E quando pensamos que tudo está perdido, que nada vai dar certo ou que estamos em um buraco negro e que tudo que conseguimos enxergar é a escuridão?
É como se estivéssemos em uma piscina gigante à procura da borda. Quando nos vemos diante dos nossos problemas e das incertezas da vida e só queremos uma coisa: respostas. Respostas a todos os nossos dilemas diários, dúvidas e medo. Respostas essas que só uma pessoa é capaz de nos dar: nós mesmos!
A vida, muitas vezes, nos deixa confusos, sem saber se as coisas que almejamos darão certo, acabamos por viver no preto e branco, à procura de luz. Luz essa que nos dá a paz interior que precisamos e que nos deixa aliviados e isento de dor.
Se você sente toda essa confusão, calma, eu te digo: há luz no fim do túnel!
Pode ser que você demore um pouco a encontrar ou que, talvez, não esteja procurando da maneira correta ou no lugar certo, ou talvez até já cruzou com ela e não percebeu.
Mas se você parar para pensar, para toda ação, há uma reação, a toda pergunta, uma resposta e para todo problema, há uma solução.
Basta seguirmos nossos corações, relaxar e pensar com clareza, mesmo com tanta escuridão. A dor é passageira e os problemas também são. Basta acreditar que venceremos os obstáculos e achar nossa luz no fim do túnel.
Muitas vezes, com a correria do dia a dia. acabamos por não achar nossa luz e paramos pra pensar ‘’por que comigo?’’
Se formos além desses pensamentos e colocarmos positividade em toda essa negatividade, encontraremos respostas a todas as nossas dúvidas.
Diante da angústia é difícil pensar com clareza, mas se tentarmos, sem desistir, com certeza, conseguiremos.
O primeiro passo é entender o que está acontecendo e depois parar para pensar: como posso resolver isso? Como encontrar tal solução? O que preciso fazer para me sentir melhor?
Todas essas respostas vêm com o tempo, só o tempo nos dá a nossa luz no fim do túnel.
Precisamos ser fortes para não fraquejamos em momentos difíceis, precisamos acreditar que nenhum fardo é tão pesado que não possamos carregar e que nenhum problema é tão difícil que não possamos solucionar!
Aprenda a solucionar seus problemas, a curar suas dores e a procurar sua felicidade. Problemas todos têm, o que nos diferencia é como iremos enxergá-los e solucioná-los. A vida sempre nos surpreende e quando a gente menos espera nossos problemas já estão solucionadas, nossas dores curadas e nossas angústias superadas. Por isso dê tempo a você mesmo, e acredite que tudo dará certo e que depois de tanto procurar, achamos aquele pontinho brilhoso que parece tão distante, aquele que tanto almejamos encontrar, aquele que nos dá tranquilidade e nos traz a paz interior, a nossa luz no fim do túnel!
E depois de tudo aprendemos uma coisa muito importante: a ser fortes em todos os momentos, com todos os obstáculos, sabe por que? Porque agora você sabe que existe luz no fim do túnel!
*Andressa Batista
terça-feira, 4 de julho de 2017
segunda-feira, 3 de julho de 2017
É dando que se recebe…
Às vezes ficamos magoados com as pessoas porque avaliamos que estas não se interessam por nós e por nossos problemas.
Acreditamos que o outro é indiferente, que nossos familiares não ligam a mínima pra gente, pais, irmãos, filhos, etc.
Mas vamos pensar no inverso, e nós nos preocupamos em saber como de fato está indo a vida dessas mesmas pessoas que consideramos ausentes e desinteressadas?
Ligamos para perguntar como eles estão? Oferecemos ajuda em caso de necessidade, sobretudo às pessoas que nos são mais próximas, dentro de nossos lares e de nossas famílias?
Marcamos presença mesmo que seja com um olá por telefone, e hoje em dia com tantas facilidades, não há desculpas para não dar um bom dia, perguntar sobre a pessoa, mandar um beijo, fazer-se presente?
Então! Se você fez uma reflexão sincera e chegou à conclusão de que não demonstra o seu interesse pelo outro, não se preocupa em saber da sua vida, o que está acontecendo com ele ou quando faz contato é porque tem algum interesse próprio por trás não terá o direito de queixar se de “abandono”.
Quantas vezes no último ano contatamos um amigo de quem dizíamos próximos, cujas circunstâncias da vida não mais permitiram um contato diário? Ou até mesmo um irmão que, muitas vezes, mesmo sabendo de uma situação desfavorável, nem mesmo temos a disposição de dar um telefonema e perguntar como ele se sente sobre o seu problema? Mesmo que não possamos ajudar de forma prática, a demonstração de interesse faz enorme diferença.
Então, nós nos julgamos no direito de ficar melindrados quando somos esquecidos, quando somos ignorados, quando estamos carentes e desejamos que as pessoas demonstrem afeto e interesse por nós e por nossas questões.
Sentimo-nos sós, como se fossemos o mais injustiçado dos seres humanos, pois esperávamos que o outro, através de sua bola de cristal, adivinhasse que não estamos bem, mesmo que nós mesmos tenhamos deixados de contatar há tempos essas pessoas, pois, muitas vezes, devido à correria da vida, nós nos afastamos até mesmo de pessoas por quem temos grande afeto e só vamos perceber essa distância na hora em que uma dor bate à nossa porta, quando nos sentimos fragilizados, só então vamos perceber a falta que faz aquele contato estreito
As relações são vias de mão dupla e como dizia São Francisco, “é dando que se recebe”.
Sem dúvida, ele não quis dizer com isso que devemos fazer coisas boas esperando recompensas, algo em troca, mas sim que a reciprocidade se retroalimenta, o que oferecemos nos é devolvido, de alguma forma, o que plantamos, invariavelmente, colhemos.
Então, antes de reclamarmos ausência ou desinteresse de alguém, analisemos o quanto somos disponíveis, o quanto demonstramos que estamos, ainda que em pensamento, conectados a eles e meçamos a frequência de nossa presença em suas vidas. Talvez aÍ, encontremos as respostas para o comportamento ausente daqueles que julgamos indiferentes conosco.
*Helena Fernandes
Acreditamos que o outro é indiferente, que nossos familiares não ligam a mínima pra gente, pais, irmãos, filhos, etc.
Mas vamos pensar no inverso, e nós nos preocupamos em saber como de fato está indo a vida dessas mesmas pessoas que consideramos ausentes e desinteressadas?
Ligamos para perguntar como eles estão? Oferecemos ajuda em caso de necessidade, sobretudo às pessoas que nos são mais próximas, dentro de nossos lares e de nossas famílias?
Marcamos presença mesmo que seja com um olá por telefone, e hoje em dia com tantas facilidades, não há desculpas para não dar um bom dia, perguntar sobre a pessoa, mandar um beijo, fazer-se presente?
Então! Se você fez uma reflexão sincera e chegou à conclusão de que não demonstra o seu interesse pelo outro, não se preocupa em saber da sua vida, o que está acontecendo com ele ou quando faz contato é porque tem algum interesse próprio por trás não terá o direito de queixar se de “abandono”.
Quantas vezes no último ano contatamos um amigo de quem dizíamos próximos, cujas circunstâncias da vida não mais permitiram um contato diário? Ou até mesmo um irmão que, muitas vezes, mesmo sabendo de uma situação desfavorável, nem mesmo temos a disposição de dar um telefonema e perguntar como ele se sente sobre o seu problema? Mesmo que não possamos ajudar de forma prática, a demonstração de interesse faz enorme diferença.
Então, nós nos julgamos no direito de ficar melindrados quando somos esquecidos, quando somos ignorados, quando estamos carentes e desejamos que as pessoas demonstrem afeto e interesse por nós e por nossas questões.
Sentimo-nos sós, como se fossemos o mais injustiçado dos seres humanos, pois esperávamos que o outro, através de sua bola de cristal, adivinhasse que não estamos bem, mesmo que nós mesmos tenhamos deixados de contatar há tempos essas pessoas, pois, muitas vezes, devido à correria da vida, nós nos afastamos até mesmo de pessoas por quem temos grande afeto e só vamos perceber essa distância na hora em que uma dor bate à nossa porta, quando nos sentimos fragilizados, só então vamos perceber a falta que faz aquele contato estreito
As relações são vias de mão dupla e como dizia São Francisco, “é dando que se recebe”.
Sem dúvida, ele não quis dizer com isso que devemos fazer coisas boas esperando recompensas, algo em troca, mas sim que a reciprocidade se retroalimenta, o que oferecemos nos é devolvido, de alguma forma, o que plantamos, invariavelmente, colhemos.
Então, antes de reclamarmos ausência ou desinteresse de alguém, analisemos o quanto somos disponíveis, o quanto demonstramos que estamos, ainda que em pensamento, conectados a eles e meçamos a frequência de nossa presença em suas vidas. Talvez aÍ, encontremos as respostas para o comportamento ausente daqueles que julgamos indiferentes conosco.
*Helena Fernandes
sexta-feira, 30 de junho de 2017
“De agora em diante eu gostaria de me defender assim: é porque eu quero. E que isso bastasse”
Tem dias em que a gente tem que se pegar no colo. Ouvir mais o que nosso interior quer dizer e respeitar os desejos genuínos de nosso coração.
É preciso muita maturidade para aprendermos a valorizar nossas escolhas. Para entendermos que a vida que nos cabe é a melhor vida possível. Para acreditarmos que temos a noção exata daquilo que é melhor para nós.
Durante muito tempo temos mais confiança no olhar de fora sobre nossa própria vida do que em nós mesmos. Aceitamos mais os conselhos alheios do que nossa própria intuição. E ficamos reféns dessa condução, desse direcionamento, dessa autorização. E pouco a pouco nos afastamos de quem somos, de quem gostaríamos de ser, do caminho que pretendíamos seguir. Relevamos nossos anseios e modificamos nossa história para caber dentro das expectativas de alguém.
Crescer é aprender a seguir com os próprios pés, ouvindo a própria voz, dando sentido às próprias inquietações. É reconhecer-se apto a fazer boas escolhas, a se posicionar diante das situações difíceis ou constrangedoras, a não se culpar quando decide enlouquecer de vez em quando.
Foi Clarice Lispector que disse: “De agora em diante eu gostaria de me defender assim: é porque eu quero. E que isso bastasse”. E tenho que concordar com Clarice, pois ninguém consegue viver com saúde por muito tempo tentando só agradar aos outros. Ninguém é feliz por inteiro se submetendo ao julgamento alheio. Ninguém cresce completamente se não aprende a recusar aquele convite, a impor limites, a fugir do combinado e negar um favor. Ninguém amadurece sem aprender a dizer “não” e dormir em paz com isso.
Há momentos em que temos saudade de nós mesmos. Sentimos falta de quem éramos antes de nos misturarmos a todo mundo e de nos ausentarmos de nossa própria vida. Sentimos falta de nossa versão mais cheia de amor próprio que não se anulava tanto pra querer agradar. Talvez seja esse o preço a pagar por não sabermos nos posicionar. O gosto amargo que temos que engolir por nos distanciarmos de nossa essência, da necessidade de recolhimento, da vocação de seguirmos nosso coração.
O importante não é somente avançar, mas saber se resguardar. Aprender a sossegar, a ficar consigo mesmo, a silenciar. Descobrir o que lhe faz bem, o que é de seu feitio, o que lhe deixa em paz e é coerente com seu jeito único de ser. Só você sabe do que é capaz, só você entende os passos que pode dar. E não cabe a você dançar uma dança que não é sua só pelo desejo de agradar. Não cabe a você cortar as próprias asas só para se enquadrar.
De vez em quando a gente tem que pisar duro para sobreviver. Só dar satisfações a quem interessa e abandonar inseguranças desnecessárias. Não ter medo de voltar atrás, de desistir de um projeto, de arriscar uma versão autêntica _ e talvez espantosa_ de si mesmo. Ter coragem de recusar um convite, de dizer “não” a uma proposta, de se expor como é de fato. Descobrir, não sem uma ponta de satisfação, que unanimidade é muito chatinha; e que bom mesmo é assumir o que eu quero… e que isso baste.
*Por Fabíola Simões
É preciso muita maturidade para aprendermos a valorizar nossas escolhas. Para entendermos que a vida que nos cabe é a melhor vida possível. Para acreditarmos que temos a noção exata daquilo que é melhor para nós.
Durante muito tempo temos mais confiança no olhar de fora sobre nossa própria vida do que em nós mesmos. Aceitamos mais os conselhos alheios do que nossa própria intuição. E ficamos reféns dessa condução, desse direcionamento, dessa autorização. E pouco a pouco nos afastamos de quem somos, de quem gostaríamos de ser, do caminho que pretendíamos seguir. Relevamos nossos anseios e modificamos nossa história para caber dentro das expectativas de alguém.
Crescer é aprender a seguir com os próprios pés, ouvindo a própria voz, dando sentido às próprias inquietações. É reconhecer-se apto a fazer boas escolhas, a se posicionar diante das situações difíceis ou constrangedoras, a não se culpar quando decide enlouquecer de vez em quando.
Foi Clarice Lispector que disse: “De agora em diante eu gostaria de me defender assim: é porque eu quero. E que isso bastasse”. E tenho que concordar com Clarice, pois ninguém consegue viver com saúde por muito tempo tentando só agradar aos outros. Ninguém é feliz por inteiro se submetendo ao julgamento alheio. Ninguém cresce completamente se não aprende a recusar aquele convite, a impor limites, a fugir do combinado e negar um favor. Ninguém amadurece sem aprender a dizer “não” e dormir em paz com isso.
Há momentos em que temos saudade de nós mesmos. Sentimos falta de quem éramos antes de nos misturarmos a todo mundo e de nos ausentarmos de nossa própria vida. Sentimos falta de nossa versão mais cheia de amor próprio que não se anulava tanto pra querer agradar. Talvez seja esse o preço a pagar por não sabermos nos posicionar. O gosto amargo que temos que engolir por nos distanciarmos de nossa essência, da necessidade de recolhimento, da vocação de seguirmos nosso coração.
O importante não é somente avançar, mas saber se resguardar. Aprender a sossegar, a ficar consigo mesmo, a silenciar. Descobrir o que lhe faz bem, o que é de seu feitio, o que lhe deixa em paz e é coerente com seu jeito único de ser. Só você sabe do que é capaz, só você entende os passos que pode dar. E não cabe a você dançar uma dança que não é sua só pelo desejo de agradar. Não cabe a você cortar as próprias asas só para se enquadrar.
De vez em quando a gente tem que pisar duro para sobreviver. Só dar satisfações a quem interessa e abandonar inseguranças desnecessárias. Não ter medo de voltar atrás, de desistir de um projeto, de arriscar uma versão autêntica _ e talvez espantosa_ de si mesmo. Ter coragem de recusar um convite, de dizer “não” a uma proposta, de se expor como é de fato. Descobrir, não sem uma ponta de satisfação, que unanimidade é muito chatinha; e que bom mesmo é assumir o que eu quero… e que isso baste.
*Por Fabíola Simões
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Nada como perdoar e esquecer: perdoar a pessoa e esquecer que ela existe!
Mesmo que consigamos perdoar, fato é que, muitas vezes, não teremos mais como continuar mantendo certas pessoas em nossas vidas, porque elas mesmas se encarregarão de nos afastar cada vez mais, com sua relutância em mudar.
Ninguém tem convicção certeira sobre o limite do perdão, porque nunca poderemos saber o que se passa realmente no coração do outro, ou seja, é impossível deduzir se quem recebe o perdão percebe tudo o que ali está envolvido. Isso porque muitas pessoas são perdoadas e, mesmo assim, não movem uma palha para mudar aquilo que machuca o outro. Tem gente que não sabe ser perdoada.
Ultimamente, somos constantemente aconselhados acerca da necessidade de perdoarmos as pessoas, para que limpemos as tralhas que os outros deixam em nossos caminhos.
Sim, perdoar realmente faz bem, pois é assim que conseguimos nos livrar de muita carga que atrapalha o nosso respirar e é assim que a gente prossegue. Mesmo assim, teremos que nos conscientizar de que muitos não sabem receber o perdão de ninguém.
Muitas pessoas não conseguem compreender que ser perdoado requer querer sê-lo. E quem quer receber perdão deve estar disposto a refletir sobre si mesmo, mudando os comportamentos que machucam os outros, forçando-se a tomar atitudes outras, porque é assim que a gente demonstra estar grato pelo perdão recebido. De que adianta, afinal, que nos perdoem, caso isso não nos leve a reflexão alguma sobre a forma como estamos vivendo as nossas vidas?
Se não precisássemos mudar, não teríamos que estar necessitando de que alguém nos perdoe por algo que fizemos ou deixamos de fazer. Aliás, existirão aqueles que nem mesmo conseguirão aceitar que precisam ser perdoados, pois, em seu mundinho, nunca fizeram nada de errado, nunca machucaram ninguém – imagina, tudo intriga da oposição, tudo melindres de gente mimada. Trata-se de gente que não muda, nunca, por nada nem por ninguém. Gente de quem afastar-se é questão de sobrevivência.
Mesmo que consigamos perdoar, fato é que, muitas vezes, não teremos mais como continuar mantendo certas pessoas em nossas vidas, porque elas mesmas se encarregarão de nos afastar cada vez mais, com sua relutância em mudar, presas que se encontrarão em meio ao próprio ego.
O importante é que estaremos livres e distantes de quem só machuca, para que possamos repousar nossas almas junto a quem erra, mas tem a capacidade de dizer “desculpa”, do fundo de seu coração.
*Marcel Camargo
Ninguém tem convicção certeira sobre o limite do perdão, porque nunca poderemos saber o que se passa realmente no coração do outro, ou seja, é impossível deduzir se quem recebe o perdão percebe tudo o que ali está envolvido. Isso porque muitas pessoas são perdoadas e, mesmo assim, não movem uma palha para mudar aquilo que machuca o outro. Tem gente que não sabe ser perdoada.
Ultimamente, somos constantemente aconselhados acerca da necessidade de perdoarmos as pessoas, para que limpemos as tralhas que os outros deixam em nossos caminhos.
Sim, perdoar realmente faz bem, pois é assim que conseguimos nos livrar de muita carga que atrapalha o nosso respirar e é assim que a gente prossegue. Mesmo assim, teremos que nos conscientizar de que muitos não sabem receber o perdão de ninguém.
Muitas pessoas não conseguem compreender que ser perdoado requer querer sê-lo. E quem quer receber perdão deve estar disposto a refletir sobre si mesmo, mudando os comportamentos que machucam os outros, forçando-se a tomar atitudes outras, porque é assim que a gente demonstra estar grato pelo perdão recebido. De que adianta, afinal, que nos perdoem, caso isso não nos leve a reflexão alguma sobre a forma como estamos vivendo as nossas vidas?
Se não precisássemos mudar, não teríamos que estar necessitando de que alguém nos perdoe por algo que fizemos ou deixamos de fazer. Aliás, existirão aqueles que nem mesmo conseguirão aceitar que precisam ser perdoados, pois, em seu mundinho, nunca fizeram nada de errado, nunca machucaram ninguém – imagina, tudo intriga da oposição, tudo melindres de gente mimada. Trata-se de gente que não muda, nunca, por nada nem por ninguém. Gente de quem afastar-se é questão de sobrevivência.
Mesmo que consigamos perdoar, fato é que, muitas vezes, não teremos mais como continuar mantendo certas pessoas em nossas vidas, porque elas mesmas se encarregarão de nos afastar cada vez mais, com sua relutância em mudar, presas que se encontrarão em meio ao próprio ego.
O importante é que estaremos livres e distantes de quem só machuca, para que possamos repousar nossas almas junto a quem erra, mas tem a capacidade de dizer “desculpa”, do fundo de seu coração.
*Marcel Camargo
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Soleado
Hoje tenho tempo
Tenho todo o tempo do mundo
Para pensar em nós
Para pensar em ti em mim
Em todas as pequenas coisas que fizemos
Que até agora não entendo
Por que te amo
Te amo e como te quero
Me deito nas nossas manhãs
E sinto o calor de nossos corpos juntos
Formando um acorde maravilhoso
Que nunca mais pude esquecer
Recordas as imagens cheias de carícias
E sussurros
Quanto sinto, quanto te quero
Tudo se acabou
Tudo se acabou como tudo acaba quase sem querer
Igual ao rio que se perde no mar
Não, não
Não foi culpa tua nem minha
Por causa desse bobo orgulho
Perdemos mil coisas boas
Mil coisas boas
Hoje tenho tempo
Tenho todo o tempo do mundo
E quanto mais penso
Mais te adoro te desejo
Tudo porque te amo
Eu te quero
Como te quero
Como te quero
Tenho todo o tempo do mundo
Para pensar em nós
Para pensar em ti em mim
Em todas as pequenas coisas que fizemos
Que até agora não entendo
Por que te amo
Te amo e como te quero
Me deito nas nossas manhãs
E sinto o calor de nossos corpos juntos
Formando um acorde maravilhoso
Que nunca mais pude esquecer
Recordas as imagens cheias de carícias
E sussurros
Quanto sinto, quanto te quero
Tudo se acabou
Tudo se acabou como tudo acaba quase sem querer
Igual ao rio que se perde no mar
Não, não
Não foi culpa tua nem minha
Por causa desse bobo orgulho
Perdemos mil coisas boas
Mil coisas boas
Hoje tenho tempo
Tenho todo o tempo do mundo
E quanto mais penso
Mais te adoro te desejo
Tudo porque te amo
Eu te quero
Como te quero
Como te quero
terça-feira, 27 de junho de 2017
O TEMPO DE DEUS
Todo propósito passa pelo teste do tempo. Não é fácil trilhar o caminho da espera, muitas vezes ele se torna amargo, pedregoso e espinhoso, por muitas vezes ele se torna pesado e nos faz pensar em desistir, e procurar atalhos.
Mas se queres atingir o “ÓTIMO” e não se conformar com os “MAIS OU MENOS” da vida, persista firme no caminho do propósito, Deus tem sempre o melhor para nós, e temos que aprender que Ele não nos fornece o que estamos queremos e sim o que realmente necessitamos, pois somente Ele sabe o que é melhor para nós.
A recompensa da espera é doce, boa e agradável. Nos traz paz, e nos faz feliz, pois se começamos a trilhar o caminho guiados pela vontade de Deus, certamente o final dele será perfeito.
O tempo de Deus jamais falha, ele serve para moldar-nos para receber a tão sonhada benção. É necessário que durante o caminho da espera, todo o seu pensamento esteja voltado para Deus, que Ele venha ser o centro da sua vida. Que o seu maior desejo seja desfrutar da sua preciosa presença.
Descanse em Deus, Ouça a voz Dele, prostrem-se a Ele todos os dias. Quando colocamos DEUS no centro da nossa vida tudo que precisamos é suprido por Ele. Ele é fiel e jamais abandona seu servo.O melhor de Deus virá sobre a sua vida, não precisa andar ansioso (a) por nada.
No tempo de Deus tudo acontece. Ouse sonhar os sonhos Dele para a sua vida, seja na área financeira, emocional ou espiritual. Peça a orientação de Deus antes de qualquer passo que queira dar, para que não venha tropeçar em alguma pedra e se machucar.
Aprenda: SE DEUS NÃO QUER EU TAMBÉM NÃO QUERO, POIS O QUE VIER DELE SE ENCAIXARÁ PERFEITAMENTE NO QUEBRA CABEÇA DA MINHA VIDA, ME TRAZENDO UMA FELICIDADE INFINITA.
Que as Bênçãos de Deus alcance sua Vida!
*Jader Menezes
Mas se queres atingir o “ÓTIMO” e não se conformar com os “MAIS OU MENOS” da vida, persista firme no caminho do propósito, Deus tem sempre o melhor para nós, e temos que aprender que Ele não nos fornece o que estamos queremos e sim o que realmente necessitamos, pois somente Ele sabe o que é melhor para nós.
A recompensa da espera é doce, boa e agradável. Nos traz paz, e nos faz feliz, pois se começamos a trilhar o caminho guiados pela vontade de Deus, certamente o final dele será perfeito.
O tempo de Deus jamais falha, ele serve para moldar-nos para receber a tão sonhada benção. É necessário que durante o caminho da espera, todo o seu pensamento esteja voltado para Deus, que Ele venha ser o centro da sua vida. Que o seu maior desejo seja desfrutar da sua preciosa presença.
Descanse em Deus, Ouça a voz Dele, prostrem-se a Ele todos os dias. Quando colocamos DEUS no centro da nossa vida tudo que precisamos é suprido por Ele. Ele é fiel e jamais abandona seu servo.O melhor de Deus virá sobre a sua vida, não precisa andar ansioso (a) por nada.
No tempo de Deus tudo acontece. Ouse sonhar os sonhos Dele para a sua vida, seja na área financeira, emocional ou espiritual. Peça a orientação de Deus antes de qualquer passo que queira dar, para que não venha tropeçar em alguma pedra e se machucar.
Aprenda: SE DEUS NÃO QUER EU TAMBÉM NÃO QUERO, POIS O QUE VIER DELE SE ENCAIXARÁ PERFEITAMENTE NO QUEBRA CABEÇA DA MINHA VIDA, ME TRAZENDO UMA FELICIDADE INFINITA.
Que as Bênçãos de Deus alcance sua Vida!
*Jader Menezes
segunda-feira, 26 de junho de 2017
O poder das nossas escolhas…
Porque você não é quem acha ser, mas, tão somente, aquilo que escolhe.Quem é que nunca teve aquele momento reflexivo a respeito da sua própria pessoa, o seu próprio eu? Quem somos nós? Creio que todos já passaram por isso. E é provável também que algum dia alguém já lhe definiu como alguém que você realmente jamais esperava que fosse, o que é algo bem frustrante.
Pensando nestes pontos muito comuns em nossas vidas, podemos analisar fatos muito importantes e cruciais das nossas vidas.
Se pararmos para pensar de uma maneira bem ampla, o mundo funciona a base de decisões. A nossa vida não é nada diferente, desde o momento em que acordamos, todos os dias, precisamos tomar muitas decisões — Sempre as melhores, é claro, e sem chances para voltar atrás.
Pode-se dizer que o sucesso de uma pessoa ou o seu fracasso se dá através das suas escolhas, sejam elas bem acertadas ou totalmente equivocadas, isso inclui muitas coisas como por exemplo: vida financeira, amorosa, profissional, entre outras. Sem contar a quantidade de pessoas que tremem de medo quando a vida lhes surpreende com uma tomada de decisão um pouco mais delicada e, muitas vezes, ficam sem saber o que fazer, deixando sua vida à mercê da própria sorte ou de alguma opinião alheia.
Mas o que todo mundo gostaria de saber mesmo é: como fazer as melhores escolhas? Não é mesmo?
Pois bem, pequeno gafanhoto, existe um princípio bem básico que pode ser definido como: ninguém se preocupa e se importa tanto com a sua vida quanto você mesmo — e Deus né, esperamos. É, parece muito óbvio, mas nem tanto. Isso porque cada pessoa e tão somente ela, sabe exatamente o que sente em relação a cada coisa e o que a faz ser muito feliz ou não.
Mas claro, sempre teremos as pessoas que nos cercam (amigos e familiares) e nos amam, e é claro, a opinião e o ponto de vista deles geralmente acabam influenciando nas nossas decisões, nas nossas escolhas. E não é algo maléfico, na grande maioria das vezes, porque estas pessoas querem realmente ajudar, mas nem sempre as divergências de opiniões e sentimentos se encaixam, por mais que sejam as opiniões daqueles que nos deram a vida e nos criaram. Isso porque muitas vezes vivemos em épocas diferentes, em um cenário totalmente diferente, com experiências totalmente diferentes das deles.
O que devemos sempre tomar cuidado é: até onde deixamos essas opiniões influenciarem as nossas escolhas? Qual é o limite?
Todos nós gostaríamos de ter essa resposta bem clara, mas ela nem sempre é assim tão explícita. Mas, de uma coisa podemos ter certeza: devemos sempre priorizar aquilo que sentimos ser a melhor escolha, pois se a escolha é para a nossa vida, então o efeito de tal escolha, sentiremos, diretamente, por nós mesmos, e por toda ela. Até porque amigos vêm e vão, familiares também não são eternos, mas a nossa vida dura para sempre.
Além de tais fatos, as nossas escolhas ainda podem influenciar diretamente naquilo que as pessoas pensam a respeito daquilo que somos. Pois cada um sabe a respeito do que pensa e como pensa, mas uma das únicas e mais eficazes maneiras das outras pessoas saberem a respeito de você é através das suas atitudes, ou seja, as suas escolhas! Isso é algo muito interessante, pois, frequentemente, as pessoas tomam decisões que vão de encontro com aquilo que elas pensam que são ou gostariam de ser, o que acaba gerando muitos problemas em diversos aspectos da vida.
Contudo, devemos tomar muito cuidado com nossas escolhas, não apenas aquelas grandes, mas cada pequena escolha que faz de nós quem somos, até porque, de simples escolhas também podem surtir efeitos enormes.
Devemos cuidar para não passarmos uma imagem perante aos demais que destoa em relação àquilo que esperamos de nós mesmos. Afinal, quem somos nós senão aquilo que escolhemos ser?
*Lucas Arthur Penz
sexta-feira, 23 de junho de 2017
Você é forte e corajoso o suficiente para ser seu próprio herói
Acima de qualquer coisa, acredito que as nossas escolhas e decisões determinam nosso destino, e não as nossas condições de vida, entende?Nós sabemos muito bem que algumas pessoas nasceram e cresceram em situações mais privilegiadas do que outras.
Mas eu e você também sabemos que existem aqueles que vão contra tudo e todos, que superam qualquer desvantagem, porque decidem fazer novas escolhas e decidem criar o tipo de vida que eles querem viver.
Essas pessoas nos lembram como é poderoso o espírito humano!
Querer, às vezes, é poder! Sim. Depende muito mais de nós do que das influências externas.
Quantas histórias já lemos, ouvimos ou até mesmo presenciamos, de superação, de grandes conquistas onde, aos olhos de muitos, não existia nenhuma chance.
Eu prefiro viver assim, eu prefiro ver o copo meio cheio, eu prefiro acreditar que é possível, sim, tudo e qualquer coisa que eu quiser, porque eu escolhi viver o lado colorido da vida.
Sim, eu sei que nem todos os dias são bons, mas eu também sei que existe algo bom, todos os dias.
Existe escuridão, mas também existe a luz.
Existe solidão, mas também existe companhia. O sol se põe e nasce de novo, todos os dias, e enquanto o sol descansa, a lua aparece e brilha. Dia e noite, sol e tempestade.
O que eu quero dizer é que toda moeda tem dois lados, e a boa notícia é: se não gostar do lado que a sua moeda cair, você, simplesmente, troca.
Então, vai lá e troca o lado dessa moeda logo, decida o que quer e joga-se, faça acontecer, brigue com as desvantagens que a vida lhe deu; elas não são irreversíveis, elas são mutáveis, e para melhorar, depende só de você.
Lembre-se disso, depende só de você.
Conviva com as dificuldades e dias ruins, de peito aberto, porque você é humano, sua vida não é perfeita, e ninguém nunca disse que seria, mas você é forte e corajoso o suficiente para ser seu próprio herói, então, chega de esperar por alguém que possa te salvar! É hora de agir!
*Wandy Luz
quinta-feira, 22 de junho de 2017
Deus ajuda a quem se ajuda!
Por vezes, cansamos. Por vezes, nós nos damos conta de que nem sempre estamos prontos ou somos assim tão fortes.
Aí, descansamos um pouco, por acharmos que também temos o direito de nos refazer de muitas coisas.
Daquele perdão que foi dado e a vida precisou seguir, daquele sentimento que ficou meio inacabado no peito, ficou faltando dizer aquilo que não se disse, mas que o silêncio tratou de selar como voz da consciência.
Por vezes, levantamos, olhamos para fora e pensamos: que dia é hoje, que momento é o meu ou o que preciso para prosseguir melhor, sem tantos tropeços?
Aí, você pensa: Deus ajuda quem se ajuda!
Aí, nós nos apegamos àquilo em que acreditamos mais e deixamos ir feito sopro, os pensamentos que não devem morar dentro de nós, feito intrusos, e que podemos escolher uma roupa que caia bem, podemos nos arrumar de acordo com o que o coração sente, sem despertar qualquer suspeita ao que nós realmente estamos buscando ou idealizando naquele instante.
Por vezes, caminhamos e não saímos do mesmo lugar.
O peso dos ombros, muitas vezes, não nos deixa mais leves e paramos várias vezes, teimando em achar que dá para ir com o peso extra que nem nos pertence.
Aí, novamente, vem a voz da consciência nos alertando, mostrando que ser bom é uma coisa, ser feito de bobo é outra e que gentileza gera gentileza, que respeito é essencial no caminho de qualquer um que queira mostrar a si mesmo que não precisa baixar o nível da vida, não precisa maltratar ou ser ignorante com quem quer que seja, muito menos se sentir o suprassumo do momento.
Por vezes não estamos num dia bom, ou vivemos um momento mais confuso dentro de nós.
Mas assim como os dias passam, todas as fases passam, e aí vamos deixando para trás aqueles nãos que serviram de alavanca, vamos desatando aqueles nós tão complicados que fizemos e que, muitas vezes, nem sabemos porquê.
Do sofrer ninguém estará livre. Mas garanto que um bocado de fé, de gratidão e pensamento mais leve, ajudará a cativar mais momentos bons.
Nós fazemos o nosso momento e nós podemos, tanto emburrar num canto, jogando a culpa em cima de todo mundo, como sair e dar a cara pra bater e mostrar que dá pra conquistar muitos sorrisos internos e espalhar boa vontade por aí.
A vida é agora, o ontem passou. Não devemos tentar aprisionar coisas que já não existem mais e que sabemos, não voltam.
Melhor tirar a venda do coração e abrir espaço para aquilo que Deus, com certeza, anda preparando para cada um.
Basta que a aceitação venha e que, a cada lição diária, a gente aprenda a ver tudo por outro ângulo.
Aquilo que, por vezes, fica meio nebuloso, escondido, apagado dentro do nosso subconsciente.
Viver é preciso. Acima de tudo, por nós
*Sil Guidorizzi
Aí, descansamos um pouco, por acharmos que também temos o direito de nos refazer de muitas coisas.
Daquele perdão que foi dado e a vida precisou seguir, daquele sentimento que ficou meio inacabado no peito, ficou faltando dizer aquilo que não se disse, mas que o silêncio tratou de selar como voz da consciência.
Por vezes, levantamos, olhamos para fora e pensamos: que dia é hoje, que momento é o meu ou o que preciso para prosseguir melhor, sem tantos tropeços?
Aí, você pensa: Deus ajuda quem se ajuda!
Aí, nós nos apegamos àquilo em que acreditamos mais e deixamos ir feito sopro, os pensamentos que não devem morar dentro de nós, feito intrusos, e que podemos escolher uma roupa que caia bem, podemos nos arrumar de acordo com o que o coração sente, sem despertar qualquer suspeita ao que nós realmente estamos buscando ou idealizando naquele instante.
Por vezes, caminhamos e não saímos do mesmo lugar.
O peso dos ombros, muitas vezes, não nos deixa mais leves e paramos várias vezes, teimando em achar que dá para ir com o peso extra que nem nos pertence.
Aí, novamente, vem a voz da consciência nos alertando, mostrando que ser bom é uma coisa, ser feito de bobo é outra e que gentileza gera gentileza, que respeito é essencial no caminho de qualquer um que queira mostrar a si mesmo que não precisa baixar o nível da vida, não precisa maltratar ou ser ignorante com quem quer que seja, muito menos se sentir o suprassumo do momento.
Por vezes não estamos num dia bom, ou vivemos um momento mais confuso dentro de nós.
Mas assim como os dias passam, todas as fases passam, e aí vamos deixando para trás aqueles nãos que serviram de alavanca, vamos desatando aqueles nós tão complicados que fizemos e que, muitas vezes, nem sabemos porquê.
Do sofrer ninguém estará livre. Mas garanto que um bocado de fé, de gratidão e pensamento mais leve, ajudará a cativar mais momentos bons.
Nós fazemos o nosso momento e nós podemos, tanto emburrar num canto, jogando a culpa em cima de todo mundo, como sair e dar a cara pra bater e mostrar que dá pra conquistar muitos sorrisos internos e espalhar boa vontade por aí.
A vida é agora, o ontem passou. Não devemos tentar aprisionar coisas que já não existem mais e que sabemos, não voltam.
Melhor tirar a venda do coração e abrir espaço para aquilo que Deus, com certeza, anda preparando para cada um.
Basta que a aceitação venha e que, a cada lição diária, a gente aprenda a ver tudo por outro ângulo.
Aquilo que, por vezes, fica meio nebuloso, escondido, apagado dentro do nosso subconsciente.
Viver é preciso. Acima de tudo, por nós
*Sil Guidorizzi
quarta-feira, 21 de junho de 2017
COMO EU FIQUEI DEPOIS DE VOCÊ…
A vida era assim, uma coisa estranha. Tentei relembrar minha vida antes da sua chegada, mas não consegui. Tudo agora tem seu desenho, seu cheiro, sua cor. Você não me deu respostas, mas foi a resposta para os meus questionamentos tão profundos.
Lembro de todas as vezes que, inutilmente eu procurava um canto para me esconder calada, pensando como você seria, sim eu já sabia que em algum momento da minha vida, você iria aparecer, e foi assim…
Então você chegou, não trouxe quase nada, veio com um sorriso sereno, algumas ideias revolucionárias, muitos sonhos e entrou para o meu mundo. Foi de repente. Era uma manhã de janeiro, sol, alegria e no meio das cores do verão eu vi o seu sorriso, tocava uma música, mas eu nem me lembro qual era, de repente tudo ficou em câmera lenta, seu sorriso, a música parou, as cores ficaram mais fortes e eu sorri dentro do peito.
E quando você sentiu meu olhar, veio como uma atração magnética até mim, o verão passou deixando marcado um forte sentimento entre nós e então você ficou. Começamos uma linda história, brincando, foram sonhos, devaneios, um mundo de possibilidades e uma louca vontade juvenil de acontecer com a vida a todo instante.
Nos embalamos com as folhas caídas do outono, você me abraça e a vida faz mais sentido, me aquece o corpo e a alma com seu amor que não sufoca, mas transborda cada parte do meu ser em luz e felicidade. Foram muitas xícaras de café, algumas taças de vinho, muitas anotações de um futuro de cores vibrantes e coração apaixonado, tudo parecia estranho, nunca foi tão fácil estar feliz. Dava até um medo de tão bom que era. O medo gosta de aterrorizar quem o sente, mas então chegou o inverno, tudo ficou sem cor e muito mais frio, não tinha folhas secas, a nudez das árvores, do corpo e da alma deixavam o sentimento confuso de: o que estou fazendo aqui?
E eu me perdi. Percebi que não era possível um relacionamento assim, precisamos de problemas e isso eu sei fazer muito bem. Consigo achar agulhas em palheiros, e chifres em cavalos. Então minha infantilidade cansou o seu amor, foi um vai e vem sem fim. Um disse que não disse, que não acabava mais e nós, nos esgotamos.
Eu ciumenta, você indiferente, foi a gota que precisava para encher e entornar do balde. Você foi embora com o fim do inverno. Meu coração parecia ter secado. Sem flores, nada de cores, nem som de alegria e o amor que não se fazia notar em nada.
Uma nova temporada começa sempre que algo termina. E na primavera o jardim estava florido. Me encantei, me apaixonei, senti novamente uma leve batida de vida no meu peito. Senti uma emoção estonteante e o sol encontrou meu rosto e me arrancou um sorriso: Tudo é lembrança – eu pensei. As flores me devolveram para mim, olhei para aquela aquarela de Deus e me animei. E então, no jardim de flores eu consegui ouvir alguns passos que eu conhecia tão bem, você voltou. Floresceu na minha vida como a primavera no jardim. E tentamos mais uma vez. Eu rindo à toa, você com o olhar distante, uma noite fresca de primavera, duas taças de vinho embriagando dois corações apaixonados e libertando duas almas acorrentadas em suas particularidades. A primavera foi como o verão. Me devolveu a alegria. A felicidade se tornou constante e a gente sorria sem motivo, bobamente sorridentes para qualquer coisa que passasse.
Chegou nosso verão. Você estava distante, mas eu não percebi. Estava ocupada demais sendo feliz e não me dei conta de que você não estava aqui, já fazia algum tempo. De vez em quando você pousava, mas a maior parte do tempo estava voando em outros jardins de carnaval colorido, de música mais alegre que tocava seu coração, então você sorriu e não foi aquele riso que eu já havia me acostumado, foi um sorriso de quem está partindo. Eu não podia fazer nada, a não ser permitir que você partisse.
E você foi. Levou sua felicidade para outro canto e deixou comigo, mais uma vez, a dor das lembranças que não servem para nada, não posso tocar, não posso viver, não posso nem sentir porque dói de mais. Eu tentei me levantar, mas me faltou tudo, vontade, esperança, sonhos. Esperei o carnaval chegar e ele chegou, me fantasiei de felicidade. Um sorriso de verdade brotou no meu rosto. Uma lágrima sincera caiu de um lado e nessa noite eu não fui colombina, o Pierrot me caiu melhor.
No carnaval, todo mundo é obrigado a ser feliz e eu fui, me refiz pela metade e hoje, sem ressaca de carnaval, sem tristeza no coração, sem mágoa e sem desamor, eu acordei. Meus olhos atentos logo enxergaram no reflexo da janela uma imagem que há muito tempo eu desconhecia, meus olhos estavam me devolvendo para mim.
Você me roubava e isso não era ruim, eu gostava da sensação de te pertencer e me encontrar nos seus olhos, mas essa sensação de agora, de me sentir devolvida, essa sensação era indescritível. Corri pro espelho para enxergar melhor, pra confirmar mesmo e pela fresta da janela eu vi um botão de flor, estava longe da primavera, mas estava perto de me desabrochar e nesse dia eu entendi meu amor. Nesse dia, começou uma nova história de amor, a história do meu amor!
*Carol Daimond
Lembro de todas as vezes que, inutilmente eu procurava um canto para me esconder calada, pensando como você seria, sim eu já sabia que em algum momento da minha vida, você iria aparecer, e foi assim…
Então você chegou, não trouxe quase nada, veio com um sorriso sereno, algumas ideias revolucionárias, muitos sonhos e entrou para o meu mundo. Foi de repente. Era uma manhã de janeiro, sol, alegria e no meio das cores do verão eu vi o seu sorriso, tocava uma música, mas eu nem me lembro qual era, de repente tudo ficou em câmera lenta, seu sorriso, a música parou, as cores ficaram mais fortes e eu sorri dentro do peito.
E quando você sentiu meu olhar, veio como uma atração magnética até mim, o verão passou deixando marcado um forte sentimento entre nós e então você ficou. Começamos uma linda história, brincando, foram sonhos, devaneios, um mundo de possibilidades e uma louca vontade juvenil de acontecer com a vida a todo instante.
Nos embalamos com as folhas caídas do outono, você me abraça e a vida faz mais sentido, me aquece o corpo e a alma com seu amor que não sufoca, mas transborda cada parte do meu ser em luz e felicidade. Foram muitas xícaras de café, algumas taças de vinho, muitas anotações de um futuro de cores vibrantes e coração apaixonado, tudo parecia estranho, nunca foi tão fácil estar feliz. Dava até um medo de tão bom que era. O medo gosta de aterrorizar quem o sente, mas então chegou o inverno, tudo ficou sem cor e muito mais frio, não tinha folhas secas, a nudez das árvores, do corpo e da alma deixavam o sentimento confuso de: o que estou fazendo aqui?
E eu me perdi. Percebi que não era possível um relacionamento assim, precisamos de problemas e isso eu sei fazer muito bem. Consigo achar agulhas em palheiros, e chifres em cavalos. Então minha infantilidade cansou o seu amor, foi um vai e vem sem fim. Um disse que não disse, que não acabava mais e nós, nos esgotamos.
Eu ciumenta, você indiferente, foi a gota que precisava para encher e entornar do balde. Você foi embora com o fim do inverno. Meu coração parecia ter secado. Sem flores, nada de cores, nem som de alegria e o amor que não se fazia notar em nada.
Uma nova temporada começa sempre que algo termina. E na primavera o jardim estava florido. Me encantei, me apaixonei, senti novamente uma leve batida de vida no meu peito. Senti uma emoção estonteante e o sol encontrou meu rosto e me arrancou um sorriso: Tudo é lembrança – eu pensei. As flores me devolveram para mim, olhei para aquela aquarela de Deus e me animei. E então, no jardim de flores eu consegui ouvir alguns passos que eu conhecia tão bem, você voltou. Floresceu na minha vida como a primavera no jardim. E tentamos mais uma vez. Eu rindo à toa, você com o olhar distante, uma noite fresca de primavera, duas taças de vinho embriagando dois corações apaixonados e libertando duas almas acorrentadas em suas particularidades. A primavera foi como o verão. Me devolveu a alegria. A felicidade se tornou constante e a gente sorria sem motivo, bobamente sorridentes para qualquer coisa que passasse.
Chegou nosso verão. Você estava distante, mas eu não percebi. Estava ocupada demais sendo feliz e não me dei conta de que você não estava aqui, já fazia algum tempo. De vez em quando você pousava, mas a maior parte do tempo estava voando em outros jardins de carnaval colorido, de música mais alegre que tocava seu coração, então você sorriu e não foi aquele riso que eu já havia me acostumado, foi um sorriso de quem está partindo. Eu não podia fazer nada, a não ser permitir que você partisse.
E você foi. Levou sua felicidade para outro canto e deixou comigo, mais uma vez, a dor das lembranças que não servem para nada, não posso tocar, não posso viver, não posso nem sentir porque dói de mais. Eu tentei me levantar, mas me faltou tudo, vontade, esperança, sonhos. Esperei o carnaval chegar e ele chegou, me fantasiei de felicidade. Um sorriso de verdade brotou no meu rosto. Uma lágrima sincera caiu de um lado e nessa noite eu não fui colombina, o Pierrot me caiu melhor.
No carnaval, todo mundo é obrigado a ser feliz e eu fui, me refiz pela metade e hoje, sem ressaca de carnaval, sem tristeza no coração, sem mágoa e sem desamor, eu acordei. Meus olhos atentos logo enxergaram no reflexo da janela uma imagem que há muito tempo eu desconhecia, meus olhos estavam me devolvendo para mim.
Você me roubava e isso não era ruim, eu gostava da sensação de te pertencer e me encontrar nos seus olhos, mas essa sensação de agora, de me sentir devolvida, essa sensação era indescritível. Corri pro espelho para enxergar melhor, pra confirmar mesmo e pela fresta da janela eu vi um botão de flor, estava longe da primavera, mas estava perto de me desabrochar e nesse dia eu entendi meu amor. Nesse dia, começou uma nova história de amor, a história do meu amor!
*Carol Daimond
terça-feira, 20 de junho de 2017
Não se vingue. Quem dá o troco é comerciante, mas quem cobra a conta é a vida!
Muitas vezes nessa vida, a gente se vê cheio de vontade (e razão!) de “dar o troco” em alguém que nos enganou e magoou.
Nós nos pegamos desejando que o mal que a pessoa nos fez, volte para ela, na mesma proporção.
Embora não devamos querer vingança ou desejar o pior para alguém, somos humanos, não é mesmo?
E como humanos, somos cheios de imperfeições e está tudo bem. Creio que Deus perdoe esse nosso ímpeto vingativo!
Alguma vez você já teve a sensação de que ser bom e bacana o prejudicou? De que são os espertos e golpistas que se dão bem?
Preocupa não… você não está sozinho! Em algum momento da sua vida, você sentir-se-á injustiçado e com aquela sensação de que foi bobo e ingênuo e que tem que parar de ser assim, daqui por diante.
Mas… você não acha que o mundo já anda muito cheio de malandragem e falsidade? E que a maldade é um meio que não justifica o fim?
Por isso, peço-lhe: aguenta firme aí, pois o mundo precisa é de pessoas boas, com coração limpo e desprovidas de interesses egoístas.
Se arquitetamos uma vingança e a colocamos em prática, talvez consigamos uma alegria breve e fugaz, que pesará nos corações e consciência por um bom tempo, pois não estamos acostumados a prejudicar ninguém!
Acredito, piamente, que DEUS é a melhor testemunha de todas; o travesseiro é o maior tribunal e a consciência, um júri implacável, cujo o coração é o juíz.
Portanto, não perca o seu tempo focado na vingança, foque no que a vida está lhe dando, pois, às vezes, o que parece ser uma punição, na verdade é um enorme livramento.
A gente não entende de cara, demora um tempo para assimilar, mas lá na frente, vamos agradecer por termos nos livrado e aberto os olhos para a maldade alheia.
Quem dá troco é comerciante.
Se você “pagar na mesma moeda”, estará apenas igualando-se ao seu ofensor. Vai descer ao nível dele? Não… porque você tem, exatamente o que ele não tem e nunca terá: CARÁTER.
Então, deixe que ele siga, achando que se deu bem… Não somos nós que vamos cobrar essa dívida, é ela, a VIDA.
Ela não faz fiado. Ninguém sai deste mundo devendo a ela. Aqui fazemos e aqui mesmo pagaremos.
Quanto maior a subida, maior a conta e portanto, maior a queda lá de cima.
E vou lhe dizer, a vida não é muito sutil com os devedores.
Aparentemente pode estar tudo certo, você achando que ele o prejudicou e está ótimo vivendo feliz, mas… vai saber o que acontece na alma do sujeito… a Vida tem várias maneiras de cobrar o “pagamento”, e, acredite, as piores maneiras são as interiores, aquelas que ninguém vê.
É o “você” com você mesmo; seus medos, suas angústias. É você virar o seu pior inimigo.
Eu já vi muita gente assim… que fez o que quis, sem pensar nas consequências. Que passou por cima de muita gente só pensando no próprio benefício e que no fim das contas, conseguiu tudo o que jurava querer e foi essa, justamente, a grande desgraça de suas vidas.
O cara queria muito dinheiro. Abandonou a família, traiu o melhor amigo, fez dívidas ao longo da vida e “cresceu”, “prosperou” e conseguiu muito dinheiro, e seu dinheiro o levou para a ruína, terminou sozinho e pobre. De afeto, de amor, de sentimentos.
O cara traiu a esposa, trocou a família toda porque não aguentava mais a “pressão” e anos depois, aquela família barulhenta e “chata”, era tudo que ele queria no seu leito de hospital.
A garota se casou por interesse. Queria status e fama. Terminou mentalmente doente. Famosa, rica e se odiando, por todos os dias da sua longa vida…
O pai rejeitou o filho e quis sumir no mundo. E conseguiu. Sumiu tanto que quando quis voltar, nunca mais se achou…
Às vezes, conseguir o que se quer é a grande “vingança” da Vida.
Pessoas muito gananciosas são muito vazias por dentro. Precisam conseguir coisas a qualquer custo, pois são incapazes de conseguir por mérito próprio. Invejam a vida alheia, pois, no fundo, acham-se indignas da felicidade.
Por mais grana que consigam, são seres profundamente miseráveis.
Não vale a pena dar ibope a eles.
A melhor revanche para um ser sem luz é brilhar. É ser FELIZ e sorrir, quando nos desejam lágrimas! Felicidade é letal para os infelizes natos.
Continue no seu caminho. Continue confiando no Universo! Lembre-se: toda luz forte atrai mariposas, não é por isso que vivemos no escuro!Brilhe!
*Bruna Stamato
Nós nos pegamos desejando que o mal que a pessoa nos fez, volte para ela, na mesma proporção.
Embora não devamos querer vingança ou desejar o pior para alguém, somos humanos, não é mesmo?
E como humanos, somos cheios de imperfeições e está tudo bem. Creio que Deus perdoe esse nosso ímpeto vingativo!
Alguma vez você já teve a sensação de que ser bom e bacana o prejudicou? De que são os espertos e golpistas que se dão bem?
Preocupa não… você não está sozinho! Em algum momento da sua vida, você sentir-se-á injustiçado e com aquela sensação de que foi bobo e ingênuo e que tem que parar de ser assim, daqui por diante.
Mas… você não acha que o mundo já anda muito cheio de malandragem e falsidade? E que a maldade é um meio que não justifica o fim?
Por isso, peço-lhe: aguenta firme aí, pois o mundo precisa é de pessoas boas, com coração limpo e desprovidas de interesses egoístas.
Se arquitetamos uma vingança e a colocamos em prática, talvez consigamos uma alegria breve e fugaz, que pesará nos corações e consciência por um bom tempo, pois não estamos acostumados a prejudicar ninguém!
Acredito, piamente, que DEUS é a melhor testemunha de todas; o travesseiro é o maior tribunal e a consciência, um júri implacável, cujo o coração é o juíz.
Portanto, não perca o seu tempo focado na vingança, foque no que a vida está lhe dando, pois, às vezes, o que parece ser uma punição, na verdade é um enorme livramento.
A gente não entende de cara, demora um tempo para assimilar, mas lá na frente, vamos agradecer por termos nos livrado e aberto os olhos para a maldade alheia.
Quem dá troco é comerciante.
Se você “pagar na mesma moeda”, estará apenas igualando-se ao seu ofensor. Vai descer ao nível dele? Não… porque você tem, exatamente o que ele não tem e nunca terá: CARÁTER.
Então, deixe que ele siga, achando que se deu bem… Não somos nós que vamos cobrar essa dívida, é ela, a VIDA.
Ela não faz fiado. Ninguém sai deste mundo devendo a ela. Aqui fazemos e aqui mesmo pagaremos.
Quanto maior a subida, maior a conta e portanto, maior a queda lá de cima.
E vou lhe dizer, a vida não é muito sutil com os devedores.
Aparentemente pode estar tudo certo, você achando que ele o prejudicou e está ótimo vivendo feliz, mas… vai saber o que acontece na alma do sujeito… a Vida tem várias maneiras de cobrar o “pagamento”, e, acredite, as piores maneiras são as interiores, aquelas que ninguém vê.
É o “você” com você mesmo; seus medos, suas angústias. É você virar o seu pior inimigo.
Eu já vi muita gente assim… que fez o que quis, sem pensar nas consequências. Que passou por cima de muita gente só pensando no próprio benefício e que no fim das contas, conseguiu tudo o que jurava querer e foi essa, justamente, a grande desgraça de suas vidas.
O cara queria muito dinheiro. Abandonou a família, traiu o melhor amigo, fez dívidas ao longo da vida e “cresceu”, “prosperou” e conseguiu muito dinheiro, e seu dinheiro o levou para a ruína, terminou sozinho e pobre. De afeto, de amor, de sentimentos.
O cara traiu a esposa, trocou a família toda porque não aguentava mais a “pressão” e anos depois, aquela família barulhenta e “chata”, era tudo que ele queria no seu leito de hospital.
A garota se casou por interesse. Queria status e fama. Terminou mentalmente doente. Famosa, rica e se odiando, por todos os dias da sua longa vida…
O pai rejeitou o filho e quis sumir no mundo. E conseguiu. Sumiu tanto que quando quis voltar, nunca mais se achou…
Às vezes, conseguir o que se quer é a grande “vingança” da Vida.
Pessoas muito gananciosas são muito vazias por dentro. Precisam conseguir coisas a qualquer custo, pois são incapazes de conseguir por mérito próprio. Invejam a vida alheia, pois, no fundo, acham-se indignas da felicidade.
Por mais grana que consigam, são seres profundamente miseráveis.
Não vale a pena dar ibope a eles.
A melhor revanche para um ser sem luz é brilhar. É ser FELIZ e sorrir, quando nos desejam lágrimas! Felicidade é letal para os infelizes natos.
Continue no seu caminho. Continue confiando no Universo! Lembre-se: toda luz forte atrai mariposas, não é por isso que vivemos no escuro!Brilhe!
*Bruna Stamato
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