segunda-feira, 31 de maio de 2010

Alguém precisa de você


Você já se sentiu alguma vez como um zero à esquerda, ou seja, sem valor algum?

Você pode responder que não, mas outras tantas pessoas já tiveram o seu dia de baixa autoestima.

São aqueles dias em que a gente olha ao redor e não consegue ver nada em que possamos ser úteis.

No entanto, e por essas mesmas razões, há sempre alguém que precisa de você.

Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.

Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.

Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude a vencer a timidez.

Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para conversar.

Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.

Há pessoas fortes, mas que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usar a sua força.

Há pessoas habilidosas que precisam que alguém as ajude a descobrir a melhor maneira de usar sua habilidade.

Há pessoas que julgam não saber fazer nada e que precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto podem fazer.

Há pessoas apressadas que precisam de alguém que lhes mostre tudo o que não têm tempo para ver.

Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.

Há pessoas que se sentem perdidas e precisam de alguém que lhes mostre o caminho.

Há pessoas que se julgam sem importância alguma e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são valiosas.

E você, que muitas vezes pensa não ter nenhuma utilidade, pode ser justamente a pessoa que alguém está precisando agora...

É claro que você não precisa, nem pode ser a solução para todos os problemas, mas faça o melhor ao seu alcance.

Se não puder ser uma árvore frondosa no topo da colina, seja um arbusto no vale - mas seja o melhor arbusto do vale.

Se não puder ser um arbusto, seja um ramo - mas seja o ramo mais exuberante a enfeitar a paisagem.

E se não puder ser um ramo, seja um pequeno tapete de relva para dar alegria a algum caminhante...

Se deseja ser um lindo ramalhete de flores perfumadas, e não consegue, seja uma singela flor silvestre - mas seja a mais bela.

E nesse esforço de ser útil a alguém que precisa de você, irá cada vez se tornando mais forte e mais confiante.

E todos as alegrias que espalhar pelo caminho serão as mesmas alegrias que encontrará na própria estrada.

Por mais difícil que esteja a situação, nunca deixe de lembrar que alguém precisa de você. E o mais importante: você pode ajudar alguém.

A Terra é uma grande escola, onde o Criador nos matriculou para que aprendamos a ser felizes.

A grande maioria das pessoas que habita este planeta não é completamente feliz.

Somos todos caminheiros da estrada chamada evolução, e, num momento ou noutro pode ser que precisemos de alguém.

Assim sendo, como sempre estamos rodeados de pessoas, é importante que você fique alerta, pois ao seu lado pode estar alguém que precise de você, neste exato momento.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Devemos ir a igreja?


Um freqüentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou que não faz sentido ir à Igreja todos os domingos.
" Eu tenho ido à Igreja por 30 anos", ele escreveu, " e durante este tempo eu ouvi uns 3.000 sermões."
" Mas por minha vida, eu não consigo lembrar nenhum deles sequer...
Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões!

Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna "Cartas ao Editor", para prazer do Editor em Chefe do jornal. Isto foi por semanas, recebendo e publicando cartas no assunto, até que alguém escreveu este argumento:
" Eu estou casado já há 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000 refeições.

Mas, por minha vida, eu não consigo me lembrar do cardápio de nenhuma destas 32.000 refeições.
Mas de uma coisa eu sei ... Todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu estaria hoje fisicamente morto. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha fome espiritual, eu estaria hoje morto espiritualmente."
Quando a gente está resumido a NADA... DEUS está POR CIMA DE TUDO!


MORAL DA HISTÓRIA

Fé vê o invisível, acredita no inacreditável, e recebe o impossível! Graças a Deus por nossa nutrição física E espiritual!" Nao desista da caminhada!!! Pense nisso...e tenha um bom dia...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Você tem medo de quê?


VOCE TEM MEDO DE QUE?


De dizer não para aquela pessoa querida, mesmo sabendo que o sim significa problemas no futuro?

De admitir que se enganou com uma pessoa, que errou na dose do sentimentalismo e fechou os olhos para a realidade que todos viam?
Aceitar que o fim de um relacionamento já chegou há muito tempo e você, só você insiste em manter as aparências?
De falar para seus familiares e verdadeiros amigos o quanto os ama e, por isso, fica calado imaginando que todo mundo sabe disso?
De perder o um emprego medíocre e por isso se submete a tirania de um local que você não se sente bem?
De aceitar que seu atual estado é reflexo apenas dos seus atos, das suas atitudes, algumas vezes impensadas e feitas de pura ansiedade...
De sair da capa de vítima e encarar de frente seus sonhos, suas necessidades e descobrir que pode realizá-los?
De questionar sua religiosidade, os conceitos que não se encaixam na sua capacidade de raciocinar e mudar tudo para viver melhor com Deus.
De aceitar que deus existe e que nos pede ação sempre, trabalho sempre, boa vontade sempre, perdão sempre, amor sempre.

MORAL DA HISTÓRIA

Não tenha medo de ser feliz, arrisque-se, aventure-se!

Caiu? Levante-se!
Errou? Comece de novo!
Perdoe sempre!
Esqueça o que passou, construa o hoje, viva o hoje.
Ame-se sempre! Pense nisso...e tenha um bom dia...

(Autoria de Paulo Roberto Gaefke )

CONFIRA A TRADUÇÃO DO DIA COM CÉSAR BRITO

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A arte de conquistar



É bem verdade que qualquer pessoa, seja homem ou mulher, quando está no processo de conquista incorpora um personagem. Alguns até representam bem, outros deixam muito a desejar e num primeiro encontro acaba se tornando vilão. Um deslize e pronto, perde-se a sua propensa alma gêmea. Aquela que, quem sabe, até poderia ser a mãe de seus filhos, ou aquele que poderia ser o seu Príncipe encantado.


Evidentemente, as primeiras horas, os primeiros dias, são vitais para uma conquista. Abrir porta de veículo, puxar cadeira, parecem coisas do passado, porém, ainda nos dias atuais existem galanteadores que agem dessa forma. E algumas mulheres acham isso o máximo, outras cafona. Certamente é uma demonstração de cavalheirismo, o problema é que isso é feito apenas nos primeiros encontros, raramente passa do terceiro ou, sem trocadilho, depois do Quarto.


Nem todos desenvolvem bem a arte da conquista e alguns tropeços e embaraços acabam aparecendo, porém o mais difícil ainda é saber lidar com isso. Não se julgue incapaz se após um encontro que parecia agradável acontecer algo de errado como derramar café na mesa, ou deixar cair um talher. Se por acaso ao final do encontro a pessoa parecer indiferente a você, faça o mesmo, pois está claro que não houve compatibilidade de gêneros, esqueça e parta para outra.


Radical ou não, mas existem pessoas que se deixam impressionar com o primeiro encontro, fazendo valer aquela velha máxima de que a primeira impressão é a que fica. Não é porque derramou um café que você seja o pior homem do mundo, mas pode ter certeza de que será julgado por este acontecimento. Ela vai dizer para as amigas: o cara até que é legal, mas é todo desajeitado, não serve.
Da mesma forma acontece quando ela tenta dizer algo e não consegue, ou quando consegue, usa palavras erradas, às vezes indecifráveis. Claro que a conversa com os amigos é: ela é bonita, gostosa, mas não tem nada na cabeça. Que importância isso tem, afinal de contas o egocentrismo vai fazer você pensar que era só uma noite de prazer que você buscava, pouco importa se ela queria um homem para toda vida.


Para melhor ilustrar que conquistar é realmente uma arte difícil, basta analisar alguns números que dizem que a cada dez encontros nem três acabam em relacionamento sério como namoro ou noivado, desses restantes apenas dois duram alguns meses ou anos, e apenas um acaba em casamento. Traduzindo; a chance de você encontrar sua alma gêmea é de menos de 1,5%. Viu como são poucas as chances?


Aumentar suas chances cabe exclusivamente a você, e não é nada tão complicado assim, para isso basta se relacionar mais, sair mais, curtir mais. Esta parte do texto reflete diretamente a alma feminina que por natureza é mais romântica que a dos homens, e por isso sofrem bem mais quando se termina um relacionamento. Espera aí. Neste aspecto existem duas vertentes. Quando digo sair mais, não é para sair de segunda a segunda para a balada, pois tenha em mente que quem procura algo sério, jamais vai procurar numa boate, por exemplo.


Boate é lugar para se esbaldar de alegria, dançar, beijar e quem sabe até romper limites, mas na certeza de nada mais que curtição. Contudo, se você for premiada com um affair, aproveite enquanto dura para tentar esquecer o affair que ainda lhe faz sofrer, porque não existe nada melhor que um novo amor para curar um amor passado.


Mas qual o lugar certo para se procurar um amor? É evidente que não existe um ponto fixo no mapa indicando; encontre aqui o seu amor. A verdade é que ele pode aparecer quando você menos espera. Numa fila de banco, num supermercado, no cinema, enfim, são inúmeras as oportunidades no dia-a-dia. Já conheci casais que se conheceram em cada situação inusitada. Conheci um que se conheceram num acidente de trânsito e ao que parecem estão felizes até hoje.
Não existe nenhuma mágica para encontrar seu affair, basta se permitir mais, abrir sua cabeça para novas conquistas. É bastante comum quando uma mulher termina um relacionamento ficar por dias, meses ou anos fechada para novas conquistas. Quando acontece passam a fazer comparações a ponto de pensar: é, meu ex é insubstituível, não encontro alguém à altura.


Certamente ela já estava acostumada com a convivência passada, com ignorância, brutalidade, falta de romantismo e outros fatores que contribuíram para o fim do relacionamento. Todos sabem que em todo início de relação às coisas são completamente diferentes. Quando se está tentando conquistar uma mulher, o homem se torna carinhoso, atencioso, cuidadoso, e inúmeros adjetivos por diante. Ele se torna um pouco de tudo. Um pouco de Psicólogo, Advogado, Juiz, Astrólogo, Chefe de cozinha, Poeta, e raramente é a pessoa que deveria ser, ele mesmo.


É aí onde mora o perigo. Com o tempo a máscara de bom moço vai aos poucos desaparecendo e logo ele se torna um verdadeiro Astrólogo, quando passa a tentar adivinhar seu passado. Você dormiu com Eduardo, ou com todo time de futebol. Logo vem o Advogado, que antes lhe defendia, tentando lhe incriminar e o Juiz para lhe condenar. Quando chegar a este ponto, pode ter certeza de que é mais um relacionamento fracassado. O chefe de cozinha vai condenar todos os seus pratos, o psicólogo vai dizer que você tem problema, aí você vai perceber que o poeta que conheceu já não existe mais.


Mas, afinal de contas, quem é o verdadeiro culpado por tudo isso? Ninguém mais além de nós mesmos. Até porque é evidente que procuramos encontrar a pessoa perfeita para estar ao nosso lado. É onde se corre o risco, pois acompanhado a esta vontade vem os dissabores embutidos em imperfeição.


Imagina como seria bem mais fácil se aceitássemos as pessoas como elas são. Por outro lado como seria interessante se ao conhecer uma pessoa, ela fosse verdadeira ao extremo? Provavelmente não haveriam tantos relacionamentos fracassados. Mas acredito que ninguém está preparado para num primeiro encontro, ouvir verdades, quebra-se o glamour, o misticismo da conquista.
E se assim fosse, ao se apresentar a uma moça, o cara chega falando: bom, meu nome é Smith, tenho 35 anos, apesar de ostentar este estereótipo de conquistador, o que provavelmente tenha enchido seus olhos, sou um fracassado profissionalmente, estou endividado até o pescoço, ando neste belo carro que por sinal não é meu, moro numa ótima casa que também não é minha, mas apesar disso tudo, me restam poucos reais no bolso que se somados aos seus, podemos juntos ter uma noite agradável.


Você aceitaria? Com certeza não é este tipo de pessoa que você está procurando. Mesmo sabendo que grande parte das pessoas se enquadram neste perfil, você prefere descobrir isso depois de já estar apaixonada.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Conta uma antiga lenda

Conta uma antiga lenda que na Idade Media um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condena-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.

Disse o juiz: sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteara um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidira seu destino, determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída.

Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

"Mas o que você fez?" E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?"

"É muito fácil", respondeu o homem. "Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário."

Imediatamente o homem foi liberado.

Moral da História

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar ate o ultimo momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída.

Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Tá doendo? então se solta !

Por Rosana Braga)

Sabe quando você vive uma situação difícil, angustiante e que te incomoda? Quando você não sabe o que dizer, o que fazer ou como agir para que a dor passe ou ao menos diminua?
Pois vou te contar o que tenho descoberto, por experiência própria! Em primeiro lugar, observe a situação toda e, sobretudo, observe a si mesmo e os seus comportamentos.

Errou? Tente consertar e, de qualquer modo, peça desculpas!
Fez ou falou o que não devia? Explique-se, seja sincero, não tente esconder seu engano ou fingir que nada aconteceu... Valide a dor do outro, sempre.

Ta difícil conseguir uma nova chance? Dê um tempo. Espere... Às vezes, algumas noites bem dormidas e alguns dias sem a imposição de sua presença ou a insistência de suas tentativas são preponderantes para que os sentimentos bons sejam resgatados e para que um coração possa ser reconquistado.

Por fim, fez tudo isso e não deu certo? Não rolou? A pessoa até te perdoou, mas a massa desandou, a história se perdeu, os desejos esfriaram?!?

Você se sente inconformado, esmagado pelo arrependimento, atordoado pela tristeza do que poderia ter sido e não foi? Tem a sensação de que estragou tudo? Não sabe mais o que fazer para parar de doer? Acredite, só tem um jeito: solta!

A dor é conseqüência de um apego inútil! Deixa ir... Deixa rolar... Se você já fez o que podia fazer, tentou e não deu, confie na vida, confie no Universo e siga em frente. Pare de se lamentar, pare de se debater e de se perder cada vez mais, e tenha a certeza absoluta de que o que tiver de ser, será!

Quando essa certeza chega, é impressionante: a gente simplesmente relaxa e solta! E quando solta, a dor começa a diminuir, e a gente começa a compreender que está tudo certo, mesmo quando não temos a menor idéia de que “certo” é esse. Mas quando menos esperamos, tudo fica absolutamente claro!


Não se trata de desistir, mas de confiar! Isso é o que se chama “FÉ”! Isso é o que desejo a mim e a você, quando estivermos doendo...Pense nisso...e tenha um bom dia...
(Reconhecida como uma das maiores especialistas em relacionamentos interpessoais do país, pesquisadora da área há mais de 10 anos, Rosana Braga é conferencista, escritora, jornalista e consultora em relacionamentos. Autora de 5 livros e DVDs de Treinamento, tais como ‘O Poder da Gentileza’, ‘Faça o Amor Valer a Pena’, 'Inteligência Afetiva – 2 volumes', entre outros.)

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Caminhos

São muitos os caminhos... Caminhos tranquilos, plenos de flores, transitados sem problemas nem esforço.

Caminhos tortuosos, difíceis, cheios de pedregulhos, de aspereza e dificuldades.

Caminhos fáceis que conduzem a abismos profundos, como gargantas abertas no verde da selva.

Caminhos desconhecidos, que conduzem a alturas imensuráveis, margeando a montanha.

Caminhos de lama, após a chuva torrencial. Caminhos áridos, na terra castigada pelo sol ardente.

Caminhos ásperos, cheios de ervas daninhas e espinheiros. Caminhos curtos. Caminhos longos.

Em verdade, todos os caminhos têm algo em comum: o de permitirem ao viajante chegar a algum lugar.

Assim, o mais importante não é escolhe-lo por sua beleza, facilidade ou comprimento. O mais importante é saber onde se pretende chegar.

Na Terra, todos andamos por várias vias: as da comodidade, dos prazeres, das facilidades. São os caminhos curtos, fáceis e que conduzem o ser às bocas escancaradas dos abismos das paixões.

Existem aqueles que, de forma egoísta, preferem caminhar solitários e se perturbam após exaustiva marcha.

Os maus seguem trilhas suspeitas e se perdem em sombras.

Os que se afeiçoam ao bem seguem os caminhos da esperança e se iluminam. São vias de dificuldades, de tormentos e de dissabores. Caminhos espinhosos e difíceis, mas que dão acesso a portos de paz.

São eles que permitem ao homem alcançar as paragens superiores do bem que nunca morre e do amor que sempre dura.

Os servidores da caridade escolhem roteiros de ação constante pelo bem ao próximo e alcançam lugares de ventura.

A opção é individual e cada um a realiza de acordo com os sonhos e ideais acalentados na alma e os valores que carregue em sua intimidade.

Alcançar a felicidade breve e fugaz ou conquistar a alegria perene é decisão pessoal.

Na diversidade de tantos rumos, os homens se perturbam ou se tornam livres.

Contudo, não há ninguém que siga pelos caminhos de Jesus e que não deixe de alcançar o fim que almeja: a felicidade integral.

Hoje como ontem, Jesus, o Mestre incomparável, prossegue convidando o Seu rebanho, desejando atrair todos para Si.

O Seu convite perene é para que nos acerquemos Dele usufruindo de paz, alcançando a esperança e trabalhando sempre.

Ante a falta de tempo de que tanto reclamamos, face aos inúmeros quefazeres do dia-a-dia, é necessário parar para revisar e repensar Jesus.

Retornar aos Seus caminhos e percorrê-los com ternura é tarefa inadiável ao ser humano.

Assim procedendo, com certeza haveremos de experimentar o calor da Sua presença e a presença do Seu amor.

Ninguém há que possa prescindir de Jesus, escolher outros caminhos e ser feliz.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

A cilada de acreditar no falso amor

Viver um relacionamento por medo de ficar sozinho, ser rejeitado, ou por causa de uma baixa auto-estima, pode ser devastador para a vida emocional.

Viver um relacionamento por medo de ficar sozinho, ser rejeitado, ou por causa de uma baixa auto-estima, pode ser devastador para a vida emocional. Quando os relacionamentos não são regidos pelo amor, a frustração vem a reboque. Entre as conseqüências de ser dependente de um relacionamento a dois, estão:
Falta de autoconhecimento:
Pessoas que não se dão a oportunidade do autodescobrimento acabam se afastando demais do seu verdadeiro ser. Isso ocorre porque, levada pelo medo de estar só, se distanciam cada vez mais das suas emoções e perdemsão a noção das suas reais necessidades, seguindo pela vida sem saber quem são, verdadeiramente.
Viver na ilusão:
Os viciados em amor se iludem querendo acreditar nas fantasias que criam. Isso faz com que percam a capacidade de perceber a outra pessoa de um ponto de vista realista. O resultado aparece em forma de uma série de frustrações.
Impedir que novas e boas surpresas aconteçam:
Estar ao lado de alguém sem uma real satisfação é como se deixar ficar na água parada sem experimentar as alegrias de seguir o rumo da correnteza. Somente quem se mantém aberto e receptivo está disponível para receber as surpresas e as oportunidades que a vida tem a oferecer.
Tornar-se vítima do destino:

Quem acredita que o destino é o culpado por não encontrar aquela pessoa ideal, com que sempre sonhou, está abrindo mão do poder sobre a própria vida. Para conquistar sonhos e viver um relacionamento pleno é preciso se movimentar numa determinada direção, mantendo o foco no objetivo. A dependência amorosa impede que se tome uma atitude proativa, fundamental para quem pretende encontrar o amor.
Agir no piloto automático:
Por não estarem conscientes de quem são, do que precisam e desejam, algumas pessoas armam ciladas para si próprias. Casam-se sem estar amando, se relacionam com pessoas problemáticas, aceitam ser maltratadas, não valorizadas e, freqüentemente, abrem mão da sua personalidade.

A falta de autoconhecimento pode levar uma pessoa a agir de maneira impensada. Isso acaba gerando angústia e desilusão. Principalmente porque a tendência dessas pessoas é acreditar que estão tristes e infelizes porque o parceiro fez ou deixou de fazer isso ou aquilo.Pense nisso...e tenha um bom dia...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Deus te abençoe, meu filho

Houve tempos em que era comum o gesto. A vida moderna, o abandono de Deus pelas criaturas, o fez quase desaparecer.

Raro é o lar onde ainda se manifesta. Em lugares ermos, onde a simplicidade da vida se consorcia com a fé, ainda persiste.

Falamos do que era costume de inúmeras famílias.

Quando as crianças levantavam, pela manhã; quando se preparavam para dormir; quando cumprimentavam as visitas, uniam as mãos e as estendiam em direção dos pais, avós, tios, padrinhos, pedindo:

A bênção, pai!

A bênção, vó!

A bênção, madrinha!

E esses, com suas mãos envolviam as infantis e desejavam:

Deus te abençoe, meu filho!

Naturalmente que, pelo hábito, o gesto passou a ser quase mecânico.

Isto é, muitas vezes era repetido somente por ser tradição, sem envolvimento emocional algum.

De toda forma, a simples menção do nome de Deus, na frase, com emissão de bênçãos, tinha seu valor.

Era o momento em que o pequeno, chutando bola ou brincando na terra, corria ao encontro do recém-chegado para dizer, quase sem fôlego:

A bênção, tio!

E receber o carinho das mãos gigantes, em torno das suas.

Podemos imaginar o efeito quando o adulto, cheio de saudades, de amor, dizia com toda unção:

Deus te abençoe, meu filho!

Como faz falta Deus em nossos lares e em nossas vidas.

Quantos distúrbios, desentendimentos, rusgas poderiam ser amainadas. Ou evitadas.

Quanta inquietação infantil, manhas e teimosias poderiam ser diluídas, com a formalidade de bênçãos aos filhos.

Isso porque a palavra carrega as vibrações de quem as pronuncia. Essas vibrações envolvem o ser a quem são dirigidas.

Podemos imaginar–nos, pais amorosos, dizendo ao filho: Deus te abençoe, o quanto de bênçãos a ele endereçamos.

Podemos cogitar de que, tantas vezes pronunciado o desejo, o mantemos envolvido em um halo de reconforto.

As bênçãos de Deus.

Tão esquecidas e tão ao nosso alcance.

Você, pai ou mãe, avô ou avó, tio ou tia, padrinho ou madrinha, que ama esse pequeno ser que viu nascer, que observa crescer, que o deseja feliz e triunfante, pense nisso!

Pense nisso e comece a utilizar o Deus te abençoe,

Deus te guarde,

Deus te proteja, muitas vezes.

Constatará, após um tempo, os benefícios alcançados, que se traduzirão em menos rebeldias e teimosias; menos explosões de raiva e egoísmo; mais aconchego...

Tente e constatará porque as bênçãos de Deus são vibrações inigualáveis.

Como o sol que espanta o frio e ilumina o Mundo, elas aquecerão o coração da sua criança, o seu também e todos seremos muito mais felizes.

Com as bênçãos de Deus.

( Homenagem ao meu Filho LUCAS )Aniversário hoje dia 19/05

terça-feira, 18 de maio de 2010

O silêncio de Cristo

Uma antiga lenda norueguesa narra este episódio sobre um homem chamado Haakon, que cuidava de uma ermida à qual muita gente vinha orar com devoção.   Nesta ermida havia uma cruz muito antiga, e muitos vinham ali para pedir a Cristo que fizesse algum milagre.  
Certo dia, o eremita Haakon quis também pedir-lhe um favor. Impulsionava-o um sentimento generoso.   Ajoelhou-se diante da cruz e disse: Senhor, quero padecer por Vós.   Deixai-me ocupar o Vosso lugar.
Quero substituir-vos na Cruz. E permaneceu com o olhar pendente da cruz, como quem espera uma resposta. O Senhor abriu os lábios e falou.   As suas palavras caíam do alto, sussurrantes e admoestadoras: Meu servo, cedo ao teu desejo, mas com uma condição. Qual é, Senhor?, perguntou com acento suplicante Haakon.
É uma condição difícil? Estou disposto a cumpri-la com a Vossa ajuda! Escuta-me: Aconteça o que acontecer, e vejas tu o que vires, deves guardar sempre o silêncio. Haakon respondeu: Prometo-o, Senhor! E fizeram a troca sem que ninguém o percebesse.
  Ninguém reconheceu o eremita pendente da cruz. Quanto ao Senhor, ocupava o lugar de Haakon. Durante muito tempo, este conseguiu cumprir o seu compromisso e não disse nada a ninguém. Certo dia, porém, chegou um rico.   Depois de orar, deixou ali esquecida a sua bolsa. Haakon viu-o e calou.
Também não disse nada quando um pobre, que veio duas horas mais tarde, se apropriou da bolsa do rico.   E também não quando um rapaz se prostrou diante dele pouco depois para pedir-lhe a sua graça antes de empreender uma longa viagem.
  Nesse momento, porém, o rico tornou a entrar em busca da bolsa. Como não a encontrasse, pensou que o rapaz se teria apropriado dela. Voltou-se para ele e interpelou com raiva: Dá-me a bolsa que me roubaste! O jovem, surpreso, replicou-lhe: Não roubei nenhuma bolsa! Não mintas. Devolve-ma já! Repito que não apanhei nenhuma bolsa! O rico arremeteu furioso contra ele. Soou então uma voz forte:
Para! O rico olhou para cima e viu que a imagem lhe falava. Haakon, que não conseguiu permanecer em silêncio diante daquela injustiça, gritou-lhe, defendeu o jovem e censurou o rico pela falsa acusação.
  Este ficou aniquilado e saiu da ermida. E o jovem saiu também porque tinha pressa para empreender a sua viagem. Quando a ermida ficou vazia, Cristo dirigiu-se ao seu servo e disse-lhe: Desce da Cruz. Não serves para ocupar o meu lugar. Não soubeste guardar silêncio. Mas, Senhor, como podia eu permitir essa injustiça?
  O Senhor continuou a falar-lhe: Tu não sabias que era conveniente para o rico perder a bolsa, pois trazia nela o preço da virgindade de uma jovem.   O pobre, pelo contrário, tinha necessidade desse dinheiro. Quanto ao rapaz que ia receber os golpes, as suas feridas o teriam Impedido de fazer a viagem que, para ele, foi fatal: faz uns minutos que o seu barco acaba de soçobrar e que ele se afogou.
Tu também não sabias isto, mas Eu sim. E por isso me calo. E o Senhor tornou a guardar silêncio.   Muitas vezes nos perguntamos por que Deus não nos responde. Por que Deus se cala?
  Muitos de nós gostaríamos que nos respondesse o que desejamos ouvir, mas Ele não o faz: responde-nos com o silêncio. Deveríamos aprender a escutar esse silêncio.   O Divino Silêncio é uma palavra destinada a convencer-nos de que Ele,sim, sabe o que faz.   Com o seu silêncio, diz-nos carinhosamente: "Confia em mim, sei o que é preciso fazer!

Respeitar e Se Respeitar

A pessoa que você mais sente falta está fazendo a escolha diária de não ter você na vida dela. Essa decisão dói, porque o coração insiste em...