segunda-feira, 16 de março de 2015

Podas

Quando eu era criança, encontrei, um dia, um jardineiro, com uma tesoura enorme na mão. 
Fiquei revoltado quando vi que ele, com a sua tesoura, começou a cortar os galhos mais tenros de todas as plantas. 
Reclamei, agarrei-o pelo braço.

Ele sorriu e pediu-me que, depois de um mês, eu voltasse a ver o resultado do que tinha feito. 

E, de fato,
um mês depois todas as plantas estavam ainda mais belas e cheias de vida. 
Foi assim que aprendi o segredo das podas. 

Quando li, no Evangelho, que o Criador e Pai poda justamente os galhos que dão frutos, 
entendi, 
aceitei, 
porque eu já sabia o efeito da poda. 

Por que todos nós temos a tentação de imaginar que os sofrimentos que nos chegam são castigos de Deus?! 
Por que não pensar que Deus permite sofrimentos físicos e morais,
como o agricultor que poda suas árvores,
para que dêem mais fruto ainda?! 

Por mais que o sofrimento nos desnorteie; 
por mais que certos sofrimentos pareçam absurdos e revoltantes,
agarremos-nos a estas duas certezas,
como quem se agarra a dois cabos de aço:
Deus existe e Deus é Pai.

* Dom Hélder Câmara

sábado, 14 de março de 2015

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sexta-feira, 13 de março de 2015

A Última Pedra

Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens. Acertei bastante, mas também errei bastante.
Quando olho para diante, tenho certeza de que vou acertar e errar bastante também.

É impossível acertar sempre.
Mas o importante é que não gastemos nosso tempo nem nossa energia nos torturando.
A autocrítica pelo que não deu certo, além de ser nociva para a saúde, faz com que a gente perca os passarinhos que a vida nos oferece de presente. 

Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou porque eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás. Respondi que me arrependia do que tinha feito, mas expliquei que, naquele momento, minha atitude me parecia lógica. Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje, certamente a decisão seria diferente. 

Por isso é que lhe digo: não se torture por algo que não deu certo no passado.
Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.
Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.
Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.

Não importa o que você fez, não se torture.
Apenas perceba o que é possível fazer para consertar essa situação e faça.
Se você sente culpa, perdoe-se.
E principalmente, compreenda que agiu assim porque, na ocasião, era o que achava melhor fazer.

Não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos. Reconheça o erro que cometeu, peça desculpas e continue sua vida.
Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida.
Curta os passarinhos. Eles são os presentes do universo para você!

* Por Roberto Shinyashiki

quinta-feira, 12 de março de 2015

As perdas do ser Humano

Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vazio. 
Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido. 
Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. Estamos, a partir de então, por nossa conta. Sozinhos. 
Começamos a vida em perda e nela continuamos. Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem. Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo. Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói. E continuamos a perder e seguimos a ganhar. 
Perdemos primeiro a inocência da infância. A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas por que alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair... 
E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar Por que? Perguntamos a todos e de tudo. Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás. Estamos crescendo. 
Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer...Vamos perdendo aos poucos alguns direitos e conquistando outros. 
Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos, mesmo quando algo nos é tomado contra a vontade. 
E aprendemos. E vamos adolescendo, ganhamos peso, ganhamos altura, ganhamos o mundo. Neste ponto, vivemos em grande conflito. 
O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos. Ah! os sonhos!!! Ganhamos muitos sonhos. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo. Aí, de repente, caímos na real! 
Estamos amadurecendo, todos nos admiram. Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. Perdemos a espontaneidade. Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo. 
E continuamos amadurecendo, ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma. E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer. Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos-lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos. 
Ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e a chave da cidade. E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos. De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso e perdemos cabelos. 
Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos, deixamos de sorrir, perdemos a esperança. Estamos envelhecendo. Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo. 
Compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno, que necessita do outono que o antecede. 
Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie. Que tenhamos rugas e boas lembranças. Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia. Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos. E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos, sintam-se amados mais do que saibam-se amados.

 * Por Aila Magalhães

quarta-feira, 11 de março de 2015

Cinco Sentidos

Primeiro foram os olhos que te trouxeram até mim. 
Devagar… devagarinho surgiste tu, vindo do nada e ocupando de forma avassaladora a tela da minha vida. 
Olhei-te. Observei-te. Admirei-te. Apreciei-te. 
Entraste-me na retina e não mais de lá saíste. Depois ouvi-te... 
Não foram palavras que escutei, foram acordes de harpa que fizeram retinir todas as campainhas do meu corpo, que embalaram as minhas células numa valsa de saltos altos à luz da Lua. Inalei-te… A que cheiras tu, meu amor? 
Que aroma é esse que se desprende de ti e como um néctar dos deuses me envolve nessa tua sedução. 
Que fragrância o teu corpo emana que se evapora para o meu corpo e que deixa a tua presença em mim? 
Toquei-te…que textura tem a tua pele? Não é seda, porque esta é magnífica e fria e o teu corpo é maravilhosamente quente. 
Não é linho, porque este é sublime e áspero e tu és sublimemente macio. 
Provei-te… no teu beijo há a luxúria do mais glamoroso vinho, há o requinte do mais caro champanhe, há a doçura da mais delicada sobremesa. 
Senti-te… e da troca de olhares, no gosto dos beijos, no toque de peles, no aroma dos corpos suados… apaixonei-me…

terça-feira, 10 de março de 2015

Hoje e não Amanhã...

Prefiro que partilhes comigo uns poucos minutos, agora que estou vivo,
e não uma noite inteira, quando eu morrer.
Prefiro que apertes suavemente a minha mão agora que estou vivo, 
e não apoies o teu corpo sobre mim, quando eu morrer. 
Prefiro que faças uma só chamada agora que estou vivo,
e não faças uma inesperada viagem, quando eu morrer. 
Prefiro que me ofereças uma só flor agora que estou vivo, 
e não me envies um formoso ramo, quando eu morrer. 
Prefiro que elevemos ao céu uma oração agora que estou vivo,
e não uma missa cantada e celebrada quando eu morrer.
Prefiro que me digas umas palavras de alento agora que estou vivo, 
e não um dilacerante poema, quando eu morrer.
Prefiro escutar um só acorde de guitarra agora que estou vivo, 
e não uma comovedora serenata quando eu morrer.
Prefiro que me dediques uma leve prece agora que estou vivo,
e não um político epitáfio sobre a minha tumba quando eu morrer. 
Prefiro desfrutar de todos os mínimos detalhes agora que estou vivo,
e não de grandes manifestações quando eu morrer.
Prefiro escutar-te um pouco nervosa dizendo o que sentes por mim agora que estou vivo,
e não um grande lamento porque não o disseste a tempo, e agora estou morto.
Aproveitemos os nossos seres queridos, agora que estão entre nós.

VALORIZA as pessoas que estão à tua volta...
Ama-as, respeita-as, lembra-te delas… 
enquanto estão vivas!!!

segunda-feira, 9 de março de 2015

Ansiedade e fé

Você já se percebeu ansioso por algum fato, em alguma situação?

É normal que, em determinados momentos da vida, sintamos esse excesso de expectativa, uma vontade de acelerar o tempo, de que as coisas se concluam, aconteçam.

Entretanto, você já imaginou o que aconteceria se esses momentos se sucedessem com grande frequência?

O que ocorreria se substituíssemos uma preocupação solucionada por outra, logo em seguida, com o mesmo nível de expectativa?

Não raro, alguns de nós agimos dessa forma.

Vamos acumulando momentos de ansiedade, renovando-os, mantendo-nos em um estado ansioso perene, constante.

Como essa situação emocional não é a adequada, não é a desejada para o cotidiano do organismo, este sofre com o contínuo bombardeio desse temperamento ansioso.

Sempre se constituirá em prejuízo ao nosso organismo a excessiva preocupação e cuidados que registremos para pessoas, acontecimentos ou coisas.

A ansiedade traduz desarmonia interior, insegurança e insatisfação. É a exteriorização do inconformismo, do qual decorre a incerteza em torno das ocorrências do cotidiano.

Não podemos controlar todas as variáveis da vida.

Sempre haverá situações que escapam do nosso alcance, do nosso controle.

Nesses momentos, nos quais fizemos tudo o que nos cabia, nos quais utilizamos de todos os recursos possíveis, cabe-nos apenas aguardar os desígnios da vida.

Será nesse exato momento que agirá a nossa fé.

Construída no entendimento de que Deus provê todas as nossas necessidades, e de que tudo que nos ocorre está sob os auspícios divinos, a fé nos tranquiliza e acalma na dificuldade.

Essa fé, antídoto da ansiedade, não nasce no nosso emocional.

Ela é trabalhada na razão, na compreensão da presença de Deus em nossas vidas, e na certeza do Seu amparo amoroso. Ensinando-nos a trabalhar nossa ansiedade, Jesus, terapeuta maior, nos provoca inúmeras reflexões:

Não vos inquieteis com o amanhã porque o amanhã trará seus próprios cuidados.

Basta a cada dia o seu mal.

As aves do céu não semeiam nem ceifam e vosso Pai Celestial as alimenta.

Olhai os lírios dos campos...

Se nos permitirmos meditar em torno dessas propostas de Jesus, nosso olhar perante a vida se modificará.

A ansiedade cederá espaço para a fé.

A confiança na Providência Divina, o entendimento de que não estamos sós, ganhará espaço em nossa intimidade.

A certeza de que Deus nos provê as necessidades passa a substituir o sentimento de ansiedade, quando não o de medo e insegurança perante a vida.

Dessa forma, se nos percebermos por demais ansiosos, busquemos a meditação, a reflexão profunda nos ensinamentos de Jesus, e na nossa relação com Deus.

Utilizemos a oração para nos amparar na construção da fé raciocinada, da compreensão da vida, da confiança em Deus.

Assim agindo, aos poucos, as dúvidas e incertezas diminuirão, e as veremos como processo natural da nossa existência na Terra.

Finalmente, quando formos surpreendidos pela ansiedade excessiva, após fazer o que nos cabe, entreguemos nossas preocupações e medos ao Pai, e Ele saberá como melhor conduzir todas as questões.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Gandhi e o Professor arrogante

Enquanto estudava Direito no Colégio Universitário da London University de Londres, um professor de sobrenome Peters tinha-lhe aversão, mas o estudante Gandhi nunca baixou a cabeça e os seus encontros eram frequentes.

Um dia Professor Peters estava a almoçar na sala de jantar da Universidade e o aluno vem com a bandeja e senta-se ao lado do professor.
Professor, altivo, diz:

- “Sr. Gandhi você não entende … Um porco e um pássaro, não se sentam juntos para comer.”

Ao que Gandhi respondeu:

- “Fique o professor tranquilo … Eu vou voando”, e mudou-se pra outra mesa.

Mr. Peters ficou cheio de raiva e decidiu vingar-se no teste seguinte, mas o aluno respondeu de forma brilhante a cada pergunta. Então o professor fez mais uma pergunta:

- “Mr. Gandhi, você está andando na rua e encontra um saco, dentro dele está a sabedoria e uma grande quantidade de dinheiro, qual dos dois tira?”

Gandhi responde sem hesitar:

- “É claro professor que tiro o dinheiro!”

O professor Peters sorrindo diz:

- “Eu, ao contrário, tinha agarrado a sabedoria, você não acha?”

- “Cada um tira o que não tem.” responde Gandhi.

O professor Peters, fica histérico e escreve no papel da pergunta: Idiota!

E o jovem Gandhi recebe a folha e lê atentamente.

Depois de alguns minutos dirige-se ao professor e diz:

- “Mr. Peters, reparo que assinou a minha folha, mas não colocou a nota?”

E você? Costuma reagir com a mesma serenidade e perspicácia às ofensas que recebe?

quinta-feira, 5 de março de 2015

Voltei Pra Perguntar ...

O que deixo, o que marco em sua vida, quando eu passo por você? 
O que os meus olhos confessam, quando encontram com os seus? 
Se eu deixo uma saudade boa pra lembrar? 
O que fica de mim? 
Eu pergunto se valeu a pena, ter deixado ir além, ter entrado ai na sua casa dividindo o que é seu,
essa vida vai muito depressa e é bom saber o que deixei de mim. 
Pode ser que nesta vida eu não possa mais voltar, para amar quem não amei, consertar o que estraguei, 
o perdão que não pedi, a solidão que não desfiz, o sorriso que neguei e aquele esforço que não fiz, 
eu sei que o tempo vai passar, as pessoas vão e vem, mas sei que algumas vão ficar, pelo mal ou pelo bem, 
não morrerá quem soube amar e que seja sempre assim, que EU DEIXE SÓ O BEM QUE EXISTE EM MIM, se com você não consegui, eu voltei quem sabe assim, a gente possa se olhar, como quem nunca se viu, e no perdão recomeçar, pra depois reconhecer: minha vida é bem melhor por ter você.'

*Por Padre Fábio de Melo

quarta-feira, 4 de março de 2015

Se...

Há anos que o amava em silêncio sem nunca ter tido coragem para lho dizer. Todos os dias falávamos sobre as coisas mais banais, trivialidades de quem nada diz e tem muito para dizer, todos os dias me fazia sorrir, todos os dias partilhávamos confidências, receios, todos os dias lia, onde não existia, uma frase romântica que me fazia sonhar. Nunca foram precisas palavras para lhe dizer o que me torturava o peito mas sei que ele o sabia. Um amor puro, ingênuo e desinteressado só se tem uma vez na vida e que a amizade e a amizade é uma linha ténue que nos separa de um grande amor. Um dia veio a notícia que mudaria de cidade, que partiria para outra vida, que iria ter novos amigos… e amigas… Um coração ingênuo não aguenta ouvir estas palavras sem sangrar por dentro. O último dia antes de partir, fizemos uma festa de despedida, com bebidas proibidas, mousses instantâneas, batatas fritas e música alta. O som abafava a minha voz, a minha dor, os meus pedidos surdos para não partires. Ouvi o toque da campainha que anunciava o fim das aulas. Corri para o espelho da casa de banho e endireitei os ganchos do cabelo, alisei a prega do vestido e coloquei nos lábios o batom de cereja que na véspera roubara da mochila da minha irmã. Do outro lado da escola fui encontrá-lo, calças de ganga sujas de mais uma partida de futebol, joelhos esfolados indiciando a alegria de um último golo. Só sei que eu tremia como se tivesse com frio, apesar das cigarras já terem anunciado a proximidade do Verão. As pessoas passavam por mim e resmungavam pelo facto de estar a empecilhar o caminho. Não me consegui mexer, não consegui falar. O meu cérebro gritava às minhas pernas «-Corre, vai ter com ele», ordenava aos meus braços «-Abraça-o pela última vez», e ditava à minha boca «-Dá-lhe um beijo de despedida». Tentei chamá-lo mas a voz não me obedecia. O som de uma buzina, que tão bem conheço, faz-me estremecer… a mãe dele acabou de chegar para o levar, e desta vez, para uma longa viagem, para longe de mim, para longe das nossas brincadeiras. Também ele ouviu a buzina e veio na minha direção com uma expressão envergonhada. Quando passou perto de mim colocou na minha mão um bilhete arrancado de uma meia página de caderno de espiral da disciplina de matemática onde se lia «-Quando voltar quero ser teu namorado». Vi-o desaparecer dentro do carro, o carro a desaparecer na multidão, a multidão a desaparecer no caminho e o caminho da felicidade a desaparecer da minha vida. Vi a minha coragem desaparecer e o meu coração a cair ao chão, estilhaçando-se para o resto da minha existência. Hoje, tantos anos depois, sei que aquele episódio deixou na minha boca o sabor amargo de não ter lutado pelo que queria, a falta de coragem ficou marcada em mim como uma tatuagem na pele. «-O que é que teria acontecido se….» os «ses» da vida são as palavras mais difíceis de combater.

*Por 
aspalavrasnuncatedirei.blogs.sapo.pt/

terça-feira, 3 de março de 2015

Os dez mandamentos da qualidade

1) Ao acordar, não permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. No máximo, comente seus planos no sentido de tornar seu trabalho de vez mais produtivo.
Pensar positivo é qualidade.

2) Ao entrar no prédio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo não sendo um colega da sua área.
Ser educado é qualidade.

3) Seja metódico ao abrir seu armário, ao ligar seu computador, ao passar informações etc. Comece relembrando as notícias de ontem. 
Ser organizado é qualidade.

4) Não se deixe envolver pela primeira informação de erro recebida de quem, talvez, não saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.
Ser prevenido é qualidade.

5) Quando for abordado por alguém, tente adiar sua própria tarefa, pois quem veio lhe procurar deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em você. Ele ficará feliz pelo auxílio que você possa lhe dar. 
Ser atento é qualidade.

6) Não deixe de alimentar-se na hora do almoço. Pode ser até um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades. Aquela tarefa urgente pode esperar uns 30 minutos. Se você adoecer, dezenas de tarefas terão que aguardar sua volta, as quais acabarão por sobrecarregar seu colega de trabalho.
Respeitar a saúde é qualidade.

7) Dentro do possível, tente se agendar para os próximos 10 dias, tanto para tarefas do trabalho quanto as sociais. Não fique trocando estas a todo momento, principalmente a minutos do evento. Lembre-se de que você afetará o horário dos seus colegas.
Cumprir o combinado é qualidade.

8) Ao comparecer a reuniões, leve tudo o que for preciso para a ocasião, principalmente suas idéias. Divulgue-as sem receio. O máximo que poderá ocorrer é alguém do grupo não aceitá-la. Talvez mais tarde, em dois ou três meses, você tenha a chance de mostrar que estava com a razão. 
Saiba esperar: ter paciência é qualidade.

9) Não prometa o que está além do seu alcance só para impressionar quem lhe ouve. Se você ficar devendo um dia, vai arranhar o conceito que levou anos para construir.
Falar a verdade é qualidade.

10) Na saída do trabalho, esqueça-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a família ou os amigos que lhe darão segurança para desenvolver suas tarefas com equilíbrio. 
Amar a família e os amigos é a maior qualidade. 

Respeitar e Se Respeitar

A pessoa que você mais sente falta está fazendo a escolha diária de não ter você na vida dela. Essa decisão dói, porque o coração insiste em...