Quanto mais vivemos, mais percebemos que a arte de ignorar certas pessoas é capaz de nos poupar de muitos dissabores, aumentando a qualidade de nosso dia-a-dia. Com o tempo, vamos aprendendo que gastar energia com pessoas e coisas que não merecem um mínimo de consideração é atraso de vida, e que só serve para aumentar a quantidade de nossos cabelos brancos e de nossas decepções acumuladas.
Não dê ouvidos a quem está sempre dizendo que nada vai dar certo, que você não vai conseguir, ou que seus sonhos são utópicos demais. Ninguém nos conhece melhor do que nós mesmos e ninguém tem o direito de nos determinar qual é o real alcance de nosso potencial. Nossos ideais é que alimentam as nossas esperanças, as nossas certezas de que o amanhã virá mais belo e pleno de realizações.
Passe por cima, com dignidade e elegância, das opiniões contrárias, dos pontos de vista que denigrem e diminuem tudo aquilo em que acredita. Poderemos nem sempre estar com a razão, mas jamais deveremos abrir mão do pulsar de nossos sentidos, das crenças que nos sustentam o olhar adiante e que nos impulsionam a seguir sempre em frente, a despeito das adversidades e dos tombos que a vida nos dá.
Atropele seus medos, os temores que emperram os seus passos, que tolhem o seu caminhar da liberdade da qual deve se revestir. Não se contamine pelas negatividades alheias, de gente que nunca ousou desvencilhar-se das amarras das convenções sociais, de gente que nunca saiu do lugar, iludindo-se pela comodidade desconfortante da ilusória zona de conforto em que se amotina.
Não ligue para aqueles que desacreditam de seus empreendimentos, de suas idéias, dos sonhos que embasam a sua busca pela felicidade, em casa, no trabalho, onde for. Mantenha firme o seu propósito de encontrar o amor verdadeiro, o amigo leal, o emprego perfeito, a carreira naquilo em que você é melhor. Nada nem ninguém nos impedirá a construção de um caminho de sonhos palpáveis, caso acreditemos em nós mesmos.
Esqueça as palavras de desânimo e de desmotivação que ouvir pelo caminho, enquanto tenta seguir a luz que ilumina a sua jornada. Lembre-se de que ouvir a voz que vem do seu coração lhe abrirá muitas portas que estarão prontas para recebê-lo diariamente, bem como o levará ao encontro de pessoas que o acompanharão com apoio sincero, amando tudo o que em você é digno de admiração verdadeira. Não guarde dentro de si lixo emocional que os desavisados tentam lhe empurrar, tentando atraí-lo para dentro de suas próprias escuridões.
Ignorarmos aqueles que nos ferem gratuitamente, que querem tão somente nos paralisar, para que estagnemos ao nível da miséria emocional em que se encontram, será uma das atitudes mais sábias e úteis que tomaremos ao longo de nossas vidas. Porque ninguém é capaz de acabar com a grandeza que possuímos aqui dentro, nem ninguém tem poder algum sobre as nossas verdades, a não ser que deixemos. No mais, o que importa é ser feliz, e bem longe de gente chata.
*Por Prof. Marcel Camargo
terça-feira, 19 de junho de 2018
sábado, 16 de junho de 2018
Estou em uma etapa da vida na qual não preciso impressionar ninguém
Estou num ponto da minha vida no qual já não preciso impressionar ninguém. Sou como sou, sem que me importe o que os demais pensam de mim.
Não preciso de disfarces, não preciso enganar nem fingir. Porque posso ser quem sou na realidade.
Não preciso fazer ninguém rir ou acreditar que eu nunca choro. Não preciso ser sempre forte nem ser sempre agradável.
Não preciso ser igual a ninguém e, acima de tudo, me aceito tal e como sou. Com minhas virtudes, mas também com meus defeitos.
Porque posso não ser perfeita, mas sou sempre eu.
Aceito e amo quem sou, e quem posso chegar a ser.
Anônimo
Há momentos nos quais desejamos captar a atenção e sermos os reis da festa. No entanto, com o passar dos anos, o que de verdade importa para nós é viver nossa vida sem destacá-la para os demais, só para nós mesmos e nosso entorno.
Alguém disse, uma vez, que é bonito ter dinheiro para comprar as coisas que desejamos, mas é mais bonito ter coisas que o dinheiro não pode comprar.
Em minha vida não preciso impressionar ninguém
O que a vida vai ensinando a você…
Há pessoas que passam a vida fazendo coisas que detestam para conseguir um dinheiro que não precisam, para comprar coisas que não querem, para impressionar pessoas de quem não gostam.
Desconhecido
Dizem que a vida vai ensinando “quem não, quem sim e quem nunca”. Não são necessárias mais experiências nem ressentimentos, somente vamos aprendendo que, quem espera, se decepciona.
Já nos decepcionamos muitas vezes, depositamos nossa confiança em várias ocasiões, e a verdade é que nem sempre conseguimos obter o resultado que esperávamos.
Assim, da mesma maneira que você deixa de esperar algo dos demais, você começa a se dar conta de que deve deixar de se preocupar com o que os demais esperam de você.
Em minha vida não preciso impressionar ninguém
Este é o momento no qual você toma as rédeas de seus desejos, guia a sua vida, tem iniciativas próprias, não elogia os demais em excesso e compartilha seus pensamentos livremente. Digamos que não somente é o começo de sua liberdade emocional, mas também de sua identidade.
Por que não precisamos impressionar ninguém mais que nós mesmos?
As pessoas mais infelizes neste mundo são as pessoas que se preocupam muito com o que os demais pensam.
Não precisamos satisfazer ninguém, apenas a nós mesmos. E isso obedece a uma simples regra que todos podemos entender: se tentamos impressionar a todo custo, nos disfarçamos. E se nos disfarçamos, nossa essência morre.
Cada um é único e excepcional. Nada nem ninguém merece que escondamos nossa verdadeira forma de ser, nossas emoções ou nossos pensamentos. Agora, também é a verdade que tudo tem um limite: você não pode dizer ou fazer a primeira coisa que vier à cabeça, você precisa ter cuidado para não ferir os demais.
Chega para quase todos esse momento vital no qual o que os demais pensam deixa de nos importar, pois nos damos conta de que o que é verdadeiramente importante somos nós mesmos.
Entretanto, é paradoxal que uma pessoa segura de si mesma e despreocupada “com o que os demais dirão” é a que realmente deixa marcas. Digamos que quem presta atenção a si mesmo se torna alguém mais puro, mais real, mais pleno.
Definitivamente, a única maneira de ser uma pessoa de aço é não tentando. Ser natural e trabalhar nossos verdadeiros desejos é o segredo para sermos mais felizes.
*Por Resiliência Humana
sexta-feira, 15 de junho de 2018
A mudança que queremos talvez esteja na atitude que não tomamos
Queremos um emprego melhor, mas não enviamos currículos. Desejamos um relacionamento mais saudável, mas aceitamos as migalhas diárias do parceiro. Lamentamos a viagem não feita, mas não ousamos sair do lugar. Queremos o novo, mas temos medo de nos desgarrarmos do que é velho e cheira a mofo.
É muito ruim nos sentirmos infelizes, incompletos, vivendo como se faltasse algo, como se não tivéssemos conseguido alcançar nada do que sabemos ser capazes. Essa sensação de descompasso entre o que queremos e o que realmente temos acaba nos impedindo de poder ser feliz aqui e agora. Jamais estaremos completos e teremos tudo o que queríamos, mas isso não pode ser tido como obstáculo para mantermos os sonhos acesos.
Muitos de nós parecemos viver um eterno descontentamento em relação a nossas próprias vidas e a tudo o que faz parte dela, bem como em relação ao que está ao nosso redor. É como se estivéssemos enjoados da rotina, das pessoas, do trabalho, da mesma cor de cabelo, das mesmas comidas, enfim, entediados, sem nada que nos encante. Acordamos no mesmo horário, prontos para a velha rotina de sempre. E isso cansa.
A rotina é importante, pois nos força a manter certa disciplina em nossas vidas, motivando-nos a não ficar parados, preenchendo espaços de nossos dias, de forma a não nos tornarmos ociosos. No entanto, há que se balancear essa rotina com alguns momentos inusitados, diferentes, surpreendentes, ou nos robotizamos além da conta, perdendo, a pouco e pouco, nossa essência humana e afetiva.
Fato é que perdemos tempo tentando mudar as pessoas, o mundo, em vão, e então percebemos que a mudança que tanto queremos está dentro de nós. Assim, quando mudamos a nós mesmos, tudo se torna melhor, pois o que tanto nos incomoda pode ser algo em nós mesmos. Sermos a mudança que queremos lá fora pode bem ser o começo de tudo.
Da mesma forma, quantos de nós ansiamos por que as coisas mudem, mas não tomamos a atitude necessária para que isso aconteça? Queremos um emprego melhor, mas não enviamos currículos. Desejamos um relacionamento mais saudável, mas aceitamos as migalhas diárias do parceiro. Lamentamos a viagem não feita, mas não ousamos sair do lugar. Queremos o novo, mas temos medo de nos desgarrarmos do que é velho e cheira a mofo.
Nada vem fácil, nada. Tudo o que quisermos alcançar requer disposição, luta e coragem. Caso não estejamos dispostos a ultrapassar a linha de nossa zona de conforto, tudo permanecerá na mesma. E, então, só teremos mesmo que nos lamentar sem sair do lugar.
*Por Prof. Marcel Camargo
É muito ruim nos sentirmos infelizes, incompletos, vivendo como se faltasse algo, como se não tivéssemos conseguido alcançar nada do que sabemos ser capazes. Essa sensação de descompasso entre o que queremos e o que realmente temos acaba nos impedindo de poder ser feliz aqui e agora. Jamais estaremos completos e teremos tudo o que queríamos, mas isso não pode ser tido como obstáculo para mantermos os sonhos acesos.
Muitos de nós parecemos viver um eterno descontentamento em relação a nossas próprias vidas e a tudo o que faz parte dela, bem como em relação ao que está ao nosso redor. É como se estivéssemos enjoados da rotina, das pessoas, do trabalho, da mesma cor de cabelo, das mesmas comidas, enfim, entediados, sem nada que nos encante. Acordamos no mesmo horário, prontos para a velha rotina de sempre. E isso cansa.
A rotina é importante, pois nos força a manter certa disciplina em nossas vidas, motivando-nos a não ficar parados, preenchendo espaços de nossos dias, de forma a não nos tornarmos ociosos. No entanto, há que se balancear essa rotina com alguns momentos inusitados, diferentes, surpreendentes, ou nos robotizamos além da conta, perdendo, a pouco e pouco, nossa essência humana e afetiva.
Fato é que perdemos tempo tentando mudar as pessoas, o mundo, em vão, e então percebemos que a mudança que tanto queremos está dentro de nós. Assim, quando mudamos a nós mesmos, tudo se torna melhor, pois o que tanto nos incomoda pode ser algo em nós mesmos. Sermos a mudança que queremos lá fora pode bem ser o começo de tudo.
Da mesma forma, quantos de nós ansiamos por que as coisas mudem, mas não tomamos a atitude necessária para que isso aconteça? Queremos um emprego melhor, mas não enviamos currículos. Desejamos um relacionamento mais saudável, mas aceitamos as migalhas diárias do parceiro. Lamentamos a viagem não feita, mas não ousamos sair do lugar. Queremos o novo, mas temos medo de nos desgarrarmos do que é velho e cheira a mofo.
Nada vem fácil, nada. Tudo o que quisermos alcançar requer disposição, luta e coragem. Caso não estejamos dispostos a ultrapassar a linha de nossa zona de conforto, tudo permanecerá na mesma. E, então, só teremos mesmo que nos lamentar sem sair do lugar.
*Por Prof. Marcel Camargo
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Elegância mesmo é ser nobre diante daqueles que desejam nos atingir
Em nosso caminho encontramos muitas pessoas maravilhosas dispostas a nos fazer bem e cooperar com nossa felicidade. Não existe nenhum porquê para a gente se desgastar e perder tempo com quem não vale a pena.
Elegância mesmo é ser nobre diante daquele que deseja nos atingir.
O mundo está repleto de pessoas pobres de espírito que tiram nossa paz de espírito. Elas nos colocam para baixo com seu egoísmo e maldade, e nos ferem com suas traições e desafetos, enganando-nos com sua falsidade e dissimulação. E, na maioria das vezes, dói muito. Nosso coração se quebra. Sofremos de angústia e deixamos com que a raiva tome conta dos nossos pensamentos. Mas não podemos nos perder em uma mediocridade que é do outro. Se devolvemos na mesma moeda, estamos nos comportando de uma forma que nós mesmos desprezamos.
Por outro lado, tirar uma pessoa de nossa vida com elegância é fortalecer nossa própria qualidade como ser humano. Eleva nossa autoestima e causa bem-estar, simplesmente, porque uma pessoa de alma boa não precisa:
1. Provar que é melhor
Não entre nessa disputa. Se uma pessoa lhe causou mal, recolha suas qualidades e vá embora com a certeza de que você pode mais. A necessidade de dar o troco para mostrar que também pode é pura perda de tempo. A vida é linda e o tempo prova quem é quem.
2. Falar pelas costas
A ânsia de desmascarar quem nos fez mal é sempre grande. Apontar seus defeitos, relatar outras maldades cometidas a outras pessoas e até distorcer a realidade para ela pareça pior. Mas isso é um alívio momentâneo, um círculo negativo e viciante de vitimização que não cura a mágoa de fato. Confie no tempo. Mais cedo ou mais tarde, ele diz quem é quem.
3. Ofender
Algumas pessoas extrapolam os limites da ética humana e cometem atentados inimagináveis contra nossa moral ou nosso coração. Vem um ímpeto de explodir, de gritar os piores palavrões, de tocar fundo nas feridas que sabemos que o outro tem. Mas isso só nos faz tão vilões quanto aqueles que nos causaram dor. Além de ser completa falta de educação. Paciência é elegância.
4. Brigar
Entrar em discussões com pessoas que não querem entender o quanto estão equivocadas em seu comportamento não nos leva a nada. Seja indiferente e afaste-se. Mais inútil ainda que a troca de insultos, a agressão física é a resposta dos fracos e destemperados que perdem para seu lado animal, quando sua própria alma não é capaz de achar resposta melhor.
5. Dar o troco
Com a vingança, nós nos igualamos ao nosso inimigo. Sem ela, nós os superamos. Porque dar o troco na mesma moeda significa ter valores iguais em mãos. A melhor vingança é a indiferença, porque significa não ser atingido pelo mal de quem o quis derrubar. Não existe gesto mais elegante do que sorrir genuinamente em paz diante de um desafeto.
6. Tratar mal
Isso significa dar importância para quem lhe fez mal. É mostrar que o golpe o atingiu e que você está ferido. Seja educado, indiferente, mas não trate mal. Assim você vai mostrar ao seu oponente que nada o afeta e ele achará inútil tentar atingi-lo novamente.
7. Indiretas no facebook
Indireta pela internet demonstra total falta de personalidade de olhar nos olhos e ser sincero ou simplesmente mandar uma mensagem no privado. Esconder-se atrás de postagem no facebook é infantil. Resultado de amargura e, muitas vezes, da inveja. É uma necessidade miserável de provar algo para os outros, até porque a possibilidade da pessoa alvo ler e entender é remota. Ou seja, tal inútil atitude não passa de um esconderijo para os covardes.
Então, da próxima vez em que uma pessoa o atingir ou decepcionar, deixando-o triste e cabisbaixo levante a cabeça altivo e siga com elegância, majestade, senão a coroa cai.
*Luciano Cazz
Elegância mesmo é ser nobre diante daquele que deseja nos atingir.
O mundo está repleto de pessoas pobres de espírito que tiram nossa paz de espírito. Elas nos colocam para baixo com seu egoísmo e maldade, e nos ferem com suas traições e desafetos, enganando-nos com sua falsidade e dissimulação. E, na maioria das vezes, dói muito. Nosso coração se quebra. Sofremos de angústia e deixamos com que a raiva tome conta dos nossos pensamentos. Mas não podemos nos perder em uma mediocridade que é do outro. Se devolvemos na mesma moeda, estamos nos comportando de uma forma que nós mesmos desprezamos.
Por outro lado, tirar uma pessoa de nossa vida com elegância é fortalecer nossa própria qualidade como ser humano. Eleva nossa autoestima e causa bem-estar, simplesmente, porque uma pessoa de alma boa não precisa:
1. Provar que é melhor
Não entre nessa disputa. Se uma pessoa lhe causou mal, recolha suas qualidades e vá embora com a certeza de que você pode mais. A necessidade de dar o troco para mostrar que também pode é pura perda de tempo. A vida é linda e o tempo prova quem é quem.
2. Falar pelas costas
A ânsia de desmascarar quem nos fez mal é sempre grande. Apontar seus defeitos, relatar outras maldades cometidas a outras pessoas e até distorcer a realidade para ela pareça pior. Mas isso é um alívio momentâneo, um círculo negativo e viciante de vitimização que não cura a mágoa de fato. Confie no tempo. Mais cedo ou mais tarde, ele diz quem é quem.
3. Ofender
Algumas pessoas extrapolam os limites da ética humana e cometem atentados inimagináveis contra nossa moral ou nosso coração. Vem um ímpeto de explodir, de gritar os piores palavrões, de tocar fundo nas feridas que sabemos que o outro tem. Mas isso só nos faz tão vilões quanto aqueles que nos causaram dor. Além de ser completa falta de educação. Paciência é elegância.
4. Brigar
Entrar em discussões com pessoas que não querem entender o quanto estão equivocadas em seu comportamento não nos leva a nada. Seja indiferente e afaste-se. Mais inútil ainda que a troca de insultos, a agressão física é a resposta dos fracos e destemperados que perdem para seu lado animal, quando sua própria alma não é capaz de achar resposta melhor.
5. Dar o troco
Com a vingança, nós nos igualamos ao nosso inimigo. Sem ela, nós os superamos. Porque dar o troco na mesma moeda significa ter valores iguais em mãos. A melhor vingança é a indiferença, porque significa não ser atingido pelo mal de quem o quis derrubar. Não existe gesto mais elegante do que sorrir genuinamente em paz diante de um desafeto.
6. Tratar mal
Isso significa dar importância para quem lhe fez mal. É mostrar que o golpe o atingiu e que você está ferido. Seja educado, indiferente, mas não trate mal. Assim você vai mostrar ao seu oponente que nada o afeta e ele achará inútil tentar atingi-lo novamente.
7. Indiretas no facebook
Indireta pela internet demonstra total falta de personalidade de olhar nos olhos e ser sincero ou simplesmente mandar uma mensagem no privado. Esconder-se atrás de postagem no facebook é infantil. Resultado de amargura e, muitas vezes, da inveja. É uma necessidade miserável de provar algo para os outros, até porque a possibilidade da pessoa alvo ler e entender é remota. Ou seja, tal inútil atitude não passa de um esconderijo para os covardes.
Então, da próxima vez em que uma pessoa o atingir ou decepcionar, deixando-o triste e cabisbaixo levante a cabeça altivo e siga com elegância, majestade, senão a coroa cai.
*Luciano Cazz
quarta-feira, 13 de junho de 2018
Vou ficar bem e você vai sentir a minha falta.
E comecemos assim: todos nós precisamos de alguém, que precise de nós…
Foi burrice, inocência e imaturidade. Expectativas frustrantes, ilusões fracassadas e pensamentos que o vento levou. Foi platônico, coisas da minha cabeça, coração indefeso. Foi o que todo mundo falou, e eu neguei. Foi o que você não fez, e eu continuei insistindo. Foi tudo o que os meus olhos apaixonados não enxergaram, e que agora transparece sangrando na alma. Foi covarde da sua parte, e fraqueza da minha. Foi medo, entrega absoluta e insatisfação. Foi um balde de água fria no meu corpo inteiro, e o conforto da coberta no seu. Foi para você, mas para mim, simplesmente, ficou. Desde que nos beijamos, eu nunca existi sem você. Tudo palpitou acelerado aqui dentro, era uma mistura incontrolável da fome, com a vontade de comer. Você chegou quando eu já não tinha mais esperanças de encontrar alguém, trouxe cor ao que era preto e branco. Você foi tudo o que eu nunca tive e, ao mesmo tempo, tudo o que eu desejei nunca ter conhecido.
Eu fiz planos ao seu lado como se não houvesse amanhã. Abri mão de muita coisa por você. Ninguém é obrigado a fazer isso por alguém, mas saiba, que não era nenhum tipo de sacrifício poupar os meus próprios sorrisos, para conquistar os seus. Perdi as contas de quantas vezes eu fiz por você, o que nunca ninguém fez por mim. Não sou muito experiente em relacionamentos, mas eu sempre acreditei que a sinceridade move montanhas. O primeiro passo, é não fazer com o outro, o que você não gostaria que fizessem com você. Se colocar no lugar do próximo é fundamental, dessa forma, podemos prever quais os resultados de cada atitude. Só quem ama cuida, de resto, nada tem importância.
Pois bem, eu cuidei de você. Me preocupava quando você ia dormir tarde, mas precisava acordar cedo. Quando tinha que estudar, e ficava altas horas no trabalho. Quando estava doente, e eu parava a minha vida para prestar um socorro imediato. Eu me preocupava quando estava frio, e eu te dava a minha blusa para se esquentar. Quando você estava com fome, e eu preparava o seu prato preferido. Quando, antes mesmo de você sequer imaginar, eu te surpreendia com qualquer coisa boba, só para te ver feliz. Definitivamente, eu não media esforços para demonstrar o quanto eu era apaixonada por você.
Eu fazia tudo, e era espontâneo. Eu me preocupava antes de você pegar no sono, e te enchia de carinho para sentir o amor correr nas minhas veias. Quando, por um descuido qualquer, você tropeçava e eu segurava a sua mão. Quando os seus problemas apareciam todos de uma vez, e eu servia de porto seguro para a sua calmaria voltar ao eixo. Eu fui calor, quando você estava frio. E paciência, quando você usava palavras secas para argumentar qualquer desentendimento. Eu fui matemática, quando precisei contar até dez e não jogar tudo para o alto. E português, todas as vezes em que pensei em te escrever o que sentia, mas me faltavam palavras.
Eu fui muito mais do que estava disposta, e além do que você merecia. Eu fui o seu sonho, quando, abrindo a janela, apenas se via a tempestade. O amparo no momento de desespero, o equilíbrio na emoção, e a estabilidade na racionalidade. Eu fui salgada, quando você queria apenas doce. E amarga, quando você repetia os mesmos erros. Eu fui compreensiva, tentei te entender e por vezes, eu te desculpei. Perdoei coisas que eu me julgava incapaz. Chorei na minha, no silêncio no meu quarto. Pausei a música, quando me lembrava você. Rasguei todo o projeto que eu tinha com você. Eram grandes demais, para uma pessoa pequena.
E, então, a ficha caiu. Você nunca esteve comigo. Mantive um relacionamento unilateral, me fechei no mundo e fiquei cega aos meus instintos. Se a paixão não tivesse me deixado vidrada em você, talvez a realidade teria me dado um tapa na cara. Foi tudo uma mentira. Você não reconhecia nada que eu fazia por você e, por isso, não fazia a menor questão de retribuir. Você teve tudo muito fácil, como queria, na hora e sem precisar sair do lugar. A culpada fui eu. Te coloquei no trono mais alto do castelo, achei que a nossa história fosse encantada, mas a única iludida, no caso, era eu.
Talvez, nunca tenha existido nós. Eu criei, fantasiei e acreditei. Foi miragem, desejo e vontade de realmente ter alguém. Depositei em você, algo mais pesado do que você poderia carregar. Não estava leve. Não era você, nunca foi você.
Eu não sei de onde eu tirei tudo isso…
Acho que eu te amo, mas nunca deixei, primeiramente, de me amar.
Se não vai somar, nem entra na conta.
*Por Resiliência Humana
Foi burrice, inocência e imaturidade. Expectativas frustrantes, ilusões fracassadas e pensamentos que o vento levou. Foi platônico, coisas da minha cabeça, coração indefeso. Foi o que todo mundo falou, e eu neguei. Foi o que você não fez, e eu continuei insistindo. Foi tudo o que os meus olhos apaixonados não enxergaram, e que agora transparece sangrando na alma. Foi covarde da sua parte, e fraqueza da minha. Foi medo, entrega absoluta e insatisfação. Foi um balde de água fria no meu corpo inteiro, e o conforto da coberta no seu. Foi para você, mas para mim, simplesmente, ficou. Desde que nos beijamos, eu nunca existi sem você. Tudo palpitou acelerado aqui dentro, era uma mistura incontrolável da fome, com a vontade de comer. Você chegou quando eu já não tinha mais esperanças de encontrar alguém, trouxe cor ao que era preto e branco. Você foi tudo o que eu nunca tive e, ao mesmo tempo, tudo o que eu desejei nunca ter conhecido.
Eu fiz planos ao seu lado como se não houvesse amanhã. Abri mão de muita coisa por você. Ninguém é obrigado a fazer isso por alguém, mas saiba, que não era nenhum tipo de sacrifício poupar os meus próprios sorrisos, para conquistar os seus. Perdi as contas de quantas vezes eu fiz por você, o que nunca ninguém fez por mim. Não sou muito experiente em relacionamentos, mas eu sempre acreditei que a sinceridade move montanhas. O primeiro passo, é não fazer com o outro, o que você não gostaria que fizessem com você. Se colocar no lugar do próximo é fundamental, dessa forma, podemos prever quais os resultados de cada atitude. Só quem ama cuida, de resto, nada tem importância.
Pois bem, eu cuidei de você. Me preocupava quando você ia dormir tarde, mas precisava acordar cedo. Quando tinha que estudar, e ficava altas horas no trabalho. Quando estava doente, e eu parava a minha vida para prestar um socorro imediato. Eu me preocupava quando estava frio, e eu te dava a minha blusa para se esquentar. Quando você estava com fome, e eu preparava o seu prato preferido. Quando, antes mesmo de você sequer imaginar, eu te surpreendia com qualquer coisa boba, só para te ver feliz. Definitivamente, eu não media esforços para demonstrar o quanto eu era apaixonada por você.
Eu fazia tudo, e era espontâneo. Eu me preocupava antes de você pegar no sono, e te enchia de carinho para sentir o amor correr nas minhas veias. Quando, por um descuido qualquer, você tropeçava e eu segurava a sua mão. Quando os seus problemas apareciam todos de uma vez, e eu servia de porto seguro para a sua calmaria voltar ao eixo. Eu fui calor, quando você estava frio. E paciência, quando você usava palavras secas para argumentar qualquer desentendimento. Eu fui matemática, quando precisei contar até dez e não jogar tudo para o alto. E português, todas as vezes em que pensei em te escrever o que sentia, mas me faltavam palavras.
Eu fui muito mais do que estava disposta, e além do que você merecia. Eu fui o seu sonho, quando, abrindo a janela, apenas se via a tempestade. O amparo no momento de desespero, o equilíbrio na emoção, e a estabilidade na racionalidade. Eu fui salgada, quando você queria apenas doce. E amarga, quando você repetia os mesmos erros. Eu fui compreensiva, tentei te entender e por vezes, eu te desculpei. Perdoei coisas que eu me julgava incapaz. Chorei na minha, no silêncio no meu quarto. Pausei a música, quando me lembrava você. Rasguei todo o projeto que eu tinha com você. Eram grandes demais, para uma pessoa pequena.
E, então, a ficha caiu. Você nunca esteve comigo. Mantive um relacionamento unilateral, me fechei no mundo e fiquei cega aos meus instintos. Se a paixão não tivesse me deixado vidrada em você, talvez a realidade teria me dado um tapa na cara. Foi tudo uma mentira. Você não reconhecia nada que eu fazia por você e, por isso, não fazia a menor questão de retribuir. Você teve tudo muito fácil, como queria, na hora e sem precisar sair do lugar. A culpada fui eu. Te coloquei no trono mais alto do castelo, achei que a nossa história fosse encantada, mas a única iludida, no caso, era eu.
Talvez, nunca tenha existido nós. Eu criei, fantasiei e acreditei. Foi miragem, desejo e vontade de realmente ter alguém. Depositei em você, algo mais pesado do que você poderia carregar. Não estava leve. Não era você, nunca foi você.
Eu não sei de onde eu tirei tudo isso…
Acho que eu te amo, mas nunca deixei, primeiramente, de me amar.
Se não vai somar, nem entra na conta.
*Por Resiliência Humana
terça-feira, 12 de junho de 2018
Deus me deu Você
Deus me deu Você para que eu me enxergasse,
para manter-me forte e ajudar-me a tocar em frente.
Deus me deu Você para partilhar meu coração e minha alma,
para trazer-me coragem e esperança,
para ensinar-me o significado do Amor Incondicional.
Deus me deu Você para aceitar-me como sou,
para entender minhas dificuldades,
para que eu tivesse um Amigo de verdade.
Deus me deu Você para trazer-me lições,
ajudar-me a crescer e fortalecer meu
espírito.
Deus me deu Você para dar-me esperanças,
clarear meus pensamentos e encorajar
os meus sonhos.
Deus me deu Você para inspirar-me a ser o
melhor que eu possa, para mostrar-me a
importância da verdade e da alegria
de oferecer meu coração ao conforto de um
outro coração.
Deus me deu Você para ensinar-me a deixar
as tristezas de lado,
para eu declarar-me vulnerável quando assim
estou e para mostrar meu verdadeiro eu e minhas
ocultas esperanças.
Deus me deu Você para amar, para honrar,
para assumir e entregar minha confiança
da forma que eu sempre quis.
Ele me deu Você porque tinha um plano:
Fazer-me feliz.
Promete? Eu preciso que você prometa estar sempre aqui, mesmo que seja só em pensamento. Promete nunca desistir da gente, nunca desista do nosso amor, da nossa história. Mesmo que haja brigas, de vez em quando uns ‘nunca mais’, nunca desista de me amar. Promete nunca desistir de tudo aquilo que um dia, juntos, a gente sonhou. Eu preciso que você acredite em mim: tudo vai dar certo. Talvez não hoje, amanhã ou mês que vem. Não sei quando, não sei a hora exata, mas sei que um vai acontecer. Então eu só preciso que você prometa ter um pouco de paciência para me amar, porque quando esse dia chegar eu prometo ser toda sua e acredite: eu não suportaria não ser.
para manter-me forte e ajudar-me a tocar em frente.
Deus me deu Você para partilhar meu coração e minha alma,
para trazer-me coragem e esperança,
para ensinar-me o significado do Amor Incondicional.
Deus me deu Você para aceitar-me como sou,
para entender minhas dificuldades,
para que eu tivesse um Amigo de verdade.
Deus me deu Você para trazer-me lições,
ajudar-me a crescer e fortalecer meu
espírito.
Deus me deu Você para dar-me esperanças,
clarear meus pensamentos e encorajar
os meus sonhos.
Deus me deu Você para inspirar-me a ser o
melhor que eu possa, para mostrar-me a
importância da verdade e da alegria
de oferecer meu coração ao conforto de um
outro coração.
Deus me deu Você para ensinar-me a deixar
as tristezas de lado,
para eu declarar-me vulnerável quando assim
estou e para mostrar meu verdadeiro eu e minhas
ocultas esperanças.
Deus me deu Você para amar, para honrar,
para assumir e entregar minha confiança
da forma que eu sempre quis.
Ele me deu Você porque tinha um plano:
Fazer-me feliz.
Promete? Eu preciso que você prometa estar sempre aqui, mesmo que seja só em pensamento. Promete nunca desistir da gente, nunca desista do nosso amor, da nossa história. Mesmo que haja brigas, de vez em quando uns ‘nunca mais’, nunca desista de me amar. Promete nunca desistir de tudo aquilo que um dia, juntos, a gente sonhou. Eu preciso que você acredite em mim: tudo vai dar certo. Talvez não hoje, amanhã ou mês que vem. Não sei quando, não sei a hora exata, mas sei que um vai acontecer. Então eu só preciso que você prometa ter um pouco de paciência para me amar, porque quando esse dia chegar eu prometo ser toda sua e acredite: eu não suportaria não ser.
segunda-feira, 11 de junho de 2018
A vida muda o tempo todo. O tempo todo a vida muda.
É algo inevitável, e a ordem dos acontecimentos não altera os fatos. Conforme crescemos, o que queremos e pensamos sobre a vida também muda. Nosso crescimento físico deve acompanhar o crescimento e desenvolvimento pessoal e espiritual, nossas escolhas e o que elas refletem também.
Pensamos que sabemos de tudo, pensamos que podemos controlar tudo, porém algumas vezes as coisas não acontecem como planejamos. Isso não significa que a vida está contra você, mas talvez o destino, universo, Deus tenha algo melhor para a sua vida.
Às vezes o que é nosso está nos esperando logo depois de algumas situações que, muitas vezes, consideramos como derrotas ou falhas. Por isso aceite o novo de braços abertos.
Uma mudança fundamental é aprender a se impor
Eu percebi depois de alguns tombos e machucados que minha felicidade às vezes dependia somente de um ‘não’.
“Não, você não pode falar assim comigo.” “Não, você não pode me tratar assim.” Se não te agradar e não te fizer feliz, diga não, hoje não!
Nem todo mundo vai entender sua evolução, mas não se deixe abater e esteja preparado para as críticas e opiniões que você não pediu. Críticas construtivas serão sempre bem-vindas, e para todo o resto, somente ignore.
Seja a mudança que você quer ver, seja a pessoa que você quer ter como amigo, seja o tipo de companheiro/a que você gostaria de encontrar, o funcionário que você contrataria. Seja tudo o que quiser, só não seja egoísta.
Lembre-se sempre de se colocar no lugar do outro em todas as situações, afinal, jamais devemos fazer ou desejar ao próximo o que não queremos para nós mesmos.
Um passo de cada vez, às vezes dois para trás para dar um para frente, mas desde que você esteja se movimentando e caminhando na direção da sua felicidade, das suas metas, a missão maior estará sendo cumprida.
Lembre-se: uma única chance, uma única vida
Enquanto o coração bater e os olhos se abrirem pela manhã, comece e recomece. De novo e de novo!
*Wandy Luz
Pensamos que sabemos de tudo, pensamos que podemos controlar tudo, porém algumas vezes as coisas não acontecem como planejamos. Isso não significa que a vida está contra você, mas talvez o destino, universo, Deus tenha algo melhor para a sua vida.
Às vezes o que é nosso está nos esperando logo depois de algumas situações que, muitas vezes, consideramos como derrotas ou falhas. Por isso aceite o novo de braços abertos.
Uma mudança fundamental é aprender a se impor
Eu percebi depois de alguns tombos e machucados que minha felicidade às vezes dependia somente de um ‘não’.
“Não, você não pode falar assim comigo.” “Não, você não pode me tratar assim.” Se não te agradar e não te fizer feliz, diga não, hoje não!
Nem todo mundo vai entender sua evolução, mas não se deixe abater e esteja preparado para as críticas e opiniões que você não pediu. Críticas construtivas serão sempre bem-vindas, e para todo o resto, somente ignore.
Seja a mudança que você quer ver, seja a pessoa que você quer ter como amigo, seja o tipo de companheiro/a que você gostaria de encontrar, o funcionário que você contrataria. Seja tudo o que quiser, só não seja egoísta.
Lembre-se sempre de se colocar no lugar do outro em todas as situações, afinal, jamais devemos fazer ou desejar ao próximo o que não queremos para nós mesmos.
Um passo de cada vez, às vezes dois para trás para dar um para frente, mas desde que você esteja se movimentando e caminhando na direção da sua felicidade, das suas metas, a missão maior estará sendo cumprida.
Lembre-se: uma única chance, uma única vida
Enquanto o coração bater e os olhos se abrirem pela manhã, comece e recomece. De novo e de novo!
*Wandy Luz
sexta-feira, 8 de junho de 2018
ÀS VEZES, O QUE É NOSSO ESTÁ NOS ESPERANDO LOGO DEPOIS DE ALGUMAS SITUAÇÕES QUE CONSIDERAMOS COMO DERROTAS OU FALHAS…
A vida muda o tempo todo. O tempo todo a vida muda. É algo inevitável, e a ordem dos acontecimentos não altera os fatos.Conforme crescemos, o que queremos e pensamos sobre a vida também muda. Nosso crescimento físico deve acompanhar o crescimento e desenvolvimento pessoal e espiritual, nossas escolhas e o que elas refletem também.
Pensamos que sabemos de tudo, pensamos que podemos controlar tudo, porém algumas vezes as coisas não acontecem como planejamos. Isso não significa que a vida está contra você, mas talvez o destino, universo, Deus tenha algo melhor para sua vida.
Às vezes o que é nosso, está nos esperando logo depois de algumas situações que muitas vezes consideramos como derrotas ou falhas. Por isso aceite o novo de braços abertos.
Uma mudança fundamental é aprendermos a nos impor.
Eu percebi depois de alguns tombos e machucados que minha felicidade às vezes dependia somente de um não.
Não, você não pode falar assim comigo. Não, você não pode me tratar assim. Se não te agradar e não te fizer feliz, diga não, hoje não!
Nem todo mundo vai entender sua evolução, não se deixe abater, e esteja preparado para as críticas e opiniões que você não pediu. Críticas construtivas serão sempre bem vindas, e para todo os resto, somente ignore.
Seja a mudança que você quer ver, seja a pessoa que você quer ter como amigo, seja o tipo de companheiro/a que você gostaria de encontrar, o funcionário que você contrataria. Não seja egoísta.
Lembre-se sempre de se colocar no lugar do outro em todas as situações, afinal o que não queremos para nós, jamais devemos fazer ou desejar ao próximo.
Um passo de cada vez, às vezes dois para trás para dar um para frente, mas desde que você esteja se movimentando e caminhando na direção da sua felicidade, das suas metas, a missão maior estará sendo cumprida.
*Wandy Luz
quinta-feira, 7 de junho de 2018
O passado não volta. Tudo muda!
Tudo na vida tem seu momento. O passado não volta e, se tivéssemos a chance de voltar no tempo, no mesmo lugar, com as mesmas pessoas, nada seria como antes.
Tudo muda, as pessoas mudam, nós mudamos também. E que bom que as mudanças acontecem, elas são essenciais para nos fortalecer, sair da zona de conforto e seguir na direção que precisamos estar.
Por isso, quando se deparar com situações e pessoas que fizeram parte de seu passado e, naquele instante, nada mais fizer sentido, não se sinta culpado por não ser ou agir como fazia antes. Agradeça por tudo que vivenciou, por todos os ensinamentos e por todos os encontros que a vida lhe proporcionou.
Honrar o passado é a maneira mais sábia e bonita de entender que ele foi vital para a sua jornada e para o estágio evolutivo que se encontra hoje.
Quando o velho der lugar ao novo, quando começar a adotar novas atitudes, posturas e novas formas de pensar e agir, fique feliz e tenha orgulho de si mesmo. Confie, tenha fé porque tudo que acontece é para melhorar.
Celebre a vida presente! Não tem nada mais importante e prioritário que o aqui e agora, pois daqui alguns segundos o presente será passado. E quanto ao futuro, não se preocupe tanto com ele, não crie expectativas, tudo tem a hora certa para acontecer.
Nesse processo de desprendimento do passado, deixe ir embora o que tiver de ir e isso inclui pessoas também. Preste mais atenção em sua intuição – é Deus falando com você.
Seja a sua melhor companhia, mantenha-se fiel aos seus valores e virtudes e acima de tudo respeite-se e ame-se.
Respeitar o que seu coração sente é respeitar o que sua alma deseja e ela sabe o que é melhor. O respeito é a maior prova de amor que pode dar a si mesmo. Siga em frente, há muito ainda para ser aprendido e vivido no presente.
Sobre o passado, seja grato porque ele fez você se tornar a pessoa que é hoje. E quanto ao futuro? O melhor virá, acredite e confie!
*Fabiana Paloro
Tudo muda, as pessoas mudam, nós mudamos também. E que bom que as mudanças acontecem, elas são essenciais para nos fortalecer, sair da zona de conforto e seguir na direção que precisamos estar.
Por isso, quando se deparar com situações e pessoas que fizeram parte de seu passado e, naquele instante, nada mais fizer sentido, não se sinta culpado por não ser ou agir como fazia antes. Agradeça por tudo que vivenciou, por todos os ensinamentos e por todos os encontros que a vida lhe proporcionou.
Honrar o passado é a maneira mais sábia e bonita de entender que ele foi vital para a sua jornada e para o estágio evolutivo que se encontra hoje.
Quando o velho der lugar ao novo, quando começar a adotar novas atitudes, posturas e novas formas de pensar e agir, fique feliz e tenha orgulho de si mesmo. Confie, tenha fé porque tudo que acontece é para melhorar.
Celebre a vida presente! Não tem nada mais importante e prioritário que o aqui e agora, pois daqui alguns segundos o presente será passado. E quanto ao futuro, não se preocupe tanto com ele, não crie expectativas, tudo tem a hora certa para acontecer.
Nesse processo de desprendimento do passado, deixe ir embora o que tiver de ir e isso inclui pessoas também. Preste mais atenção em sua intuição – é Deus falando com você.
Seja a sua melhor companhia, mantenha-se fiel aos seus valores e virtudes e acima de tudo respeite-se e ame-se.
Respeitar o que seu coração sente é respeitar o que sua alma deseja e ela sabe o que é melhor. O respeito é a maior prova de amor que pode dar a si mesmo. Siga em frente, há muito ainda para ser aprendido e vivido no presente.
Sobre o passado, seja grato porque ele fez você se tornar a pessoa que é hoje. E quanto ao futuro? O melhor virá, acredite e confie!
*Fabiana Paloro
quarta-feira, 6 de junho de 2018
Eu sei como é a sensação de querer alguém, mas não poder ficar junto…
Amadurecer, talvez seja isso, deixar ir embora o que já tivemos medo de perder.
Eu entendo. Não é só você que sente a solidão correr nas veias e estremecer a espinha. A verdade, é que sabemos que essa idealização não tem futuro, mas ainda assim, insistimos em criar expectativas já sabendo do resultado final.
Eu sei como é a sensação de dormir e acordar pensando em alguém. De sorrir igual bobo olhando uma parede branca. Fazer planos e sonhar de olhos bem abertos.
Eu sei como é a sensação de enxergar coisas onde não existem, de alimentar sentimentos unilaterais.
Eu sei como é a sensação de sair com muita gente e desejar estar com apenas uma pessoa, que mal sabemos onde está se divertindo essa noite. Eu sei como é a sensação de abraçar o travesseiro para conter a saudade que transborda nos olhos. Eu sei como é lembrar desse alguém em cada momento, em cada detalhe.
Eu sei como é a sensação de querer mais do que o caso, moldar uma vida inteira com alguém. Eu sei como é a sensação de ir para a balada, querendo estar no cinema de casal. Eu sei como é a sensação de escutar uma música e lembrar, incessantemente, de alguém. De sentir falta dos instantes que nunca, sequer, existiram.
Eu sei como é a sensação de me perguntarem qual o meu status, eu responder com uma negação o que poderia ser um sorriso enorme, com muito orgulho. Seguido do seu nome, nosso endereço e uma aliança.
Eu sei como é a sensação de tentar preencher um espaço que nada se encaixa. Eu sei como é ter vários contatos no celular, todos no silencioso. Eu sei como é ignorar mensagens e convites, sei como isso dá preguiça.
Eu sei como é seguir em frente olhando para trás. Eu sei como é receber curtidas e comentários de quem não faz a menor diferença. Eu sei como é a sensação de querer e não poder. Eu sei muito bem, e como isso é dolorido…
Eu sei como é a sensação de querer alguém que não te quer. De ficar estagnado em um relacionamento que só existe na sua cabeça. Eu sei como é a sensação de ser tachado de idiota por todos ao redor.
Eu sei como é a sensação de tentar ficar feliz, quando na realidade, tudo o que mais queremos é chorar sem parar. Eu sei como é a sensação de forçar passeios só para tentar pensar menos nesse alguém, e nada adiantar. Eu sei como é a sensação de ter o melhor a oferecer e desprezarem.
Eu sei como é a sensação de romantizar um copo de bebida. Eu sei como é a sensação de beijar outras bocas tentando esquecer, mas acabar lembrando ainda mais.
Eu sei como é a sensação de querer tanto alguém, a ponto de não relevar o amor-próprio ao nível mais alto do egocentrismo. Eu sei como é querer alguém que não nos assume, que não move um dedo por você.
Eu sei como é a sensação de não conhecer direito, mas mesmo assim continuar querendo. Eu sei como é estar disposto a completar qualidades e defeitos, completamente, desconhecidos. Eu sei como é a sensação de assistir ao pôr-do-sol e toda essa inspiração não ter sentido algum.
Assim como o brilho da lua. Eu sei como é a sensação de fazer viagens para lugares incríveis, mas nenhuma delas ser uma opção melhor do que, na imaginação, trazer para perto quem mais queremos. Eu sei como é a sensação de não frequentar os mesmos lugares que sempre esteve, por não saber como lidar com o aperto no peito. Eu sei como é a sensação de se prender em inúteis objetos, tornando-se materialista.
Eu sei o quanto dói a falta de reciprocidade, e você também sabe disso.
Amadurecer, talvez seja isso, deixar ir embora o que já tivemos medo de perder. Sendo assim, para o meu coração, por mais que eu diga adeus para esse alguém, ir embora nunca significou esquecer.
Por Jéssica Pellegrini
Eu entendo. Não é só você que sente a solidão correr nas veias e estremecer a espinha. A verdade, é que sabemos que essa idealização não tem futuro, mas ainda assim, insistimos em criar expectativas já sabendo do resultado final.
Eu sei como é a sensação de dormir e acordar pensando em alguém. De sorrir igual bobo olhando uma parede branca. Fazer planos e sonhar de olhos bem abertos.
Eu sei como é a sensação de enxergar coisas onde não existem, de alimentar sentimentos unilaterais.
Eu sei como é a sensação de sair com muita gente e desejar estar com apenas uma pessoa, que mal sabemos onde está se divertindo essa noite. Eu sei como é a sensação de abraçar o travesseiro para conter a saudade que transborda nos olhos. Eu sei como é lembrar desse alguém em cada momento, em cada detalhe.
Eu sei como é a sensação de querer mais do que o caso, moldar uma vida inteira com alguém. Eu sei como é a sensação de ir para a balada, querendo estar no cinema de casal. Eu sei como é a sensação de escutar uma música e lembrar, incessantemente, de alguém. De sentir falta dos instantes que nunca, sequer, existiram.
Eu sei como é a sensação de me perguntarem qual o meu status, eu responder com uma negação o que poderia ser um sorriso enorme, com muito orgulho. Seguido do seu nome, nosso endereço e uma aliança.
Eu sei como é a sensação de tentar preencher um espaço que nada se encaixa. Eu sei como é ter vários contatos no celular, todos no silencioso. Eu sei como é ignorar mensagens e convites, sei como isso dá preguiça.
Eu sei como é seguir em frente olhando para trás. Eu sei como é receber curtidas e comentários de quem não faz a menor diferença. Eu sei como é a sensação de querer e não poder. Eu sei muito bem, e como isso é dolorido…
Eu sei como é a sensação de querer alguém que não te quer. De ficar estagnado em um relacionamento que só existe na sua cabeça. Eu sei como é a sensação de ser tachado de idiota por todos ao redor.
Eu sei como é a sensação de tentar ficar feliz, quando na realidade, tudo o que mais queremos é chorar sem parar. Eu sei como é a sensação de forçar passeios só para tentar pensar menos nesse alguém, e nada adiantar. Eu sei como é a sensação de ter o melhor a oferecer e desprezarem.
Eu sei como é a sensação de romantizar um copo de bebida. Eu sei como é a sensação de beijar outras bocas tentando esquecer, mas acabar lembrando ainda mais.
Eu sei como é a sensação de querer tanto alguém, a ponto de não relevar o amor-próprio ao nível mais alto do egocentrismo. Eu sei como é querer alguém que não nos assume, que não move um dedo por você.
Eu sei como é a sensação de não conhecer direito, mas mesmo assim continuar querendo. Eu sei como é estar disposto a completar qualidades e defeitos, completamente, desconhecidos. Eu sei como é a sensação de assistir ao pôr-do-sol e toda essa inspiração não ter sentido algum.
Assim como o brilho da lua. Eu sei como é a sensação de fazer viagens para lugares incríveis, mas nenhuma delas ser uma opção melhor do que, na imaginação, trazer para perto quem mais queremos. Eu sei como é a sensação de não frequentar os mesmos lugares que sempre esteve, por não saber como lidar com o aperto no peito. Eu sei como é a sensação de se prender em inúteis objetos, tornando-se materialista.
Eu sei o quanto dói a falta de reciprocidade, e você também sabe disso.
Amadurecer, talvez seja isso, deixar ir embora o que já tivemos medo de perder. Sendo assim, para o meu coração, por mais que eu diga adeus para esse alguém, ir embora nunca significou esquecer.
Por Jéssica Pellegrini
terça-feira, 5 de junho de 2018
A angustiante condição humana de ter que fazer escolhas
Quem nunca se perdeu em devaneios tentando imaginar como seria a vida se tivesse feito outras escolhas? Estaria mais feliz? É difícil responder, mas é inegável que não se pode voltar ao passado e, por isso é tão difícil fazer escolhas. Mas, ainda que imaginemos ter feito escolhas erradas, não há nenhuma escolha que não traga vicissitudes. Assim, não adianta ficar paralisado pelo medo e pela dúvida. É preciso arriscar e esperar as consequências.
Essa problemática aparece no filme “Sr. Ninguém”, protagonizado por Jared Leto. Grosso modo, a trama gira em torno de Nemo Ninguém, um ancião de 117 anos que não se lembra quem é (por isso o seu sobrenome: “Ninguém”). Na tentativa de descobrir quem é, ele cria diversas fantasias de vidas vividas de diferentes formas, nas quais ele sempre faz escolhas distintas. Entretanto, em nenhuma delas ele chega a sua idade, fato que comprova que os seus devaneios são apenas fantasias e não memórias.
Diante disso, o protagonista (e nós) percebe que a sua máxima de que – “Enquanto não escolhemos, tudo é possível” é falsa, uma vez que toda escolha anula outras possibilidades (inclusive, não escolher, que também é uma escolha) e que viver é um processo de perdas. Quando se faz uma escolha, sempre se deixa de fazer outra e, consequentemente, perde-se alguma coisa. Não há como permanecer com todas as possibilidades de forma contínua. Pelo contrário, quando não fazemos escolhas, passamos a seguir por caminhos estranhos e com o tempo nos tornamos estranhos de nós mesmos.
Deixar-se dominar pelo medo das consequências de uma escolha, apenas impede que façamos as escolhas que realmente queremos. Até mesmo porque, nunca haverá uma escolha que seja perfeita, que não traga problemas e dificuldades. Como é dito em certa parte do filme – “Na vida, você tem apenas uma tomada, se for ruim, apenas lidamos com isso”. Ou seja, não há como voltar e agir de outro modo. A fumaça nunca volta para o cigarro, portanto, as consequências, mesmo que de uma escolha errada, devem ser encaradas, pois foram frutos de uma escolha sua.
Errar é pertinente à caminhada. Mas, esses erros só servem como aprendizado quando deliberamos sobre a vida, isto é, quando nos permitimos escolher e errar. O erro, inclusive, é inevitável, pois como diz Milan Kundera somos atores entrando no palco sem nunca ter ensaiado, de modo que não temos outra coisa a fazer que não encenar/viver, mesmo sem saber como.
“Não existe meio de verificar qual é a boa decisão, pois não existe termo de comparação. Tudo é vivido pela primeira vez e sem preparação. Como se um ator entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que pode valer a vida, se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida?”
Nemo não se permitia errar, por isso não fazia escolhas e, assim, não consegue se lembrar quem é, já que são as escolhas que nos formam. Assim como ele, nós muitas vezes ficamos paralisados diante do abismo que uma escolha pode trazer e, dessa forma, somos levados pelas escolhas que os outros querem, mas que são estranhas ao nosso coração.
Quantas vezes desistimos de algo por imaginarmos as dificuldades que iríamos enfrentar? O que não atentamos é que, como já disse, qualquer outra escolha também trará dificuldades e quando esta não é feita pelo nosso coração, certamente nos arrependeremos muito mais. Aliás, não há nem arrependimento, posto que arrepender-se pressupõe escolha e como a decisão não foi tomada de fato por nós, não existe a possibilidade lógica de arrependimento.
É preciso escolher. É preciso arriscar. É preciso errar. Só assim crescemos e podemos nos olhar no espelho e nos enxergar. Do contrário seremos como Nemo, um rascunho frágil de uma vida que não consegue se ver. Devemos ter a coragem de viver e não apenas existir, de ser quem somos e escolher o que faz o nosso coração se sentir melhor, mesmo que depois nos arrependamos, pois uma vida bem vivida é aquela que chegada a hora da morte, temos certeza que vivemos da melhor maneira de pudemos e que em cada suspiro deixamos a nossa marca. O pior na vida não é ter medo das consequências, do futuro, da morte. Mas, de como diz o próprio Nemo – “Não ter estado vivo o suficiente”.
*Por Erick Morais
Essa problemática aparece no filme “Sr. Ninguém”, protagonizado por Jared Leto. Grosso modo, a trama gira em torno de Nemo Ninguém, um ancião de 117 anos que não se lembra quem é (por isso o seu sobrenome: “Ninguém”). Na tentativa de descobrir quem é, ele cria diversas fantasias de vidas vividas de diferentes formas, nas quais ele sempre faz escolhas distintas. Entretanto, em nenhuma delas ele chega a sua idade, fato que comprova que os seus devaneios são apenas fantasias e não memórias.
Diante disso, o protagonista (e nós) percebe que a sua máxima de que – “Enquanto não escolhemos, tudo é possível” é falsa, uma vez que toda escolha anula outras possibilidades (inclusive, não escolher, que também é uma escolha) e que viver é um processo de perdas. Quando se faz uma escolha, sempre se deixa de fazer outra e, consequentemente, perde-se alguma coisa. Não há como permanecer com todas as possibilidades de forma contínua. Pelo contrário, quando não fazemos escolhas, passamos a seguir por caminhos estranhos e com o tempo nos tornamos estranhos de nós mesmos.
Deixar-se dominar pelo medo das consequências de uma escolha, apenas impede que façamos as escolhas que realmente queremos. Até mesmo porque, nunca haverá uma escolha que seja perfeita, que não traga problemas e dificuldades. Como é dito em certa parte do filme – “Na vida, você tem apenas uma tomada, se for ruim, apenas lidamos com isso”. Ou seja, não há como voltar e agir de outro modo. A fumaça nunca volta para o cigarro, portanto, as consequências, mesmo que de uma escolha errada, devem ser encaradas, pois foram frutos de uma escolha sua.
Errar é pertinente à caminhada. Mas, esses erros só servem como aprendizado quando deliberamos sobre a vida, isto é, quando nos permitimos escolher e errar. O erro, inclusive, é inevitável, pois como diz Milan Kundera somos atores entrando no palco sem nunca ter ensaiado, de modo que não temos outra coisa a fazer que não encenar/viver, mesmo sem saber como.
“Não existe meio de verificar qual é a boa decisão, pois não existe termo de comparação. Tudo é vivido pela primeira vez e sem preparação. Como se um ator entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que pode valer a vida, se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida?”
Nemo não se permitia errar, por isso não fazia escolhas e, assim, não consegue se lembrar quem é, já que são as escolhas que nos formam. Assim como ele, nós muitas vezes ficamos paralisados diante do abismo que uma escolha pode trazer e, dessa forma, somos levados pelas escolhas que os outros querem, mas que são estranhas ao nosso coração.
Quantas vezes desistimos de algo por imaginarmos as dificuldades que iríamos enfrentar? O que não atentamos é que, como já disse, qualquer outra escolha também trará dificuldades e quando esta não é feita pelo nosso coração, certamente nos arrependeremos muito mais. Aliás, não há nem arrependimento, posto que arrepender-se pressupõe escolha e como a decisão não foi tomada de fato por nós, não existe a possibilidade lógica de arrependimento.
É preciso escolher. É preciso arriscar. É preciso errar. Só assim crescemos e podemos nos olhar no espelho e nos enxergar. Do contrário seremos como Nemo, um rascunho frágil de uma vida que não consegue se ver. Devemos ter a coragem de viver e não apenas existir, de ser quem somos e escolher o que faz o nosso coração se sentir melhor, mesmo que depois nos arrependamos, pois uma vida bem vivida é aquela que chegada a hora da morte, temos certeza que vivemos da melhor maneira de pudemos e que em cada suspiro deixamos a nossa marca. O pior na vida não é ter medo das consequências, do futuro, da morte. Mas, de como diz o próprio Nemo – “Não ter estado vivo o suficiente”.
*Por Erick Morais
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