sexta-feira, 30 de julho de 2010

Agindo com bom senso

Como você costuma buscar a solução para os problemas que surgem na sua vida?

Talvez esta pergunta pareça tola, mas o assunto é de extrema importância quando desejamos corrigir o passo e evitar novos tropeços.

O que geralmente acontece, quando desejamos resolver algum problema, é fazer exatamente o caminho mais difícil.

No entanto, como o sucesso da ação depende do meio utilizado ou da estratégia criada para a solução, vale a pena pensar um pouco sobre nossa forma de agir.

Por vezes, nos movimentamos freneticamente para um lado e para o outro, e esquecemos de que movimentos desordenados não nos levarão a lugar nenhum.

Movimentar-se nem sempre significa agir com discernimento.

Comumente confundimos a urgência com a pressa, e atropelamos as coisas.

A situação pode exigir atitudes urgentes, o que não significa apressadas.

Quando agimos apressadamente, sem fazer uso da razão, é mais fácil o equívoco. Quando agimos sob o domínio da emoção, o resultado é quase sempre desastroso.

A emoção não é boa conselheira, quando se trata de resolver questões urgentes.

Um exemplo pode tornar mais fácil a nossa compreensão.

Se uma cobra venenosa nos morde e inocula seu veneno em nosso corpo, o que fazer?

Uns saem correndo atrás da víbora para matá-la, e acabar de vez com o problema, numa atitude insana de vingança.

Seria essa a decisão acertada?

A movimentação só faria o veneno se espalhar rapidamente pela corrente sanguínea, piorando as coisas.

No entanto, a ação mais eficaz seria buscar ajuda o mais breve possível, para evitar danos maiores.

Mas nem sempre a ira nos permite agir sensatamente.

Se uma pessoa nos ofende ou nos contraria frontalmente, geralmente revidamos ou mantemos o efeito do veneno durante dias, meses ou anos...

Ressentimento quer dizer sentir e voltar a sentir muitas vezes.

Quando isso acontece, a mágoa vai se tornando cada vez mais viva e mais intensa.

A ação mais acertada, neste caso, não seria tratar de eliminar o veneno de nossa intimidade?

Para tomar decisões lúcidas, é preciso fazer uso da razão, e não se deixar levar pela emoção.

Quando a emoção governa nossas ações, geralmente o arrependimento surge logo em seguida.

Assim sendo, é importante pensar bem antes de agir para evitar que, em vez de solucionar os problemas, os compliquemos ainda mais.

Se, num momento crítico, a emoção nos tomar de assalto, é melhor sair de cena por alguns instantes, ou deixar que os ânimos se acalmem, antes de qualquer atitude.

Quando agimos com calma, fazendo uso da razão, é mais fácil encontrar soluções definitivas, em vez de piorar as coisas.


Lembre-se de que, em vez de correr atrás da cobra que nos mordeu, é mais racional buscar a solução do problema.

Quando você estiver às voltas com um problema qualquer, lembre-se de que a solução ou a complicação dependerá da sua ação.

Por isso, busque tomar a decisão mais favorável à resolução.

Lembre-se, ainda, de que a pressa nem sempre é boa conselheira e procure agir com sabedoria, que é sinal de bom senso.

Um gesto importante

Era uma tarde de calor. À beira do lago, Jesus pregava e as pessoas foram a pouco e pouco se aproximando mais.

O interesse era geral. As palavras brotavam daqueles lábios generosos como raios de luz, atingindo as almas.

Uma mulher achegou-se também, trazendo duas crianças pela mão. Sentou-se e sentou-as ao lado. Sua atenção, de imediato, se fixou na voz doce que lhe chegava, inundando-lhe o Espírito de esperanças.

Era uma mulher do povo, sofrida. Há pouco, enviuvara e, com grande esforço, lutava para se manter e aos dois pequenos. Ninguém que a pudesse socorrer.

Ao ouvir aquelas palavras que falavam de um novo reino, de um Pai amoroso e justo, sentiu o coração apaziguar-se.

Por estar muito atenta às palavras de Jesus, não se deu conta de que os pequenos haviam levantado e se encaminhavam em direção ao lago. Atraídos pelo encanto das águas, passaram a brincar descuidados.

O velho pescador Simão, no entanto, tudo viu. Prestava atenção à pregação mas também às demais necessidades da hora em curso. Por isso, levantou-se e seguiu os dois meninos. Acompanhou-os durante algum tempo.

Em certo momento, dirigiu-lhes a palavra e lhes transmitiu confiança. Tomou os dois nos braços, sentou-se numa pedra e ali ficou com eles.

Terminada a reunião, restituiu ambos ao colo materno, em meio à alegria e sincero reconhecimento.

Inspirado por uma força estranha, o discípulo compreendeu que o júbilo daquela tarde não teria sido total se as duas crianças tivessem perecido no seio das águas, despedaçando ainda mais aquele coração maternal, já tão duramente castigado pela ausência física do marido.

Naquela tarde, com aquele pequeno gesto, Pedro descobrira o prazer de servir, a alegria de ser útil.

Tal qual na doce palestra do lago de Genesaré, existem sempre momentos de servir. São gestos pequenos, coisas mínimas que passam despercebidas por muitos, mas que fazem uma grande diferença.

Assim é, por exemplo, que, durante uma palestra, podemos olhar para o lado e, descobrindo um idoso em desconforto, oferecer-lhe o lugar que ocupamos.

Mesmo que tenhamos sido daqueles primeiros a chegar, somente para encontrar um lugar melhor. Com certeza, a palavra nobre que nos chegue nos atingirá com maior vigor, pois que nos encontramos abertos ao ensino superior.

Observando uma jovem mãe com dificuldades com seu pequeno, talvez possamos nos oferecer para tranquilizá-lo, andando um pouco ao ar livre, retornando em seguida para o devolver sereno, quiçá, dormindo, aos braços maternais.

Talvez pensemos que ela deveria ter deixado a criança em casa, contudo não lhe conhecemos os problemas, nem mesmo as dificuldades.

A oportunidade de servir se apresenta em todas as horas, em todos os momentos. Saber ver e se dispor a servir é decisão individual.

O cristão é o indivíduo que deveria estar sempre disposto a servir.

Conforme o ensino de Jesus que, como Mestre, se dispôs a lavar os pés dos Seus Apóstolos, aquele de nós que desejar ser o maior no Reino dos Céus, deve se tornar o servidor atencioso, o menor dentre todos.

E o mundo necessita intensamente de braços dispostos a amparar, ajudar; de ouvidos prontos a ouvir e de bocas desejosas de disseminar palavras de esperança, paz e consolo.

A esperança vive

Não sei o que o amanhã me reserva, mas tenho a certeza de
que poderei vencer qualquer desafio.

Não sei se encontrarei muita dor pelo caminho, mas terei coragem para jamais desanimar.

Não sei se meus dia serão nublados, mas não perderei a confiança de que o sol voltará a brilhar.

Não sei quem continuará ao meu lado nessa caminhada, mas sei que jamais estarei sozinho.

Não sei quantas quedas sofrerei, mas terei forças para sempre levantar.

Não sei se conhecerei a injustiça, mas não abandonarei o ideal de cooperar onde for preciso.

Não sei se a inveja irá querer me prejudicar, mas seguirei confiante o meu caminho.

Não sei se muitas lágrimas irão rolar, mas jamais deixarei o sorriso morrer.

Não sei se enfrentarei muitos inimigos, mas não guardarei mágoas de ninguém.

Não sei se terei que atravessar espinhos, mas nenhuma ferida me impedirá de continuar.

Não sei se vencerei todas as batalhas, mas irei semear o amor por onde passar.

Não sei se o brilho das estrelas irá se apagar um dia, mas usarei o poder da verdadeira fé para chegar onde almejo.

Não sei o que a vida me reserva, mas irei viver intensamente cada instante que ela me apresentar.

Não sei se a solidão se fará presente, mas continuarei sempre acreditando na amizade.

Não sei se o mundo melhorará, mas farei o melhor pelo local onde eu estiver.

Não sei se os dias passarão rapidamente, mas terei a convicção de que aproveitei o tempo da melhor forma possível.

Não sei se terei inúmeras decepções, mas a cada uma, irei renovar as forças para continuar.

Não sei se o desespero baterá a porta, mas deixarei meu coração falar com Deus.

Não sei se a tempestade demorará, mas não irei me esconder por causa da chuva.

Não sei se terei muitas tristezas, mas farei de todo sofrimento um novo aprendizado.

Não sei quando tempo demorarei para realizar minha reforma intima, mas nunca pararei no meio do caminho.

Não sei se chegarei ao paraíso, mas aqui na terra, trabalharei muito.

Não sei as provas que o meu espírito terá que enfrentar, mas vencerei todos os meus medos.

Não sei o que o futuro me aguarda, mas conservarei a paciência.

Não sei muita coisa.

Porém, em minha vida inteira sempre tive uma certeza.

Eu sei que a esperança vive e sempre viverá.

E é ela que guiará os meus passos nessa existência...

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Conheça os benefícios de um *pé na bunda

Durante os cinco anos em que esteve casada, a gerente de qualidade Gisele Abel, 24 anos, vivia o conto de fadas de qualquer garota que sonha em se casar. "Eu era uma dondoca, uma madame. Minha vida era um sonho de consumo de qualquer pessoa", relembra. Mas foi após o término do relacionamento que ela se viu tendo que assumir as rédeas de sua vida e responsabilidades que antes não existiam. "Mudei meu visual, mudei de cidade, arrumei um emprego e passei a ser independente financeiramente."


O fim de um relacionamento pode significar uma reviravolta na vida de qualquer mulher. E isso não significa somente mudar o corte dos cabelos, emagrecer quilos e mais quilos ou ainda sair sorridente por aí. "Em casos em que uma relação não dá certo, a mulher pode preencher o vazio deixado. Ela pode transformar o amor pela pessoa em amor por ela mesma", comenta o psicólogo Mauro Godoy.

Godoy salienta ainda que o "erguer a cabeça e seguir adiante" é algo saudável e uma fase que pode indicar o amadurecimento da mulher. "Sofrer é saudável porque amadurece, mas reagir e investir em si mesma é ainda mais saudável. É o amor próprio e a lucidez. É quase que obrigatório, por ser uma forma de sobrevivência". Então, se você acabou de levar o famoso "pé na bunda", o jeito é juntar os cacos e canalizar energia em tudo o que lhe possa fazer bem. E isso pode significar cuidar do corpo, investir na carreira ou ainda em uma viagem que você sempre sonhou.

"Eu não teria investido na minha carreira profissional se ainda estivesse casada", comenta Gisele. Assim como para ela, o término da relação foi o ponto de partida para o mergulho profissional da relações públicas Sheila Laranjeiras, 24 anos. "Me transformei em uma workaholic. Chego a trabalhar 19 horas por dia", conta. Depois do fim do relacionamento, Sheila precisou de seis meses para se recompor e seguir em frente. "Foi bastante dolorido, precisei de um tempo para voltar a minha rotina normal", relembra.

Saiba ver a luz no final do túnel
Segundo a psicóloga Sueli Castillo, o fim de um relacionamento pode ser bastante traumatizante, independentemente do grau de sentimento que exista. "Lidar com o fim de uma relação, ainda amando, gostando ou apenas acomodada em uma situação, é lidar com o deixar de ter, com as perdas. Essa situação causa muita angústia e desassossego para as pessoas", explica.

A psicóloga comenta ainda que o amadurecimento vem com a superação da dor da separação e com o desejo de transformar o que aconteceu de negativo na relação em aprendizado. A maneira como se lida com a situação, como a capacidade de recomeçar, a culpa e a readaptação social, são fundamentais para o crescimento pessoal da mulher. "Brincar de avestruz, enfiar a cabeça na terra e fazer de conta que nada aconteceu não leva ninguém a nenhum tipo de crescimento e amadurecimento."

Mas não é porque sua vizinha saiu aparentemente ilesa de um "pé na bunda" que você tem que ter a mesma reação. "Existem pessoas que têm resistência emocional, que enfrentam uma dor cara a cara, conscientemente", conta Godoy. O psicólogo diz ainda que mulheres que nunca passaram por uma perda tendem a ter menos estrutura para superar um rompimento amoroso. "Pessoas com mais vivência têm mais 'facilidade' em superar uma perda grande."

Independentemente da idade ou da experiência amorosa, é fundamental que se perceba o fim de um ciclo amoroso para que um outro possa ser começado. "É natural e extremamente saudável essa reciclagem na história de vida da mulher. Investir em estudos, buscar uma profissão ou começar a atuar no mercado de trabalho torna a mulher mais independente, ampliando sua visão a respeito de si mesma e do mundo no qual está inserida", finaliza Sueli.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Humildade x Orgulho

Você já deve ter ouvido muitas vezes a palavra humildade, não é mesmo? Essa palavra é muito usada, mas nem todas as pessoas conseguem entender o seu verdadeiro significado. O termo humildade vem de húmus, palavra de origem latina que quer dizer terra fértil, rica em nutrientes e preparada para receber a semente. Assim, uma pessoa humilde está sempre disposta a aprender e deixar brotar no solo fértil da sua alma, a boa semente. A verdadeira humildade é firme, segura, sóbria, e jamais compartilha com a hipocrisia ou com a pieguice. A humildade é a mais nobre de todas as virtudes pois somente ela predispõe o seu portador, à sabedoria real. O contrário de humildade é orgulho, porque o orgulhoso nega tudo o que a humildade defende.

O orgulhoso é soberbo, julga-se superior e esconde-se por trás da falsa humildade ou da tola vaidade. Alguns exemplos talvez tornem mais claras as nossas reflexões. Quando, por exemplo, uma pessoa humilde comete um erro, diz: "eu me equivoquei", pois sua intenção é de aprender, de crescer. Mas quando uma pessoa orgulhosa comete um erro, diz: "não foi minha culpa", porque se acha acima de qualquer suspeita. A pessoa humilde trabalha mais que a orgulhosa e por essa razão tem mais tempo. Uma pessoa orgulhosa está sempre "muito ocupada" para fazer o que é necessário. A pessoa humilde enfrenta qualquer dificuldade e sempre vence os problemas. A pessoa orgulhosa dá desculpas, mas não dá conta das suas obrigações e pendências. Uma pessoa humilde se compromete e realiza.

Uma pessoa orgulhosa se acha perfeita. A pessoa humilde diz: "eu sou bom, porém não tão bom como eu gostaria de ser". A pessoa humilde respeita aqueles que lhe são superiores e trata de aprender algo com todos. A orgulhosa resiste àqueles que lhe são superiores e trata de pôr-lhes defeitos. O humilde sempre faz algo mais, além da sua obrigação. O orgulhoso não colabora, e sempre diz: "eu faço o meu trabalho". Uma pessoa humilde diz: "deve haver uma maneira melhor para fazer isto, e eu vou descobrir". A pessoa orgulhosa afirma: "sempre fiz assim e não vou mudar meu estilo". A pessoa humilde compartilha suas experiências com colegas e amigos, o orgulhoso as guarda para si mesmo, porque teme a concorrência.

A pessoa orgulhosa não aceita críticas, a humilde está sempre disposta a ouvir todas as opiniões e a reter as melhores. Quem é humilde cresce sempre, quem é orgulhoso fica estagnado, iludido na falsa posição de superioridade. O orgulhoso se diz céptico, por achar que não pode haver nada no universo que ele desconheça, o humilde reverencia ao criador, todos os dias, porque sabe que há muitas verdades que ainda desconhece. Uma pessoa humilde defende as idéias que julga nobres, sem se importar de quem elas venham. A pessoa orgulhosa defende sempre suas idéias, não porque acredite nelas, mas porque são suas. Enfim, como se pode perceber, o orgulho é grilhão que impede a evolução das criaturas, a humildade é chave que abre as portas da perfeição.

Você sabe por quê o mar é tão grande? Tão imenso? Tão poderoso? É porque foi humilde o bastante para colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande. Se quisesse ser o primeiro, se quisesse ficar acima de todos os rios, não seria mar, seria uma ilha. E certamente estaria isolado. Pense nisso!

Uma questão de escolha

Escolher quer dizer preferir, selecionar, optar. Toda nossa vida é feita de escolhas.

Por mais indecisos que sejamos, ao abrir os olhos pela manhã, teremos que optar entre permanecer na cama, esquecendo as horas, ou levantar.

A opção continua na primeira refeição da manhã: cereal, frutas, chá, café, pão integral, pão branco, mel, açúcar ou adoçante.

Desejar bom dia ou resmungar qualquer coisa, ou ficar calado. São opções.

Sair de carro, dar uma caminhada, correr para não perder a condução ou fazer de conta que não tem compromisso nenhum.

Ser gentil no trânsito, cedendo a vez a outro carro, em cruzamento complicado, ou fazer de conta que ninguém mais existe no caminho além de você mesmo.

Não jogar nada pelas janelas do carro ou emporcalhar todo o caminho por onde passa, tudo é questão de escolha.

Escolha de como você deseja que seja o seu dia, a sua vida, o seu Mundo.

Você pode viver muito bem com todo mundo ou viver muito mal até consigo mesmo.

Você pode modificar o mau humor da sua chefia ou de seu colega de escritório, pode sintonizar com eles ou pode ficar na sua.

Você pode atender muito bem o seu cliente e ter sorrisos de retorno ou fingir que ele nem está aí, esperando que outro colega decida por atendê-lo.

Você pode se tornar uma pessoa quase indispensável, no Mundo, pela sua forma de ser.

Ou decidir por ser alguém que, se faltar, poucos ou talvez ninguém notará.

Contou-nos amigo nosso que, viajando por essas estradas de Deus, pelo interior do nosso Brasil, começou a sentir fome.

Aproximava-se o horário do almoço e porque ele e o companheiro de viagem não conhecessem muito bem aqueles caminhos, ficaram atentos a qualquer placa indicativa de lanchonete ou restaurante.

Mais alguns quilômetros percorridos e chegaram a um local que oferecia refeições.

Em cima do imóvel, escrito em letras grandes, em madeira firme, lia-se: Comida a escolê.

Logo entenderam que o proprietário ou proprietária se equivocara ao escrever. Talvez pelas poucas letras que tivesse.

Mas compreenderam, sem dúvida, que havia comida para se escolher.

Entraram e uma senhora muito simples os atendeu. Porque não houvesse cardápio à vista, perguntaram o que havia para lhes matar a fome.

Frango frito. Foi a resposta rápida.

E que mais?

Só frango frito. Respondeu de novo.

Mas a tabuleta diz comida a escolher. - Argumentou meu amigo.

Sim. Falou a senhora, sem pestanejar. O senhor escolhe se quer comer ou se não quer comer.

Tinha toda razão aquela senhora.

Tudo é opção.

Por isso, alguns de nós escolhemos viver em clima de felicidade, com o pouco ou quase nada que tenhamos.

Outros optamos por ser infelizes, com a abundância que desfrutamos.

Uns recebemos o diagnóstico de doença insidiosa e decidimos lutar e viver o quanto nos seja permitido.

E curtimos a natureza, a praia, a montanha, os passeios com a família, o cinema, a bagunça dos netos.

Outros, optamos por nos deixar morrer, sem combate.

Felicidade ou infelicidade. A decisão cabe a cada um de nós.

Todos sofremos perdas, doenças, lutas, no Mundo de provas e expiações em que nos movimentamos.

Todos também usufruímos alegrias, conquistas, dádivas, saúde.

O que fazemos com cada uma dessas coisas é o que estaremos fazendo com o nosso dia: alegria ou tristeza. Vitórias ou derrotas.

Pense nisso e escolha o que você deseja para você, agora, hoje, neste novo dia.

Abrace a alvorada que surge, viva as horas de bênçãos e quando a noite chegar, agradeça a Deus pelas felizes escolhas desse bendito tempo que se chama dia.

Amanhã, quando retornarem as horas a movimentar os ponteiros do relógio, você voltará a fazer as suas escolhas... muito boas escolhas.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A Lenda das Três Árvores

Havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.


A primeira, olhando as estrelas, disse: "Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros".

A segunda, olhando o riacho, suspirou: "Eu quero ser um navio grande para transportar reis e rainhas".

A terceira olhou para o vale e disse: "Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus".

Muitos anos se passaram e certo dia três lenhadores cortaram as árvores que estavam ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam. Mas os lenhadores não costumavam ouvir ou entender de sonhos... Que pena!

A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais coberto de feno.

A segunda virou um simples barco de pesca,carregando pessoas e peixes todos os dias.

A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.

Então, desiludidas e tristes, as três perguntaram: Por que isso?

Entretanto, uma bela noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido naquele cocho de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.

A segunda árvore estava transportando um homem que acabou por dormir no barco em que se transformara. E quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse: "Paz!"

E num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o rei do céu e da terra!

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel. Mas, no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria.

E a terceira árvore percebeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho ao olharem para ela.

As árvores haviam tido sonhos e desejos. Mas sua realização foi mil vezes maior do que haviam imaginado.

Portanto, não esqueça: não importa o tamanho do seu sonho! Acreditando nele, sua vida ficará mais bonita e muito melhor de ser vivida!

Amor para sempre

Quando um homem e ou uma mulher sentem atração um pelo outro começa um relacionamento que é regido de maneira diferente por cada sexo.

Regido pelo hemisfério esquerdo do cérebro, tanto no trabalho como no amor, no homem prevalece o caráter prático e metódico, após uma análise objetiva de onde quer chegar, e qual a harmonia visual (o que é mais belo para si, dentro de sua concepção), e demora em demonstrar emoções.

A mulher ao contrario é regida principalmente pelo hemisfério direito, embora utilize com maior facilidade ambos, onde prevalece à intuição e a sensibilidade, a busca do aconchego e é romântica, geralmente se apaixona no primeiro encontro, idealiza o parceiro e sua relação com ele.

Quando no encontro inicial os dois percebem interesses comuns, e vem aquela sensação de ter encontrado a “alma gêmea”, inicia-se a paixão.

Na paixão entramos num estado de euforia, misturado com incerteza e medo de perder aquilo que nem sabemos se temos, mas existe uma fixação, uma paralisia mental, um encantamento. Nesse momento sentimos a necessidade de estar juntos a toda hora, de contato constante com o outro (presença física, telefônica ou virtual).

A paixão vai evoluindo e começamos a temer a perda da identidade, mas o estado de felicidade gratifica. Mais adiante, a realidade e a frieza do dia a dia, descobre-se que existem diferenças e isso pode gerar decepção e levar ao rompimento, a monotonia, ou a dissociação saudável com a busca da individualidade e crescimento de ambos.

É o momento que o “nós” se transforma em “eu” e “você”, cada um com seus objetivos pessoais, mas com um projeto de vida iniciado em comum. Agora é preciso fator maturidade para que a paixão possa evoluir e se transformar no amor, onde existe um pacto de amizade, respeito pela individualidade, cumplicidade, acrescido de uma vida erótica gratificante.

Entretanto essa diferenciação ou crescimento pessoal de um ou de ambos, pode gerar sentimentos diversos e conflituosos levando a discussões e brigas cotidianas, ou então a uma acomodação e apatia, tornando a união apenas de conveniência ou mesmo evoluir para o rompimento.

“O amor dá trabalho, muito trabalho, tem-se que regrar o jardim todos os dias. Não é para gente covarde, preguiçosa, egoísta, rancorosa, insensível ou maldosa ”.

Para se manter um relacionamento prazeroso e amoroso temos que sempre reconquistar (carinho, afeto, atenção e erotização), manter constantemente o diálogo sem preconceitos e o reconhecimento do projeto de vida em comum.

Em época que se fala muito em sustentabilidade da natureza e do meio ambiente, também para se ter um relacionamento sustentável temos que reciclar efetuar mudanças, e ambos tem que ter o desejo de continuar partilhando a vida em comum, respeitando a si e ao outro, deixando o amor prevalecer.

Que tal fazer um balanço entre créditos e débitos e mudar e renovar sua relação com o seu amado(a).

Amo a liberdade, por isso deixo as coisas que amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí”. (John Lennon)

“Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval”. (Vinícius de Moraes)

“O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues)

“Se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis”. (Carlos Drummond de Andrade)

“Amor é prosa, sexo é poesia”. (Arnaldo Jabor)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Teoria e prática

O conhecimento liberta da ignorância.

Todavia, somente a aplicação do que se aprendeu liberta do sofrimento.

Há uma expressiva diferença entre a teoria e a prática, em todos os segmentos da Humanidade.

A teoria ensina mas a prática afere o valor.

Não basta saber.

É imprescindível utilizar o que se conhece.

O conhecimento amplia os horizontes do entendimento.

A sua aplicação alarga as paisagens da vida.

A mente conhecedora deve movimentar as mãos no uso desses preciosos recursos.

Conhecimento valioso é aquele que pode mover essas conquistas em favor do bem de seu possuidor e do meio social em que este se encontra.

A informação que não produz bênçãos e nem dispõe à ação útil é nula.

Ao conhecer, você saberá que a sua renúncia auxilia a comunidade, sem que espere a abnegação dos outros em seu benefício.

O conhecimento superior estimula à imediata atividade.

O hábito de acumular informações sem finalidade prática facilmente se converte em presunção.

Todo homem tem a obrigação de conhecer para viver em um mundo que cada vez mais se sofistica.

Sem amor pelo conhecimento, ele logo se torna desatualizado e começa a viver do passado.

Mas não basta se dedicar a assimilar informações dos mais variados setores da cultura humana.

Simultaneamente, o homem deve praticar os salutares conhecimentos que armazena.

O conhecer necessita contribuir para uma existência realizadora, humana e feliz.

Sempre que ler, exercite a praticidade do contributo cultural que assimila.

A vida terrena passa com muita rapidez e traz oportunidades que nem sempre se repetem.

Movimente os seus recursos renovados pelas leituras que faz.

Ao agir de forma lúcida em favor do progresso, próprio e alheio, você concretiza suas chances de paz e ventura.

Conta-se que célebre monge budista, estudando determinado livro, descobriu que não era lícito utilizar a pele de animais para conforto pessoal.

De imediato, levantou-se do catre e dali retirou o couro de urso que lhe servia de apoio macio sobre as ripas da cama áspera.

Prosseguindo a leitura, encontrou assinalado que a pele dos animais eventualmente poderia ser utilizada.

Essa utilização seria lícita por parte de quem estivesse enfermo, esquálido ou envelhecido, a fim de ter diminuídas as penas e dores.

Ato contínuo, recolocou o couro do urso no lugar de onde o retirara, deitou-se sobre ele e continuou a ler.


É preciso estudar e aprimorar o intelecto constantemente.

Contudo, conhecimento que não se transforma em utilidade pode ser qual um sepulcro caiado por fora.

Embora a beleza exterior, oculta podridão e morte por dentro, na forma de orgulho e ostentação.

Pense nisso.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Uma gota de água

Você já parou, alguma vez, para observar uma gota d'água?

Sim, uma pequena gota d'água equilibrando-se na ponta de um frágil raminho...

Com graciosidade, a gotícula desafia a lei da gravidade, se balançando nas bordas das folhas ou nas pétalas de uma flor.

São gotas minúsculas, que enfeitam a natureza nas manhãs orvalhadas ou permanecem como pequenos diamantes líquidos, depois que a chuva se vai.

É por isso que um bom observador dirá que a vida seria diferente se não existissem gotas de água para orvalhar a relva e amenizar a secura do solo.

Madre Tereza de Calcutá foi uma dessas almas sensíveis.

Um dia, um jornalista que a entrevistava lhe disse que, embora admirasse o seu trabalho junto aos pobres e enfermos, considerava que o que ela fazia, diante da imensa necessidade, era como uma gota d'água no oceano.

E aquela pequena sábia mulher lhe respondeu: Sim, meu filho, mas sem essa gota d'água o oceano seria menor.

Sem dúvida uma resposta simples e extremamente profunda, pois, sem os pequenos gestos que significam muito, a vida não seria tão bela...

Um aperto de mão, em meio à correria do dia a dia...

Um minuto de atenção a alguém que precisa de ouvidos atentos, para não cair nas malhas do desespero...

Uma palavra de esperança a alguém que está à beira do abismo.

Um sorriso gentil a quem perdeu o sentido da vida.

Uma pequena gentileza diante de quem está preso nas armadilhas da ira.

O silêncio, frente a ignorância disfarçada de ciência...

A tolerância com quem perdeu o equilíbrio.

Um olhar de ternura para quem pena na amargura.

Pode-se dizer que tudo isso são apenas gotas d'água, que se perdem no imenso oceano, mas são essas pequenas gotas que fazem a diferença para quem as recebe.

Sem as atitudes, aparentemente insignificantes, que dentro da nossa pequenez conseguimos realizar, a Humanidade seria triste e a vida perderia o sentido.

Um abraço afetuoso, nos momentos em que a dor nos visita a alma...

Um olhar compassivo, quando nos extraviamos do caminho reto...

Um incentivo sincero de alguém que deseja nos ver feliz, quando pensamos que o fracasso seria inevitável...

Todas essas são atitudes que embelezam a vida.

E se um dia alguém lhe disser que esses pequenos gestos são como gotas d'água no oceano, responda, como Madre Tereza de Calcutá, que sem essas gotas o oceano de amor seria menor.

E tenha certeza disso, pois as coisas grandiosas são compostas de minúsculas partículas.


Sem a sua quota de honestidade, o oceano da nobreza seria menor.

Sem as gotas de sua sinceridade, o mar das virtudes seria menor.

Sem o seu contributo de caridade, o universo do amor fraternal seria consideravelmente menor.

Pense nisso!

E jamais acredite naqueles que desconhecem a importância de um pequeno tijolo na construção de um edifício.

Lembre-se da minúscula gota d'água, que delicadamente se equilibra na ponta do raminho, só para tornar a natureza mais bela e mais romântica, à espera de alguém que a possa contemplar.

E, por fim, jamais esqueça que são essas mesmas pequenas e frágeis gotas d'água que, com insistência e perseverança, conseguem esculpir a mais sólida rocha.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Terapia do Elogio

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa, onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios, não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam, valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.


A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos, etc.

Só vemos pessoas fúteis, valorizando artistas, cantores, essoas que usam a imagem pra ganhar dinheiro, e que, por onseqüência, são pessoas que têm a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.

Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho, impede que as pessoas digam o que sentem, e levam essa carência pra dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, acabam procurando, em outras pessoas, o que não conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim, vivemos numa sociedade em que um precisa do outro, é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje, elogiando de alguma forma? Então elogie alguem hoje. (Arthur Nogueira - Psicologo) Eu começo: Voce é muito especial e com certeza o mundo é mais bonito por sua causa. Pense nisso...e tenha um bom dia...

O Cuidado de Deus

Todos os dias, o tempo todo, o agir de Deus é certo e constante. Ele não descansa, não se atrasa e não falha. Mesmo quando não percebemos, S...