Quero nesse texto de hoje lhe instigar a encontrar a sua ESSÊNCIA. Você está conectado a ela? Será? Essa é uma pergunta bem profunda! Não é tão simples respondê-la, mas de antemão já digo a você, a sua resposta tem a ver com a FELICIDADE. Você é feliz? Você acorda de manhã vibrando de emoção por mais um dia que acaba de começar? Você trabalha sem a obrigação de ter que fazer por causa do dinheiro ou que precisa pagar as contas?
Vamos pensar um pouquinho sobre todas essas coisas?
Para embasar essa reflexão, compartilho algumas sábias e encantadoras palavras do grande místico Osho.
**********
“Você tem que decidir ser você mesmo. Você tem que tomar sua vida em suas próprias mãos. De outra maneira a vida vai seguir batendo em sua porta e você nunca estará lá; você estará sempre em algum outro lugar.
Se você tinha que ser um dançarino, a vida virá por aquela porta, porque ela pensa que você é um dançarino. Ela bate na porta, mas você não está lá; você é um bancário. E como a vida vai saber que você se tornou um bancário? Deus vem a você da maneira que ele quer você seja; ele conhece apenas aquele endereço. Mas você nunca é encontrado lá, você está sempre em algum outro lugar, escondendo-se atrás da máscara de alguém que não é você, com os trajes de alguém que não é você e usando o nome de alguém que não é você.”
Osho
************
Eu amo a forma simples que o Osho se expressa em suas palavras. Eu ri quando li essas palavras, porque consegui me ver nelas.
Acho engraçado porque a maior parte das pessoas é infeliz e passa boa parte do seu tempo livre rezando para que Deus as ajude a sair de suas situações de tanto sofrimento. Já pensou? Deus fala com a gente o tempo todo, nós é que não conseguimos ouvi-lo, porque estamos fazendo tanto barulho que isso se torna absolutamente impossível.
Já repeti isso diversas vezes aqui, mas preciso dizer de novo. Deus se manifesta no nosso SILÊNCIO. Apenas quando silenciamos o nosso coração. Deus não gosta de barulho, sabia disso? Isso me faz até lembrar do tempo em que era religioso e buscava Deus em diversos lugares, menos dentro de mim mesmo. Nossa! Eu me frustrava demais. Ia para shows de bandas católicas e não conseguia ver Deus lá. Só depois de muito tempo e muito silêncio descobri que era porque eu estava fazendo muito barulho. Silenciei, e a partir daí comecei a me reconectar com meu EU SUPERIOR.
Quando nos conectamos com a nossa essência, sabe qual é um dos primeiros sinais? ALEGRIA. Muita alegria! Você ri até de coisas que não tem graça nenhuma. É incrível!
Mas por que estou falando tudo isso? Não é apenas para descontrair. É para mostrar para você a simplicidade de sermos nós mesmos. Escrevo para você de coração. É como se estivéssemos conversando nesse exato momento.
A porta que Deus nos chama é uma só, para cada pessoa essa porta é única. E a essa porta, nós demos o nome de VOCAÇÃO. Nome bonito, não?
Vocação significa CHAMADO, o chamado de Deus para cada um de nós.
A porta do chamado, da vocação, de Deus nos falando é uma. E no dia que descobrimos isso, no dia que tomamos consciência disso. O que acontece? Paramos de brigar tanto, paramos de tagarelar e ficar reclamando da vida. Achando que ela é injusta.
Você acha mesmo que a vida é injusta? Pense bem, viu?
A vida não é injusta coisa nenhuma! Nós é que somos injustos com ela.
Eu, por exemplo. Hoje estou feliz da vida escrevendo para você, mas nem sempre foi assim. Já disse outras vezes e no meu e-book gratuito [link aqui], que fiz Bacharelado em Física. Uma escolha que me fez sofrer muito, quase entrei em depressão enquanto estive por lá.
Por que isso aconteceu? Porque estava desconectado da minha essência mais profunda. Minha vocação nunca foi nem jamais será de pesquisador em Física. Hoje posso provar por A + B isso, mas precisei sofrer para ter essa consciência.
Deus me falava o tempo todo! Eu que não queria ouvir. Eu que não sabia ouvir.
Ainda não falei isso por aqui, mas no pouquíssimo tempo que tinha livre na época da Graduação, eu amava ler livros espiritualistas e de Psicologia, e nem entendia bem o porquê, só gostava pra caramba.
O que significava isso e não entendia? Era Deus sussurrando no meu ouvido, mas minha visão estava obscurecida.
Hoje sei que minha vocação é com as pessoas. É com a EDUCAÇÃO. Sou professor, minha alma sempre ansiou por isso. Era na porta da Educação que a vida batia o tempo todo, desde criancinha essa era a porta. E claro! Pelo menos para mim, a escrita faz parte da porta da Educação, pois uso meus textos para ensinar os leitores a partir da minha própria experiência de vida.
E você? Será que está deixando a vida bater na sua porta? Você consegue ouvir o TOC TOC TOC? Consegue?
Se não consegue, não precisa ficar triste! Vou deixar duas sugestões maravilhosas. Coloque em prática! Garanto a você que vai funcionar. Funcionou comigo e é infalível!
1) Silencie o seu coração
Deus nos fala através do silêncio. Pare de brigar! De reclamar da vida. De achar que estão sendo injustos com você. De se colocar como vítima: “Ahh! Eu não cresci porque estudei em escola pública!..”, “Não consegui um bom emprego porque tive que começar a trabalhar muito novo para colocar comida dentro de casa…”, “Não me tornei ator porque nessa profissão não dar pra ganhar dinheiro e sustentar uma família…”.
Chega! Tudo isso é desculpa esfarrapada! São formas de você se desviar da sua essência. Fecha a matraca e se volte para dentro de você mesmo.
Não tenha pressa! Pra que pressa? Não precisa.
Você vai ver que em pouco tempo começará a ouvir o TOC TOC de Deus. Acredite!
2) Lembre aquilo que você gostava e fazia muito bem quando criança
Essa dica é fantástica e infalível. Eu, por exemplo, quando era criança, dava aulas particulares para alguns amigos e era o “tira dúvidas” mais requisitado da sala! Pois é! O que eu faço hoje?…
Lembre! No que você era bom mesmo? Fazia com prazer? E ainda arrancava elogios dos amigos ou da família?
Essa é a sua essência mais profunda! É nisso que você deve colocar suas energias. Assim, você será feliz e se realizará como ser humano.
Além de tudo isso, sendo feliz e realizado, você fará muito mais e poderá beneficiar muito mais pessoas. Todos saem ganhando.
E como se não bastasse tudo o que já falei! Tem mais! Você vai ganhar dinheiro. Você não queria dinheiro? Sei que queria! Você vai ganhar, mas ele não estará mais na frente. Ele será consequência de um trabalho feito com imensa qualidade.
Percebe como é? Eu ganho dinheiro sendo professor. Me pagam pelo trabalho de qualidade que executo. Será da mesma forma com você! Faça com amor, com prazer, com vibração, com brilho nos olhos e um grande sorriso nos lábios. Agindo assim, só haverá uma coisa a sua frente. SUCESSO!
Acredite! Ponha em prática o que coloquei nesse texto e você vai se surpreender.
Grande abraço! Torço pela sua vitória…
*Por Isaias Costa
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
terça-feira, 14 de agosto de 2018
Quando abri meu coração
Hoje eu escolhi ficar. Ficar ao teu lado.
Já fui desses caras que não ligava pra sentimentos. Amor era utopia. Vivi alguns erros. Confesso. A gente vai vivendo. Vivendo e aprendendo.
Quando te conheci, achei que o mais provável, era não me apaixonar.
Você tem tudo. Tudo que eu nunca imaginei que a pessoa que eu queria que estivesse comigo para sempre, teria.
Você e esses seus chiliques emocionais que faz com que um dia lindo de verão, vire uma tempestade com direito a tornado e tudo mais.
Eu sabia desde o início que não deveria me prender a você. Eu vinha de uma relação nada agradável de se lembrar. Tive algo que nunca tive antes: medo.
Eu que sempre escrevo incentivando as pessoas a sempre acreditarem e a nunca perder a fé no amor, me encontrava preso. Sem saber pra onde ir ou correr. É. São mesmo ossos do ofício.
Quando me falarem de novo que nos apaixonamos pelas pessoas menos prováveis, darei razão.
Você chegou na minha vida assim. Sem bater na porta. Sem tocar a campainha e muito menos sem respeitar minha vontade de não querer me dar ao luxo de um novo amor tão cedo.
Quando percebi, já estávamos acordando juntos. Fazendo amor de manhã sem nem tomar café da manhã e dormindo de novo. Afinal, nossos fins de semanas têm sido assim. Nossas baladas são feitas com as batidas de dois corações que se enlaçaram e parecem não querer se separar um do outro.
Você ajudou no enterro dos meus medos. Ajudou-me a enxergar com clareza. Sim. Foi você. Você que me prendeu sem me deixar pra trás.
Pode até me vendar. Ao teu lado posso caminhar no escuro. Basta que me dê a mão pra tudo se tornar claro.
Um dia foi uma escuridão total, mas esqueceram de avisar pra ela que existe luz. E não. Ela não está no fim do túnel. Ela está no início. No início de algo bom. Algo que faz você acreditar que o mundo ainda está cheio de pessoas especiais, mesmo que as circunstâncias tentem cegá-lo.
Essa pessoa especial, pode estar aí do seu lado. No escritório. Na fila do pão. Do cinema. No banco da praça. No aparelho de musculação da academia ou até mesmo aí na tua sala de aula daquele cursinho chato que você vive resmungando pra acabar logo.
Não basta abrir os olhos. Pro amor ser visto, é preciso que se abra o coração. Se eu abri o meu, foi porque você me fez sentir seguro pra que isso acontecesse.
Por tudo isso que nos acometeu, eu escolhi ficar. Agora que eu entrei, pode fechar teu coração pro que foi ruim. Cuidarei muito bem dele. Prometo não te fazer nada além de bem.
Você já está aqui. Guardada do lado esquerdo do meu peito.
*Por Flávio Jonatan
Já fui desses caras que não ligava pra sentimentos. Amor era utopia. Vivi alguns erros. Confesso. A gente vai vivendo. Vivendo e aprendendo.
Quando te conheci, achei que o mais provável, era não me apaixonar.
Você tem tudo. Tudo que eu nunca imaginei que a pessoa que eu queria que estivesse comigo para sempre, teria.
Você e esses seus chiliques emocionais que faz com que um dia lindo de verão, vire uma tempestade com direito a tornado e tudo mais.
Eu sabia desde o início que não deveria me prender a você. Eu vinha de uma relação nada agradável de se lembrar. Tive algo que nunca tive antes: medo.
Eu que sempre escrevo incentivando as pessoas a sempre acreditarem e a nunca perder a fé no amor, me encontrava preso. Sem saber pra onde ir ou correr. É. São mesmo ossos do ofício.
Quando me falarem de novo que nos apaixonamos pelas pessoas menos prováveis, darei razão.
Você chegou na minha vida assim. Sem bater na porta. Sem tocar a campainha e muito menos sem respeitar minha vontade de não querer me dar ao luxo de um novo amor tão cedo.
Quando percebi, já estávamos acordando juntos. Fazendo amor de manhã sem nem tomar café da manhã e dormindo de novo. Afinal, nossos fins de semanas têm sido assim. Nossas baladas são feitas com as batidas de dois corações que se enlaçaram e parecem não querer se separar um do outro.
Você ajudou no enterro dos meus medos. Ajudou-me a enxergar com clareza. Sim. Foi você. Você que me prendeu sem me deixar pra trás.
Pode até me vendar. Ao teu lado posso caminhar no escuro. Basta que me dê a mão pra tudo se tornar claro.
Um dia foi uma escuridão total, mas esqueceram de avisar pra ela que existe luz. E não. Ela não está no fim do túnel. Ela está no início. No início de algo bom. Algo que faz você acreditar que o mundo ainda está cheio de pessoas especiais, mesmo que as circunstâncias tentem cegá-lo.
Essa pessoa especial, pode estar aí do seu lado. No escritório. Na fila do pão. Do cinema. No banco da praça. No aparelho de musculação da academia ou até mesmo aí na tua sala de aula daquele cursinho chato que você vive resmungando pra acabar logo.
Não basta abrir os olhos. Pro amor ser visto, é preciso que se abra o coração. Se eu abri o meu, foi porque você me fez sentir seguro pra que isso acontecesse.
Por tudo isso que nos acometeu, eu escolhi ficar. Agora que eu entrei, pode fechar teu coração pro que foi ruim. Cuidarei muito bem dele. Prometo não te fazer nada além de bem.
Você já está aqui. Guardada do lado esquerdo do meu peito.
*Por Flávio Jonatan
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Livre é quem não se prende às opiniões alheias
O conceito de liberdade sempre esteve ligado à ideia do poder de mudar o próprio destino, mais conhecido como o livre arbítrio. Porém, com o passar do tempo esse conceito sofreu modificações e a tal liberdade parece, atualmente, mais uma utopia do que algo a ser conquistado.
Temos a liberdade de ir e vir, mas não temos o dinheiro da passagem. Temos liberdade de morar sozinhos, mas não temos o dinheiro do aluguel. Temos liberdade religiosa, mas sofremos preconceitos quando expomos nosso ponto de vista. Temos liberdade em votar em quem quisermos, mas somos obrigados a votar. Então até que ponto somos verdadeiramente livres?
Para Sartre, a liberdade consistia na condição de vida do ser humano: o homem é livre por si mesmo, independente dos fatores do mundo e das coisas que ocorrem. Porém, a questão de liberdade ainda dá muita discussão, já que as pessoas sentem dificuldade em aceitar o que foge do padrão delas. O cabelo que não pode ser natural, o peso não pode passar dos 70 kgs, a roupa que não deve ser da coleção passada (até criarem um esteriótipo inalcançável de beleza). Somos livres por Constituição e presos pela opinião alheia.
Em uma discussão racional, se todos fossem iguais e tivessem o mesmo padrão de vida, muita coisa não faria sentido: o campeonato brasileiro de futebol não existiria, as bandas de rock se limitariam a uma e a São Paulo Fashion Week seria extinta imediatamente.
É preciso entender que o padrão de beleza não é o imposto. Bonito é ter caráter, ser honesto e ser feliz. Pronto. Alguns gostam de cor, outros não. Alguns se encontram do silêncio, outros no grito. Alguns gostam do verão, outros do inverno e tudo bem! São nas diferenças que crescemos e fazemos a vida seguir. Por que então ser diferente soa tão agressivo?
Se admitirmos que somos diferentes e que estamos no mesmo patamar de igualdade, teríamos motivos suficientes para nos envergonhar de atitudes discriminatórias. Liberdade é você defender seu ponto de vista, respeitando o próximo e entendendo que a sua opinião é apenas uma opinião, sempre existirão outras. Como dizia Simone de Beauvior: “que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância.”
A conquista pela liberdade exige muito mais que o desejo em possuí-la. Ser livre é não ser escravo dos erros do passado, é não se culpar pelas coisas que não deram certo, é ser capaz de, verdadeiramente, se perdoar. Ser livre é ser honesto e entender que isso é uma obrigação, não uma qualidade. É encontrar os sonhos fora dos padrões impostos, é querer viver a própria essência, é entender que a razão sempre prevalecerá sobre o grito.
Liberdade tem mais a ver com dominar as próprias vontades do que viver todas elas. É ter coerência entre o sim e o não, é ter as ações condizentes com a moral, com o bom senso e com o respeito e usar isso em prol da boa convivência. Liberdade é um estado íntimo de paz e não um objetivo a ser alcançado.
*Por Pamela Camocardi
Temos a liberdade de ir e vir, mas não temos o dinheiro da passagem. Temos liberdade de morar sozinhos, mas não temos o dinheiro do aluguel. Temos liberdade religiosa, mas sofremos preconceitos quando expomos nosso ponto de vista. Temos liberdade em votar em quem quisermos, mas somos obrigados a votar. Então até que ponto somos verdadeiramente livres?
Para Sartre, a liberdade consistia na condição de vida do ser humano: o homem é livre por si mesmo, independente dos fatores do mundo e das coisas que ocorrem. Porém, a questão de liberdade ainda dá muita discussão, já que as pessoas sentem dificuldade em aceitar o que foge do padrão delas. O cabelo que não pode ser natural, o peso não pode passar dos 70 kgs, a roupa que não deve ser da coleção passada (até criarem um esteriótipo inalcançável de beleza). Somos livres por Constituição e presos pela opinião alheia.
Em uma discussão racional, se todos fossem iguais e tivessem o mesmo padrão de vida, muita coisa não faria sentido: o campeonato brasileiro de futebol não existiria, as bandas de rock se limitariam a uma e a São Paulo Fashion Week seria extinta imediatamente.
É preciso entender que o padrão de beleza não é o imposto. Bonito é ter caráter, ser honesto e ser feliz. Pronto. Alguns gostam de cor, outros não. Alguns se encontram do silêncio, outros no grito. Alguns gostam do verão, outros do inverno e tudo bem! São nas diferenças que crescemos e fazemos a vida seguir. Por que então ser diferente soa tão agressivo?
Se admitirmos que somos diferentes e que estamos no mesmo patamar de igualdade, teríamos motivos suficientes para nos envergonhar de atitudes discriminatórias. Liberdade é você defender seu ponto de vista, respeitando o próximo e entendendo que a sua opinião é apenas uma opinião, sempre existirão outras. Como dizia Simone de Beauvior: “que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância.”
A conquista pela liberdade exige muito mais que o desejo em possuí-la. Ser livre é não ser escravo dos erros do passado, é não se culpar pelas coisas que não deram certo, é ser capaz de, verdadeiramente, se perdoar. Ser livre é ser honesto e entender que isso é uma obrigação, não uma qualidade. É encontrar os sonhos fora dos padrões impostos, é querer viver a própria essência, é entender que a razão sempre prevalecerá sobre o grito.
Liberdade tem mais a ver com dominar as próprias vontades do que viver todas elas. É ter coerência entre o sim e o não, é ter as ações condizentes com a moral, com o bom senso e com o respeito e usar isso em prol da boa convivência. Liberdade é um estado íntimo de paz e não um objetivo a ser alcançado.
*Por Pamela Camocardi
Depois de algum tempo
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…
E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens…
Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.
*Texto de Veronica A. Shoffstall
Um Dia Você Aprende que…, Você Aprende ou Depois de um Certo Tempo são títulos para um mesmo hoax, um texto que circula pela internet com indevida atribuição de autoria. Trata-se de um texto de Veronica A. Shoffstall, que o escreveu aos 19 anos, no livro de formatura (yearbook) de sua escola, ao terminar o highschool (equivalente ao Ensino Médio, no Brasil).
A autora registrou o copyright da versão original em 1971.[carece de fontes] O título, originalmente, era Comes the Dawn, mas o texto ficou mais conhecido como After a While. Começou a circular como sendo de William Shakespeare ainda nos Estados Unidos, onde recebeu acréscimos, cortes e alterações.2 . Todas essas versões circulam no Brasil e no mundo todo, nas mais diversas línguas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…
E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens…
Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.
*Texto de Veronica A. Shoffstall
Um Dia Você Aprende que…, Você Aprende ou Depois de um Certo Tempo são títulos para um mesmo hoax, um texto que circula pela internet com indevida atribuição de autoria. Trata-se de um texto de Veronica A. Shoffstall, que o escreveu aos 19 anos, no livro de formatura (yearbook) de sua escola, ao terminar o highschool (equivalente ao Ensino Médio, no Brasil).
A autora registrou o copyright da versão original em 1971.[carece de fontes] O título, originalmente, era Comes the Dawn, mas o texto ficou mais conhecido como After a While. Começou a circular como sendo de William Shakespeare ainda nos Estados Unidos, onde recebeu acréscimos, cortes e alterações.2 . Todas essas versões circulam no Brasil e no mundo todo, nas mais diversas línguas.
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
E chegou novamente Agosto...
Passa tempo, passa tempo... E chegou novamente agosto. O mês difícil. Não, não é nenhum tipo de superstição. É apenas um mês difícil. Triste. É difícil ver a todo momento a palavra pai estampada em cada canto. Em cada comercial, propaganda, anúncios de lojas. É difícil ficar olhando sempre sugestões de presentes.
É triste ver este dia chegar, e com ele a saudade. A saudade existe sempre, mais neste mês ela vem com mais intensidade, mais força. Se eu soubesse que aquele seria o ultimo dia que te vi, teria te abraçado com tanta força. Se soubesse que seria a ultima vez que ouviria sua voz, te pediria para ouvir um ultimo eu te amo.
Nenhum abraço, nenhuma palavra de amor jamais terá o mesmo valor. Eu daria tudo para ter seu amor de pai. Para ser amada por um pai. Ter o privilégio deste amor. Você dizia que eu era sua princesinha. E que saudade de me sentir uma princesa, de ser tratada como uma princesa! Nenhum homem no mundo jamais amará uma mulher como um pai ama sua filha. Nenhum é capaz de cuidar, de admirar, de valorizar, como um pai.
E é por isso, que minha vontade é gritar bem alto para todos que tem a sorte de ter um pai, para que não só neste dia, mais em todos, os valorize, os ame, os abrace, beije, e aproveite cada instante junto deles. Muita saudade. Muita falta.
O maior presente que um filho pode dar ao seu pai não é comprado com dinheiro, pois não pode ser calculado neste mundo. O maior presente que um filho pode dar ao seu pai é a presença. Tanto ao pai terreno como ao Pai eterno. Jóias, ouro, roupas, sapatos, relógios tocam a pele, os olhos, as mãos, mas a presença toca o coração. Nada é mais prazeroso para um pai do que sentir o cheiro do filho. O calor de um abraço. O molhado de um beijo. Pai que é pai não troca isso por nada. Feliz dia dos pais.
*Nathalia Andrade
*D.S. FLORIANO
(imagem Dias com Meu Pai - Livro de Phillip Toledano )
É triste ver este dia chegar, e com ele a saudade. A saudade existe sempre, mais neste mês ela vem com mais intensidade, mais força. Se eu soubesse que aquele seria o ultimo dia que te vi, teria te abraçado com tanta força. Se soubesse que seria a ultima vez que ouviria sua voz, te pediria para ouvir um ultimo eu te amo.
Nenhum abraço, nenhuma palavra de amor jamais terá o mesmo valor. Eu daria tudo para ter seu amor de pai. Para ser amada por um pai. Ter o privilégio deste amor. Você dizia que eu era sua princesinha. E que saudade de me sentir uma princesa, de ser tratada como uma princesa! Nenhum homem no mundo jamais amará uma mulher como um pai ama sua filha. Nenhum é capaz de cuidar, de admirar, de valorizar, como um pai.
E é por isso, que minha vontade é gritar bem alto para todos que tem a sorte de ter um pai, para que não só neste dia, mais em todos, os valorize, os ame, os abrace, beije, e aproveite cada instante junto deles. Muita saudade. Muita falta.
O maior presente que um filho pode dar ao seu pai não é comprado com dinheiro, pois não pode ser calculado neste mundo. O maior presente que um filho pode dar ao seu pai é a presença. Tanto ao pai terreno como ao Pai eterno. Jóias, ouro, roupas, sapatos, relógios tocam a pele, os olhos, as mãos, mas a presença toca o coração. Nada é mais prazeroso para um pai do que sentir o cheiro do filho. O calor de um abraço. O molhado de um beijo. Pai que é pai não troca isso por nada. Feliz dia dos pais.
*Nathalia Andrade
*D.S. FLORIANO
(imagem Dias com Meu Pai - Livro de Phillip Toledano )
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Pessoas fúteis são chatas, mas as indecisas são muito piores
“Você que sabe” não é resposta, pedir “um tempo” não é um direito e dizer um “e aí sumida?”, não te dá livre acesso para voltar. Essas são algumas das atitudes dos indecisos que, além de precisarem da aprovação dos outros para tomarem decisões, brincam com o sentimento alheio como quem joga Xbox.
Vizinho barulhento irrita, gente fútil mais ainda, mas gente indecisa, supera tudo que houver no universo! Não me refiro a não saber em que restaurante comer, que roupa escolher para sair ou que faculdade cursar. Refiro-me a usar do amor e da paciência do outro para se beneficiar da vida de solteiro.
“Gosto de você”, mas não sei se quero me relacionar. “Você é perfeito”, mas não estou pronta para assumir nada. “Vamos dar um tempo e deixar a saudade decidir por nós”. Por favor, parem! Vamos deixar claro uma coisa: a decisão da sua vida não está nas mãos de ninguém. Se o outro é indeciso, você não precisa ser.
Pessoas indecisas são imaturas, inseguras e chatas! Elas não querem assumir um compromisso, mas também não querem que o outro seja livre. A verdade é que elas querem o melhor das duas partes: a liberdade de estar solteiro, com o comodismo em ter alguém quando quiserem.
Confesso que pessoas assim me assustam. Gosto de objetividade, mensagens diretas, decisões certeiras. Não sei lidar com a indecisão do outro.
Pessoas com vontades próprias, mesmo que sejam contrárias as minhas, me fascinam. Por outro lado, pessoas que estão sempre em cima do muro, me dão pavor, porque se não conseguem decidir o que querem para suas próprias vidas, imagina o que não farão com as dos outros.
Desde muito cedo aprendemos a tomar decisões que envolviam renúncias (o que, talvez, explique porque tanta gente tem medo dela). Decidimos a faculdade, o emprego, a cidade que vamos morar, se vamos casar, se teremos filhos…e assim por diante. Mas, quando as decisões envolvem os sentimentos alheios a história é diferente. Se é difícil tomar uma decisão, imagina escutar um “eu gosto de você, mas…”
Não dá para manter um relacionamento com quem some toda vez que alguém pergunta quando vocês irão casar. Não dá para ser porto seguro de quem não sabe se ama ou se está carente. Não dá para manter perto quem não se comprometeu a voltar amanhã. Sua vida é sagrada demais para que um indeciso dite as regras.
Deixe ir. A decisão em partir ou não pode ser do outro, mas aceitar a volta e as desculpas esfarrapadas é uma decisão sua.
*Por Pamela Camocardi
Vizinho barulhento irrita, gente fútil mais ainda, mas gente indecisa, supera tudo que houver no universo! Não me refiro a não saber em que restaurante comer, que roupa escolher para sair ou que faculdade cursar. Refiro-me a usar do amor e da paciência do outro para se beneficiar da vida de solteiro.
“Gosto de você”, mas não sei se quero me relacionar. “Você é perfeito”, mas não estou pronta para assumir nada. “Vamos dar um tempo e deixar a saudade decidir por nós”. Por favor, parem! Vamos deixar claro uma coisa: a decisão da sua vida não está nas mãos de ninguém. Se o outro é indeciso, você não precisa ser.
Pessoas indecisas são imaturas, inseguras e chatas! Elas não querem assumir um compromisso, mas também não querem que o outro seja livre. A verdade é que elas querem o melhor das duas partes: a liberdade de estar solteiro, com o comodismo em ter alguém quando quiserem.
Confesso que pessoas assim me assustam. Gosto de objetividade, mensagens diretas, decisões certeiras. Não sei lidar com a indecisão do outro.
Pessoas com vontades próprias, mesmo que sejam contrárias as minhas, me fascinam. Por outro lado, pessoas que estão sempre em cima do muro, me dão pavor, porque se não conseguem decidir o que querem para suas próprias vidas, imagina o que não farão com as dos outros.
Desde muito cedo aprendemos a tomar decisões que envolviam renúncias (o que, talvez, explique porque tanta gente tem medo dela). Decidimos a faculdade, o emprego, a cidade que vamos morar, se vamos casar, se teremos filhos…e assim por diante. Mas, quando as decisões envolvem os sentimentos alheios a história é diferente. Se é difícil tomar uma decisão, imagina escutar um “eu gosto de você, mas…”
Não dá para manter um relacionamento com quem some toda vez que alguém pergunta quando vocês irão casar. Não dá para ser porto seguro de quem não sabe se ama ou se está carente. Não dá para manter perto quem não se comprometeu a voltar amanhã. Sua vida é sagrada demais para que um indeciso dite as regras.
Deixe ir. A decisão em partir ou não pode ser do outro, mas aceitar a volta e as desculpas esfarrapadas é uma decisão sua.
*Por Pamela Camocardi
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Se o outro insiste tanto para que você mude, aceite o conselho e mude mesmo… de parceiro!
Os pedidos de mudança são sutis: primeiro a cor do cabelo, depois o tom de voz e, por fim, a mudança radical no comportamento social.
Mas, como você aprendeu, com a indústria cinematográfica, que para viver um grande amor você tem que mudar seu estilo de vida, aceita todas as condições impostas pelo parceiro que, claro, afirma ser tudo “para o seu próprio bem”.
Em convencer as pessoas de que para ser ter um final feliz, os parceiros precisam sofrer, Hollywood está de parabéns. As pessoas, realmente, acreditam que o amor só é real se for exposto e fantasiado, esquecendo-se que é na rotina que o amor se consolida, não na novidade.
Vamos conversar sério? Antes de ser amor, tem que ser respeito. Ele tem o direito de gostar de rock, mas tem a obrigação de respeitar sua música clássica. Ela tem o direito de levar uma vida fitness, mas tem a obrigação de respeitar sua macarronada de domingo. Ele pode acordar cedo, mas deve fazer silêncio para respeitar seu sono. Respeito sem amor é como fazer dieta sem cortar o açúcar: não adianta!
Verdade seja dita: as pessoas mudam conforme as próprias experiências vivenciadas e não pelo pedido alheio.
Amor não é um objeto que se compra e vai customizando conforme se deseja. Amor é amor! Uma oportunidade de crescimento mútuo para pessoas dispostas a serem felizes e não uma guerra de braço onde vence quem tem mais força.
Quando nos relacionamos temos a necessidade de aceitar e sermos aceitos por aquilo que somos. Sem cobranças, sem brigas, sem neuras. E, a não ser que o outro seja um psicopata em potencial, as diferenças podem (e devem) ser ajustadas para que a relação dê certo.
O principal indicador de amor entre um casal é a capacidade de aceitação das qualidades e dos defeitos, em uma troca de respeito mútuo. Querer colocar o outro em uma “forma de perfeição” é um desrespeito surreal à história de vida que ele traz. É considerar que as próprias verdades são absolutas e que o parceiro não tem valor nenhum no relacionamento.
E, cá entre nós, dessa atitude para o fim da relação é um passo. Simone de Beauvoir afirmava que “quando se respeita alguém não queremos forçar a sua alma sem o seu consentimento”.
Você não sabe o que é melhor para o outro. Encare essa verdade. Um relacionamento feliz é constituído por pessoas que respeitam suas individualidades, seus momentos de solidão e seus espaços. Casais felizes não projetam no outro a obrigação de própria felicidade e, por isso mesmo, dão certo.
Ame sem cobranças, sem moldes, sem medo. Aprenda a amar da forma como quer ser amado e, como dizia Oscar Wilde: “seja você mesmo. Todas as outras personalidades já têm dono
*Por Pamela Camocardi
Mas, como você aprendeu, com a indústria cinematográfica, que para viver um grande amor você tem que mudar seu estilo de vida, aceita todas as condições impostas pelo parceiro que, claro, afirma ser tudo “para o seu próprio bem”.
Em convencer as pessoas de que para ser ter um final feliz, os parceiros precisam sofrer, Hollywood está de parabéns. As pessoas, realmente, acreditam que o amor só é real se for exposto e fantasiado, esquecendo-se que é na rotina que o amor se consolida, não na novidade.
Vamos conversar sério? Antes de ser amor, tem que ser respeito. Ele tem o direito de gostar de rock, mas tem a obrigação de respeitar sua música clássica. Ela tem o direito de levar uma vida fitness, mas tem a obrigação de respeitar sua macarronada de domingo. Ele pode acordar cedo, mas deve fazer silêncio para respeitar seu sono. Respeito sem amor é como fazer dieta sem cortar o açúcar: não adianta!
Verdade seja dita: as pessoas mudam conforme as próprias experiências vivenciadas e não pelo pedido alheio.
Amor não é um objeto que se compra e vai customizando conforme se deseja. Amor é amor! Uma oportunidade de crescimento mútuo para pessoas dispostas a serem felizes e não uma guerra de braço onde vence quem tem mais força.
Quando nos relacionamos temos a necessidade de aceitar e sermos aceitos por aquilo que somos. Sem cobranças, sem brigas, sem neuras. E, a não ser que o outro seja um psicopata em potencial, as diferenças podem (e devem) ser ajustadas para que a relação dê certo.
O principal indicador de amor entre um casal é a capacidade de aceitação das qualidades e dos defeitos, em uma troca de respeito mútuo. Querer colocar o outro em uma “forma de perfeição” é um desrespeito surreal à história de vida que ele traz. É considerar que as próprias verdades são absolutas e que o parceiro não tem valor nenhum no relacionamento.
E, cá entre nós, dessa atitude para o fim da relação é um passo. Simone de Beauvoir afirmava que “quando se respeita alguém não queremos forçar a sua alma sem o seu consentimento”.
Você não sabe o que é melhor para o outro. Encare essa verdade. Um relacionamento feliz é constituído por pessoas que respeitam suas individualidades, seus momentos de solidão e seus espaços. Casais felizes não projetam no outro a obrigação de própria felicidade e, por isso mesmo, dão certo.
Ame sem cobranças, sem moldes, sem medo. Aprenda a amar da forma como quer ser amado e, como dizia Oscar Wilde: “seja você mesmo. Todas as outras personalidades já têm dono
*Por Pamela Camocardi
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Vinícius tinha razão: “o sofrimento é o intervalo entre duas felicidades”
Sempre haverá outros amores, outros motivos, outras alegrias. Encarar um sofrimento como um desafio é ser merecedor da felicidade que virá depois dele.
A vida não é um comercial da margarina. O correr dela envolve aprendizagem nos piores momentos, alegrias depois de muito esforço e cura depois de muitas feridas.
E, para piorar, bate no estilo que Rocky Balboa definiu: “ninguém vai bater mais forte do que a vida.
não importa como você vai bater e sim o quanto aguenta apanhar e continuar lutando; o quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha”.
Há muitas teorias sobre felicidade e sobre como alcançá-la, inclusive a de que você tem que correr atrás para merecê-la. Quanta bobagem! Primeiro porque felicidade não é um objetivo a ser alcançado, segundo porque você não é um maratonista da São Silvestre. Que fique claro: felicidade é um estado de espírito e não um objetivo de vida.
É bom estarmos felizes mas, nesse estágio, não há nenhum tipo de aprendizagem. Para que possamos evoluir como seres humanos, muitas vezes, a felicidade vem embalada em um papel de sofrimento. Entenda que não há felicidade sem dor e não há dor sem aprendizagem. Ninguém aprende sobre economia, se nunca precisou economizar. Ninguém aprende sobre morte, se nunca enfrentou um luto. Ninguém adquire inteligência emocional, se nunca foi rejeitado.
Estar no processo de aprendizagem, mesmo que diante de um sofrimento, é enriquecedor. Aprendemos a repartir, a ser solidários, a sermos compreensíveis. O que, aliás, não aconteceria se a vida fosse só risos. A verdade a gente precisa mesmo de uns tapas na cara para enxergar a realidade tal qual ela é e para aprender a valorizar o que, realmente, importa.
Note que as pessoas mais incríveis do mundo são dotadas de sabedoria, de inteligência e discrição e adquiriram essas qualidades depois de muitas lágrimas. As músicas mais belas foram criadas em um momento de melancolia e os poemas mais profundos em um momento de saudade. Então, meu caro, sinta-se privilegiado em sofrer.
Vinícius só soube falar de solidão, depois de passar por nove grandes amores e definia a alegria como, quase, inatingível (tão romântico, quanto exagerado). “É curioso, a alegria não é um sentimento nem uma atmosfera de vida nada criadora. Eu só sei criar na dor e na tristeza, mesmo que as coisas que resultem sejam alegres. Não me considero uma pessoa negativa, quer dizer, eu não deprimo o ser humano. É por isso que acho que estou vivendo num movimento de equilíbrio infecundo do qual estou tentando me libertar. O paradigma máximo para mim seria: a calma no seio da paixão. Mas realmente não sei se é um ideal humanamente atingível.”
Beethoven redigiu a Nona Sinfonia em momentos de profunda tristeza e Fernando Pessoa escreveu a maioria de seus textos quando se sentia entediado (isso explica, talvez, tantos heterônimos). Agora seja sincero, o que leva você a pensar que a vida seria diferente com você?
Pode parecer estranho, mas tão importante quanto o amor, é o sofrer. Se sem o amor a vida é triste, sem o sofrimento não há evolução intelectual e emocional. Proust afirmava que “Só nos curamos de um sofrimento depois de o haver suportado até ao fim”. Sofrimento é passageiro, mas o ensinamento adquirido com ele, eterno. É preciso ver além do muro e acreditar que dias melhoras virão.
Ninguém sofre para sempre, nem chora o tempo todo. Sempre haverá outros amores, outros motivos, outras alegrias. Encarar um sofrimento como um desafio é ser merecedor da felicidade que virá depois dele.
Aprenda a superar os desafios impostos pela vida. Chore, grite, sofra, mas supere. Porque sofrer é teu direito, mas superar é sua obrigação.
*Por Pamela Camocardi
A vida não é um comercial da margarina. O correr dela envolve aprendizagem nos piores momentos, alegrias depois de muito esforço e cura depois de muitas feridas.
E, para piorar, bate no estilo que Rocky Balboa definiu: “ninguém vai bater mais forte do que a vida.
não importa como você vai bater e sim o quanto aguenta apanhar e continuar lutando; o quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha”.
Há muitas teorias sobre felicidade e sobre como alcançá-la, inclusive a de que você tem que correr atrás para merecê-la. Quanta bobagem! Primeiro porque felicidade não é um objetivo a ser alcançado, segundo porque você não é um maratonista da São Silvestre. Que fique claro: felicidade é um estado de espírito e não um objetivo de vida.
É bom estarmos felizes mas, nesse estágio, não há nenhum tipo de aprendizagem. Para que possamos evoluir como seres humanos, muitas vezes, a felicidade vem embalada em um papel de sofrimento. Entenda que não há felicidade sem dor e não há dor sem aprendizagem. Ninguém aprende sobre economia, se nunca precisou economizar. Ninguém aprende sobre morte, se nunca enfrentou um luto. Ninguém adquire inteligência emocional, se nunca foi rejeitado.
Estar no processo de aprendizagem, mesmo que diante de um sofrimento, é enriquecedor. Aprendemos a repartir, a ser solidários, a sermos compreensíveis. O que, aliás, não aconteceria se a vida fosse só risos. A verdade a gente precisa mesmo de uns tapas na cara para enxergar a realidade tal qual ela é e para aprender a valorizar o que, realmente, importa.
Note que as pessoas mais incríveis do mundo são dotadas de sabedoria, de inteligência e discrição e adquiriram essas qualidades depois de muitas lágrimas. As músicas mais belas foram criadas em um momento de melancolia e os poemas mais profundos em um momento de saudade. Então, meu caro, sinta-se privilegiado em sofrer.
Vinícius só soube falar de solidão, depois de passar por nove grandes amores e definia a alegria como, quase, inatingível (tão romântico, quanto exagerado). “É curioso, a alegria não é um sentimento nem uma atmosfera de vida nada criadora. Eu só sei criar na dor e na tristeza, mesmo que as coisas que resultem sejam alegres. Não me considero uma pessoa negativa, quer dizer, eu não deprimo o ser humano. É por isso que acho que estou vivendo num movimento de equilíbrio infecundo do qual estou tentando me libertar. O paradigma máximo para mim seria: a calma no seio da paixão. Mas realmente não sei se é um ideal humanamente atingível.”
Beethoven redigiu a Nona Sinfonia em momentos de profunda tristeza e Fernando Pessoa escreveu a maioria de seus textos quando se sentia entediado (isso explica, talvez, tantos heterônimos). Agora seja sincero, o que leva você a pensar que a vida seria diferente com você?
Pode parecer estranho, mas tão importante quanto o amor, é o sofrer. Se sem o amor a vida é triste, sem o sofrimento não há evolução intelectual e emocional. Proust afirmava que “Só nos curamos de um sofrimento depois de o haver suportado até ao fim”. Sofrimento é passageiro, mas o ensinamento adquirido com ele, eterno. É preciso ver além do muro e acreditar que dias melhoras virão.
Ninguém sofre para sempre, nem chora o tempo todo. Sempre haverá outros amores, outros motivos, outras alegrias. Encarar um sofrimento como um desafio é ser merecedor da felicidade que virá depois dele.
Aprenda a superar os desafios impostos pela vida. Chore, grite, sofra, mas supere. Porque sofrer é teu direito, mas superar é sua obrigação.
*Por Pamela Camocardi
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Às vezes, é só uma questão de destino…
O texto é polêmico mesmo, não porque traz assuntos voltados à vida alheia, sexo ou fofocas, mas porque leva o leitor a refletir sobre a própria condição humana e nos faz pensar sobre quem somos, e o que estamos fazendo com a própria vida.
Uns chamam de lei do retorno, outros de karma, outros de sina, mas a verdade é que depois de algumas experiências, aprendi a acreditar em destino. Não que eu vá cruzar os braços e creditar a ele toda a responsabilidade da minha vida, mas que ele existe e exerce uma influência considerável nas coisas, ahhhh….exerce!
Destino é uma coisa misteriosa. Se por um lado estamos à mercê de suas escolhas, por outro não podemos culpá-lo por todas as escolhas erradas que fazemos. Na verdade, funciona assim: somos formados metade pelo acaso e metade pelas consequências das decisões. E, isso, inclui os relacionamentos amorosos que escolhemos viver. O famoso autor estudiense Henry David Thoreau dizia que “o que um homem pensa de si, é o que determina ou, melhor, indica seu destino”.
A verdade é que o destino vive em queda de braço conosco. Colocando à prova nossa paciência, nossa moral e nosso autocontrole para, no final, dar o que, realmente, merecemos. É como se fossemos os arquitetos dos próprios sonhos e o destino o mestre de obra, em outras palavras: podemos até planejar, mas sem ele, os planos não acontecem.
De forma alusiva, Fernando Pessoa, comparava o destino a um rio: ““Eu já disse, mas vou repetir: não se represa um rio, não se engana a natureza, faça a represa o que quiser, pois o rio cedo ou tarde vai arranjar um jeito de rasgar a terra, abrir um caminho, e voltar a correr em seu leito de origem”. E assim é a vida: não se força, não se “dá um jeitinho”, não se trapaceia. O que tem que ser, acontecerá como estiver escrito e, talvez seja isso, o que mais nos assusta.
Destino também é merecimento. É entender que tudo tem um motivo e um tempo e que, até da maior dor, podemos tirar a maior aprendizagem. Quando entendemos que não tomar todas as decisões do mundo não geramos expectativas e, consequentemente, não sofremos tanto.
Nem toda ansiedade faz um plano mudar. Nem toda beleza pode fazer alguém se apaixonar. Nem toda autoridade faz alguém te obedecer. Por isso, às vezes, encontrar um grande amor, uma grande oportunidade ou um grande negócio é só uma questão de destino.
*Por Pamela Camocardi
Uns chamam de lei do retorno, outros de karma, outros de sina, mas a verdade é que depois de algumas experiências, aprendi a acreditar em destino. Não que eu vá cruzar os braços e creditar a ele toda a responsabilidade da minha vida, mas que ele existe e exerce uma influência considerável nas coisas, ahhhh….exerce!
Destino é uma coisa misteriosa. Se por um lado estamos à mercê de suas escolhas, por outro não podemos culpá-lo por todas as escolhas erradas que fazemos. Na verdade, funciona assim: somos formados metade pelo acaso e metade pelas consequências das decisões. E, isso, inclui os relacionamentos amorosos que escolhemos viver. O famoso autor estudiense Henry David Thoreau dizia que “o que um homem pensa de si, é o que determina ou, melhor, indica seu destino”.
A verdade é que o destino vive em queda de braço conosco. Colocando à prova nossa paciência, nossa moral e nosso autocontrole para, no final, dar o que, realmente, merecemos. É como se fossemos os arquitetos dos próprios sonhos e o destino o mestre de obra, em outras palavras: podemos até planejar, mas sem ele, os planos não acontecem.
De forma alusiva, Fernando Pessoa, comparava o destino a um rio: ““Eu já disse, mas vou repetir: não se represa um rio, não se engana a natureza, faça a represa o que quiser, pois o rio cedo ou tarde vai arranjar um jeito de rasgar a terra, abrir um caminho, e voltar a correr em seu leito de origem”. E assim é a vida: não se força, não se “dá um jeitinho”, não se trapaceia. O que tem que ser, acontecerá como estiver escrito e, talvez seja isso, o que mais nos assusta.
Destino também é merecimento. É entender que tudo tem um motivo e um tempo e que, até da maior dor, podemos tirar a maior aprendizagem. Quando entendemos que não tomar todas as decisões do mundo não geramos expectativas e, consequentemente, não sofremos tanto.
Nem toda ansiedade faz um plano mudar. Nem toda beleza pode fazer alguém se apaixonar. Nem toda autoridade faz alguém te obedecer. Por isso, às vezes, encontrar um grande amor, uma grande oportunidade ou um grande negócio é só uma questão de destino.
*Por Pamela Camocardi
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
A melhor maneira de lidar com pessoas desagradáveis é não entrar no joguinho delas
Nosso descontrole e nossa irritação alimentarão o ego daqueles que nos querem infelizes, ou seja, o nosso desprezo sempre será a mais bela resposta a eles, que ficarão ainda mais irritados, enquanto seguimos leves.Sempre haverá quem falará mal do outro pelas costas, quem irritará as pessoas sem razão aparente, quem agredirá com palavras ou atitudes, quem não gostará de ninguém. Pessoas infelizes costumam se irritar com a felicidade alheia e farão de tudo para que todos à sua volta se sintam mal também. Cabe a nós nos protegermos desse tipo de gente, sem perder a compostura.
Embora, muitas vezes, seja praticamente impossível mantermos a calma diante de certas pessoas, inclusive para que nossos limites sejam explicitados e nosso ar não nos falte, sempre será melhor não dar ibope aos maldosos de plantão. Nosso descontrole e nossa irritação alimentarão o ego daqueles que nos querem infelizes, ou seja, o nosso desprezo sempre será a mais bela resposta a eles, que ficarão ainda mais irritados, enquanto seguimos leves.
[
É certo que a vida não é fácil e cada um lida com as dificuldades à sua própria maneira. As pessoas enfrentam o mundo de acordo com a forma como os sentimentos se ajustam ou não dentro de si, algumas com mais coragem, outras com menos. Um mesmo acontecimento é recebido diferentemente por cada pessoa envolvida e é assim que cada um de nós vai se formando gente. Dependendo de como digerimos o que nos acontece, acabamos nos tornando melhores, ou não saímos do lugar.
O problema ocorre quando as pessoas não conseguem lidar com a própria vida e, em vez de procurar ajuda ou ouvir os conselhos de quem queira ajudar, culpam o mundo pelo que lhes ocorre, não se responsabilizando por nada. Assim, nunca aprenderão, nem avançarão, acumulando mágoa e ressentimento dentro de si. E isso tudo não se aguenta, o que as torna pessoas infelizes e desagradáveis, sendo que muitas delas acabam disseminando maldade e infelicidade por onde passam.
O melhor escudo que nos protegerá de qualquer mal que nos rodeia sempre será a manutenção de nossas verdades e a segurança de nossas convicções, porque é assim que conseguiremos manter o que nos faz bem e deixar pra lá o que nos faz mal, desviando-nos de gente desagradável, maldosa e fofoqueira. É assim que o bem prevalece lá fora e cá dentro de nós.
*Por Marcel Camargo
Não se esqueça: nascemos sem trazer nada e morreremos sem levar nada
A gente não se lembra do carro, da roupa, dos móveis de quem se foi, pois o que fica no sorriso da gente é tudo o que a pessoa nos fez de bom, é a forma como a pessoa nos fez sentir o mundo.
Neste ano, passei por duas perdas muito tristes e difíceis em minha vida. Quando algo assim acontece, a gente tem que começar a refletir sobre várias coisas, para buscar algum sentido naquela dor toda. Nada pode trazer de volta quem morreu, trata-se de algo que não tem mais volta e, por isso mesmo, somos obrigados a ter que digerir o que aconteceu e tentar arranjar forças para prosseguir.
Então, eu pude perceber que o que nos dá força e nos faz levantar, a cada novo dia, é justamente tudo aquilo que acumulamos dentro de nós, em nossos corações. São as lembranças dos momentos felizes, dos sorrisos, do colo, dos abraços e das palavras doces que nos agigantam frente à dor do vazio que se instala à nossa volta. Não importa o tanto de luxo que nos rodeia, o modelo de nosso carro ou a marca de nossas roupas, o consolo afetivo que nos resguarda da demora na tristeza vem de dentro.
A gente não se lembra do carro, da roupa, dos móveis de quem se foi, pois o que fica no sorriso da gente é tudo o que a pessoa nos fez de bom, é a forma como a pessoa nos fez sentir o mundo. Meu conforto vem das memórias que contêm tudo de bom que passei junto aos meus queridos que partiram, cada emoção boa que senti quando estavam ao meu lado. Nenhuma herança material substitui o legado de amor e de afeto que as pessoas que amamos nos deixam.
Por isso é que não dá para entender tanta gente se importando tanto com o que não se leva dessa vida. Pessoas se desentendem por dinheiro, brigam por um cargo, puxam o tapete por conta de status, distanciam-se da família para juntar renda e mais renda, e então, sem aviso prévio, tudo muda num átimo de segundo. Doenças, acidentes, desemprego, não há o que não possa acontecer, visto nada ser previsível nesta vida e, infelizmente, muitos acabam deixando para trás momentos de partilha amorosa verdadeira e que não voltam mais.
Como diziam nossos avós: da vida nada se leva. Chegamos sem nada e saímos da mesma forma. O que fica é amor, sentimento, afetividade. Perderemos muitas pessoas ao longo de nossa jornada, mas, caso tenhamos realmente vivido com verdade junto a elas, teremos forças para enfrentar o mundo quando não mais estiverem conosco. É assim que a gente caminha, haja o que houver.
*Por Marcel Camargo
Neste ano, passei por duas perdas muito tristes e difíceis em minha vida. Quando algo assim acontece, a gente tem que começar a refletir sobre várias coisas, para buscar algum sentido naquela dor toda. Nada pode trazer de volta quem morreu, trata-se de algo que não tem mais volta e, por isso mesmo, somos obrigados a ter que digerir o que aconteceu e tentar arranjar forças para prosseguir.
Então, eu pude perceber que o que nos dá força e nos faz levantar, a cada novo dia, é justamente tudo aquilo que acumulamos dentro de nós, em nossos corações. São as lembranças dos momentos felizes, dos sorrisos, do colo, dos abraços e das palavras doces que nos agigantam frente à dor do vazio que se instala à nossa volta. Não importa o tanto de luxo que nos rodeia, o modelo de nosso carro ou a marca de nossas roupas, o consolo afetivo que nos resguarda da demora na tristeza vem de dentro.
A gente não se lembra do carro, da roupa, dos móveis de quem se foi, pois o que fica no sorriso da gente é tudo o que a pessoa nos fez de bom, é a forma como a pessoa nos fez sentir o mundo. Meu conforto vem das memórias que contêm tudo de bom que passei junto aos meus queridos que partiram, cada emoção boa que senti quando estavam ao meu lado. Nenhuma herança material substitui o legado de amor e de afeto que as pessoas que amamos nos deixam.
Por isso é que não dá para entender tanta gente se importando tanto com o que não se leva dessa vida. Pessoas se desentendem por dinheiro, brigam por um cargo, puxam o tapete por conta de status, distanciam-se da família para juntar renda e mais renda, e então, sem aviso prévio, tudo muda num átimo de segundo. Doenças, acidentes, desemprego, não há o que não possa acontecer, visto nada ser previsível nesta vida e, infelizmente, muitos acabam deixando para trás momentos de partilha amorosa verdadeira e que não voltam mais.
Como diziam nossos avós: da vida nada se leva. Chegamos sem nada e saímos da mesma forma. O que fica é amor, sentimento, afetividade. Perderemos muitas pessoas ao longo de nossa jornada, mas, caso tenhamos realmente vivido com verdade junto a elas, teremos forças para enfrentar o mundo quando não mais estiverem conosco. É assim que a gente caminha, haja o que houver.
*Por Marcel Camargo
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