quarta-feira, 31 de março de 2010

AMAR ATÉ PODE DAR CERTO... MAS DÓI !!!


É, quem disse, um dia, que amar dói, disse a maior de todas as verdades.
Amar dói, machuca, e nos dá a sensação de estar sempre faltando um pedaço.
Não adianta saber que dói, pois o coração não segue os conselhos da razão. Ele é burro, teimoso, adora se meter em encrencas amar a pessoa errada e nos fazer sofrer. De que adianta amar tanto, se ao final disso tudo sobrarão lágrimas e pesadelos? Talvez seja melhor não amar.
Mas, como deter esse coração burro bobo e teimoso, se ele teima em desobedecer as ordens da razão?
Ah, ingrato! Que faço contigo se não segues as minhas diretrizes, te apaixonas e me judias? Trancar-te-ei num calabouço imaginário e não poderás, em momento algum, sair de lá pois não tens condições de andares à solta, me colocas em fria sempre que fazes isso.
É, certíssimo quem afirmou que “amar dói”! Dói mesmo! Dói porque exige que o vivamos intensamente de corpo e alma. Exige que enxerguemos com os olhos do coração e este coração é míope, só vê o que lhe interessa. Dói crescer, dói amar dói mais ainda perder esse amor descobrir que se amou sozinha, sem fluxo de volta sem correspondência.
Amar pelos dois? Isso não existe! Amor tem que ser bilateral, fluxo e refluxo, ida e volta. Amar tem que ter sabor de goiabada com queijo, Romeu e Julieta (com final feliz, claro!). Nada de descobrir que não amava,ou que o amor era pouco e se acabou. Amar tem que valer a pena, sempre!
Mas, amor não vale a pena só porque acaba? Não! Não é esse o termômetro que indica se valeu ou não a pena. Mas, se foi um amor verdadeiro, recíproco, imortal enquanto durou, então valeu a pena!
Mas, se foi um amor em vão, enganado iludido ah esse amor só trouxe dores, como pode ter valido a pena? Mesmo que tenha havido momentos “felizes”, são momentos que a desilusão não conseguiu compensar.
Esse não é o amor contado nos romances exaltado pelos poetas, cantado pelos intérpretes. O amor pra valer a pena tem que ter sabor de “quero mais”. Até quem ama sozinho pode valer a pena, desde que ele saiba dessa condição, como amou Platão. Mas, se houver má fé no amor, não vale a pena! Amar não suporta sentimentos negativos, ele precisa de um “fermento” a mais.
Amar ate pode dar certo, mas, precisa de cuidados, de carinho, dedicação... Amar precisa de amor!!!
É amar dói, dói muito! Amar é um parto, tão doloroso quanto! Amar é parir um filho todos os dias. O amor, quando acaba, é uma gestação interrompida, um sentimento abortado.
Amar é como sentir saudade, dói, porque nos faz sentir uma necessidade constante e premente de sermos amados e lembranças nos levam a querer sermos lembrados.
Dói amar... dói crescer... dói sentir saudade! Ah, dói! Amor exige atenção, exige cuidados exige emoção, alegria, precisa cultivar a cada dia. Ah, amar!
Acho que nós, seres humanos, ainda não estamos preparados para vivermos um grande amor. Não estamos predispostos a rasgar o coração e nos entregarmos por inteiro. Para viver um grande amor, é preciso mais do que puro amor, mais do que propriamente amor.
É preciso saber renunciar em nome desse amor, vencer o egoísmo, a individualidade, aceitar unir dois em um. Estamos nós preparados pra isso? É amar realmente dói, fere nosso Ego nos torna grandes, mas pode causar danos. Amar até pode dar certo... Mas dói!!!

terça-feira, 30 de março de 2010

CONFIRA A TRADUÇÃO DO DIA COM CÉSAR BRITO

Tradução do Dia

Kiss (Korea)

Because I'm A Girl (Juhn Hwah Bahd Uh)

Dodeche ar suga obso namjadurui maum
Wonhar ten onjego da juni ije tonande
Ironjog choumirago nonun thugbyorhadanun
Gu marur midosso negen hengbogiosso

Marur haji guresso nega shirhojyoda go
Nunchiga obnun nan nur bochegiman hesso
Norur yoghamyonsodo manhi guriurgoya
Sarangi jonbuin nanun yojainika

Modungor swibge da jumyon gumbang shirhjungnenunge
Namjara durosso thollin mar gathjin anha
Dashinun sogji anhuri maum mogo bojiman
Todashi sarange munojinunge yoja ya

Marur haji guresso nega shirhojyodago
Nunchiga obnun nan nur boche giman hesso
Norur yoghamyonsodo manhi guriurgoya
Sarangi jonbuin nanun yojainika

[narration] onur urin heojyosso budi hengbogharago
Noboda johun sarammannagir barandago
Nodo darun namjarang togathe nar saranghanda go marhanten onjego
Sorjighi na nega jar doenungo shirho
Naboda yepun yoja manna hengboghage jar sarmyon otohge
Guroda nar jongmar ijoborimyon otohge
Nan irohge himdunde himduro juggenunde
Ajigdo nor nomu saranghanunde

Sarangur wihesoramyon modun da har su inun
Yojaui chaghan bonnungur iyong hajinun marajwo
Hanyojaro theona sarangbadgo sanunge
Irohge himdurgo oryourjur mollasso

Norur yoghamyonsodo manhi guriurgoya
Sarangi jonbuin nanun yojainika
Norur yoghamyonsodo manhi guriurgoya
Sarangi jonbuin nanun yojainika









Tradução 





(Porque sou uma garota)

Não consigo entender o coração dos homens
Eles dizem que te querem e então nos abandona
Está é a primeira vez, você é especial
Acreditei nessas palavras, era a minha felicidade

Você devia ter me dito que não gostava mais de mim
Mas não percebi isso e tentei ficar contigo
Embora fique te desejando mal, ainda sentirei sua falta
Amor é tudo, porque sou uma garota

Se você cede a um cara facilmente ele ficará entediado
Não acho que isso seja errado
Mesmo decidida a nunca mais ser enganada
Uma garota se desmorona diante do amor

Você devia ter me dito que não gostava mais de mim
Mas não percebi isso e tentei ficar contigo
Embora fique te desejando mal, ainda sentirei sua falta
Amor é tudo, porque sou uma garota

[Narração] Hoje, nós terminamos
Você me disse pra conhecer alguém melhor
Você é igual a todos os outros caras
O que aconteceu quando você dizia que me amava
Honestamente, não quero que você seja feliz
E se você encontrar alguém melhor que eu?
Estou com tanta dor
Porque ainda estou amando você

Não se aproveite dos meus desejos,
Capaz de fazer tudo por amor / Não se aproveite dos instintos de uma garota
Não sabia que nascer como uma garota
E ser amada era tão difícil

Embora fique te desejando mal, ainda sentirei sua falta
Amor é tudo, porque sou uma garota
Embora fique te desejando mal, ainda sentirei sua falta
Amor é tudo, porque sou uma garota

O CAVALO CEGO


Na estrada de minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá. De longe, parecem cavalos como os outros, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo – um cavalo mais jovem. Isso já é de se admirar.Se você ficar observando, ouvirá um sino. Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor. Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.
Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo. E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo. E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.

segunda-feira, 29 de março de 2010

ALÉM DO DEVER


Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco de um amarelo brilhante, como fora contratado para fazer.Enquanto pintava, notou que a tinta estava passando pelo fundo do barco.Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um buraco e o consertou.Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe entregou um cheque de grande valor.O pintor ficou surpreso e falou:O senhor já me pagou pela pintura do barco.Mas isto não é pelo trabalho de pintura, falou o homem. É por ter consertado o vazamento do barco.Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar, acrescentou o pintor. Certamente o senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!Meu caro amigo, você não compreendeu, disse o proprietário do barco. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu.Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento.Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo.Grandes foram meu alívio e minha alegria quando os vi retornando, sãos e salvos.Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez?Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação.Se em nossa ação diária todos nós fizéssemos como aquele pintor, certamente o mundo seria diferente.Mas, o que geralmente acontece é que fazemos apenas a nossa obrigação, quando a fazemos.Fazer o que nos compete, com disposição e zelo, é apenas cumprir um dever.Todavia, se, além do dever, buscássemos fazer o que precisa ser feito, sem que ninguém nos peça, então poderíamos dizer que estamos investindo numa sociedade melhor.Quem trabalha apenas para receber seu salário, demonstra que vale quanto ganha.Mas, quem executa suas obrigações e vai além, sem esperar recompensa alguma, está investindo na própria felicidade.O trabalho dignifica o ser, mas o trabalho feito com amor e dedicação, enobrece a alma.Trabalhar por convicção e prazer, e não por obrigação, é a melhor maneira de se sentir bem. Isso porque, se ninguém elogiar nosso trabalho nem reconhecer nosso esforço, para nós não fará diferença alguma.A grande satisfação estará calcada unicamente em fazer com excelência o que fazemos. E o salário, nesse caso, será apenas uma conseqüência.

sexta-feira, 26 de março de 2010

JULGAMENTOS PRECIPITADOS




Quantas vezes já aconteceu?
Um servidor dedicado, após anos de trabalho irrepreensível, comete um deslize. Logo, todos os tantos anos de dedicação são esquecidos.
Sobre ele recaem acusações, desconfianças.
Um amigo de infância, adolescência, juventude, alguém com o qual rimos, choramos, confiamos, comete uma pequena falha.
Diz-nos um não. É o suficiente.
Anos de convivência são sepultados de um só golpe.
Um voluntário, que serve dedicada e perseverantemente meses, anos, sempre sorridente, feliz, um dia, por algo que lhe ocorre e o perturba, se exaspera, fala mais alto.
Logo, tudo que fez até então é esquecido e somente aquele gesto de um momento de irreflexão é apontado, falado, julgado.
São retratos da vida. Ocorrem em muitos lugares.
E nos fazem recordar de uma história muito interessante.
A de um pai que desejava ensinar aos seus quatro filhos a respeito de julgamentos.
Assim, a cada um enviou em uma estação diferente do ano a uma terra distante para observar uma determinada árvore.
O primeiro filho chegou no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o quarto no outono.
O primeiro informou que a árvore era feia, além de seca e toda distorcida.
O segundo disse que, ao contrário, a árvore estava carregada de botões, cheia de promessas.
O outro filho contestou aos dois irmãos e afirmou que viu a árvore coberta de flores. Que elas tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais havia visto.
Finalmente, o quarto filho falou que a árvore estava tão cheia de frutas, tão carregada de vida, que chegava estar arqueada.
O pai, ponderado, explicou que todos estavam certos, no entanto, cada um deles julgara a árvore exatamente pela época do ano em que a haviam visto.
Na vida, continuou, também é assim. Quase sempre somos precipitados nos julgamentos.
Para julgar com acerto, compete-nos observar com atenção, colher informações detalhadas.

Dessa forma, não julguemos situações e pessoas por um momento apenas.
Consideremos que todos passamos pelos dias desolados do inverno. Dias de tristeza, de solidão, de problemas superlativos.
Nessa estação da vida, parecemos árvores de galhos retorcidos.
Contudo, quando a esperança faz morada na intimidade, carregamo-nos de promessas, de botões prontos a explodirem em flores.
Então, acenamos com cores vibrantes, flores perfumadas, graciosas que, logo mais, se transformarão em produção abundante de frutos.
Pensemos nisso e não façamos julgamentos precipitados de situações, de pessoas, de companheiros, de amigos.
Verifiquemos, antes, em que estação do ano estagia a alma de quem vamos julgar.
E, se descobrirmos que o inverno envolve aquela criatura, estendamos a contribuição do sol da nossa amizade, o adubo do nosso auxílio, a proteção do nosso carinho.
Pensemos nisso. Bom dia, César...

quinta-feira, 25 de março de 2010

NÃO DESISITIR JAMAIS!





Você já pensou em abandonar algum compromisso, alguma atividade antes de acabá-la, só porque estava difícil demais?
Já se viu desistindo de resolver um grande problema, porque ele se mostrou maior do que você estava disposto a solucionar?
Talvez muitos de nós já tenhamos passado por alguma dessas situações. O de desistir de algo, de algum intento, de algo previamente planejado.
Algumas vezes o motivo é o cansaço, outros o desestímulo, ainda pode ser a falta de perspectiva... Seja qual for a causa, o resultado é sempre o mesmo: tarefa inacabada, tarefa adiada.
Nosso livre-arbítrio nos permite tal ação, mas a resposta da vida será sempre a mesma: em algum momento, nos encontraremos novamente com o compromisso, a fim de concluí-lo.
Quanto mais importante for o compromisso adiado, mais tormentos e dificuldades, e mais energia vai-nos exigir para a sua continuidade.
Será sempre mais trabalhoso retomar o compromisso mais tarde pois, ao abandoná-lo, ele não se extingue, apenas continua lá, do mesmo tamanho e tão desafiador como sempre.
Desses compromissos que, algumas vezes pensamos em adiar, abandonar, fugir, sem dúvida, o maior deles é a própria vida.
Você já se deu conta de que viver é um grande compromisso de nós para conosco mesmo e para com Deus?
Ninguém vive por acaso, por obra do acaso e de maneira aleatória.
A vida de cada um de nós é experiência de extrema importância em nossa história de Espíritos imortais.
A cada vida, um planejamento, uma programação, sob a tutela e os cuidados da Providência Divina, para que tudo ocorra da melhor maneira possível.
Dessa forma, é natural que, para nossa vida, também estejam programados embates, desafios, alguns dissabores... São os resultados do ontem refletindo no hoje.
Mas todas as experiências que a vida nos oportuniza são para aprendizado, nada ao acaso, nada tempo perdido.
Por isso, evadir-se da vida pelo caminho infeliz do suicídio é opção insensata dos que imaginamos que todos os nossos problemas se solucionarão ao darmos as costas para eles.
Os problemas não só continuarão, como estarão aguardando nossas ações para sua solução, em momento oportuno.
É ilusão imaginar que a morte irá trazer a solução dos problemas. Pelos caminhos tristes do suicídio, ela nos trará apenas a decepção para quem se iludiu, imaginando que a vida acaba com a morte do corpo, esquecendo-se que a alma permanece.
Os nossos problemas são os mais adequados para a nossa estrutura emocional e para nossas capacidades.
Ninguém no mundo está abandonado. Deus, como Pai amantíssimo, cuida de cada um de nós, com um desvelo que poucas vezes nos damos conta.

Se algum dia tal ideia infeliz lhe passou pela cabeça, liberte-se dessa infame ilusão, pois que, por esses caminhos, a morte nada lhe trará a não ser a certeza de que tudo o que você quer abandonar hoje, terá que ser retomado mais tarde, sob a injunção de maiores dificuldades e dores.
Sem dúvida, o dia de hoje, o momento atual, é o mais adequado, favorável e feliz para a solução dos seus problemas.

quarta-feira, 24 de março de 2010

PÁGINAS DE UM LIVRO



Poderia ser apenas mais um livro, com páginas escritas sobre algo que me despertou a atenção. Poderia ter sido uma leitura rápida ou meras frases que se esquecem rapidamente, mas não foi o que aconteceu. As páginas em branco com letras em azuis trouxeram até mim a tua presença que eu há muito tentava esquecer e que por sua vez, tinha sempre perguntas sem respostas, por mais que as procurasse nos dias em que sentia imenso a tua falta. Eram nesses dias que eu pedia de novo o teu abraço, queria que as noites que passávamos juntos voltassem, os sorrisos estampados no meu rosto quando me chamavas de amor. Ouvia interminavelmente as nossas músicas, que deixaram de ser nossas e passaram a ser apenas as minhas músicas. Até que o fim chegou.

Não sei se a vontade foi minha, se foi a tua ou se foi dos dois que tudo terminasse da forma como acabou. Se tinha que ser assim, apenas pedia que tivesse sido outro fim, aquele que poderia ter sido mais triste, mais doloroso, mas que colocasse um ponto final. A única certeza que ficou foi aquela em que fomos capazes de colocar reticências, essas mesmas que podem significar um fim, mas que também podem dizer que um dia quem sabe tudo terá continuação. Por momentos acreditei que sim, essa foi a razão que continuei à tua espera. Foram meses, anos onde sempre alimentei a esperança que um dia voltasses, não me interessava sobre de que forma, com que intenções ou o que irias ter para me dizer, desejei apenas sentir-te de novo junto a mim. Até que a partir de hoje deixarei de alimentar essa esperança, deixarei de modo definitivo estar “preso” ao cais onde tantas vezes assistíamos ao pôr-do-sol. Eu sei que já escrevi isto muitas vezes, sei que estas mesmas intenções foram ditas outras tantas vezes e eu continuei à tua espera nesse mesmo cais. Mas hoje consigo desprender-me não só de ti, como também me desprendo de um passado. Tenho de libertar o amor preso dentro de mim, não somente irá modificar o meu bem-estar, como também irá tornar-me uma pessoa diferente. Se me lês ou não, poderás ficar feliz com esta decisão e uma vez mais, repito que a mesma foi baseada nas linhas escritas contidas no livro que me chegou até às mãos, dando-me a principal resposta que há muito procurava.

Durante o tempo que convivemos acreditei que sentia amor verdadeiro por ti. Sem convivermos continuei acreditar nesse amor, razão de continuar a querer-te como no primeiro dia. Só que hoje percebi que o amor verdadeiro não permite que exista sofrimento e eu sei o quanto sofri. Tu também sofreste, presumo que sim, só que pelo menos dizias que não era amor o que sentias e se falavas a verdade, apenas tu podes saber o que sentias. Por momentos, no turbilhão de emoções o meu amor por ti transformou-se em ódio nos dias seguintes ao fim. Assim como a alegria que sentia ao estar ao teu lado, logo passou a um estado de sofrimento e um amor verdadeiro não tem estes contornos. Esse amor eu nunca senti, mas aproximou-se bastante. Mesmo dentro de uma relação “normal” de dependência, é possível haver momentos onde podemos sentir a presença de algo genuíno, inalterável. Mas será apenas uma manifestação rápida e brilhante de um dia encoberto pela interferência da mente. Eu podia ficar com a impressão de que tive algo muito valioso e esse algo, refiro-me a ti, mas que perdi, ou a minha mente pode convencer-me de que tudo não passou de uma ilusão. A verdade é que não foi uma ilusão e eu também não perdi nada, não te perdi. Esse algo valioso é parte do meu estado natural – pode estar encoberto, mas nunca ser destruído pela mente. Mesmo quando o céu está totalmente coberto, o sol não desapareceu. Ainda está lá, por trás das nuvens. Assim como tu podes ter desaparecido, sei que tu estás atrás de um lugar qualquer.

Seria fácil dizer que o destino foi o culpado pelo nosso afastamento ou inventar motivos sem fins. Podia lamentar-me o porquê de muitas relações sem amor verdadeiro, conseguem disfarçar vidas felizes entre duas pessoas e nas nossas não foi tão bem assim. Pagou-se o preço por não haver amor verdadeiro, acredito que esta é a chave que abre a caixa de todas as dúvidas. A dor ou o sofrimento surge através de desejos ou anseios, e para libertar da dor necessitamos romper as amarras do desejo. São essas mesmas amarras que rompo e todos os meus desejos de ti, ficam por aqui…estas mesmas reticências dizem que se quiseres vir ao meu encontro e se conseguires ouvir o bater do meu coração, terei com toda a certeza todas as condições de amar-te verdadeiramente, assim tu queiras.

terça-feira, 23 de março de 2010

A DIFICULDADE DE AGRADAR A TODOS



Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos. Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.
Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda. Pobre criança!, exclamou um passante, suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer: Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas. Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura! Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer: Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês? O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho. Independente do que fazemos, disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação. Nós mesmos precisamos determinar o que é correto. Só nós podemos e devemos ser os reais condutores de nossas existências. Pense nisso...e tenha um bom dia...

segunda-feira, 22 de março de 2010

OBSTÁCULOS DA VIDA


Um rapaz pediu a Jesus um emprego, e uma mulher que o amasse muito.
No dia seguinte, abriu o jornal e tinha um anúncio de emprego.
Ele foi, viu a fila muito grande e disse: eles são melhores do que eu, e foi embora.

No caminho, um garoto lhe deu uma rosa... no ônibus ele, chateado, jogou a rosa fora.
Ao chegar em casa, o rapaz briga com Jesus:
...É assim que me tratas?
...É assim que me amas?
E vai dormir. Em sonho Jesus lhe diz: O emprego era seu, mas você não confiou e desistiu antes mesmo de lutar; aquela rosa foi eu que te dei... inspirei aquela criança a lhe dar!!! O amor da sua vida, estava sentada ao seu lado...

em vez de você dar a rosa a ela, você a jogou fora.


Você entendeu como Jesus age na sua vida?
Ele abre as portas e te mostra o caminho, mas a tua fé é tão pouca que
desiste no primeiro obstáculo. Não desista... confie que Jesus pode agir na sua vida.
Os obstáculos existem para ver até onde vai a tua fé. Passe adiante... isso já será um sinal que Jesus está agindo em sua vida!!! Pense nisso...e tenha um bom dia...

Acordar, Agradecer e Confiar

Acordar é sempre um presente divino. Cada novo amanhecer nos lembra que a vida é uma oportunidade única de recomeçar, de corrigir o que não ...