Por favor, cole na testa; escreva na agenda; coloque no fundo de tela do computador; grave como lembrete no seu celular: Você merece mais.
Às vezes, a gente esquece que limão é azedo, que muita bebida dá zonzeira, que sal em excesso faz mal. A gente esquece que banho gelado no inverno dói. Que o mundo dá voltas e algumas pessoas não mudam. Então, não esquece de se lembrar: Você merece mais.
A empolgação do momento, a carência que perturba, a mania de acreditar em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa faz a gente aceitar menos e se doar demais. A fantasia de um amor quentinho feito pão fresquinho faz a gente ver príncipe em sapo e perdoar o imperdoável.
O amor é uma via de mão dupla. Mão dupla de afeto, de atenção, de cuidado, de admiração e respeito. Quando um soma e o outro subtrai, a relação vai estar sempre no zero. A relação vai estar sempre vazia e conjunto vazio, como já dizia a matemática, é nulo, não faz diferença. Você merece mais.
Olhe para você. Para tudo que é. Quem te ama de verdade te acha interessante. Quem te ama se interessa em saber se você está bem. Como foi seu dia. Se você está triste ou alegre. Quem te ama te liga e manda mensagem. Todos somos interessantes aos olhos do amor.
Se o outro, o qual você chama de parceiro (ou quase parceiro), não se importa, ele é tudo menos parceiro. Ele não vai ser aquela famigerada parte que falta. Tudo bem, cá entre nós, essa parte sempre vai faltar, mas além de não ser a bendita parte que falta, ele vai levar de ti um outro pedacinho e de pedacinho em pedacinho você vai deixar de ser você, vai sumir.
Ei, seja realista. Olhe-se por inteiro. Nada de se achar muito ou pouco. Seja direta e pontual. Proteja-se. Você não achou seu coração no lixo.
*Por Vanelli Doratioto
terça-feira, 10 de abril de 2018
segunda-feira, 9 de abril de 2018
A dor educa. O erro ensina. O choro edifica.
Alguns dias não são nada fáceis. Nada está perfeito, nada dá certo. Tem dias que a gente só tem a fé mesmo. Porque falta força, falta ânimo, falta vontade de enfrentar os desafios. Mas e daí? Vai parar e desistir ou levantar a cabeça e prosseguir? Nem tudo está perdido. Mesmo nas dificuldades, o melhor a fazer é parar de se lamentar e dar graças à Deus por ter mais um dia pela frente, por ter motivos para seguir adiante, por ainda ter cada restinho de esperança que nos segura e tenta nos fazer menos fracos, tenta nos deixar mais fortes.
A dor educa. O erro ensina. O choro edifica. O importante é jamais cruzar os braços e nunca se considerar abatido. Tudo pode ser renovado, tudo pode ser mudado e tudo tem conserto. É só nunca parar quando estiver cansado. É só nunca achar que foi vencido. Olhe para a frente, deixe nas mãos de Deus aquilo que não consegue resolver agora. Cada coisa está onde está por uma razão. Sossega teu coração. Você não pode mudar aquilo que é pra ser. Mesmo dando errado agora, lá na frente vai dar certo e, nesse passar de tempo, a gente só precisa juntar forças, manter a cabeça erguida e acreditar. A gente vai entender. Rema pra frente esse barco, não deixe afundar. Um coração cheio de dúvidas não deixa lugar para a esperança. Uma cabeça cheia de pessimismo não encontra o caminho da vitória. Tenha autoconfiança, autoestima, resiliência e fé. Abra espaço para boas energias. Abra espaço para se reerguer.
Não existe força maior do que a força de acreditar no destino. Acreditar no futuro e saber que o cansaço e a dor de hoje valerão a pena e se transformarão em sorrisos de conquista e gratidão. Obstáculos surgirão todos os dias, vamos usá-los como trampolins para saltos cada vez maiores. Enquanto houver fé, nunca haverá barreiras insuperáveis, dificuldades intermináveis ou desafios impossíveis! Quando você percebe que o que tem a perder é tão pouco frente ao que está por ganhar, você se liberta, você desperta, você acredita e confia fortemente no que está por chegar. Você encontra a paz!
*Por Cleonio Dourado
A dor educa. O erro ensina. O choro edifica. O importante é jamais cruzar os braços e nunca se considerar abatido. Tudo pode ser renovado, tudo pode ser mudado e tudo tem conserto. É só nunca parar quando estiver cansado. É só nunca achar que foi vencido. Olhe para a frente, deixe nas mãos de Deus aquilo que não consegue resolver agora. Cada coisa está onde está por uma razão. Sossega teu coração. Você não pode mudar aquilo que é pra ser. Mesmo dando errado agora, lá na frente vai dar certo e, nesse passar de tempo, a gente só precisa juntar forças, manter a cabeça erguida e acreditar. A gente vai entender. Rema pra frente esse barco, não deixe afundar. Um coração cheio de dúvidas não deixa lugar para a esperança. Uma cabeça cheia de pessimismo não encontra o caminho da vitória. Tenha autoconfiança, autoestima, resiliência e fé. Abra espaço para boas energias. Abra espaço para se reerguer.
Não existe força maior do que a força de acreditar no destino. Acreditar no futuro e saber que o cansaço e a dor de hoje valerão a pena e se transformarão em sorrisos de conquista e gratidão. Obstáculos surgirão todos os dias, vamos usá-los como trampolins para saltos cada vez maiores. Enquanto houver fé, nunca haverá barreiras insuperáveis, dificuldades intermináveis ou desafios impossíveis! Quando você percebe que o que tem a perder é tão pouco frente ao que está por ganhar, você se liberta, você desperta, você acredita e confia fortemente no que está por chegar. Você encontra a paz!
*Por Cleonio Dourado
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Atração física não basta, tem que haver atração mental
Somente quem se desnuda para além do corpo é capaz de se entregar e de receber sentimentos verdadeiros. A superficialidade é como um muro que barra o que vem de dentro.Algumas pessoas nos atraem, de primeira, somente pela aparência, sem nem sabermos explicar o porquê direito. É a chamada atração física, que, muitas vezes, aproxima as pessoas, de início, para aventuras iniciais. No entanto, caso o físico não nos revele uma essência interessante, o relacionamento não dura, não se sustenta.
Embora, hoje, as aparências e superficialidades sejam supervalorizadas, em meio à rapidez que permeia todos os setores de nossas vidas, tornando-nos como que robôs ligados no modo automático, na maioria das vezes insensíveis, não existe relacionamento capaz de sobreviver somente pautado sobre a materialidade. Se sobreviver, será aos pedaços, desconexo, inverídico.
Viver não é fácil, ainda mais com as dificuldades que crescem a cada dia, ou seja, sem que tenhamos alguém que nos receba com verdade e transparência, ao final do dia, tudo ficará pior. Os pesos de fora então se acumularão aos que nos aguardarão no lar, onde o amor não estará. Ou ficamos com a nossa própria companhia, ou com alguém que nos seja recíproco, porque, ao menos em nosso tempo livre, teremos que nos distanciar do que é falso, vazio e irreal.
Conviver com alguém requer entrega, partilha, sinceridade, o que não se sustenta sob aparências e frivolidades. Atração física pode até servir para a aproximação, porém, o que faz o amor durar é exatamente o que não se vê, o que é de dentro, íntimo e pessoal. Somente quem se desnuda para além do corpo é capaz de se entregar e de receber sentimentos verdadeiros. A superficialidade é como um muro que barra o que vem de dentro.
O corpo envelhece, a pele enruga, os cabelos vão ficando brancos, a força física se esvai aos poucos, porém, sentimentos verdadeiros e recíprocos permanecem acesos e renovados a cada amanhecer. No final de nossas vidas, o sexo já não fará diferença alguma, mas sim as conversas entre nós e a pessoa amada. E é assim que o amor fica. E é assim que o para sempre não acaba.
*Por Marcel Camargo
quinta-feira, 5 de abril de 2018
O perdão depende exclusivamente do seu coração
O perdão é um ato que não depende do outro. Depende exclusivamente do seu coração. Da sua disposição para perdoar e seguir.
Não há barreira maior que aquela que colocamos em nossos corações, por meio do orgulho, medo, teimosia, ego.
Quando nos despimos disso, dessa necessidade de estar certo, do vitimismo e passamos a compreender que todos os atos e efeitos de nossas vidas foram de alguma forma atraídos por nós, temos uma maior compreensão dos processos, encontramos o entendimento, o caminho da cura e mais sabedoria para lidar com o nosso emocional.
“Sua consciência pessoal é responsável por tudo aquilo que vem para a sua vida e experiência pessoal. É sua consciência pessoal que traz para você o bem ou o mal”. (As Cartas de Cristo).
Você pode imaginar que jamais teria atraído algo parecido pra você, e que aquilo que chegou certamente foi enviado ao endereço errado. Mas, de acordo com as Leis Universais, nada está fora do lugar. Tudo é como tem que ser, tudo é perfeito.
E partir dessa de co-responsabilidade com a realidade é que compreendemos que tais experiências foram atraídas por nos seja para um resgate, uma vivência necessária, uma ação de efeito, trazida pelo seu subconsciente por vezes impregnado com traumas e emoções até mesmo trazido de vidas passadas, que podem irromper sua vida atual.
O perdão é uma arma poderosa, usada por uma alma nobre. E essa nobreza vem da humildade, vulnerabilidade, compaixão e verdade.
É preciso abandonar o preceito de que aquele que nos ofendeu merece todo o nosso ódio, desprezo, frieza e dessa forma devemos ser vingativos.
Não são somente aqueles que nos amam que merecem nosso amor. Na verdade, aqueles que nos feriram são os que mais precisam dele.
A vingança parte de uma fraqueza, de uma ação de ódio que envenena ainda mais as relações, e torna o que já era difícil ainda mais insuportável, podendo resultar em doenças físicas e psicológicas, traumas e novas mágoas. Não há evolução quando não há perdão. Fica como que estagnado, a realidade doente e sem possibilidade de cura para ambos.
O perdão é o mais sincero ato de amor que favorece a cura dos dois lados.
E não, não é necessário conviver com quem o magoou. O perdão não quer dizer “conviva com seu malfeitor”- mas sim, desprenda-se de todo sentimento negativo em relação a esta pessoa!
Há um engano em pensar que perdoar significa voltar a ser como antes e a aceitar a pessoa por perto. Há relações e pessoas tóxicas que o melhor caminho é o desprendimento de tudo o que nos faz mal. O afastamento da sua energia.
Porém, estamos nos transformando a todo o momento, e dessa forma é possível compreender também que as segundas chances são também importantes para as regenerações. Se você sente em seu coração esta necessidade, faça sem pensar no julgamento alheio. Seja livre em suas escolhas.
Estamos na escola da vida onde todos somos passiveis de erro, onde de fato aprendemos com eles, e só mesmo as relações humanas nos colocam em prova.
“Relacionamento é, sem dúvida, a universidade dessa grande escola da vida. ” Prem Baba
Ser mais tolerante e compassivo é matéria de estudo e prova prática.
Perdão é uma palavra derivada do latim que de forma abrangente significa “liberar tudo”. Quando você conseguir soltar o veneno que carrega em seu ser em relação a determinada pessoa, é que de fato você conseguiu perdoar.
Pode não ser tarefa fácil para muitos seres, e isso vai depender do quanto de amor esta pessoa carrega em seu coração.
Amor genuíno, amor ensinado por Jesus Cristo.
Deixar ir é um dos segredos da vida e o perdão faz parte disso. É a chave da libertação, da cura e que permite todo ser avançar!
É permitir apagar as memórias ruins para que não se enraízem e cresçam em nosso subconsciente, para que possamos atrair experiência positivas e não repetitivas.
“Sinto Muito, Me Perdoe, Eu Te Amo, Sou Grato”.
O processo do Ho´oponopono é de ser perdoar, agradecer a si próprio e enviar amor a si mesmo. É cura das memórias e do sofrimento.
Não há como controlar as ações de alguém contra nós, mas podemos escolher a melhor forma de agir diante de cada situação.
Purifique seu coração no amor. Abra seu chacra cardíaco para as experiências da vida.
A energia do Ho´oponopono permite desenvolver uma confiança em si, uma fé na alma para que a mente possa soltar o controle e o intelecto dar espaço para a intuição do coração.
Até hoje utilizamos muito o plano mental, o intelecto. O ego está ligado a esta esfera. Chegou o momento de sermos menos racionais e mais emocionais, mais alma, mais seres espirituais. O campo do coração favorece este entendimento. É hora de ativá-lo para as novas compreensões da vida, para uma regeneração no amor.
Tudo parte de nós. Se você quer um mundo pacifico, seja um ser pacifico. Se você deseja um mundo mais amorosos, seja este ser amoroso. A fragrância do seu ser ira inundar o planeta e atrair pra você lindas bênçãos.
Não seja como o camelo que carrega pesos desnecessários, e não questiona suas fraquezas. Busque se tornar uma criança novamente, inocente, mas repleta de sabedoria e amor.
*Por Anieli Talon
Não há barreira maior que aquela que colocamos em nossos corações, por meio do orgulho, medo, teimosia, ego.
Quando nos despimos disso, dessa necessidade de estar certo, do vitimismo e passamos a compreender que todos os atos e efeitos de nossas vidas foram de alguma forma atraídos por nós, temos uma maior compreensão dos processos, encontramos o entendimento, o caminho da cura e mais sabedoria para lidar com o nosso emocional.
“Sua consciência pessoal é responsável por tudo aquilo que vem para a sua vida e experiência pessoal. É sua consciência pessoal que traz para você o bem ou o mal”. (As Cartas de Cristo).
Você pode imaginar que jamais teria atraído algo parecido pra você, e que aquilo que chegou certamente foi enviado ao endereço errado. Mas, de acordo com as Leis Universais, nada está fora do lugar. Tudo é como tem que ser, tudo é perfeito.
E partir dessa de co-responsabilidade com a realidade é que compreendemos que tais experiências foram atraídas por nos seja para um resgate, uma vivência necessária, uma ação de efeito, trazida pelo seu subconsciente por vezes impregnado com traumas e emoções até mesmo trazido de vidas passadas, que podem irromper sua vida atual.
O perdão é uma arma poderosa, usada por uma alma nobre. E essa nobreza vem da humildade, vulnerabilidade, compaixão e verdade.
É preciso abandonar o preceito de que aquele que nos ofendeu merece todo o nosso ódio, desprezo, frieza e dessa forma devemos ser vingativos.
Não são somente aqueles que nos amam que merecem nosso amor. Na verdade, aqueles que nos feriram são os que mais precisam dele.
A vingança parte de uma fraqueza, de uma ação de ódio que envenena ainda mais as relações, e torna o que já era difícil ainda mais insuportável, podendo resultar em doenças físicas e psicológicas, traumas e novas mágoas. Não há evolução quando não há perdão. Fica como que estagnado, a realidade doente e sem possibilidade de cura para ambos.
O perdão é o mais sincero ato de amor que favorece a cura dos dois lados.
E não, não é necessário conviver com quem o magoou. O perdão não quer dizer “conviva com seu malfeitor”- mas sim, desprenda-se de todo sentimento negativo em relação a esta pessoa!
Há um engano em pensar que perdoar significa voltar a ser como antes e a aceitar a pessoa por perto. Há relações e pessoas tóxicas que o melhor caminho é o desprendimento de tudo o que nos faz mal. O afastamento da sua energia.
Porém, estamos nos transformando a todo o momento, e dessa forma é possível compreender também que as segundas chances são também importantes para as regenerações. Se você sente em seu coração esta necessidade, faça sem pensar no julgamento alheio. Seja livre em suas escolhas.
Estamos na escola da vida onde todos somos passiveis de erro, onde de fato aprendemos com eles, e só mesmo as relações humanas nos colocam em prova.
“Relacionamento é, sem dúvida, a universidade dessa grande escola da vida. ” Prem Baba
Ser mais tolerante e compassivo é matéria de estudo e prova prática.
Perdão é uma palavra derivada do latim que de forma abrangente significa “liberar tudo”. Quando você conseguir soltar o veneno que carrega em seu ser em relação a determinada pessoa, é que de fato você conseguiu perdoar.
Pode não ser tarefa fácil para muitos seres, e isso vai depender do quanto de amor esta pessoa carrega em seu coração.
Amor genuíno, amor ensinado por Jesus Cristo.
Deixar ir é um dos segredos da vida e o perdão faz parte disso. É a chave da libertação, da cura e que permite todo ser avançar!
É permitir apagar as memórias ruins para que não se enraízem e cresçam em nosso subconsciente, para que possamos atrair experiência positivas e não repetitivas.
“Sinto Muito, Me Perdoe, Eu Te Amo, Sou Grato”.
O processo do Ho´oponopono é de ser perdoar, agradecer a si próprio e enviar amor a si mesmo. É cura das memórias e do sofrimento.
Não há como controlar as ações de alguém contra nós, mas podemos escolher a melhor forma de agir diante de cada situação.
Purifique seu coração no amor. Abra seu chacra cardíaco para as experiências da vida.
A energia do Ho´oponopono permite desenvolver uma confiança em si, uma fé na alma para que a mente possa soltar o controle e o intelecto dar espaço para a intuição do coração.
Até hoje utilizamos muito o plano mental, o intelecto. O ego está ligado a esta esfera. Chegou o momento de sermos menos racionais e mais emocionais, mais alma, mais seres espirituais. O campo do coração favorece este entendimento. É hora de ativá-lo para as novas compreensões da vida, para uma regeneração no amor.
Tudo parte de nós. Se você quer um mundo pacifico, seja um ser pacifico. Se você deseja um mundo mais amorosos, seja este ser amoroso. A fragrância do seu ser ira inundar o planeta e atrair pra você lindas bênçãos.
Não seja como o camelo que carrega pesos desnecessários, e não questiona suas fraquezas. Busque se tornar uma criança novamente, inocente, mas repleta de sabedoria e amor.
*Por Anieli Talon
quarta-feira, 4 de abril de 2018
Nem sempre o amor é suficiente para duas pessoas ficarem juntas
Eles tentaram muito. Insistiram. Relevaram as diferenças, toleraram a distância, se desgastaram, se amaram, se machucaram. Ela guarda palavras não ditas, sonhos não realizados, trechos de uma vida que não se concretizou. Ele carrega os abraços dados, as noites em claro procurando uma saída, a ironia de gostar tendo que recuar.
Ela sabe que ele foi a pessoa certa na hora errada. Ele acha que um dia ela irá se arrepender por ter sido tão racional. Ela quis que ele mudasse. Ele se ressente por não ter sido aceito como é.
Nem sempre o amor é suficiente para duas pessoas ficarem juntas. Uma relação duradoura é feita de encontro, cumplicidade, admiração e parceria. Pode haver amor, atração, paixão… mas se faltar confiança, compreensão e respeito, não dura.
Às vezes, amar não é o bastante. Pensar na pessoa o dia inteiro não é o suficiente. Ter química, atração, desejo e sintonia não satisfaz. Às vezes é preciso mais. É preciso disposição e disponibilidade para uma relação; maturidade para uma união; fidelidade para apaziguar o coração; confiança, respeito, tolerância e perdão para uma real conexão.
Não adianta ter saudade se não tem maturidade. Não resolve pedir perdão chorando se no dia seguinte permanece maltratando. Não funciona dizer que ama quando todo o resto desanda.
Talvez um dia ela se lembre dele ao ouvir o antigo refrão que diz: “Eles se julgavam diferentes, como todos os amantes imaginam ser; faziam tantos planos que seus vinte e poucos anos eram poucos pra tanto querer…” . Então ela irá sorrir e entender que a vida é feita de caminhos tortos, e nem sempre querer é sinônimo de permanecer. Que o amor deles ficou distante, numa época que se perdeu. E que é por isso que de vez em quando as memórias vêm à tona, não como uma saudade doída, e sim como um afago doce no pensamento.
Ele irá saber dela e terá noção de seus próprios erros. Entenderá as pontas soltas e lamentará não ter tido mais maturidade. Sentirá falta dela nas horas mais improváveis e vez ou outra terá sonhos perturbadores. Mas ficará feliz por perceber que cresceram e souberam superar. Que nem sempre gostar muito de alguém é pré requisito para essa relação funcionar. Que às vezes uma relação dá mais certo com os ex amantes seguindo caminhos distintos e desejando o bem do outro do que caminhando lado a lado.
Enquanto a vida vai e vem, dentro deles permanece a lembrança um do outro. Pode ser que um dia se reencontrem e digam o que sentiram. Que o amor era perfeito, imperfeitas eram as pedras do caminho…
*Por Fabíola Simões
Ela sabe que ele foi a pessoa certa na hora errada. Ele acha que um dia ela irá se arrepender por ter sido tão racional. Ela quis que ele mudasse. Ele se ressente por não ter sido aceito como é.
Nem sempre o amor é suficiente para duas pessoas ficarem juntas. Uma relação duradoura é feita de encontro, cumplicidade, admiração e parceria. Pode haver amor, atração, paixão… mas se faltar confiança, compreensão e respeito, não dura.
Às vezes, amar não é o bastante. Pensar na pessoa o dia inteiro não é o suficiente. Ter química, atração, desejo e sintonia não satisfaz. Às vezes é preciso mais. É preciso disposição e disponibilidade para uma relação; maturidade para uma união; fidelidade para apaziguar o coração; confiança, respeito, tolerância e perdão para uma real conexão.
Não adianta ter saudade se não tem maturidade. Não resolve pedir perdão chorando se no dia seguinte permanece maltratando. Não funciona dizer que ama quando todo o resto desanda.
Talvez um dia ela se lembre dele ao ouvir o antigo refrão que diz: “Eles se julgavam diferentes, como todos os amantes imaginam ser; faziam tantos planos que seus vinte e poucos anos eram poucos pra tanto querer…” . Então ela irá sorrir e entender que a vida é feita de caminhos tortos, e nem sempre querer é sinônimo de permanecer. Que o amor deles ficou distante, numa época que se perdeu. E que é por isso que de vez em quando as memórias vêm à tona, não como uma saudade doída, e sim como um afago doce no pensamento.
Ele irá saber dela e terá noção de seus próprios erros. Entenderá as pontas soltas e lamentará não ter tido mais maturidade. Sentirá falta dela nas horas mais improváveis e vez ou outra terá sonhos perturbadores. Mas ficará feliz por perceber que cresceram e souberam superar. Que nem sempre gostar muito de alguém é pré requisito para essa relação funcionar. Que às vezes uma relação dá mais certo com os ex amantes seguindo caminhos distintos e desejando o bem do outro do que caminhando lado a lado.
Enquanto a vida vai e vem, dentro deles permanece a lembrança um do outro. Pode ser que um dia se reencontrem e digam o que sentiram. Que o amor era perfeito, imperfeitas eram as pedras do caminho…
*Por Fabíola Simões
terça-feira, 3 de abril de 2018
“Quando alguém julgar o seu caminho, empreste a ele os seus sapatos”
Nós somos a soma do que falamos, do modo como agimos, da maneira como tocamos uns aos outros. Mas também somos a soma de nossas emoções, pensamentos, alegrias guardadas e angústias não declaradas.
Ninguém sabe ao certo o que vai dentro do coração do outro. Ninguém tem a mínima noção dos fantasmas que assombram, da bagagem que carrega, das alegrias e saudades que abriga, das batalhas que trava, dos silêncios que suporta, das vitórias que celebra.
Porém, muita gente se acha apto para julgar o caminho alheio. Muita gente se considera assertivo para condenar as escolhas de terceiros.
Mas a verdade é que ninguém conhece por inteiro as batalhas que travo intimamente. Ninguém percorreu meu caminho com meus sapatos para saber onde apertam os meus calos. E por mais que imaginem conhecer, alguns passos dessa dança são só meus; e por mais que desejem ajudar, algumas pontes só eu posso atravessar.
Precisamos uns dos outros. Precisamos do olhar do outro que nos apoia silenciosamente ou nos faz recuar diante da gravidade das coisas e do mundo. Porém, não precisamos de juízes. Não precisamos de magistrados que decidem o modo como devemos viver ou habitar nossa própria história.
Cada um sabe o que carrega na bagagem. Cada um sabe de suas lutas íntimas e vitórias silenciosas. Cada um sabe onde seu sapato aperta, machuca, causa bolhas. Cada um sabe a hora de descalçar ou continuar. Cada um conhece seus limites, a necessidade de preservar a própria essência, a necessidade de ser coerente com seu coração. Então não é justo que alguém que nunca carregou aquela bagagem nem nunca calçou aqueles sapatos ache-se no direito de bater o martelo, intimar, condenar ou especular qualquer caminho ou escolha.
É preciso coragem para trilhar nossa história com coerência e autenticidade. Coragem para romper com aquilo que esperam de nós em contrapartida ao que queremos de fato. É preciso valentia para optar pelo amor próprio, pela honestidade. É preciso valentia para crescer e assumir nossos erros, incompletudes, abismos e asperezas do mesmo modo que nos orgulhamos de nossa doçura, leveza e capacidade de amar.
“Quando alguém julgar o seu caminho, empreste a ele os seus sapatos”. Só você sabe como chegou até aqui. Só você entende as batalhas e triunfos silenciosos que fizeram parte do seu caminho. E por mais que estejam junto de você, algumas pessoas simplesmente não entendem. E cobram por aquilo que não conhecem; julgam por aquilo que não experimentam. Talvez devessem olhar melhor para as próprias vidas, e se perguntar por que se incomodam tanto. Talvez devessem ser mais tolerantes consigo mesmos, afrouxando os cadarços de seus próprios calçados.
Já me deparei com erros pequenos ou grandiosos de pessoas que eu amo. Já escutei mentiras e acreditei nelas. Já me feri com atitudes que desviavam daquilo que eu acredito mas sobrevivi.
Às vezes as pessoas optam por um caminho que irá nos ferir, mas isso tem muito mais a ver com a vida delas do que com a nossa.
Então não cabe a nenhum de nós apontar o dedo. Não cabe a nenhum de nós expor o outro ao nosso julgamento, muitas vezes imparcial, já que somos “as vítimas”. Cabe sim ajudarmos a construir uma pessoa melhor, com amor, tolerância às diferenças, perdão e aceitação. Ninguém está livre de erros e, principalmente, ninguém sabe ao certo onde o sapato do outro aperta…
*Por Fabíola Simões
Ninguém sabe ao certo o que vai dentro do coração do outro. Ninguém tem a mínima noção dos fantasmas que assombram, da bagagem que carrega, das alegrias e saudades que abriga, das batalhas que trava, dos silêncios que suporta, das vitórias que celebra.
Porém, muita gente se acha apto para julgar o caminho alheio. Muita gente se considera assertivo para condenar as escolhas de terceiros.
Mas a verdade é que ninguém conhece por inteiro as batalhas que travo intimamente. Ninguém percorreu meu caminho com meus sapatos para saber onde apertam os meus calos. E por mais que imaginem conhecer, alguns passos dessa dança são só meus; e por mais que desejem ajudar, algumas pontes só eu posso atravessar.
Precisamos uns dos outros. Precisamos do olhar do outro que nos apoia silenciosamente ou nos faz recuar diante da gravidade das coisas e do mundo. Porém, não precisamos de juízes. Não precisamos de magistrados que decidem o modo como devemos viver ou habitar nossa própria história.
Cada um sabe o que carrega na bagagem. Cada um sabe de suas lutas íntimas e vitórias silenciosas. Cada um sabe onde seu sapato aperta, machuca, causa bolhas. Cada um sabe a hora de descalçar ou continuar. Cada um conhece seus limites, a necessidade de preservar a própria essência, a necessidade de ser coerente com seu coração. Então não é justo que alguém que nunca carregou aquela bagagem nem nunca calçou aqueles sapatos ache-se no direito de bater o martelo, intimar, condenar ou especular qualquer caminho ou escolha.
É preciso coragem para trilhar nossa história com coerência e autenticidade. Coragem para romper com aquilo que esperam de nós em contrapartida ao que queremos de fato. É preciso valentia para optar pelo amor próprio, pela honestidade. É preciso valentia para crescer e assumir nossos erros, incompletudes, abismos e asperezas do mesmo modo que nos orgulhamos de nossa doçura, leveza e capacidade de amar.
“Quando alguém julgar o seu caminho, empreste a ele os seus sapatos”. Só você sabe como chegou até aqui. Só você entende as batalhas e triunfos silenciosos que fizeram parte do seu caminho. E por mais que estejam junto de você, algumas pessoas simplesmente não entendem. E cobram por aquilo que não conhecem; julgam por aquilo que não experimentam. Talvez devessem olhar melhor para as próprias vidas, e se perguntar por que se incomodam tanto. Talvez devessem ser mais tolerantes consigo mesmos, afrouxando os cadarços de seus próprios calçados.
Já me deparei com erros pequenos ou grandiosos de pessoas que eu amo. Já escutei mentiras e acreditei nelas. Já me feri com atitudes que desviavam daquilo que eu acredito mas sobrevivi.
Às vezes as pessoas optam por um caminho que irá nos ferir, mas isso tem muito mais a ver com a vida delas do que com a nossa.
Então não cabe a nenhum de nós apontar o dedo. Não cabe a nenhum de nós expor o outro ao nosso julgamento, muitas vezes imparcial, já que somos “as vítimas”. Cabe sim ajudarmos a construir uma pessoa melhor, com amor, tolerância às diferenças, perdão e aceitação. Ninguém está livre de erros e, principalmente, ninguém sabe ao certo onde o sapato do outro aperta…
*Por Fabíola Simões
segunda-feira, 2 de abril de 2018
Fé em Deus, porque ele é justo. Agradeça por tudo, mesmo que o seu tudo seja pouco para você…
Fé em Deus, porque ele é justo!
Decida o que você quer.
Estabeleça um plano. Trabalhe nisso, todos os dias, com determinação, foco e vontade de vencer.
Não se preocupe tanto com o que os outros pensam sobre você.
E lembre-se: não importa quão receptivo, amável, e bem intencionado você seja, as pessoas vão te ver como elas veem a si próprios.
A culpa não é sua, a culpa não é de ninguém.
Acontece que todos têm seu próprio tempo de se encontrar, se descobrir, e não cabe a nós, julgar, porque cada pessoa que encontramos ao longo do caminho, está lutando suas próprias batalhas, então seja gentil com todos, principalmente aqueles que demonstram ser amargos, mal humorados e até grosseiros, porque eles são os que mais precisam de amor.
E por falar em amor, por favor, ame.
Ame sem receio, sem limites, só não se esqueça de se amar também.
Não se preocupe tanto em fazer o certo ou errado, preocupe-se apenas em fazer o melhor que você puder, com o que você tiver, aonde você estiver.
E quando você achar que não vai conseguir, comece fazendo o que é necessário, depois você faz o que é possível e quando menos esperar estará fazendo o impossível acontecer.
Acredite em milagres, porque eles acontecem a todo momento, abra os olhos do coração e aprecie a mágica da vida.
Escute a sua alma, ela fala, honre o seu espírito, ele é seu maior tesouro.
Fé em Deus, porque ele é justo, agradeça por tudo, mesmo que o seu tudo seja pouco.
*Wandy Luz
sexta-feira, 30 de março de 2018
E essa foi a grande mensagem da Páscoa
Reflexão da Páscoa: Morte e Ressurreição, entender isso é o fim do sofrimentoPáscoa é momento de reflexão, de falar de um assunto que não agrada a ninguém: a MORTE. Mas por que é um tema tão assustador se através dela Jesus anunciou a RESSURREIÇÃO?
Na sua visão, o que será de nós quando morrermos? Será que não seremos nada, do pó viemos e ao pó retornaremos? Ou deixamos um corpo e após um tempo voltamos em outro corpo também mortal? Mas até quando? Ou você acha que o corpo se separa da alma e vai para o inferno ou paraíso dependendo das ações de cada um? Será que ficaremos sentados à direita de Deus Pai ou simplesmente nosso espírito vai entrar na presença Dele?
Nossa!!! Tantas dúvidas e questionamentos!
Seja como for é difícil imaginar qualquer cena menos esperançosa do que a visão triste de um enterro. Isso acontece porque vemos um ser formado por sistemas biológicos, carne, ossos e sangue, no qual o corpo é a única realidade que conseguimos enxergar. Sofremos porque não conseguimos contemplar um mundo à parte disso e vivemos o fantasma da morte constantemente, seja através do medo, da raiva, da falta de confiança, da preocupação excessiva.
Por que sofremos e tememos tanto a morte se além dela está a Vida Eterna?
Esse cenário apenas muda quando nos remetemos à ressurreição de Cristo. E nisso a Páscoa é maravilhosa!!! Ela nos ajuda a lembrar da nossa verdadeira natureza, que é eterna. A Páscoa nos ensina que, uma vez que Cristo foi ressuscitado entre os mortos, a morte não tem mais domínio sobre ele. Nos mostra que a morte é a maior de todas as ilusões que vivemos nesse mundo de imagens e aparências.
Mostra que aquilo que tem valor não se perde com a morte. O que importa continua ao seu alcance, pois é seu. E o que é seu se mantém após deixar o corpo físico.
Vou repetir: Tudo o que você conquistou no mundo e que a morte pode tirar de você NÃO É SEU. Porque o que é seu a morte não tira. Tudo o que é seu vai com você seja pra onde for. O que não vai com você não existe para o seu SER REAL.
Por que empreender tanto esforço naquilo que você vai perder quando morrer?
Por que você acha que isso merece tanto investimento e sacrifício se não há ganhos reais? Se você quer investir em você de fato, invista naquilo que transcende a morte.
Nascimento e morte dizem respeito apenas ao corpo, e dão origem à ilusão de que o nascimento e a morte se relacionam com o real Ser.
A primeira vinda de Cristo representa a criação, pois Jesus é o filho de Deus. A segunda vinda de Cristo é a ressurreição e traz consigo o anúncio da vida eterna. Peça e permita que Jesus trabalhe na sua mente, pois você ainda está confuso para descobrir que o verdadeiro significado da ressurreição é a imortalidade.
E essa foi a grande mensagem da Páscoa.
Quando Jesus “morreu crucificado”, ele voltou mostrando que apesar de tudo o que aconteceu com ele, todo aquele calvário, ele estava VIVO. Jesus teve danos irreparáveis em seu corpo mas ele voltou e mostrou que ele vive. Ele mostrou e disse isso em palavras. “Porque eu vivo, vós também vivereis.” João 14:19
*Elaine Silveira
quinta-feira, 29 de março de 2018
Quantas vezes pensamos ser o fim, mas Deus nos mostra que é apenas um novo começo…
Lembra-se de quantas vezes você pensou que fosse o fim, mas Deus lhe mostrou que era apenas um novo começo?
Você se lembra de quando pensou que não ia passar por aquelas dificuldades? Tudo parecia impossível, a dor o consumia, a desesperança batia à sua porta. Parecia ser o fim, mas você deixou que sua fé fosse maior do que os seus problemas, e foi aí que você passou a ter novos horizontes. Percebeu que, de fato, tudo passa e que aqueles dias difíceis eram apenas a prova final que o levaria a um novo patamar.
Deus testa se estamos preparados para “passar de fase” e, quando nos encontra capazes, com a nossa fé maior do que os obstáculos, Ele nos mostra que certas situações não são o fim, mas apenas um novo começo.
A vida é assim, imediatista: os problemas nos pegam de surpresa, as dificuldades vêm quando menos esperamos e as dores sempre surgem, mas, se confiamos em Deus, nada é o suficiente para nos fazer desistir.
Ele silencia os nossos problemas, nos faz fortes para vencer as nossas dificuldades e arranca as nossas dores com as Suas próprias mãos. Deus é o socorro, sempre presente, daqueles que n’Ele acreditam.
Às vezes, os sofrimentos são a melhor prova de amor que podemos dar a Deus. Quando somos postos à prova é que mostramos o que temos dentro de nós: se o que tivermos em nosso interior for a fé inabalável, tudo servirá apenas para nos fortificar e fortalecer ainda mais a nossa crença nos caminhos de Deus, mas, se não, a alternativa das pessoas é se distanciar de Deus e culpá-lo pelo sofrimento que estão passando. E essa segunda alternativa é a prova de que certas pessoas só pregam a crença no Senhor quando tudo vai bem e isso é sinônimo de ingratidão.
Deus é amor, mas não pode ser culpado por todas as dores que o homem causa na terra, o livre-arbítrio dos homens O impede que faça do mundo apenas aquilo que traz felicidade.
Por isso, independente de todos os problemas e dificuldades que surgem no meu caminho, eu nunca perco a fé que tenho dentro de mim porque é ela quem me sustenta em todos os momentos da minha vida, principalmente nos mais difíceis nos quais o meu consolo sempre é Deus.
Devemos ser pessoas plenas de tudo aquilo que nos sustenta: cheios de fé e de confiança em Deus, porque só Ele pode nos mostrar que tudo pelo qual passamos é uma lição.
Tudo nos traz aprendizados e Deus é o mestre em nos ensinar. Com Suas lições aprendemos a confiar n’Ele; aprendemos que enfrentar certas situações é provar que elas nunca serão maiores do que o nosso Deus; aprendemos que não importa as nossas fraquezas porque, quando cremos em Deus, Ele é a nossa força.
Deus ensina a todo aquele que tem a paciência de escutá-lo, a fé de acreditar no que ouve e a alegria em saber que temos ao nosso lado todo poderoso, Aquele que nos sustenta sempre.
*Patrícia Regina de Souza
Você se lembra de quando pensou que não ia passar por aquelas dificuldades? Tudo parecia impossível, a dor o consumia, a desesperança batia à sua porta. Parecia ser o fim, mas você deixou que sua fé fosse maior do que os seus problemas, e foi aí que você passou a ter novos horizontes. Percebeu que, de fato, tudo passa e que aqueles dias difíceis eram apenas a prova final que o levaria a um novo patamar.
Deus testa se estamos preparados para “passar de fase” e, quando nos encontra capazes, com a nossa fé maior do que os obstáculos, Ele nos mostra que certas situações não são o fim, mas apenas um novo começo.
A vida é assim, imediatista: os problemas nos pegam de surpresa, as dificuldades vêm quando menos esperamos e as dores sempre surgem, mas, se confiamos em Deus, nada é o suficiente para nos fazer desistir.
Ele silencia os nossos problemas, nos faz fortes para vencer as nossas dificuldades e arranca as nossas dores com as Suas próprias mãos. Deus é o socorro, sempre presente, daqueles que n’Ele acreditam.
Às vezes, os sofrimentos são a melhor prova de amor que podemos dar a Deus. Quando somos postos à prova é que mostramos o que temos dentro de nós: se o que tivermos em nosso interior for a fé inabalável, tudo servirá apenas para nos fortificar e fortalecer ainda mais a nossa crença nos caminhos de Deus, mas, se não, a alternativa das pessoas é se distanciar de Deus e culpá-lo pelo sofrimento que estão passando. E essa segunda alternativa é a prova de que certas pessoas só pregam a crença no Senhor quando tudo vai bem e isso é sinônimo de ingratidão.
Deus é amor, mas não pode ser culpado por todas as dores que o homem causa na terra, o livre-arbítrio dos homens O impede que faça do mundo apenas aquilo que traz felicidade.
Por isso, independente de todos os problemas e dificuldades que surgem no meu caminho, eu nunca perco a fé que tenho dentro de mim porque é ela quem me sustenta em todos os momentos da minha vida, principalmente nos mais difíceis nos quais o meu consolo sempre é Deus.
Devemos ser pessoas plenas de tudo aquilo que nos sustenta: cheios de fé e de confiança em Deus, porque só Ele pode nos mostrar que tudo pelo qual passamos é uma lição.
Tudo nos traz aprendizados e Deus é o mestre em nos ensinar. Com Suas lições aprendemos a confiar n’Ele; aprendemos que enfrentar certas situações é provar que elas nunca serão maiores do que o nosso Deus; aprendemos que não importa as nossas fraquezas porque, quando cremos em Deus, Ele é a nossa força.
Deus ensina a todo aquele que tem a paciência de escutá-lo, a fé de acreditar no que ouve e a alegria em saber que temos ao nosso lado todo poderoso, Aquele que nos sustenta sempre.
*Patrícia Regina de Souza
quarta-feira, 28 de março de 2018
Nada que começa com um “vamos dar um tempo” pode dar certo
No termo técnico, “stand by” significa deixar um aparelho ser movido com pouca energia, mas não desligá-lo totalmente. Isso permite que, a qualquer momento, você pode ligá-lo rapidamente, sem precisar esperar o carregamento dos servidores de energia. Quando trazemos o termo “stand by” para os relacionamentos, a definição não é tão boa assim.
Provavelmente, se me pedissem um conselho no meio da rua sobre o tema, eu diria que essa conversa de “dar um tempo” é a maior palhaçada que existe, mas, nos textos, a mensagem deve ser mais leve. Então, que assim seja.
Sejamos realistas: essa história de “dar um tempo” no relacionamento não existe. Na verdade, os adeptos da situação, são pessoas convenientes que preferem deixar o parceiro à espera da sua decisão, enquanto aproveitam o melhor da vida de solteiro. E, o pior é que, a sociedade, parece encarar como normal essa atitude e denomina o famoso “tempo”, como um “suspiro de vida” para o relacionamento”.
Não me leve a mal, mas na vida, há verdades que precisam ser ditas e “toda vez que alguém quiser deixar o relacionamento em stand by, está na hora de seguir sozinho” é uma delas.
Atualmente o “vamos dar um tempo” está modernizado. Disfarçado de “não sei o que estou sentindo” ou “preciso colocar na balança o que sinto”, acorrenta vítimas e deixa presas pessoas maravilhosas que deveriam estar livres para amar.
Pela razão “tempo” é a única coisa que não deveria ser pedido, nem deveria ser dado, até porque, não o temos. Ninguém sabe o amanha. A vida acontece hoje! Mas, os audaciosos de plantão trabalham com o tema como se fossem donos dele.
Pare de carregar culpas que não são suas. O fato do relacionamento não estar dando certo, nem sempre tem motivos palpáveis. O problema não é você, são as migalhas que você aceita. Não é ser tratada como segunda opção, é aceitar isso. Está na hora de entender que há coisas que valem a pena e coisas que não. Perder a própria paz esperando o outro decidir o rumo do relacionamento é, no mínimo, loucura.
Amar é transbordar. É querer estar perto. É, como dizia Antonie de Saint- Exupéry, “olhar juntos na mesma direção”. Quando o amor não acontece em toda a sua totalidade, não merece continuar. Entenda que é melhor investir tempo se curando, do que perder tempo de iludindo.
*Por Pamela Camocardi
Provavelmente, se me pedissem um conselho no meio da rua sobre o tema, eu diria que essa conversa de “dar um tempo” é a maior palhaçada que existe, mas, nos textos, a mensagem deve ser mais leve. Então, que assim seja.
Sejamos realistas: essa história de “dar um tempo” no relacionamento não existe. Na verdade, os adeptos da situação, são pessoas convenientes que preferem deixar o parceiro à espera da sua decisão, enquanto aproveitam o melhor da vida de solteiro. E, o pior é que, a sociedade, parece encarar como normal essa atitude e denomina o famoso “tempo”, como um “suspiro de vida” para o relacionamento”.
Não me leve a mal, mas na vida, há verdades que precisam ser ditas e “toda vez que alguém quiser deixar o relacionamento em stand by, está na hora de seguir sozinho” é uma delas.
Atualmente o “vamos dar um tempo” está modernizado. Disfarçado de “não sei o que estou sentindo” ou “preciso colocar na balança o que sinto”, acorrenta vítimas e deixa presas pessoas maravilhosas que deveriam estar livres para amar.
Pela razão “tempo” é a única coisa que não deveria ser pedido, nem deveria ser dado, até porque, não o temos. Ninguém sabe o amanha. A vida acontece hoje! Mas, os audaciosos de plantão trabalham com o tema como se fossem donos dele.
Pare de carregar culpas que não são suas. O fato do relacionamento não estar dando certo, nem sempre tem motivos palpáveis. O problema não é você, são as migalhas que você aceita. Não é ser tratada como segunda opção, é aceitar isso. Está na hora de entender que há coisas que valem a pena e coisas que não. Perder a própria paz esperando o outro decidir o rumo do relacionamento é, no mínimo, loucura.
Amar é transbordar. É querer estar perto. É, como dizia Antonie de Saint- Exupéry, “olhar juntos na mesma direção”. Quando o amor não acontece em toda a sua totalidade, não merece continuar. Entenda que é melhor investir tempo se curando, do que perder tempo de iludindo.
*Por Pamela Camocardi
terça-feira, 27 de março de 2018
De vez em quando um “deixa pra lá” faz milagres, e nos liberta a prosseguir
Faço o tipo certinha. Preocupada em não levantar polêmicas, me desviar de discussões acaloradas e tentar não desagradar ninguém. Prefiro o comodismo da imparcialidade à agitação do enfrentamento. Troco a necessidade de ter razão pela minha paz, e evito ao máximo me expor de forma que possa me arrepender depois. Porém, todo comportamento tem um preço. E o ônus de ser tão ajustada é sofrer quando alguma coisa sai dos eixos, e não ter a ginga necessária para sair ilesa de situações inesperadas, que invariavelmente ocorrerão.
Como boas meninas e bons meninos, fomos educados a não responder, a sermos cordiais e obedientes, a aceitar as frustrações com resignação, a controlar nosso gênio indomável, a engolir sapos e abrir mão de nossas indignações. Ninguém nos ensinou a chutar o pau da barraca, a dar de ombros, a tapar os ouvidos e exorcizar nossos incômodos. Porém, de vez em quando é necessário. De vez em quando um “deixa pra lá” faz milagres, e nos liberta a prosseguir.
Dia desses me deparei com uma música ótima da Lily Allen e não me contive. Dancei no mais alto som dentro do meu quarto, como não fazia há tempos. De porta fechada, cantei o refrão com vontade, dando um “deixa pra lá” a tudo o que ainda me afeta de forma desproporcional. Pra uma pessoa certinha como eu, foi uma libertação. A música, intitulada “Fuck you”, (com o perdão da palavra), foi feita para o ex presidente dos Estados Unidos, George W Bush; mas Lily incentiva a todos a entrarem no clima, como uma catarse. Juro que me senti mais leve; cantando, dançando, gesticulando e pensando em tudo aquilo que eu queria deixar pra trás.
Tudo tem um limite. E de repente, num dia qualquer, você acorda e se pergunta porque ainda dá tanta importância àquilo que te magoou, oprimiu ou te prende a um passado que não existe mais. Você começa a questionar as razões de ser tão perversa consigo mesma; de deixar que bobagens tão pequenas lhe tirem a leveza; de autorizar que minúsculos acidentes lhe desviem do curso perfeito de sua vida.
É preciso redimensionar os fatos. Parar de fazer “tempestade em copo d’água” por pouca coisa e tratar de atribuir menor significado aos acontecimentos ruins. Se fulano não te quis e isso está te dilacerando por dentro, comece a prestar atenção ao valor que você está dando a ele. Será que ele é tanta areia assim? Será que você não está supervalorizando alguém que não vale nenhuma lágrima sua? Será que não é hora de deixar pra lá? Simplesmente deixar pra lá?
Somente quando nos permitimos “deixar pra lá”, percebemos nossa força, nossa própria luz, nossa confiança e capacidade de superação. Descobrimos, com uma ponta de admiração, que sobrevivemos, que esquecemos, que seguimos adiante.
O problema é que muitas vezes nos apegamos às dores, mágoas, tristezas e traumas, como se isso desse significado a nossa vida. Planejamos pequenas vingancinhas, desejamos estar fortes para revidar, amarguramos palavras não ditas e cultivamos ressentimentos sem nos dar conta que o lado bom da vida só vai ter espaço em nossos dias se a gente deixar. Se a gente conseguir “deixar pra lá”, mandar tudo “praquele lugar”, dançar até ficar sem folego e enfim desapegar.
Quero ter ginga e jogo de cintura para sair ilesa dos pequenos arranhões da vida. Quero aprender a rir das pequenas peças que o destino me pregar e conseguir ter molejo diante das travessuras da existência. Quero valorizar o que merece ser reverenciado e conseguir dar um basta ao que me aprisiona, magoa ou fere. Que minha busca por leveza me liberte dos antigos nós e que, cheia de bom humor e renovada coragem, eu possa chutar o pau da barraca, dançar de olhos fechados, e finalmente repetir em alto e bom som o refrão de Lily Allen que diz: “Fuck you”…
*Por Fabíola Simões
Como boas meninas e bons meninos, fomos educados a não responder, a sermos cordiais e obedientes, a aceitar as frustrações com resignação, a controlar nosso gênio indomável, a engolir sapos e abrir mão de nossas indignações. Ninguém nos ensinou a chutar o pau da barraca, a dar de ombros, a tapar os ouvidos e exorcizar nossos incômodos. Porém, de vez em quando é necessário. De vez em quando um “deixa pra lá” faz milagres, e nos liberta a prosseguir.
Dia desses me deparei com uma música ótima da Lily Allen e não me contive. Dancei no mais alto som dentro do meu quarto, como não fazia há tempos. De porta fechada, cantei o refrão com vontade, dando um “deixa pra lá” a tudo o que ainda me afeta de forma desproporcional. Pra uma pessoa certinha como eu, foi uma libertação. A música, intitulada “Fuck you”, (com o perdão da palavra), foi feita para o ex presidente dos Estados Unidos, George W Bush; mas Lily incentiva a todos a entrarem no clima, como uma catarse. Juro que me senti mais leve; cantando, dançando, gesticulando e pensando em tudo aquilo que eu queria deixar pra trás.
Tudo tem um limite. E de repente, num dia qualquer, você acorda e se pergunta porque ainda dá tanta importância àquilo que te magoou, oprimiu ou te prende a um passado que não existe mais. Você começa a questionar as razões de ser tão perversa consigo mesma; de deixar que bobagens tão pequenas lhe tirem a leveza; de autorizar que minúsculos acidentes lhe desviem do curso perfeito de sua vida.
É preciso redimensionar os fatos. Parar de fazer “tempestade em copo d’água” por pouca coisa e tratar de atribuir menor significado aos acontecimentos ruins. Se fulano não te quis e isso está te dilacerando por dentro, comece a prestar atenção ao valor que você está dando a ele. Será que ele é tanta areia assim? Será que você não está supervalorizando alguém que não vale nenhuma lágrima sua? Será que não é hora de deixar pra lá? Simplesmente deixar pra lá?
Somente quando nos permitimos “deixar pra lá”, percebemos nossa força, nossa própria luz, nossa confiança e capacidade de superação. Descobrimos, com uma ponta de admiração, que sobrevivemos, que esquecemos, que seguimos adiante.
O problema é que muitas vezes nos apegamos às dores, mágoas, tristezas e traumas, como se isso desse significado a nossa vida. Planejamos pequenas vingancinhas, desejamos estar fortes para revidar, amarguramos palavras não ditas e cultivamos ressentimentos sem nos dar conta que o lado bom da vida só vai ter espaço em nossos dias se a gente deixar. Se a gente conseguir “deixar pra lá”, mandar tudo “praquele lugar”, dançar até ficar sem folego e enfim desapegar.
Quero ter ginga e jogo de cintura para sair ilesa dos pequenos arranhões da vida. Quero aprender a rir das pequenas peças que o destino me pregar e conseguir ter molejo diante das travessuras da existência. Quero valorizar o que merece ser reverenciado e conseguir dar um basta ao que me aprisiona, magoa ou fere. Que minha busca por leveza me liberte dos antigos nós e que, cheia de bom humor e renovada coragem, eu possa chutar o pau da barraca, dançar de olhos fechados, e finalmente repetir em alto e bom som o refrão de Lily Allen que diz: “Fuck you”…
*Por Fabíola Simões
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