ninguém melhor do que você para saber o que motiva suas ações.

A própria pessoa apenas sabe o que teve que superar, suas decepções, dores, derrotas ou vitórias e o preço que pagou por cada uma. Então, por que algumas pessoas ousam, às vezes, a nos julgar sem saber, como se fossem donas de uma sabedoria universal?

Dois motivos comuns:

— As pessoas acostumadas a julgar os outros geralmente são as mais frustradas na vida.
— São pessoas insatisfeitas consigo mesmas que projetam sua necessidade de controle e intervenção nas vidas alheias.

É comum que muitos de nossos familiares tenham o hábito de nos julgar: “Você é muito ingênua, por isso que essas coisas acontecem com você”; “Você precisa amadurecer e enfrentar a vida como ela é”.

Julgam-nos com a intenção de nos ajudar e nos oferecer ensinamentos, mas na realidade nos desejam “encaixar” na maneira como eles pensam, de acordo com o que acham certo, errado ou mais adequado para nós.

Às vezes, quem julga seu caminho busca justificar a sua própria vida, desacreditando as outras pessoas. Diminuindo as escolhas dos outros. Infelizmente, isso é muito frequente.

Crítica construtiva sim, julgamento, não
Na realidade, quando essas pessoas nos julgam, não usam argumentos válidos, que sejam construtivos. Quase sempre buscam o ataque, a afronta ou o desprezo. Seus raciocínios são muito limitantes.

O que falta a esses “juízes” que adoram julgar os outros é a autocrítica. Não são capazes de valorar os seus próprios atos, suas palavras, para perceber que também cometem erros e que são capazes que causar danos a outras pessoas. Limitam-se a projetar suas críticas em outras pessoas.

Em geral, pessoas acostumadas a julgar nosso caminho não têm uma vida autêntica, com sonhos, paixões, amores e afetos que as ajudem a relativizar as coisas e abandonar o hábito de focar tanto na vida dos outros.

Como se defender dos julgamentos alheios

Frequentemente, dizemos a nós mesmos: “isso não me afeta”. Pode ser verdade, sobretudo quando o julgamento vem de um colega de trabalho ou de alguém com o qual não temos um vínculo mais íntimo. Esqueceremos com facilidade.

Mas o que acontece quando um amigo, seu companheiro ou um familiar julga o seu caminho?

Nestes casos, é comum que nos sintamos ofendidos e até mesmo feridos. A primeira coisa a fazer é manter a calma e refletir a respeito das seguintes afirmações, que servem para proteger nossa autoestima:

— “Eu sei quem eu sou, sei o que já superei e tenho orgulho por cada passo do caminho, por cada aprendizado que obtive a partir de meus erros”.

— “Apenas eu tenho o direito de me julgar, porque somente eu sei como me sinto e o quanto sou feliz com minha maneira de ser e com tudo o que consegui até hoje”.

Após haver reafirmado sua autoestima, evite revidar com comentários hostis, prejudiciais, vingativos. Se demonstrarmos desprezo ou raiva, será mais difícil superar os sentimentos negativos, e eles farão ainda mais dano.

Expresse sua decepção. Deixe claro que ninguém tem o direito de julgar você assim e que o simples fato de fazê-lo demonstra que não o conhecem bem. Portanto, é como se fosse uma traição, nos casos mais abusivos, quando a outra pessoa tem o objetivo de controlar, manipular ou usar você de alguma maneira.

Liberte-se de relacionamentos opressivos

Quem se atreve a criticar seus caminhos e suas experiências sem uma intenção pura de realmente desejar o seu bem, prova que não é um bom companheiro de viagem. E não importa que seja sua mãe, irmão, irmã, marido ou esposa.

Quem não aceita que, em alguma ocasião, você cometeu um erro e o julga por isso sente na verdade muita falta de amor por si mesmo e não se perdoa por seus próprios erros. Quem se vê como alguém que nunca comete erros ou toma decisões ruins carece de autocrítica e de empatia.

Se no dia a dia você apenas recebe julgamentos das pessoas ao redor, no fim, se sentirá escravizado pelas opiniões alheias. Não permita isso.

Nesses casos, será bom refletir se não vale mais a pena se distanciar de quem é incapaz ou não quer ver o seu valor, a luz que você transmite e a inteireza de sua vida.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O SEU MEDO É DE TENTAR OU DE NÃO CONSEGUIR?

Cada dia temos a oportunidade de dar um novo sentido a nossas vidas. Use com sabedoria o seu dia.
Abaixo a mensagem do dia de hoje. BOM DIA!

César



O que te trava de ir além, de mudar de vida, de buscar seu sonho é o medo de tentar ou o medo de não conseguir?

Você tem medo dos julgamentos e do que as pessoas vão pensar? Então entenda que se viver com o olhar para fora não ouvirá o que tem dentro de você gritando por atenção e o autoconhecimento é isso, é olhar para dentro, para a sua verdadeira essência.

É o autoconhecimento que nos permite conhecer nossos limites para dosar até onde ir, quando tentar, quando arriscar, por onde ir e quando parar. Quando temos consciência das nossas barreiras e dos nossos recursos internos, temos condições de criar o melhor planejamento possível para cada desafio.

Às vezes nos deixamos levar por fantasmas, pelo exterior, por ideias pré-concebidas do meio que vivemos. Porém, o julgamento é baseado no que cada um sabe sobre a vida, sobre o que cada um conhece das coisas e por isso, obviamente, poderão ser opiniões divergentes as nossas. E opiniões são simplesmente opiniões, não são verdades absolutas, e nem as nossas são.

Escute seu coração, dê chance para a sua intuição e deixe que o que vem de fora simplesmente seja barulho. Não deixe que o orgulho e o perfeccionismo te mantenham a vida toda no mesmo lugar porque nada cresce na zona de conforto. Permita que seu medo simplesmente seja um alerta para que vá com cuidado, não algo que te bloqueie e paralise.

Não existem fracassos, existem apenas resultados e até mesmo os mais desafiadores podem ser ressignificados quando você dá um sentido para eles, quando os olha com maturidade e escolhe focar no aprendizado que eles trouxeram.

Você vai conseguir vencer seu medo e vibrar na paz quando viver alinhado aos seus valores, não aos dos outros.

*Roberta Zanatta

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

NÃO IMPORTA QUANTAS VOLTAS VOCÊ DÊ, NINGUÉM TE AMARÁ COMO EU…

Hoje é dia de falar de amor na mensagem do dia.
Hoje também tem tradução ao vivo (10h). 
Abaixo a mensagem do dia de hoje. Espero que goste!

César

Minhas mãos estão suando. Meu coração está acelerado, batendo alto em meus ouvidos. Meus sentidos estão embaralhados, como um sistema entrando em pane… Sinto que vou colidir a qualquer instante.
Seu perfume tomou o ambiente como de costume, elementos ousados e notas olfativas dinâmicas e amadeiradas me entorpecem com facilidade, como se fossem uma droga, cuja única finalidade é me fazer sucumbir.
Sinto meu peito doer, meus sentidos me convidam a sair da sala. É como se não houvesse mais nada a ser feito, para tentar reconstruir aquele abismo intransponível que havia surgido entre nós.
O que eu poderia dizer para que você me perdoasse? Eu não me perdoaria, é verdade. Mas perdoaria você se fosse preciso… Lembro-me com clareza de você dizendo que me odiava, que eu despertava o monstro que existia dentro de você, que eu despertava todos os seus instintos mais primitivos…
Lembro-me de você dizer que tinha medo de me machucar, de se machucar… E de dizer que me amava na mesma intensidade… Também me lembro de você me perguntar como alguém poderia sobreviver a isso…
No entanto, estamos aqui novamente. Dividindo a mesma sala enquanto alguém fala sobre as próximas estratégias para semana que vem, sobre a porcentagem de lucro, sobre a próxima reunião na sexta às 16h… E a única coisa que eu consigo pensar é se em algum momento você vai me olhar, porque eu mal consigo respirar.
Eu não sei você, mas eu gostaria muito de consertar as coisas, de começar do zero, e nos transportamos direto para o presente, onde deveríamos estar vivendo o agora, ao invés de remoermos as mágoas, os erros e as dores do passado.
Eu sei que você é prático, e que um problema é um problema mesmo que você o ame. Mas eu juro baby, eu posso ser melhor pra você. Eu posso ser alguém melhor pra nós. Porque não importa quantas voltas ao mundo você dê, você nunca vai encontrar alguém que te ame como eu amo você.
Então, por favor, amor! Reconsidere. Você me ensinou a não ter vergonha do amor, de voltar atrás… Me mostre na prática como é ser alguém melhor… Melhor como você…
Deixe-me tocá-lo só mais uma vez, e permita-se sentir o amor reviver em nós, e que como por um milagre, você esqueça suas dores, seus rancores, seu ódio, todas as suas revoltas, e os seus muros caiam…
E a gente a gente possa, finalmente, voltarmos a sermos um.

*Ly Costta

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

NÃO HÁ FORÇA MAIS PODEROSA DO QUE O AMOR!

Nos ciúmes existe mais amor-próprio do que verdadeiro amor.
*François La Rochefoucauld.

Bom dia Amiguxos e Amiguxas, Abaixo a mensagem do dia de hoje. Compartilhe!

César


Não é o medo que me fará feliz. Digo isso a vocês, leitores. E para mim também. Não é o medo que trará felicidade.
É a entrega. A entrega dos meus sentimentos mais sinceros e a confiança de que não há força mais poderosa do que o amor. Não é sonho, conto, fantasia. É a amorosidade expressada em ações, atitudes e coragem.
Como posso, egoistamente, exigir de alguém o que nem eu estou doando? Pensem nisso, leitores, como é possível exigir amor e lealdade quando o medo te faz partir?
O medo bom é aquele cauteloso, que não permite arriscar nossas vidas diante dos perigos reais.
Mas há o medo que paralisa, engana, bloqueia os mais puros sentimentos, impede de viver as melhores emoções, destrói a sua vida (assim mesmo, dramaticamente) se você se deixar levar.
Não há cuidados com as palavras corretas e perfeitas em suas colocações para escrever esse texto, não hoje. Aqui estamos falando de sentimentos, daquilo que vem do coração. Imperfeito. Medroso. Como uma criança traumática que só quer carinho, mas incapaz de estender as mãos.
Conseguem entender? É da entrega que estou falando. Do primeiro passo partir de mim, de vocês, de nós. Para mudar o que há ao nosso redor, devemos mudar a nós mesmos… Já sabemos disso, não é?! Então, por quê? Por que deixamos de fazer e entregamos nosso amor antes, passamos uma vida inteira esperando receber amor sem que nós façamos isso. Não todos, não falo por todos, é claro. Mas é só olhar em volta e veremos que muitos não amam por medo de não serem amados.
Não que vocês sejam assim, acredito e espero que vocês sejam corajosos, esperançosos, confiantes de que o amor abre as portas dos caminhos mais lindos, fazendo de vocês pessoas amorosas. Mas falo por mim, talvez. Quanta coisa o medo faz a gente perder…
São nas dificuldades que o amor deve ser mais forte, nas provações que não se deve dar as costas, na dor do medo que deve-se amar cada vez mais. É a entrega. Primeiro doar para depois receber, e caramba, como é difícil! Como o ego pode nos destruir… O medo… A insegurança…
E para quê tudo isso? Chegaremos aonde, me digam, aonde chegaremos sem amor? Só isso deveria importar nesse mundo. Seria tão mais simples se desde o início tivéssemos ouvido os Grandes Mestres dizendo o quanto o amor é importante. Mas, não, somos tolos incrédulos querendo provar pela dor. E provamos, e sentimos, e nos arrependemos. E buscamos em vão pelo perdão daquele que queremos amor mas não amamos.
Ah, se todos soubessem que só o amor vale nesse mundo. Entrega. Demonstração. Ação. Você já disse àquela pessoa que a ama hoje?

*Leticia Santos

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

VOCÊ NÃO SE RESUME AOS ERROS QUE COMETEU…

Eu sei que, em algum momento da vida, você se pega pensando nos equívocos que cometeu no decorrer de toda a sua caminhada. Às vezes pode imaginar que os erros ou pecados te consumiram, que perdeu uma parte boa dentro de si e jamais irá recuperar, magoou pessoas que não mereciam, e que talvez nunca te perdoem pelo que fez, ou quem sabe você mesmo não consiga se perdoar.

O fato é que até o momento em que cerrarmos os olhos, e nos despedirmos desse mundo, iremos cometer erros. Nós somos assim. Somos seres humanos, e para que assim nos reconheçamos é preciso que sejamos imperfeitos.

A sabedoria é o resultado das imperfeições somadas à humildade. Aprendemos de diversas maneiras ao longo da vida, mas os grandes aprendizados são adquiridos por meio do erro. Quando falhamos em alguma área, e encaramos como uma oportunidade de aprendizado, nos tornamos sábios, gradativamente, e sem que percebamos vamos acertando as arestas, pelo caminho.

Talvez você tenha errado tanto com alguém, que imagine ter perdido a esperança, e a fé, em si mesmo, e na sua própria capacidade em fazer o bem, mas se levantar os olhos, encarar a situação, com sabedoria, saberá que existem infinitas possibilidades de acertos, se não com essa, mas com outra pessoa.

Não digo que isso deva se tornar uma frequente busca pela perfeição, mas sim que seja uma jornada norteada pela esperança, seja ela em fazer o bem ou em se tornar a melhor pessoa que pode ser.

Acredite que você não se resume nas coisas ruins que fez, em dado momento da vida, todos nós fazemos. Mas compete também a nós reconhecer as falhas, pedir perdão (perdoar-se), e seguir amparados pela perseverança e a humildade.

Gosto muito de uma frase atribuída ao papa Francisco que diz “Deus nunca cansa de nos perdoar, nós é que nos cansamos de pedir perdão”. Não sei se você é cristão, se acredita em Deus, entretanto independentemente da sua espiritualidade, sabe exatamente quando comete algum erro, quando faz algo que não tem orgulho em dizer, ou quando se sente mal, depois de alguma atitude.

Entretanto, não se limite e se restrinja a se enxergar apenas assim. Todos nós somos um conjunto de decisões, algumas erradas, e outras corretas. Algumas ruins, e outras boas. Apenas trilhe o seu caminho buscando o equilíbrio entre ambos os lados. Não exija perfeição de si mesmo, e saiba que você é mais do que pensa, pode ir além do que imagina, e as suas virtudes tem muito mais valor do que as suas falhas.

*Tania Menegusse de Britis

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ATÉ QUANDO VAIS SUPORTAR O QUE NÃO SUPORTAS?

Há dias um grande amigo fez-me esta questão “Até quando vais suportar o que não suportas?”.

Não sei! Na realidade não sei mesmo. Adorava ter um género de aparelho que conseguisse medir o quanto consigo aguentar o que não suporto. Mas para quê?

Parece que temos sempre aquela capacidade estúpida de conseguir aguentar o que não devíamos de conseguir de todo. Aquela capacidade de “eu suporto mais um pouco”, “eu sou forte para aguentar”, “eu consigo”, “é só até ao fim do mês, até ao fim do ano…”, até ao fim do raio que o parta.

E assim aguentamos relações amorosas, de amizade, de trabalho e por aí afora. Relação que nos queimam a alma, que nos destroem, que não nos enriquecem nem nos fazem crescer e desenvolver. Relações que nos tiram a respiração, não porque são tão boas, mas porque são péssimas.

E aguentamos, aguentamos mais um pouco, porque criamos metas, e quando chegamos a essas metas estendemos mais um pouco. E sempre só mais um pouco.

E este é o grande mal do ser humano: aguentar aquilo que é insuportável.

Aguentar a faca a espetar, a rodar, a entrar mais um pouco e ainda mais, e quando sai volta a espetar noutro lado. E nós? Nós sorrimos, colocamos a capa de que está tudo bem, tudo a andar, e continuamos a fantasia pura, na máscara completa, do aguentar o que é insuportável.

E até quando aguentaremos? A questão deveria de ser: Porque é que aguentamos?

Parece que temos a necessidade parva de testar o nosso nível de sobrevivência, de dor, de tudo aquilo que não interessa nem sequer especular. Deveríamos sim testar quantos minutos conseguimos rir sem parar, quantos dias felizes temos por mês, quantos elogios damos e recebemos, quantos abraços apertados tivemos e demos, quantos beijos que nos tiraram a respiração, quantos calores subiram de ver alguém.

Deveríamos preocupar-nos em sermos felizes todos os dias, em sorrir mais, em ajudar mais, em dar mais, em sermos mais. Sermos mais amáveis e gentis conosco e com os outros, perdoarmos mais, estarmos mais, ficarmos mais, resolvermos mais.

Porque na realidade a vida não se tem de aguentar, tem sim de se viver.  Tem de sonhar, construir e realizar.

Se há algo para aguentar que sejam os beijos no pescoço que arrepiam, as gargalhadas que fazem doer a barriga, as pernas a tremer quando vemos a pessoa amada, a excitação de surpreender alguém, as lágrimas de felicidade.

Não suportes o insuportável. Suporta tudo aquilo que te faz bem, que te quer bem, que te ouve bem, que te sente bem, que te faz sentires-te tu na tua verdadeira essência.

Suporta e deixa ficar aquilo que faz o teu coração brilhar!

*Diana Florindo

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

DEUS DEU UMA VIDA PARA CADA UM CUIDAR DA SUA!

Falar de coisas ruins, tragédias, mortes...fazer sensacionalismo dá IBOPE. Ainda assim eu prefiro falar de coisas boas, Acrescentar algo BOM á vida das pessoas. Obrigado por também ser uma pessoa do bem e estar aqui. BOM DIA !

César

A vida é minha, isso ninguém me falou: Quando eu cansei de te agradar.
Eu estou em mau humor tão grande que se essa mulher soubesse, não andava lerdamente na minha frente, por que as pessoas passeiam no mercado? Enfim…
Eu tenho um grande problema com os palpites alheios, os detesto. Deus deu uma vida para cada um cuidar da sua, mas as pessoas querem cuidar da do amiguinho, no caso eu. Se não fosse educada, te mandaria para um lugar tão, tão distante. Quer saber? Vai lá! Vai!
Engraçado como as pessoas sempre sabem o que você deve fazer, na sua saúde, na sua profissão, no seu peso, na educação dos seus filhos, se você deve ter filhos, quem devo amar, se devo amar, até a hora de casar, por mais que a vida delas estejam de cabeça para baixo, elas sempre sabem o melhor para você, tenha santa paciência! Deixa a minha vida. Pratica o desapego comigo!
Eu sempre quis ser melhor do que eu sou hoje, no sentido de evolução mesmo, melhor como pessoa, e por muito tempo eu achei que iria conseguir ouvindo as pessoas, achando mesmo que todo mundo me ama e queria me ver bem.

Lição 1: Se palpite fosse bom não se dava, vendia.

Lição 2: As pessoas querem te ver bem, mas nunca melhor que elas.

Lição 3: Se quer ser feliz de verdade, cala-te.

Não! Não é um palpite, foi o que eu descobri com a vida. Após anos ouvindo as pessoas, a única coisa que eu ganhei foram crises de ansiedade, pois eu queria simplesmente agradar a todos, e claro, eu nunca conseguia, e nisso tudo eu esqueci a única pessoa que importava para minha felicidade: eu.
Eu esqueci que a vida era minha. Colocava milhões de metas na minha vida, as quais no fundo não desejava, que eu sabia que não iria dar certo, não por incapacidade, porque não queria e ponto. Eu sabia das minhas limitações, mas não as assumia, aliás para uma menina de coração de gelo, ser feita de aço seria só mais uma consequência.
Mas eu não era de aço, não tinha coração de gelo, pelo contrário: eu era flor despetalada por dentro, que perdia a vida como uma flor que perde a seiva ao ser arrancada da terra. Quando todo mundo dormia eu chorava, no banho eu chorava, eu olhava fixamente os faróis altos do ônibus em alta velocidade, calculava a força do impacto sobre meus ossos. Seria mesmo feita de aço? Ou de sentimentos de aço?
Eu não sabia mais quem era, uma vida para agradar aos outros, tentando provar a todo tempo isso ou aquilo, por mais que não fosse importante para mim. Então eu vi que não estava abandonada por essa ou aquela pessoa, que não era Deus que tinha me abandonado, era eu a única culpada pela solidão e o vazio que me consumia a alma. Era eu, apenas eu, sempre fui eu.
Era eu que odiava minha imagem, meu peso, sempre achava que fazia as escolhas erradas, que talvez devesse comer fígado, tentava sempre alcançar além do que meu braço permitia, era eu… Que ouvia todas as críticas, acreditava e me corroia em uma agonia desejando sempre ser alguém menos ser eu.
E então eu comecei a olhar mais para as marcas que fiz, comecei a me aceitar, amar estar comigo, passei a gostar mais de minha companhia, algumas pessoas me olham torto com olhar de tristeza achando que é solidão, eu amo meus amigos, mas amo estar comigo também. E então passei a me amar de verdade, e o melhor amar quem eu era.
Os palpites continuam chegando, de todos os lados, sobre todas as coisas. Você pode escutar, mas não ouvir tudo, fique com o que é bom, mas lembre-se: ninguém sabe o caminho da sua felicidade a não ser você. E quando se sentir perdido escute a sua alma, ela costuma gritar a direção correta nessas horas, basta ouvir. Agora sei que só eu posso dizer o que, ou quem me faz feliz, a vida é minha, e isso ninguém me falou.

*Luciana Fernandes

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

É ASSIM QUE OS RELACIONAMENTOS TERMINAM…

Os relacionamentos terminam quando você para de se comunicar.

Quando você para de dizer as coisas boas e difíceis, quando você para de dizer ao seu parceiro o quanto o aprecia, e quando você para de dizer-lhe o que te perturba, e começa a engarrafar suas emoções. Os relacionamentos terminam quando você começa a falar com todos sobre seus problemas, e se esquece de falar com seu parceiro primeiro, os relacionamentos terminam quando vocês não se explicam um ao outro, e você começa a explicar a si mesmo para outra pessoa.

Os relacionamentos terminam quando vocês param de mostrar amor e carinho um ao outro.

Quando você acha que o romance tem uma data de validade, quando você fica muito confortável e se esquece de mostrar ao outro o quanto se importa, quando você se torna tão certo de que seu parceiro não vai a lugar algum que para de mostrar apreciação ou se esforçar. Quando você começa a desvalorizá-lo, quando para de agradecer-lhe pelo o que faz e por quem ele é. Os relacionamentos terminam quando você mata o amor com suas próprias mãos, quando você afirma que o amor eventualmente desaparece e não há nada que você possa fazer sobre isso.

Os relacionamentos terminam quando vocês param de tentar entender um ao outro.

Quando você para de tentar estar lá para o outro, e quando você para de fazer todas as pequenas coisas que importam, as pequenas coisas que fazem do mundo um lugar melhor, como um sorriso genuíno, um toque de amor, uma palavra amável e deixar alguém saber que não tem que estar sozinho. Os relacionamentos terminam quando você estende as diferenças entre você e seu parceiro e acaba se sentindo sozinho.

Os relacionamentos terminam quando você decide não ser vulnerável.

Quando você não mostra a alguém seu verdadeiro eu, incluindo seus medos, inseguranças e todas as suas cicatrizes. Terminam quando seu parceiro sabe somente uma versão de você, quando você não o deixa ver as partes mais macias, mais delicadas de si mesmo. As partes que você não mostra a mais ninguém – as partes que ele poderia machucar. Terminam quando você tem medo de mostrar-lhe o quanto precisa dele ou como não pode imaginar sua vida sem ele. Terminam quando o ego substitui o coração.

Às vezes, os relacionamentos terminam porque não era para ser, mas às vezes terminam muito cedo, terminam por todas as razões erradas, terminam mesmo que pudessem ter durado, e terminam porque as duas pessoas eram muito teimosas, orgulhosas, assustadas e guardadas para se abrirem.

Alguns relacionamentos acabam porque eram um pouco difíceis, mas relacionamentos não devem ser fáceis, não devem ser perfeitos. Talvez a expectativa de que eles têm de ser perfeitos é o que os arruína.

Os relacionamentos terminam quando você os deixa morrer em vez de trabalhar duro para salvá-los.

*Luiza Fletcher

Flores, amor e perdão em vida

As flores mais bonitas não devem esperar o silêncio de um túmulo para serem entregues. O amor mais sincero não pode ser guardado para depois...