quarta-feira, 16 de novembro de 2011

É parece que o fim...chegou!

desta vez é mesmo o fim, eu não guardo mágoas.Como poderia? Para isso seria necessário jamais ter-te amado! Como seria possível guardar, dentro de mim, sentimentos completamente antagónicos aos que senti quando ensinaste-me o que é o amor, quando proporcionaste-me momentos tão felizes, quando fiz sentir amado, ainda que eu estivesse enganado, naquele tempo? Mentira ou verdade, eu senti-me muito, muito amado! Tanto, tanto, que acreditei que o teu amor fosse real, fosse verdadeiro, fosse a realização dos teus sonhos, fosse a marca das nossas vidas, fosse para sempre!

Não há espaço no meu coração para qualquer sentimento que diminua o valor e a intensidade de tudo que nos beneficiou, fez-nos viver mais e melhor, fez-nos sonhar juntos, acreditar juntos, enriquecer, espiritualmente, juntos. Negar a felicidade que um dia fez parte das nossas vidas é negar a nossa própria existência! Duvidar da sinceridade dos sentimentos que se eternizaram no nosso peito, quando nos entregamos de corpo e alma, é questionar os nossos princípios, a nossa conduta, a nossa dignidade, a nossa integridade, os nossos conceitos, nós mesmos!

Jamais esquecerei o tremer das tuas mãos ao simples fato de imaginares que tocavas na minha pele; o tremer dos teus lábios ao sentires a proximidade dos meus; o calor a percorrer o teu corpo ao aproximar-se o momento de nos encontrarmos, de namorarmos, de nos amarmos. Não! Na minha vida jamais houve a mínima possibilidade de negar o que sinto, o que penso, o que espero, o que acredito, o que desejo, o que sonho.

E, infelizmente para mim, sempre esperei por tudo isso, também de todas as pessoas que entraram o no meu pequeno mundo, principalmente de ti. Tenho o péssimo hábito de crer que as pessoas que amo são como eu e, assim, capazes de enfrentar todas as barreiras sem jamais permitir que os bons sentimentos sejam abalados, reduzidos ou que tenham fim. Sou guerreiro em tudo que diz-me respeito! Nunca tive nada na vida que não tenha sido conquistado com a muita luta, com garra, com perseverança, com muito amor. Eu sempre soube o que quero, do que necessito, o que me faz bem, a grandeza dos meus sonhos. O que não consegui, tem a certeza, não foi por esmorecimento ou comodismo, mas, simplesmente, porque não dependeu de mim e, com toda a certeza, porque não servia para mim, ainda que eu julgasse o contrário.

Abismos não me faltaram, pedras na minha rota nunca deixaram de existir, rochas que se ergueram ante mim foram centenas talvez, rios que tentaram obstar a minha travessia são incontáveis, florestas fechadas que tentaram esconder de mim a luz do sol, foram inúmeras. Claro que a isso tudo se soma a inveja, a vaidade, o orgulho, a maldade, enfim, tantas virtudes próprias do ser humano, mas que, em alguns, lateja como se fosse seu próprio alimento. Mas nada me fez esmorecer, uma só vez sequer! E não me importa o tempo que dure, a distância a ser percorrida, as afrontas que vão surgindo, as espadas que vão sendo encaminhadas e apontadas para mim, tantas vezes a serem fincadas no meu peito ou nas minhas costas.

Talvez seja por tudo isso que respeito e dou um valor inestimável aos meus próprios sentimentos, a quem deles faz parte, a quem abraça a minha causa, a quem me dá valor, a quem me dá amor. Talvez seja por tudo isso que jamais alguém me ouvirá a negar o que sinto por ti, o que senti que sentiste por mim, repito, ainda que estivesse errado ao sentir-me por ti amado. Não! Nunca te pedi nada, além do mínimo que qualquer ser humano deseja receber do outro ser humano. Mas creio que, ainda assim, achaste que pedi muito e, talvez por esse motivo, preferiste as opções que jamais esperei de ti mas que as respeito, porque certamente te fazem feliz.

E se estás feliz assim, se a tua felicidade é viver o teu amor com quem provavelmente jamais conseguirá sentir um amor da amplitude, qualidade, pureza e extensão do meu, por ti, sem querer desmerecer os sentimentos de quem quer que seja, mas por conhecer profundamente os meus próprios sentimentos, então eu não vou dizer-te que eu estarei feliz, mas posso dizer-te que, se estás feliz assim, eu posso, pelo menos, sorrir.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

AMIGOS

A PEDIDO SEGUE ABAIXO LINK PARA A MENSAGEM DO DIA DE 4ª FEIRA DIA 09/11
SUCESSO SEMPRE.
NÃO DEIXEM DE REPASSAR AOS AMIGOS O LINK DO NOSSO BLOG.
OBRIGADO.

Cesar

http://www.4shared.com/audio/EnmljVxK/Mensagem_do_Dia_.html

QUAL O SEU TAMANHO REAL?

Como se mede uma pessoa?
Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.
Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu,
quando trata você com carinho e respeito,
quando olha nos olhos e sorri destravado.
É pequena pra você quando só pensa em si mesmo,
quando se comporta de uma maneira pouco gentil,
quando fracassa justamente no momento
em que teria que demonstrar o que há de mais importante
entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante pra você
quando se interessa pela sua vida,
quando busca alternativas para o seu crescimento,
quando sonha junto.
É pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende,
quando se coloca no lugar do outro,
quando age não de acordo com o que esperam dela,
mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger
por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza
dentro de um relacionamento,
pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas:
será ela que mudou
ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições?
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor
que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor
que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade:
as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos.
Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros,
mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão,
e ao recolhê-la inesperadamente,
se torna mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos
que tornam uma pessoa grande.
É a sua sensibilidade sem tamanho.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Quanto você Vale?

Peça para um publicitário descrever um botão de camisa,
você ficará deslumbrado com tantas funcionalidades que ele vai achar para
o botão e vai até mudar o seu conceito sobre o "pobre" botãozinho.

Peça para uma pessoa apaixonada descrever a pessoa amada,
aquela pessoa bem "feiazinha" que você conhece desde a infância e vai
até pensar que ele está falando de outra pessoa.

O apaixonado enche a descrição de delicadezas, doçura e gentilezas,
transformando a fera em bela em instantes.

Peça para o poeta descrever o sol e a lua, e você vai se encantar pelos poderes
apaixonantes da lua, pela beleza do sol que irradia seus raios
como se fossem gotas do milagre divino no arrebalde da tarde quente
onde o amor convida os apaixonados para viver a vida intensamente...

Peça para um economista falar da economia mundial e tome uma lição
de números e mercados, bolsas e câmbios oscilantes,
inflação e mercados emergentes, e se não sair de perto,
vai acreditar que em breve teremos a maior recessão da história e que
a China é o melhor lugar do mundo para se viver.

Agora,
peça para uma pessoa desanimada ou depressiva falar da vida, do sol,
da lua, dos botões, das rosas e do amor para você ver.
Pegue um banquinho e um lenço e sente-se para chorar.
É só reclamação, frustração, dores, misérias e desconfiança geral.
Você sente a energia te contaminando, vai fazendo mal,
vai te deixando sem forças, porque os desanimados,
os reclamões e depressivos tem o poder "vampiresco" de sugar energias
do bem e transformar em medo,
e o medo paralisa as pessoas de tal forma
que fica difícil até o mais simples pensar.

E você?
Como é que você descreve a sua vida?
Quem é você para você mesmo?

É um “leva e traz” ou fala mal dos outros esperando que nunca falem de você?

Acredita em tudo o que houve?Ou só acredita se ver...?

Como seria um comercial da sua vida?
Como você venderia o produto "você"?

Você é barato,
tem custo acessível ou é daquelas figuras caras,
daquelas que não tem tempo para perder com
a tristeza e com o passado?
Você tem 1001 utilidades?
Aliás, você vive em que século mesmo?

São os teus olhos que refletem o que vai na sua alma,
e o que vai na sua alma se reflete na
qualidade de vida que você leva.
É o seu trabalho que representa o seu talento, ou não.
Por isso, não tem outro jeito,
seja o melhor divulgador de você mesmo,
valorize-se,
esteja sempre pronto para dar o seu melhor,
com seu melhor sorriso,
com sua melhor roupa,
com seu melhor sentimento,
com suas melhores intenções,
com sua gentileza sempre pronta
para entrar em ação.

Seja OMO, BRASTEMP, LUX de Luxo,
e se for chocolate, que seja logo GODIVA,
suíço e caro, porque gente especial igual a você não
existe em nenhum mercado, e tem que valer sempre mais.

VALORIZE-SE!,
não importa o que você faz,
importa sim como você faz,
isso sim, faz toda a diferença.

Autor: Paulo Roberto Gaefke

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Alguém precisa de você

Você já se sentiu alguma vez como um zero à esquerda, ou seja, sem valor algum?

Você pode responder que não, mas outras tantas pessoas já tiveram o seu dia de baixa autoestima.

São aqueles dias em que a gente olha ao redor e não consegue ver nada em que possamos ser úteis.


No entanto, e por essas mesmas razões, há sempre alguém que precisa de você.

Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.

Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.

Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude a vencer a timidez.

Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para conversar.

Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.

Há pessoas fortes, mas que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usar a sua força.

Há pessoas habilidosas que precisam que alguém as ajude a descobrir a melhor maneira de usar sua habilidade.

Há pessoas que julgam não saber fazer nada e que precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto podem fazer.

Há pessoas apressadas que precisam de alguém que lhes mostre tudo o que não têm tempo para ver.

Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.

Há pessoas que se sentem perdidas e precisam de alguém que lhes mostre o caminho.

Há pessoas que se julgam sem importância alguma e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são valiosas.

E você, que muitas vezes pensa não ter nenhuma utilidade, pode ser justamente a pessoa que alguém está precisando agora...

É claro que você não precisa, nem pode ser a solução para todos os problemas, mas faça o melhor ao seu alcance.

Se não puder ser uma árvore frondosa no topo da colina, seja um arbusto no vale - mas seja o melhor arbusto do vale.

Se não puder ser um arbusto, seja um ramo - mas seja o ramo mais exuberante a enfeitar a paisagem.

E se não puder ser um ramo, seja um pequeno tapete de relva para dar alegria a algum caminhante...

Se deseja ser um lindo ramalhete de flores perfumadas, e não consegue, seja uma singela flor silvestre - mas seja a mais bela.

E nesse esforço de ser útil a alguém que precisa de você, irá cada vez se tornando mais forte e mais confiante.

E todos as alegrias que espalhar pelo caminho serão as mesmas alegrias que encontrará na própria estrada.

Por mais difícil que esteja a situação, nunca deixe de lembrar que alguém precisa de você. E o mais importante: você pode ajudar alguém.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Liberta-me

Tem ABRAÇOS de todo jeito, todo tamanho,
e que significam tantas coisas...
Tem o abraço de diz "Sou muito feliz
porque tenho a sua amizade"
E tem abraços que querem dizer
"Eu tenho muito orgulho de você".
Tem abraços especiais para dizer
"Não existe no mundo ninguém como você".

Tem abraços ternos, abraços com carinho,
Para expressar os sentimentos tristes.
Abraços que murmuram "Sinto muito",
quando alguém precisa de um amigo.
Tem abraços para todas as ocasiões,
Todos com as suas razões.
Tem abraço manso, abraço de urso,
abraço grande e aquele abração.
Mas o melhor abraço
é um que diz
"Eu estou sempre pensando em você."

Liberta-me deste amor, destas algemas, desta paixão que tomou conta do meu coração. Liberta-me de ti, liberta-me da dor da tua ausência e deixa que eu levante para um voo livre e num bater das minhas asas presas de movimentos, não terei hora marcada, não terei regresso. Voarei livre até que me sinta cansado, mas eternamente feliz.

Liberta-me da tua presença ausente. Fiquei cansado de estar à tua espera e nunca mais chegaste. Liberta-me desta saudade, desta ansiedade daquele dia que volte a ouvir a tua voz, desta tua vida que nunca foi nossa. Deixa com que eu viva a minha vida, longe da pressão de ainda sentir a tua presença cheia de indiferença. Apenas liberta o meu coração para que o deixes livre de ti…

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Quem é o mais forte?

Era uma vila simples, perdida entre as montanhas. Ali não havia muitas distrações.

A vida seguia seu ritmo entre estudo, trabalho, as questões domésticas, educação dos filhos. Vidas simples, onde grande parte da população vivia do trato da Terra.


Talvez por isso, vez ou outra, os rapazes inventavam algumas brincadeiras para quebrar o que eles consideravam a monotonia.

Certa feita, decidiram eleger, entre os jovens, o mais forte.

Logo se inscreveram três rapazes altos, musculosos. Acostumados ao trabalho duro, tinham os músculos forjados diariamente.

O povo se reuniu para assistir à disputa. O primeiro jovem se apresentou, foi até uma árvore e utilizando sua força, a derrubou.

A exclamação foi geral. Como era forte aquele rapaz!

O segundo, contudo, mostrou-se confiante e, sem parecer despender maior esforço do que o primeiro, derrubou duas árvores.

O povo vibrou. Esse era mais forte!

Mas, o terceiro, sem se deixar abalar pelo que haviam realizado os dois primeiros, preparou-se e logo havia derrubado três árvores.

Ovação geral. Gritos de exclamação. Torcida para um e para outro.

Então, o juiz escolhido para aquela disputa, um homem cujos anos lhe haviam conferido sabedoria, pediu silêncio.

Dirigiu-se até uma árvore ainda em pé e quebrou um pequeno ramo. Depois, postou-se bem no meio da praça e disse:

Aquele que tomar deste ramo que tenho nas mãos e o conseguir colocar exatamente de volta ao seu local, de forma que ele continue a receber a seiva e floresça e frutifique, esse será o mais forte.

E, ante o espanto geral, continuou: Destruir é muito fácil. Pode-se derrubar, em minutos, o que outros construíram, ao cabo de muita perseverança e labor ou o que a natureza levou anos para formar.

Isso não significa ser forte. Forte mesmo é aquele que constrói onde esteja. Porque construir exige esforço, elaboração, dedicação.

A semente para se tornar árvore deve vencer a cova escura onde é colocada, projetando-se para fora, ao mesmo tempo que necessita alongar as raízes, a fim de ter base firme.

Após, necessita enfrentar os ventos, a chuva, o granizo, as alternâncias de temperatura, o sol causticante para espreguiçar-se e crescer, vestir-se de folhas e frutos.

É um longo tempo. Mas, como viram, para destruir, bastou a força concentrada por alguns minutos.

Quando o sábio concluiu a fala, um por um os habitantes da localidade foram se retirando, cada qual reflexionando sobre a lição recebida.

Existem, no mundo, obras beneméritas, erguidas e sustentadas por devotadas criaturas, anônimas e perseverantes.

Um grande número de homens e mulheres se entrega a fazer o bem, todos os dias.

São construtores da era nova, do mundo do Terceiro Milênio.

E nós, já nos decidimos a engrossar as fileiras dos construtores ou ainda nos detemos somente na crítica, que nada edifica e muito atrapalha?

Pensemos nisso e nos decidamos.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Afinal, o que é o tempo?

Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vazio. Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido. Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente: As perdas do ser humano.

Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. Estamos, a partir de então, por nossa conta. Sozinhos. Começamos a vida em perda e nela continuamos.



Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem. Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo. Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói. E continuamos a perder e seguimos a ganhar.

Perdemos primeiro a inocência da infância. A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas porque alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair… E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar. Por quê? Perguntamos a todos e de tudo. Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás.

Estamos crescendo. Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer.

Vamos perdendo aos poucos alguns direitos e conquistando outros. Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade. Perdemos o direito de dizer absolutamente tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres. Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda tememos dizer-lhe isso.

Receamos dar risadas escandalosamente da bermuda ridícula do vizinho ou puxar as pelanquinhas do braço da vó com a maior naturalidade do mundo e ainda falar bem alto sobre o assunto. Estamos crescidos e nos ensinam que não devemos ser tão sinceros. E aprendemos. E vamos adolescendo, ganhamos peso, ganhamos, seios, ganhamos pelos, ganhamos altura, ganhamos o mundo.

Neste ponto, vivemos em grande conflito. O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos ah! os sonhos!!! Ganhamos muitos sonhos. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo.

Aí, de repente, caímos na real! Estamos amadurecendo, todos nos admiram. Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. Perdemos a espontaneidade. Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo. Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima (?) dos outros animais? A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado?

E continuamos amadurecendo, ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma. E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer.

Mas perdemos peso!!! Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos-lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos, ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e a chave da cidade. E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos.

De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso. e perdemos cabelos. Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos, deixamos de sorrir. perdemos a esperança. Estamos envelhecendo.

Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo. Afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer, exceto aquele que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno, que necessita do outono que o antecede.

Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie. Que tenhamos rugas e boas lembranças. Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia. Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos. E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos, sintam-se amados mais do que saibam-se amados.

Afinal, o que é o tempo? Não é nada em relação a nossa grande missão. E que missão!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

TORMENTAS

Contam que um dia um camponês pediu a Deus permitir-lhe mandar sobre a Natureza para -segundo ele - conseguir melhores colheitas.
E Deus lhe concedeu!

Então quando o camponês queria chuva ligeira, assim acontecia; quando pedia sol, este brilhava em seu esplendor; se necessitava mais água, chovia mais regularmente; etc.
Mas quando chegou o tempo da colheita, sua surpresa e estupor foram grandes porque o resultado foi um total fracasso.

Desconcertado e meio aborrecido perguntou a Deus por que aconteceu aquilo, se ele havia escolhido os climas que achou adequados.
Mas Deus respondeu - "Tu pediste o que quiseste, mas não o que de verdade convinha.
Nunca pediste tormentas, e estas são muito necessárias para limpar a semente, afugentar aves e animais que a consomem, e purificá-la de pragas que a destroem..."

Assim acontece conosco, queremos que nossa vida seja puro amor e doçura, nada de problemas.
O otimista não é aquele que não vê as dificuldades, mas aquele que não se assusta com elas, não se deixa ultrapassar.
Por isso podemos afirmar que as dificuldades são vantagens, as dificuldades amadurecem as pessoas, as fazem crescer…
Por isso faz falta uma verdadeira tormenta na vida de uma pessoa, para fazê-la compreender o quanto se tem preocupado com bobagens, por chuviscos passageiros.

O IMPORTANTE NÃO É FUGIR DAS TORMENTAS, MAS TER FÉ E CONFIANÇA EM QUE LOGO PASSARÃO E NOS DEIXARÃO ALGO DE BOM EM NOSSAS VIDAS.

Há derrotas que têm mais dignidade do que a vitória...
Uma retirada a tempo é em si uma vitória...
O primeiro êxito não significa vitória e o primeiro fracasso não significa derrota.

Pergunta-te se o que estás fazendo hoje te aproxima do lugar aonde queres estar amanhã.
Antes de por uma barreira em tua vida, recorda o que vais deixar dentro e o que que ficará fora.

Deus guarde teu caminho.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Você quer mudar? Acredite e você vai mudar

Tenho conversado com muita gente em que eu acredito mais nelas do que elas nelas.

 
Ficou confuso? É o seguinte: antigamente eu via pessoas com enorme potencial, mas não existiam oportunidades para que elas pudessem colocar todos seus conhecimentos para gerar riqueza, felicidade, realizações. Agora existem oportunidades, o potencial continua existindo, mas essas pessoas continuam com baixa auto-estima.


Cada um de nós tem uma identidade pessoal que vai sendo formada a partir de nosso nascimento e que vai se modificando, mudando, se enriquecendo conforme vamos vivendo em sociedade.

Nossa identidade pessoal vai mudando a todo o momento influenciado pela família, pela escola, pelos grupos sociais que freqüentamos.

Nossa família nos transmite informações importantes para a formação de nossa personalidade ainda na nossa mais tenra idade. É ela que vai definir nosso estilo de vida, nossa rigidez a mudanças, respeito ou não aos outros, nosso sentido de união, nossas crenças, nossos preconceitos, nossos medos, se somos fortes ou fracos, se seremos humildes, se veremos a vida positivamente ou não, se vamos conseguir ou entender o sexo oposto, e muitas outras.

Aí vamos para a escola e continuamos a mudar. Podemos entrar numa escola com perfil de formar ou então de informar e isso faz toda diferença. É na escola que aprendemos ou não a relacionar com outras pessoas, a admirar ou não a autoridade, a gostar de aprender ou não, a pertencer e a confiar no grupo ou não, a facilidade de nos socializarmos. Dependendo da escola teremos ou não uma boa base intelectual.

A partir de nossa entrada na escola começamos a recebe influencias dos grupos sociais que passamos a freqüentar. Seja o clube, a Igreja, a escola de línguas, a cidade onde vivemos o trabalho, a “tribo” que escolhemos.

Para que sejamos aceitos nesses grupos temos que nos adequar aos processos do ambiente em que estivermos inseridos. Temos que equilibrar todas essas fontes de informações com muito empenho e determinação. Precisamos ter claros nossos objetivos e ter auto-estima. Temos que acreditar em nós mais que ninguém.

Não podemos viver do passado, temos que olhar em perspectiva o futuro, traçar metas e objetivos, acreditar e agir enfrentando os obstáculos com muita determinação.

Não podemos nos abater por um tratamento desagradável por parte de alguém ou mesmo com um julgamento precipitado e depreciativo. Temos que saber lidar com a auto-estima em baixa, pois a toda hora estaremos sendo exposto a esse comportamento devido á intensidade que o mundo moderno nos obriga a viver.

É preciso ser positivo, pensar positivamente. Não podemos estar falando conosco mesmo negativamente, pois isso acaba diminuindo nossa auto-estima.

Infelizmente a maioria dessas mensagens negativas você aprendeu durante a infância ensinada na escola, na família, nos grupos sociais, criando muitos preconceitos na sociedade.

Pare de falar ou mesmo pensar em coisas negativas: “Não sirvo para nada”, “Será que vou conseguir”. “Ninguém gosta de mim”, “Sou um fracassado”, “Não vou conseguir”. De tanto repetir você acaba acreditando nelas e acaba se amoldando a essas imagens. Evite palavras negativas como não, ninguém, negativo, preocupação, medo, tristeza, cansaço, etc..

Use palavras positivas que aumentarão sua auto-estima. Seja afirmativo use os verbos no presente afirmativo: “Tenho muita saúde”, “Tenho força para enfrentar esta situação”, “Estou feliz”, “Tenho capacidade para superar este obstáculo”, “Vou conseguir”, etc.

Pare e análise seus pontos fortes e seus pontos fracos. Comece pelos negativos e coloque os positivos que o contrapõem. Repita durante o dia a exaustão os pontos positivos. No começo é difícil substituir os negativos pelos positivos, mas com tempo, persistência e determinação você vai se surpreender com os resultados em sua auto-estima.

Você merece o melhor da vida, merece a felicidade e para isso é preciso ter auto-estima.

Foque em suas metas, dedique-se totalmente a elas. Suas ações de hoje é que garantirão sua felicidade de amanhã. Somente suas ações de hoje transformarão seus desejos em realidade. Não se afaste de suas metas sendo persistente paciente e determinado.

Acredite, acredite e acredite. Você vai mudar e se surpreenderá.

Fonte: http://www.horademudar.com.br

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Pai, começa o começo !

Quando era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: "Pai, começa o começo!"
O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim.

Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai morreu há muito tempo e não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, "começar o começo" de tantas cascas duras que encontro pelo caminho.

Hoje, minhas "tangerinas" são outras. Preciso "descascar" as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar.

O esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes.

O enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas "tangerinas" transformam-se em abacaxis.

Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo meu pai quando lhe pedia para "começar o começo", era o que me dava a certeza de que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta.

Além da atenção e carinho que eu recebia, ele também me ensinou a pedir ajuda a Deus, Pai do céu. Meu pai terreno me ensinou que Deus é eterno, que está sempre ao nosso lado e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.

* * *

Quando a vida parecer muito difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembremo-nos de suplicar o auxílio Divino.

Deus nos indicará o caminho e não só começará o começo, mas pode ser que, em algumas ocasiões, resolva toda a situação.

Não sabemos o tipo de dificuldade que encontraremos na nossa caminhada, mas amparemo-nos no amor eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: Pai, começa o começo!

A sensibilidade de enxergar as dificuldades dos filhos e oferecer o apoio necessário, no momento certo, é essencial. Tem o poder de curar feridas e se transforma em bálsamo para a dor.

Devemos saber o quanto é importante dizer ao filho: Se você tem medo, venha aqui. Se você cair, falhar, estarei ao seu lado. Amo você.

Devemos saber valorizar toda atitude positiva.

O abraço e o beijo fazem a criança se sentir querida e consolidam a segurança e o amor. Demonstrarmos a confiança de que somos constantemente amparados por Deus oferece aos filhos um caminho para a construção da fé.

Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a infância, se transformarão em direcionamento seguro e formarão base sólida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta

Encontros que desafiam o tempo

Alguns encontros são como sinais no céu: raros, breves, mas intensos. Não acontecem todos os dias, e talvez justamente por isso carreguem um...