quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O que fazer se você encontrou a pessoa certa na hora errada?

Você sempre sonhou com aquele "príncipe ( a ) encantado (a )" e quando você menos esperava, eis que ele apareceu na sua vida. Porém, o que deveria ser motivo de alegria se tornou ansiedade, dúvida e medo, já que infelizmente no momento não é possível viver um relacionamento. Seja porque seu amado acabou de terminar um namoro ou porque você vai embarcar para uma viagem de um ano para o exterior, por exemplo. Nessas horas, o que fazer se o cara é a pessoa certa no momento errado?

A primeira questão a ser analisada é sobre o conceito de pessoa certa. "Cada pessoa tem uma imagem dentro de si do que ela procura ou características que ela gostaria que o parceiro tivesse. Às vezes o 'cara certo' pode não passar de uma fantasia criada e por isso é sempre preciso pesar os prós e os contras no relacionamento",

Além disso, no amor não se pode querer forçar uma situação. "Quando o momento é muito planejado, por exemplo, quando alguém pensa 'hoje vou encontrar o amor da minha vida na balada', a probabilidade de dar errado é maior. A pessoa cria tantas expectativas com a situação que uma coisinha que não saia conforme o planejado já é motivo para acabar com tudo. O melhor é deixar acontecer. Na verdade qualquer lugar e qualquer hora pode ser, de fato, o momento ideal".

"Geralmente nesses casos de encontrar o 'parceiro ideal na hora errada' não vale a pena só esperar, porque a 'hora certa' pode nunca chegar. Somos seres humanos e mudamos todos os dias. Ninguém é a mesma pessoa que era no dia anterior. Esperar sem fazer nada não garante que um dia vá dar certo, porque você também vai mudar".

É possível transformar a "hora errada" em "hora certa". "A convivência, mesmo que só na amizade, falando sempre dos sentimentos e desejos, pode fazer com que a hora certa chegue".

"Em um relacionamento, o casal sempre terá que ceder em alguns momentos para ganhar em outros. Se ambos sentem que estão com a pessoa certa, mas na hora errada e não querem acabar o relacionamento, é necessário conversar sobre as expectativas, desejos, ambições, para entrarem em acordo".

Especialistas alertam ainda para que não se confunda a falta de sintonia momentânea com desculpas esfarrapadas por medo de levar o compromisso adiante. "Você deve analisar se existe realmente um motivo que justifique a 'hora errada'. Se não há, a melhor opção é procurar outro pretendente. Ninguém é insubstituível".

Mas não se deve abrir mão, jogar fora um grande e verdadeiro amor que une CORPO, ALMA, CORAÇÃO E QUÍMICA. São poucos os que tem essa mistura mágica então valorize.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Os Sapos


Se existem três sapos numa folha, e um deles decide pular da folha para a água, quantos sapos restam na folha?

A resposta certa é: Restam três sapos. Porque o sapo apenas decidiu pular. Ele não fez isso.

Nós não somos como o sapo, muitas vezes? Que decide fazer isso, fazer aquilo, mas ao final acabamos não fazendo nada?

Na vida, temos que tomar muitas decisões. Algumas fáceis; algumas difíceis.

A maior parte dos erros que cometemos não se devem a decisões erradas. A maior parte dos erros se devem a indecisões. Temos que viver com a conseqüência das nossas decisões. E isto é arriscar. Tudo é arriscar.

Rir é correr o risco de parecer um tolo. Chorar, é correr o risco de parecer Se existem três sapos numa folha, e um deles decide pular da folha para a água, quantos sapos restam na folha?

A resposta certa é: Restam três sapos. Porque o sapo apenas decidiu pular. Ele não fez isso.

Nós não somos como o sapo, muitas vezes? Que decide fazer isso, fazer aquilo, mas ao final acabamos não fazendo nada?

Na vida, temos que tomar muitas decisões. Algumas fáceis; algumas difíceis.

A maior parte dos erros que cometemos não se devem a decisões erradas. A maior parte dos erros se devem a indecisões. Temos que viver com a conseqüência das nossas decisões. E isto é arriscar. Tudo é arriscar.

Rir é correr o risco de parecer um tolo. Chorar, é correr o risco de parecer sentimental. Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento.

Expor os sentimentos é arriscar a expor-se a si mesmo. Expor suas idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los. Amar é correr o risco de não ser amado.

Viver é correr o risco de morrer. Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de falhar.

Os riscos precisam ser enfrentados, porque o maior fracasso da vida é não arriscar nada.

A pessoa que não arrisca nada, não faz nada, não tem nada, é nada. Ela pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente, não muda, não cresce ou vive.

Presa à sua servidão, ela é uma escrava que teme a liberdade. Apenas quem arrisca é livre.

O pessimista, queixa-se dos ventos. O otimista espera que mudem. O realista, ajusta as velas.

sentimental. Abrir-se para alguém é arriscar envolvimento.

Expor os sentimentos é arriscar a expor-se a si mesmo. Expor suas idéias e sonhos é arriscar-se a perdê-los. Amar é correr o risco de não ser amado.

Viver é correr o risco de morrer. Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de falhar.

Os riscos precisam ser enfrentados, porque o maior fracasso da vida é não arriscar nada.

A pessoa que não arrisca nada, não faz nada, não tem nada, é nada. Ela pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente, não muda, não cresce ou vive.

Presa à sua servidão, ela é uma escrava que teme a liberdade. Apenas quem arrisca é livre.

O pessimista, queixa-se dos ventos. O otimista espera que mudem. O realista, ajusta as velas

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O homem que não se irritava


Em uma cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião.. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: o que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente: a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.

Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena-se a si mesma. Pense nisso...e tenha um bom dia...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Quando se perde

A gente perde quando não nos aceitamos como somos,
quando tornamos os problemas maiores do que eles são,
quando caímos e nos recusamos a nos levantar.

A gente perde quando nos deixamos de ver nos outros, algo de bom,
quando exigimos dos outros aquilo o que eles ainda não podem dar,

Quando nos preocupamos somente conosco e deixamos de cuidar das pessoas.
A gente perde quando não dizemos a alguém o quão importante ele é para nós,
quando fechamos o coração impedindo-nos de nos doar,
quando não compartilhamos um sorriso, um gesto, uma palavra amiga.

A gente perde quando caminhamos mas não enxergamos a beleza da estrada,
quando não escutamos as coisas boas que nos sopram aos nossos ouvidos,
quando amanhece, anoitece e não agradecemos a Deus pelo nosso dia.

A gente perde, de verdade, quando percebe que o tempo passou
mas ainda estamos presos as dores do passado.
Hoje, comece seu dia ganhando, ao invés de perder.

Renove-se! A vida é energia em constante transformação!
Acredite em você, idealize o que você quer para sua vida.

Faça algo novo, diferente! Não desanime diante das dificuldades.
Compartilhe boas energias, tenha fé, esperança, coragem para continuar seu caminho.
Como dizem:
”A vida é feita de sonhos” e
Quem não semeia amor, não colhe felicidade.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Falta de tempo


Mesmo sabendo que os dias e as horas são feitas dos mesmos segundos, desde sempre, você já teve a sensação que os dias parecem mais curtos?

Já escutou de alguém a reclamação de que falta tempo, de que não se consegue fazer tudo o que é necessário? Sempre a sensação de que os natais estão mais próximos, que os aniversários se repetem mais rapidamente e que tudo passa muito rápido?

Ocupamos, de tal forma, o tempo que o tornamos escasso, sempre a nos faltar, sempre a necessitarmos mais.

Há aqueles que afirmam que precisariam de um dia com 25 horas. E se isso acontecesse, a próxima sensação seria de que não é suficiente, e mais uma hora solicitariam para fazer todas as coisas que se propuseram no dia.

Como essa vontade de que o dia se estenda, que ganhe mais horas, que se adapte às nossas necessidades, é utópica, ficamos com uma certeza: teremos sempre o mesmo tempo e as mesmas horas do dia.

Se não conseguimos fazer tudo o que gostaríamos ao longo do dia, do mês, é porque, possivelmente, nos tenhamos proposto a fazer coisas em demasia, no tempo de que dispomos.

Se não fizemos tudo o que pensávamos, fizemos aquilo que escolhemos fazer, aquilo que priorizamos.

E a mágica do tempo é exatamente esta: prioridade. Tudo o que não conseguimos fazer, é justamente porque não priorizamos, porque atribuímos menos importância, valor ou necessidade.

O tempo é feito de prioridades. E, se nos sentimos insatisfeitos com a forma com que temos empregado nosso tempo, é hora de rever as prioridades.

Na Terra, nossa vida tem um tempo para começar e um tempo para acabar. Ela é finita.

Nossa alma é imortal e continuará a viver após a morte do corpo físico, mas o tempo que temos nesta existência é finito.

Assim, vale a pena refletir em como e em que o temos empregado.

Lembrando o ensino de Jesus de que onde estiver nosso tesouro aí estará nosso coração, podemos entender que priorizaremos o tempo, baseando-nos nas coisas e nos valores que trazemos na alma.

Assim, vale pesar em nossas escolhas, para bem usar o tempo, o entendimento de que estamos na Terra para experienciar e aprender as coisas e as Leis de Deus.

Se é importante empregar o tempo no trabalho digno, no amealhar o dinheiro para o conforto que o mundo pode proporcionar, também devemos empregá-lo para as coisas que não se contabilizam nos valores da Terra.

Então, não deixemos de investir nas coisas da alma e do coração.

Guardemos horas preciosas da semana para uma leitura sadia, para o convívio com a família, para uma atividade de voluntariado, para auxiliar o próximo.

Priorizemos um tempo para olhar nos olhos do nosso filho e ler o que lhe passa na alma, para namorar quem amamos, seja esse amor de alguns meses ou de algumas décadas. Ou para visitar alguém em dificuldade.

Somente poderemos dizer que não dispomos de tempo para todas essas atividades, se elas não forem eleitas como nossas prioridades.

Pensemos nisto: ao concluir o tempo de mais esta existência terrena, inevitavelmente, cada um de nós responderá em como e em que utilizou o precioso tempo.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O miolo de Pão

Conta a história, que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.

A mulher passou a manteiga na casca do pão e a entregou para o marido, ficando com o miolo.

Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:

- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!



MORAL DA HISTÓRIA:


Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...

Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...

Deixe-o falar. Peça-lhe para falar e quando não entender, não traduza sozinho.

Peça que ele se explique melhor. As relações humanas seriam melhores se entendêssemos isto!!!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Seja amigo de si mesmo


Por onde nos movemos no mundo, vemos almas atormentadas pelo sentimento de solidão, pela sensação de abandono em que se veem, ansiosas por conseguir formar vínculos de amizade, embora não saibam como fazê-lo.

Em casos assim, faz-se necessário maior cuidado, uma vez que a ansiedade costuma precipitar negativamente as coisas na vida.

É comum que, na ânsia por fazer amigos, a pessoa se envolva com gente de maus costumes morais, viciada ou portadora de graves complicações.

É assim na procura de amizades como na busca de par para o casamento.

De nenhum modo vale a pena.

Muito coerente o dito popular que afirma: Antes só do que mal acompanhado.

Quando alguns ansiosos preferem a má companhia à solidão, acabam por envolver-se em tormentos de tal monta que não tardam a se arrepender do mau investimento.

Por isso, quando, apesar da sua boa vontade, apresentar-se a dificuldade em conseguir bons amigos, aguarde um pouco mais, sem desanimar.

Fique atento e tranquilo, pois o tempo não decepciona a quem sabe esperar trabalhando.

Seja você o melhor amigo de si mesmo.

Não se corrompa. Não crie problemas para remorsos depois. Leia bons livros. Cultive boa música, artes e esportes.

Viva em contato mais amplo com a natureza. Alimente-se e beba o que lhe convenha à saúde, sem guardar remorsos.

Você verá que, com essa pauta de comportamento levada a sério, será muito difícil não encontrar em seus caminhos outras pessoas que cultivem os mesmos bons ideais, e que estejam dispostas a estreitar laços e se tornarem suas amigas.

Tudo terá que começar por você.

Onde quer que você esteja, descubra na convivência dos dias os corações transparentes ou as almas simples, a fim de aproximar-se delas.

Procure distender o bem que leva em si na direção de outros seres, lembrando-se de que, conforme afirmou Jesus, é do bom tesouro do nosso íntimo que conseguimos extrair as coisas boas que dizemos e fazemos.

Quem deseja ter bons amigos precisa ser, antes de tudo, um bom amigo.

A relação de amizade é uma via de mão dupla, certamente, onde ofertamos e recebemos. Porém, a postura do homem de bem tem que ser sempre aquela de quem deseja ofertar ao outro em primeiro lugar.

A retribuição será consequência natural para o coração desvelado e bom, sem haver necessidade deste persegui-la como objetivo.

Reflita sobre suas relações de amizade, perguntando a si mesmo: Estou sendo um bom amigo? Estou pensando no outro antes de pensar em mim, nas minhas necessidades e aflições?

É sempre tempo de mudar, de melhorar, sem medo, sem constrangimento.

Surpreenda seus amigos hoje com um gesto inesperado, com uma pergunta jamais feita, com um abraço mais forte do que o usual.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O pescador e o banqueiro

Um banqueiro de investimentos americano estava no cais de uma povoação das Caraíbas, quando chegou um barco com um único pescador. Dentro do barco, havia vários atuns amarelos de bom tamanho.
O americano elogiou o pescador pela qualidade do pescado e perguntou-lhe:

- “Quanto tempo gastou a pescá-los?”
O pescador respondeu que pouco tempo.
O americano perguntou-lhe logo:
- “Porque não gasta mais tempo e tira mais pescado?”
O pescador disse que tinha o suficiente para satisfazer as necessidades imediatas da sua família.
Então disse o americano:
- “Mas que faz você com o resto do seu tempo?”
O pescador disse:
- “Depois de pescar, descanso um pouco, brinco com os meus filhos, durmo a sesta com a minha mulher, vou ao povoado à noite, onde tomo vinho e tocoguitarra com os meus amigos. Tenho uma vida prazenteira e ocupada"…
O americano replicou:
- "Sou um especialista em gestão e poderia ajudá-lo. Você deveria investir mais do seu tempo na pesca e adquirir um barco maior. Depois, com os ganhos, poderia comprar vários barcos e eventualmente até uma frota de barcos pesqueiros. Em vez de vender o pescado a um intermediário, poderia fazê-lo directamente a um processador e eventualmente até abrir a sua própria processadora. Poderia assim controlar a produção, o processamento e a distribuição. Deveria sair deste pequeno povoado e ir para a capital, donde geriria a sua empresa em expansão".
O pescador perguntou:
- “Mas, quanto tempo demoraria isso?”
O americano respondeu:
- “Entre 15 e 20 anos".
- “E depois?“, perguntou o pescador.
O americano riu-se e disse que essa era a melhor parte. “Quando chegar a hora, deveria anunciar uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) e vender as acções da sua empresa ao público. Ficará rico, terá milhões!
- "Milhões ... E depois?“, tornou o pescador.
Diz o americano:
- “Poderá então retirar-se. Vai para uma povoação da costa, onde pode dormir até tarde, pescar um pouco, brincar com os seus filhos, dormir a sesta com a sua mulher, ir todas as noites ao povoado tomar um vinho e tocar guitarra com os seus amigos".
Responde o pescador:
- “Por acaso isso não é o que já tenho?"

Quantas vidas se desperdiçam buscando alcançar uma felicidade que já se tem, mas que muitas vezes não vemos. A verdadeira felicidade consiste em apreciar o que temos, e não em sentirmo-nos mal por aquilo que não temos. Pense nisso...e tenha um bom dia...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Torradas queimadas

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar.

E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia muito duro de trabalho.

Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.

Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.

Eu não me lembro o que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geleia, e engolido cada bocado.

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:

Amor, eu adoro torrada queimada...

Mais tarde, naquela mesma noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.

Ele me envolveu em seus braços e me disse:

Filho, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada... Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.

A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado ou cozinheiro!

O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.

De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e amigos.

Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio.

Procure ver pelos olhos de Deus e sinta pelo coração Dele. Você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.

As pessoas poderão se esquecer do que você lhes fez, ou do que lhes disse. Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir.

Gastamos muito tempo e muitas energias nos importando com coisas pequenas, pequenos aborrecimentos, pequenas querelas que não levam a lugar algum.

Acabam, sim, sempre nos fazendo mal, estragando o dia, que tinha tudo para ser tão proveitoso, se houvéssemos escolhido o caminho da compreensão, da paz.

A empatia e a caridade salvarão o mundo. Assim, urge que tenhamos estas duas virtudes muito bem construídas no coração.

Trace planos, estabeleça objetivos que compreendam a empatia e a caridade em sua vida, e perceba que os bons resultados, na forma de felicidade intensa, virão imediatamente.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Verdadeiro Amor


O que é amor verdadeiro?
Será que existe esse sentimento na face da Terra?

O amor é de essência divina e cada filho de Deus tem no íntimo a centelha dessa chama sagrada.

E o amor tem várias maneiras de se manifestar.

Existe amor de mãe, de pai, de esposa, de marido, de irmão, de tio, de avó, de avô, de neto, de amigo, etc.

Um dia desses, lemos, num periódico digital da Colômbia, uma história de amor das mais belas e significativas, contada por uma doutora colombiana.

Numa tradução livre para o português, eis o que contou a médica:

Um homem de certa idade foi à Clínica, onde trabalho, para tratar de uma ferida na mão.

Estava apressado, e enquanto o atendia perguntei-lhe o que tinha de tão urgente para fazer.

Ele me disse que precisava ir a um asilo de idosos para tomar o café da manhã com sua esposa, que estava internada lá.

Disse-me que ela estava naquele lugar há algum tempo porque sofria do Mal de Alzheimer, já bastante avançado.

Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se sua esposa se incomodaria caso ele chegasse atrasado naquela manhã.

"Não", respondeu ele. "Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que não me reconhece."

Então lhe perguntei com certo espanto: "Mas se ela já não sabe quem é o senhor, por que essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?"

Ele sorriu, e com um olhar enternecido me disse:

"É... Ela já não sabe quem eu sou, mas eu, entretanto, sei muito bem quem ela é."

Tive que conter as lágrimas, enquanto ele saía, e pensei: "É este tipo de amor que quero para minha vida."

O verdadeiro amor não se reduz nem ao físico nem ao romântico.

O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é... do que foi... do que será... e do que já não é...

O Mal de Alzheimer é um transtorno neurológico que provoca a morte das células nervosas do cérebro, descrito pelo neuropsiquiatra alemão Alois Alzheimer, que é de onde vem seu nome.

Pode se apresentar em pessoas a partir dos 40 anos de idade, de maneira lenta e progressiva.

Em estado avançado, provoca no paciente a incapacidade para se comunicar, reconhecer pessoas, lugares e coisas.

O enfermo perde a capacidade de caminhar, de sorrir, de fazer a própria higiene, e passa a maior parte do tempo dormindo.

No entanto, do ponto de vista espiritual, é uma bendita oportunidade de aprendizado para o Espírito imortal, que fica temporariamente encarcerado no corpo físico, sem poder se manifestar.

Geralmente, o Espírito percebe tudo o que se passa com ele e ao seu redor, mas não consegue se expressar.

Todavia, não fica insensível à atenção, ao afeto, ao carinho e à ternura que lhe dedicam.

A pessoa sente o amor com que a envolvem.

Por todas essas razões, vale a pena refletir com a médica, que ficou a pensar consigo mesma, depois que seu paciente foi ver sua amada:

É este tipo de amor que quero para minha vida.

O verdadeiro amor não se reduz nem ao físico nem ao romântico.

O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é... do que foi... do que será... e do que já não é...

A decisão é sua


Jogar ou recolher. Você escolhe.

Este é o slogan de campanha desencadeada pela Prefeitura de importante capital brasileira, estampado em cartaz que mostra uma mão sobre um pedaço de papel ao chão.

Tem a ver com educação. Tem a ver com cidadania. Convida o cidadão a refletir sobre o tipo de cidade que ele deseja para si: uma bela e limpa cidade ou ruas cheias de entulho.

Chama o cidadão à responsabilidade, a partir da sua decisão que, naturalmente, tem a ver com a sua formação moral, com sua ética, com seu comprometimento como cidadão.

Em verdade, tudo que nos rodeia, de alguma forma, é de nossa responsabilidade. E depende de nossas escolhas.

Vejamos que podemos morar em um bairro aprazível, mas somente teremos bons vizinhos, se cultivarmos a gentileza e a boa educação.

E isso é feito a partir de pequenos cuidados. Lembremos, por exemplo, de uma saída de carro muito cedo pela manhã, para o nosso trabalho.

Podemos retirar o carro da garagem sem barulho, sem acelerar ruidosamente e, portanto, sem acordar o vizinho que ainda dorme.

Ou podemos fazer todo o barulho que nos achamos no direito de produzir pensando que se nós estamos despertos, tão cedo, os outros também podem acordar à mesma hora.

Podemos limpar a frente de nossa casa, lavar a calçada, tomando cuidado para não sujar a frente da casa ao lado. Ou podemos, de forma descuidada, ir jogando tudo justamente para os lados e emporcalhando a frente das casas próximas.

Podemos ser gentis no trânsito, detendo-nos mínimos segundos a fim de permitir que outro carro, que aguarda no acostamento, possa adentrar a via à nossa frente.

Ou podemos ser totalmente insensíveis e deixar que o seu condutor canse de esperar, até a enorme fila de veículos findar.

Antipatia, simpatia. Nós decidimos se desejamos uma ou outra.

Podemos entrar no elevador e saudar as pessoas. Ou podemos fazer de conta que todas são invisíveis.

Podemos fazer uma gentileza e segurar o elevador um segundo para permitir a entrada de alguém que vem chegando, depressa.

Ou podemos apertar o botão e deixar que a porta se feche, exatamente à face de quem tentou chegar a tempo.

Podemos pensar somente em nós, viver como se mais ninguém houvesse no mundo.

Ou podemos viver, olhando em derredor, percebendo que alguém precisa de ajuda e ajudar.

Podemos fingir que somos surdos ou podemos nos dispor a escutar alguém a pedir informação a um e a outro e nos dispormos a ofertá-la.

Podemos fingir que somos cegos e não enxergar a pessoa obesa, em pé, no transporte público, ou a grávida, ou o idoso.

Ou podemos ser humanos e oferecer o nosso assento, com a certeza de que esse alguém precisa mais dele do que nós.

Mesmo que o cansaço esteja nos enlaçando, ao final do dia, os pés estejam doendo e o corpo todo diga: Preciso descansar.

Pensemos nisso e nos disponhamos a contribuir, desde hoje, com o mundo mais justo, harmonioso e feliz com que tanto sonhamos.

Quem Continua, Chega

Quem continua, chega. Essa verdade simples carrega uma força imensa, porque nos lembra que a vida não é sobre velocidade, mas sobre constânc...