sexta-feira, 29 de maio de 2015

A história da balança

Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou em um armazém, aproximou-se do dono, conhecido pelos seus maus modos, e pediu se ele lhe podia fiar alguns alimentos.

Explicou-lhe que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar, e, que tinha sete filhos para alimentar.

O dono do armazém, com os seus maus modos riu-se da pobre senhora, dizendo que a sua loja não era a casa dos pobres, e, que tudo ali se pagava com dinheiro.

Mais uma vez a pobre senhora envergonhadamente implorou e disse que pagaria assim que tivesse dinheiro.

Ele respondeu que ela ali não tinha crédito, nem tão pouco conta na sua loja.
Um freguês que estava de pé junto ao balcão, ouvindo toda a conversa disse ao comerciante que desse à senhora tudo o que ela necessitasse, e que pusesse na sua própria conta.

Relutante o comerciante perguntou à senhora:
– Você tem uma lista do que precisa?
– Sim disse ela.
– Muito bem, coloque a lista no prato da balança, e o que ela pesar eu lhe darei em mantimentos.

A pobre mulher hesitou por instantes a com a cabeça curvada, retirou do bolso um pedaço de papel, e escreveu alguma coisa nele, colocando-o depois no prato da balança.

Os três ficaram admirados quando o prato da balança, com o papel, desceu e permaneceu em baixo.

O comerciante, já irritado com o marcador da balança, virou-se para o freguês e comentou contrariado:
– Eu não posso acreditar!

O freguês sorriu e o comerciante começou a colocar os mantimentos sobre a balança. Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada.

O comerciante ficou parado por alguns instantes olhando para a balança, tentando entender o que tinha acontecido.

Finalmente, pegou no pedaço de papel da balança e ficou espantado, pois não era uma lista de compras, e sim uma oração que dizia:

“MEU SENHOR, O SENHOR CONHECE AS MINHAS NECESSIDADES E EU AS DEIXO EM SUAS MÃOS

O comerciante deu as mercadorias à mulher que, no mais completo silêncio agradeceu e deixou o armazém.
O freguês pagou a conta e disse:

– VALEU A PENA CADA CENTAVO PAGO SÓ DEUS SABE O VALOR DE UMA ORAÇÃO.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Por que decidir costuma ser complexo e difícil?

Para muitas pessoas tomar decisões é algo demasiadamente difícil. Se sentem divididas, confusas, com receio de errar. 

Conhecendo um pouco mais o que está envolvido em um processo de tomada de decisão isso pode auxiliar no mesmo. 

Quando percebemos que temos duas ou mais possibilidades de caminhos a seguir estamos diante de um momento em que precisamos tomar uma decisão.

Decidir ou escolher não está restrito somente a coisas grandes como: mudar de cidade ou não, aceitar um novo emprego, iniciar ou não um relacionamento mais sério com aquela pessoa. Estamos diante da necessidade da tomada de decisões no dia a dia quando optamos sobre o que vamos almoçar, que roupa iremos vestir, qual o trajeto que faremos para chegar em determinado lugar.

Há duas perspectivas que estão presentes em cada situação de tomada de decisão: o lado racional e o lado emocional. 

Quando estamos diante de mais de uma possibilidade, a não ser que a decisão seja impulsiva (tomada levando em conta somente a parte emocional), começamos a pensar nas coisas boas e ruins de cada opção que temos. Esse é o lado racional agindo. Avaliamos os prós e os contras e colocamos na balança os pontos levantados. 

Examinamos cada uma das opções (é necessário que colhamos o máximo possível de informações para respaldar nossa avaliação) e assim chegamos em uma alternativa em que, após pesados as vantagens e desvantagens, nos parece ser a mais correta a ser escolhida. No entanto, na prática percebemos que nem sempre optamos por esse caminho, mesmo este parecendo mais certeiro, seguro ou vantajoso. O que ocorre nesse momento então? É o lado emocional que está interferindo. Na verdade, em inúmeras vezes, é ele quem tem um peso maior e dá a palavra final no ato de decidir algo. Dificilmente escolhemos um caminho diferente do que nos aponta o lado emocional, e quando o fazemos, sofremos.

Por isso, precisamos ter consciência dos pontos envolvidos em uma escolha e se não estamos sendo guiados somente pela emoção, a qual não leva em conta o que está envolvido mais a longo prazo; seu foco é como nos sentimos no momento diante daquilo. Sendo uma perspectiva limitada, pode nos fazer optar por algo que traga ganhos somente a curto prazo mas, não a meio e longo prazo, levando-nos ao sofrimento no futuro.

É principalmente por esses motivos que tomar decisões se torna algo tão complexo e difícil.

por Thaís Petroff

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Te amo
te amo de uma maneira inexplicável
de uma forma inconfessável, de um modo contraditório 
Te amo...
Te amo , com meus estados de ânimo que são muitos
e mudar de humor continuadamente, pelo que você já sabe:

o tempo
a vida
a morte

Te amo
Te amo, com o mundo que não entendo
com as pessoas que não compreendem
com a ambivalência de minha alma
com a incoerência dos meus atos
com a fatalidade do destino
com a conspiração do desejo
com a ambigüidade dos fatos
ainda quando digo que não te amo, te amo
até quando te engano, não te engano
no fundo levo a cabo um plano
para amar-te melhor.

Te amo
Te amo , sem refletir, inconscientemente
irresponsavelmente, espontaneamente
involuntariamente, por instinto
por impulso, irracionalmente
de fato não tenho argumentos lógicos
nem sequer improvisados
para fundamentar este amor que sinto por ti
que surgiu misteriosamente do nada
que não resolveu magicamente nada
e que milagrosamente, pouco a pouco, com pouco e nada,
melhorou o pior de mim

Te amo
Te amo com um corpo que não pensa
com um coração que não raciocina
com uma cabeça que não coordena

Te amo
Te amo incompreensivelmente
sem perguntar-me porque te amo
sem importar-me porque te amo
sem questionar-me porque te amo

Te amo
simplesmente porque te amo
eu mesmo não sei porque te amo

Anjo Chris

terça-feira, 26 de maio de 2015

Toda pessoa "de bem" tem também o mal dentro de si

Existem mesmo lobos e cordeiros?

Percebo na maioria de nós uma certa imaturidade no entendimento da natureza do mal. Muitos de nós ainda acreditamos que existem pessoas "do bem" e pessoas "do mal", como se existisse uma barreira invisível separando dois grupos distintos.

Vou convidar você a pensar por um instante em quais foram as pessoas que mais o feriram na vida, que mais lhe fizeram sofrer? Afirmo, sem medo de errar, que na maioria das vezes, os que nos feriram não foram pessoas estranhas, "do grupo do mal" (embora essas também existam e isso possa acontecer).

As pessoas que mais nos ferem na vida, em geral, são as mais próximas. São os melhores amigos, os pais, os irmãos, as esposas, os maridos. O mal nos atinge através das relações onde mais nos desnudamos, onde baixamos as defesas, onde confiamos. O mal vem através das pessoas que considerávamos "do bem", na maioria das vezes, das pessoas que mais nos dizem amar.

Claro que essas pessoas não nos ferem com a intenção de fazer mal. Se você pudesse perguntar, arrisco afirmar que a maioria delas diria não ter tido intenção alguma de lhe ferir ou causar mal. E ainda assim o fazem, repetidas vezes, com sua permissão. É também o mal dentro de você que permite que você seja assim ferido.

Na verdade, toda pessoa "de bem" tem também o mal dentro de si. Saber disso é abandonar uma casca de ingenuidade que precisa urgentemente ser deixada para trás.

Sempre que nos tornamos prisioneiros do medo, da ignorância ou do egoísmo, o mal se manifesta em nossas vidas.

O medroso tem dificuldade em se controlar 

O medo, quando toma conta de nós, nos faz reagir defensivamente, como um cão que morde ao se sentir ameaçado. O medroso têm dificuldade em se controlar. Percebe que muitas vezes causa o mal, mas quando finalmente se controla, o estrago já foi feito. É comum que se arrependa depois de ter agredido ou ferido alguém. Costuma se desculpar, mas enquanto não for capaz de vencer o medo, será refém de reações instintivas que podem ferir muito os que com ele convivem.

A ignorância, por sua vez, nos faz agir de forma imatura e cega, como uma criança que tenha em suas mãos uma arma, sem ter consciência de como funciona. Uma criança pode matar uma pessoa sem fazer a menor ideia do mal que está causando. Pessoas ignorantes têm dificuldade de se perceberem como causadoras do mal. São aquelas pessoas imaturas, muitas vezes superficiais, que fazem coisas horríveis sem sequer perceber o mal que estão causando. Lhes falta consciência, o que as torna verdadeiramente assustadoras.

O egoísmo, por sua vez, faz com que sejamos incapazes de enxergar o outro, de nos colocarmos em seu lugar. Se não enxergamos alguém, podemos atropelar essa pessoa sem nos darmos conta do que estamos fazendo. O egoísta justifica, de forma arrogante, o mal causado, sempre acha que está certo, por não conseguir olhar a situação pelo ponto de vista do outro. Não tem a capacidade da empatia, o que o torna com frequência insensível e cruel, mesmo que se ache a mais doce das pessoas.

Todos nós somos, às vezes, causadores do mal. Somos os lobos. Somos os cordeiros. Somos os medrosos, os ignorantes, os insensíveis. Somos os animais feridos que mordem, as crianças inconsequentes que atiram, os cegos que não sabem o que fazem. Querendo acertar e amar, muitas vezes causamos um mal horrendo a quem mais amamos.

Ou, do outro lado dessa história, somos também aqueles que causam mal a nós mesmos, permanecendo em relações abusivas e desrespeitosas.

O mal está dentro de cada um de nós, de cada pessoa com a qual vivemos. Não se engane, não há cerca separando os bons dos maus.

Assim, se você estiver causando mal a alguém, tente perceber e corrigir a causa. Comece por si mesmo. Busque pelos seus medos, pela sua ignorância e pelo egoísmo escondidos em suas atitudes. Assuma a responsabilidade de curar a si mesmo, só assim poderá deixar de criar um rastro de destruição por onde passa. Então, procure reparar o mal causado. Compreenda que isso só poderá ser feito quando você assumir integralmente a parcela de responsabilidade que lhe cabe. Isso é para poucos. Requer coragem e força de caráter.

Se, por outro lado, alguém estiver causando mal a você, procure perceber a sua participação ao permitir que isso aconteça. Saia do papel de vítima e proteja a si mesmo. Estabeleça limites. Para fazer isso, você não precisa atacar, revidar ou ferir ninguém. Basta que você se coloque em um lugar seguro. Afaste-se do que lhe faz mal.

Quanto à pessoa que está lhe ferindo, compreenda que essa pessoa na verdade é uma prisioneira do medo, da ignorância ou do egoísmo, que provavelmente não está fazendo nada com a intenção específica de ferir você. Seja compassivo.

Expresse sua dor, deixe que a pessoa saiba que está machucando você. Talvez ao perceber isso, a pessoa se liberte, passando da maldade ao amor, reconhecendo e reparando o mal causado. Muitas vezes, no entanto, isso não será possível. Talvez o outro ainda não esteja pronto para enxergar sua própria face escura, para assumir ou reparar o mal causado. Talvez não tenha ainda sentido em si mesmo a dor de ter causado dor a você. Nesse caso cabe a você simplesmente proteger a si mesmo. Você não pode salvar ninguém.

Afaste-se, sem culpa.

Não importa se essa pessoa seja alguém próximo e querido. Uma mãe, um filho, um amigo de anos... Repito, afaste-se, sem culpa. Leve a si mesmo a um lugar seguro.

Liberte-se. Preste mais atenção às atitudes do que às palavras do outro. Não acredite em vazias palavras de amor. Por mais belas que sejam as promessas, entenda que uma pessoa que realmente ame você nunca vai querer lhe causar sofrimento para obter ganhos ou prazer.

Por mais que você ame uma pessoa, saiba que amor algum deve ser uma justificativa para que se permaneça em uma relação que lhe faça mal. Isso não é amor. É subserviência, comodismo, medo e uma triste falta de amor por si mesmo.

Perdoe a si mesmo por ter se deixado ferir e siga em frente.



por Patricia Gebrim

segunda-feira, 25 de maio de 2015

28 sugestões para elevar sua autoestima

Existe uma resposta pronta para definir autoestima? Sempre me pergunto se autoestima é estar se sentindo bonita, se é ter tudo que sonhamos, se é apenas um estado de espírito leve ou se é a soma de tudo isso? O que fazer para ter uma autoestima equilibrada e duradoura?

Resposta: autoestima é tudo que você descreveu e um pouquinho mais! autoestima é ter consciência de seu valor pessoal, e mais seja, acreditar, respeitar e confiar em si. É ter a certeza de ser merecedor, digno de ser feliz e ser amado, principalmente, por si mesmo. A autoestima juntamente com o amo próprio é a base para o ser humano. 

Características da baixa autoestima: insegurança, sensação de inadequação, incertezas e dúvidas constantes, necessidade de aprovação elevada de terceiros, decorrentes, em geral de processos de perda, abandono, rejeição e críticas.

Manter nossa autoestima é uma tarefa para toda vida. Muitas situações externas e/ou sentimentos internos podem fazer com que ela oscile.

Não há receita para manter a autoestima em equilíbrio, o que é necessário é autoconhecimento, esse sim faz toda a diferença. Abaixo segue algumas sugestões para elevar sua autoestima:

28 sugestões para elevar sua autoestima

- Seja positiva 

Evite todo e qualquer pensamento negativo, cada vez que identificar um pensamento negativo substitua imediatamente por um positivo. Somente uma postura positiva e otimista é capaz de trazer bem-estar físico e mental.

- Enfrente suas sombras 

Reconheça seu lado ruim, negativo e faça uma análise do que deseja mudar em você e na sua vida e procure melhorar. Comece mudando sua maneira de se tratar, sendo mais amorosa com você como seria com alguém que ama.

- Evite as comparações 

Ficar se comparando com quem quer que seja não o fará se sentir melhor, pois as pessoas são diferentes, possuem necessidades, desejos e históricos de vidas diferentes.

- Reconheça seu valor 

Perceba que seu valor enquanto pessoa não pode e nem deve ser baseado na maneira como foi tratada, ainda que isso tenha durado toda sua vida. Não permita mais ser desrespeitada ou maltratada, seja por quem for.

- Não espere que os outros mudem para ser mais feliz. A mais importante mudança é aquela que acontece dentro de você!

- Enfrente o medo

É importante lidar e enfrentar o medo que as pessoas ou situações provocam e compreender que a percepção de si mesma está baseada na consequência de fatos que já passaram. Você não pode mudar seu passado, mas pode mudar seu presente.

- Evite relacionamentos negativos e/ou pessoas críticas 

Receber críticas negativas é pior do que não receber qualquer atenção. Se você convive com alguém que sempre te faz se sentir sem valor algum, afaste-se dessa pessoa. 

- Identifique suas necessidades 

O que você espera receber dos outros pode ser aquilo que não recebeu quando criança de seus pais. Não espere receber dos outros o que só você mesmo pode se dar. Seja responsável por suas próprias necessidades.

- Aprenda com os erros 

E com a experiência passada, mas não fique se punindo por ter errado, nem lamentando e muito menos se acomode nas situações. Mude o que deseja! 

- Valorize sempre suas conquistas e celebre cada uma delas! 

Pare de supervalorizar o que o outro tem ou faz e desvalorizar as próprias conquistas. 

- Invista em você 

Faça uma lista de coisas boas que pode fazer por você! E faça todo dia uma delas. Pode ser coisas simples como dançar, ler, descansar, ouvir música, caminhar.

- Contato com a natureza

Quando possível, tenha contato com a natureza, ande descalça na terra ou na areia para repor as energias.

- Escreva um diário e desabafe tudo nas páginas em branco. Isso ajuda a organizar a mente.

- Aprenda a aceitar elogios! E também se faça muitos!

- Busque seus sonhos! Pense onde os deixou e vá em busca deles. A cada vitória sua autoconfiança cresce e se fortalece.

- Respeite seus limites: aprenda a dizer não sem culpas!

- Não queira mudar as pessoas, mas você pode mudar sua reação diante do que te fazem. “As situações não são nada, nossa atitude diante delas é tudo.”

- Seja flexível! A rigidez é boa na pedra, não no homem, a ele cabe firmeza, o que é muito diferente.

- Respeite sempre seus sentimentos: seja coerente entre o que pensa, sente e age.

Corpo

Se não está contente com seu corpo, mude alguns hábitos, pois se fizer tudo como sempre fez obterá os mesmos resultados.

- Identifique suas qualidades e não só os defeitos. Pare de se criticar!

- Não se culpe: não julgue situações passadas com valores do presente. Perdoe-se!

- Ouça a intuição, pois aumenta a autoconfiança.

- Mantenha o diálogo interno, ou seja, converse muito consigo mesma(o).

- Acredite que merece ser amada e é especial. 

- Ame-se muito!

- Faça psicoterapia. O autoconhecimento obtido através do processo da psicoterapia poderá fazer com que reconheça seus reais valores e liberte-se do complexo de inferioridade que acorrenta e aprisiona.

- E acredite acima de tudo em você, isso faz toda a diferença!

- Comece tudo isso hoje!

*por Rosemeire Zago

sexta-feira, 22 de maio de 2015

É possível encontrar um sentido maior para as nossas vidas?

Eu tenho ouvido muitas pessoas descreverem a angústia que vem sentindo por não encontrar algo que dê sentido às suas vidas. Já sabemos que falta algo, mas ainda não sabemos o que é, onde está, ou como suprir a falta. Eu diria, a quem anda se sentindo assim:
- Pare de tentar desesperadamente fazer essa angústia passar. Aceite esse incômodo como se ele fosse uma forma da sua alma despertar você desse estado de dormência que acomete o homem moderno. 
Aceite que você está perdido e mude o foco. Não saia andando em qualquer direção como alguém perdido na selva que é tomado pelo desespero. As respostas estão dentro de você. Acalme-se, aquiete seus pensamentos, busque seu centro, observe tudo ao seu redor, as pistas estão aí, perto de você, dentro de você. Quanto mais desesperado você estiver, menos irá percebê-las. Aquiete-se, confie, sossegue...

Quando eu era pequena, gostava de brincar de tentar parar de pensar. Você já tentou fazer isso? Já tentou atravessar aquela vasta correnteza de pensamentos e ver o que existe lá atrás? Já sentiu, nem que por um breve segundo, a cor pacífica e azulada do silêncio, que existe naquele lugar onde não existem pensamentos?

Se tentou, sabe que não é fácil. É como tentar ler o jornal em um dia de vento forte. É possível que a gente acabe mais estressado do que bem informado! No entanto, precisamos aprender a fazer isso se quisermos encontrar o sentido maior, precisamos ser capazes de atravessar os pensamentos se quisermos chegar ao lugar de sabedoria que todos temos dentro de nós. Para chegar lá precisamos, antes de mais nada, desenvolver a nossa paciência. E exercitar a humildade para aprender algo que, ao menos no Ocidente, não é assim tão fácil de aprender.

Quando nos encaminhamos em direção ao novo de forma humilde, aceitamos que teremos dificuldades e não permitimos que os obstáculos se tornem fontes de frustração ou nos impeçam de seguir adiante. A humildade nos faz compreender que é natural que existam as dificuldades, e nos permite continuar lá o tempo necessário para que consigamos seguir em frente. Ou seja, qualquer novo aprendizado requer persistência, tenacidade e o nosso desejo real de seguir adiante.

Mais do que nunca eu creio que a maior parte dos problemas que vivemos em nosso cotidiano é reflexo de uma dor mais profunda, de feridas existenciais, de coisas que se passam lá dentro de nós, nas profundezas. Mas como só olhamos para fora, deixamos escapar o primordial e nos afastamos da possibilidade de solucionar o que de fato nos atormenta.

Na falta de um sentido maior para a existência, nos perdemos pela vida, acreditando que o que falta é um emprego melhor, um namorado, uma casa nova, ou seja o que for. Tentamos curar uma dor profunda na nossa alma com comprimidos para dor de cabeça. Claro que não funciona!

Para enxergar o que de fato está acontecendo conosco, é preciso que a gente pare um pouco e aprenda a olhar para dentro. Disso já sabemos. Mas o que acontece é que, quando finalmente decidimos nos arriscar e nos voltamos para nosso interior, nos deparamos com uma mente tão caótica que preferimos enfrentar o caos do trânsito até o shopping mais próximo, em busca de amortecer essa enorme falta de sentido que tanto nos atormenta.

Assim, não se assuste se seu mundo interno parecer confuso demais ou desgovernado. Vá em sua direção assim mesmo. Abra todos os seus canais de percepção. Preste mais atenção. Em você mesmo, em tudo à sua volta. Sem pressa, sem tentar organizar o caos, contendo a ansiedade.

Respire fundo e sinta isso, afinal você está vivo e a vida é uma dádiva, algo maravilhoso, acontecendo agora mesmo. Agora mesmo você está respirando, sinta isso. Comece por aí. Tente amar o fato de que você é capaz de respirar. Una-se à sua respiração, à vida que flui em você... se conseguir fazer isso, já terá um ótimo começo.

O sentido da sua vida não é algo que ninguém possa dar ou explicar a você, mas é algo que pode subitamente desabrochar no seu ser, com a mesma gentileza com que as flores desabrocham na primavera, revelando seu aroma, sua cor e sua profunda beleza.

Não se esforce, apenas conecte-se com sua natureza interna.

O que você busca está aí, agora mesmo. Pare um pouco com a caminhada, sente-se, relaxe e simplesmente seja você.

*por Patricia Gebrim

quinta-feira, 21 de maio de 2015

É Possível ?

É possível namorar um homem 20 anos mais velho e dar certo?
Resposta: 
O que significa "dar certo" em relacionamento, nos dias de hoje? Durar uma semana? Um mês? Uma vida? Ou nada tem a ver com a duração?
Relacionamento entre pessoas com idades diferentes podem ser harmoniosos sim, desde que, independentemente da idade dos envolvidos, haja um amadurecimento de ambos no entendimento do que é uma relação amorosa. 

As motivações para um homem buscar uma parceira 20 anos mais nova podem ser várias, desde uma preferência pessoal até uma "cabeça"de 20 anos num homem de 60. 

O mesmo se dá com a mulher; procurar um homem 20 anos mais velho pode estar ligado a uma sensação de segurança, uma preferência pessoal, o tão famigerado "complexo de Eletra" (teoria de Freud segundo a qual toda menina passa por uma fase em que se apaixona pelo pai) ou, por que não, puro interesse econômico!

Num relacionamento em que os envolvidos têm idades e experiências muito diferentes, é necessário encontrar uma linguagem comum, ou seja, é necessário que ambos entendam e procurem se colocar no lugar do outro. Mais fácil para o mais velho, que já passou pela idade do mais novo; mais difícil para o mais novo que precisa intuir como se sente uma pessoa mais velha que ela, mas, sem dúvida, condição muito importante para a criação de um bom relacionamento.

A duração desse tipo de relacionamento também depende da consciência que cada um dos envolvidos tem e da predisposição para aceitar as mudanças do parceiro com o passar do tempo. O homem que escolheu a mulher mais jovem por sua beleza e perfeição, pode não ser capaz de aceitá-la mais velha; a mulher que escolheu um homem mais velho, porém sadio, pode não ser capaz de aceitá-lo mais limitado ou doente.

Enfim, uma relação amorosa bem-sucedida depende mais da capacidade de entender, dividir, respeitar e ceder do que da idade cronológica dos envolvidos. Saber administrar semelhanças ou diferenças é essencial! 

por Anette Lewin

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Eu amo você!!!!


Amo você por tudo aquilo de bom que você representa em minha vida.
Amo você pelo que é,apesar de tudo,além de todas as outras coisas.
Amo você por tudo que é,e por tudo que deixa de ser!!
Amo você por você ser assim tão diferente de todas as outras.
Amo você por ser tão difícil de se entender e tão fácil de se compreender.
Amo você e tudo que há em você:
O seu sorriso doce,os seus olhos ofuscantes,o seu corpo envolvente,amo o mundo porque nele existe você.
Amo a vida porque ela me deu você!!
E se você procurar dentro de sua alma,dentro do seu coração irá perceber que digo isso com a sinceridade mais pura,e existente dentro de um homem embriagado de amor!
Você e a razão por eu acreditar no amor,você se tornou o meu sonho e a minha realidade.
Eu quero que saiba,eu lutaria por você,caminharia em brasas por você,eu morreria por você.
E você sabe que é verdade,tudo que eu faço e pensando em você.
Você é tudo que nunca idealizei,mas e aquilo que sempre sonhei.

Te amo!!!!!!!

*Por philippe cavalcanti (phi)

terça-feira, 19 de maio de 2015

Preciso..

Ei! Sorria... 
Mas não se esconda atrás desse sorriso...
Mostre aquilo que você é, sem medo.
Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.
Viva! Tente! 
A vida não passa de uma tentativa.
Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.
Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!
Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.
Procure o que há de bom em tudo e em todos.
Não faça dos defeitos uma distancia, e sim, uma aproximação.
Aceite! 
A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.
Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.
Ei! Olhe... 
Olhe a sua volta, quantos amigos...
Você já tornou alguém feliz hoje?
Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?
Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.
Sonhe! 
Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.
Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.
Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.
Ei! Ouça... 
Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.
Suba...faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo,
Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei! Descubra! 
Descubra aquilo que há de bom dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.
Ei! Você... 
não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que... te adoro, simplesmente porque você existe.

*Por Cristiana Passinato

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Desistir ou persistir? A escolha é toda sua

Quando eu era criança gostava de observar aquele bichinho que costuma surgir perto dos jardins. Não sei o nome científico, mas eu o conhecia como tatu-bola. Eu encostava o dedo de levinho naquele tatuzinho preto cheio de patas e num instante ele se fechava ao próprio redor e virava uma esfera perfeita. Apesar da vontade de dar um "peteleco" na bolinha preta só para vê-la rolar, eu resistia, não tocava nela e ficava ali, quieta, até que o bichinho se sentisse seguro para se abrir novamente.
Às vezes eu colocava minhas mãos rosadas de menina sobre eles, para protegê-los do sol, enquanto permaneciam em sua concha improvisada, como se isso pudesse convencê-los a voltar à vida ativa mais rapidamente.

Com as mãos estendidas, disfarçadas de telhados, eu imaginava que magicamente pudesse transmitir-lhes coragem e confiança em minhas boas intenções.

A gente cresce. Hoje já não brinco mais com tatus-bola, na verdade já faz muito tempo que não vejo um... será que se extinguiram? Ou será que a minha vida de adulta afastou os meus olhos dos cantos encantados onde se escondem as doces criaturinhas? Mas eu ainda penso muito neles, penso sim. Toda vez que algo difícil me acontece e tenho vontade de fugir do mundo, me lembro dos tatuzinhos. Toda vez que vejo alguém fechado em si mesmo, me vem à mente aquelas bolinhas fechadas, bichinhos assustados que buscavam proteção.

A vida às vezes é áspera. Nos pega de sopetão, frustra nossos sonhos mais singelos, fere a nossa pele, rasga nosso coração. A vida às vezes é abrupta e assustadora e faz você perder o chão, eu sei. Passamos por momentos de perdas, de dor e de confusão. E nesses momentos, mesmo sabendo que também fazem parte da vida lindos dias de céus recheados de estrelas e vagalumes... Ainda assim, muitas vezes, temos vontade de sumir de tudo, fechar as janelas, apagar a luz. Temos vontade de nos encolher bem quietos, como faziam os tatuzinhos da minha infância. Todo mundo se sente assim de vez em quando, não ache que só acontece com você!

O importante nesses momentos é encontrar o equilíbrio entre a necessidade lícita de nos proteger e a atitude corajosa de nos abrirmos e voltarmos à vida. De novo, de novo e de novo. Mesmo com os joelhos ralados depois de tantas quedas... precisamos ser capazes de voltar à vida, quantas vezes forem necessárias (não serão poucas). Essa disponibilidade de renascer é o que faz a diferença entre as pessoas que mantém seu brilho e as que, infelizmente, permitem que o brilho se apague. Na verdade ele nunca se apaga completamente. Resta sempre uma chaminha, às vezes bem fraca, uma chaminha que continua ardendo à espera de um ar que lhe insufle nova vida. 

Ouça com atenção. Estamos aqui para viver. Estamos aqui, neste lugar maravilhoso e desafiador, para manter viva a nossa chama, até o final. Desafios virão. O tempo todo. Caberá a você escolher. Escolher entre desistir ou persistir. A escolha é sua. Sempre foi sua. Sempre será. Nisso você estará só, pois ninguém poderá escolher por você. Mas se você optar pela vida, acredite, muita ajuda virá. De onde você menos espera, surgirão mãos querendo te proteger do calor do sol. Mesmo que você nem as perceba, elas estarão lá.

Momentos de reclusão podem ser necessários, momentos de retirada para que você recupere sua força e a confiança em si mesmo, nas pessoas, na vida... Como faziam os tatus-bola. Saiba respeitar esses momentos. 

Mas confie que existe em você uma força luminosa que irá aos poucos ajudá-lo a seguir pela vida, como faziam os tatuzinhos. Saiba arriscar abrir-se novamente. 

Tudo tem seu tempo. 

E lembre-se... A vida é como um vasto jardim, com infinitas flores e aromas a serem descobertos, riachos de água cristalina prontos a saciar sua sede e uma infinidade de deliciosas novas experiências a serem vividas. 

Saiba que, a cada queda, você terá a oportunidade de tornar-se mais sábio. Não desista. Fique firme. E aprenda! O máximo que puder. Quanto mais aprendemos, mais fácil levantar-se e seguir em frente.

Não desista... 

Eu ficarei aqui com as mãos estendidas na sua direção através deste teclado, enviando força e encorajamento!

*por Patricia Gebrim

sábado, 16 de maio de 2015

Tempo Certo

De uma coisa podemos ter certeza:
de nada adianta querer apressar as coisas;
tudo vem ao seu tempo,
dentro do prazo que lhe foi previsto.
Mas a natureza humana não é muito paciente.
Temos pressa em tudo e aí acontecem
os atropelos do destino.

Aquela situação que você mesmo provoca,
por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo. 

Mas alguém poderia dizer: Qual é esse tempo certo?

Bom, basta observar os sinais.
Quando alguma coisa está para acontecer
ou chegar até sua vida,
pequenas manifestações do cotidiano
enviarão sinais indicando o caminho certo.

Pode ser a palavra de um amigo,
um texto lido, uma observação qualquer.
Mas, com certeza, o sincronismo se encarregará
de colocar você no lugar certo,
na hora certa, no momento certo,
diante da situação ou da pessoa certa. 

Basta você acreditar que nada acontece por acaso. 
Talvez seja por isso que você esteja agora lendo estas linhas. 
Tente observar melhor o que está a sua volta.
Com certeza alguns desses sinais
já estão por perto e você nem os notou ainda. 

Lembre-se, que o universo sempre
conspira a seu favor quando você possui um
objetivo claro e uma disponibilidade de crescimento.

*Por Paulo Coelho

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Espere sentada que adivinhem seus desejos...

Isso mesmo. Com certa frequência ouço pessoas dizendo que se recusam a contar ao parceiro do que gostam na cama, porque “a pessoa precisa ser capaz de sacar, sem que palavras sejam ditas”.
No meu limitado entender, ou elas se conhecem pouco e nada teriam a dizer ou sentem extrema vergonha, temem ser rejeitadas, mal entendidas, e aí se calam, argumentando com uma desculpa amarela a título de disfarce. 
Uma terceira hipótese, na qual prefiro não apostar minhas fichas, é que alguém se acha tão especial, muito importante mesmo, que espera que os outros automaticamente realizem seus desejos, apenas porque “a pessoa está no mundo e obviamente merece que suas necessidades sejam saciadas sem que ela precise batalhar por isso”. Em qualquer dos casos a pessoa provavelmente estará fadada a fracassar, permanecendo sedenta por acolhimento e prazeres.

Um professor deve se preocupar em dar a melhor aula possível, com didática e boa programação de conteúdo e se mostrar disponível ao aluno. Mas em caso de dúvidas e discordâncias, cabe ao estudante fazer perguntas, tirar dúvidas, pedir mais esclarecimentos e se empenhar na execução de exercícios de treino.
Sou eu quem precisa relatar com precisão ao médico ou dentista onde sinto a dor, quais suas características, qual é meu estilo de vida, meus hábitos e expectativas. Claro que a condução de uma boa entrevista inicial é ou deveria ser matéria essencial das faculdades de medicina e odontologia, mas o paciente precisa ajudar ao profissional na busca por um entendimento mais preciso. 

Quem se abre ao outro de boa vontade, a pessoa que busca se comunicar com clareza e respeitosa afetividade, nem sempre será regiamente recompensada. Entretanto, se comparada aos calados, reticentes, herméticos, pouco expressivos, terá chances maiores de reciprocidade, concordância e aceitação mútua.

Muito bem: acabamos de estabelecer que quem tem boca vai a Roma e quem se cala ... fica isolado e insatisfeito. Mas e quem não sabe ou não consegue se comunicar melhor, compassiva e eficientemente, como fica tudo isso? Nem todos possuem o dom da palavra, nem se sentem particularmente confortáveis para se abrir a alguém que mal conhece.

Bom, só tem um jeito: trata-se de começar do jeito que der, mansamente, até mesmo mencionando que tem extrema dificuldade de se abrir, mas acrescentando que isso não lhe impede de tentar. Peça ajuda ao outro, deixe que ele te conheça um bocadinho mais, solicite a ajuda possível, mesmo que com palavras meio desajeitadas.

Interessante será contatar que cada passo pequeno na direção do crescimento recíproco trará sentimentos novos, de confiança, bem-estar, conforto emocional. E um sucesso favorece ao outro. Fracassos e rejeições existirão sempre, mas estarão em contraponto aos bons momentos experienciados e terão menor relevância no cenário geral da vida. 

O velho ditado já afirmava que passarinho que não arrisca não petisca. Vocês se recordam disso? 

* por Regina Wielenska

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Você é alguém mais do que especial


Sem querer você apareceu, não te esperava, não esperava reencontrar o que há muito havia perdido ou que talvez nunca tive…

Você me trouxe de volta o brilho no olhar, o sorriso nos lábios… Mas também o medo de me machucar.

Não te culpo por trazer de volta um sentimento que eu havia prometido apagar de mim, mas te culpo por fazer desse sentimento o melhor que eu já senti…

De um jeito muito especial, você me fez acreditar que o amor pode ser verdade…

Talvez nunca tenha amado, por isso não sei bem o que essa palavra significa pra mim, mas o importante agora é que sinto por você algo diferente, que talvez nunca senti…

Não te prometo a perfeição, pois isso eu não tenho. Mas te prometo uma coisa: dar o melhor de mim…

Você é alguém mais do que especial pra mim, é alguém diferente, assim como eu sou. Já te disse muitas vezes, que sou diferente, lembra? Por isso, você está sendo um desafio pra mim.

Você foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida!

O que se pede a alguém que se ama?  Nada! Apenas se dá. Damos o nosso Ser, o nosso corpo, a nossa alma. Damos o que temos e o que não temos também. Mas o Amor, o verdadeiro Amor é feito de coisas pequenas como nos dizem os Madredeus através da letra fantástica de Pedro Ayres Magalhães. Apreciem a letra, oiçam a música e ofereçam a quem amam...

"Coisas Pequenas"

Coisas pequenas são,
Coisas pequenas
São tudo o que eu te quero dar.
E estas palavras são
Coisas pequenas
Que dizem que eu te quero amar.
Amar, amar, amar
Só vale a pena
Se tu quiseres confirmar
Que um grande amor, não é, coisa pequena,
Que nada é maior do que Amar.
A  hora, que te espreita, é só tua,
De certo não será só a que resta,
A hora que esperei a vida toda
É esta!
E a Hora que te espreita, é só tua
De certo, não será só a que resta,
A Hora que esperei a vida inteira
É agora! É agora!
                 
*Por Pedro Ayres Magalhães

terça-feira, 12 de maio de 2015

Aceitar é começar a ser feliz

Há momentos na vida, onde tudo parece estar perfeito, maravilhoso, melhor que o sonhado. Muitos desses momentos têm continuidade e nos permitem experimentar esta sensação de alegria profunda e realização, outros não. Alguns desses momentos são subitamente interrompidos por causas inesperadas, fatos inusitados e circunstâncias inimagináveis.
Uma amiga acaba de perder o bebê aos dois meses de gestação. Somente as mães compreendem em profundidade a dor oriunda de uma situação como essa. Nós exercitamos a empatia e imaginamos o que significa, mas por mais que nos sensibilizemos não podemos experimentar a mesma dor.

É conhecida a frase: a dor é inevitável, o sofrimento opcional. Nessas circunstâncias não é bem assim; para uma mãe ou futura mamãe que perde um filho em gestação, o sofrimento não é opcional, é uma realidade inevitável. Nessas circunstâncias, a frase deve ser adaptada para: "a dor é inevitável, a forma de enfrentar o sofrimento é opcional!".

Há circunstâncias na vida onde não possuímos controle ou possibilidade de interferência ao ponto de mudar os resultados: resta-nos não como consolo, mas como atitude inteligente e digna o exercício da aceitação.

Dentro das principais opções que temos para enfrentar o sofrimento estão: o desespero, a raiva, a indiferença, a mágoa, a ira, a revolta, a depressão, a alienação e a aceitação. A única que não agrava nossos problemas e possui efeitos benéficos é a aceitação.

O exercício da aceitação é tanto mais fácil e possível quanto maior for o nosso grau de consciência, maturidade e espiritualização.

Aceitar é ser verdadeiramente humilde diante dos fatos inevitáveis e das circunstâncias imutáveis. A humildade nos faz reconhecer o limite das nossas possibilidades diante do universo ao nosso redor. Aceitação não é comodismo ou fuga, o ato da aceitação equivale a envolver com amor profundo os fatos que não podemos alterar e encará-los como circunstâncias a serem vivenciadas e vencidas para o fortalecimento do nosso ser.

Diante dessas situações, seja forte. O mundo é dos fortes, diria uma sábia amiga se estivesse ao meu lado agora que escrevo este artigo. A verdadeira força reside nas capacidades de aceitação e de recomeçar.

Compreender as coisas, nem sempre diminui a dor e o sofrimento, mas nos permite optar por enfrentar a dor e o sofrimento com inteligência, dignidade e resignação.

Chamamos de resiliência a capacidade psicológica de, submetidos a fortíssimas pressões, conseguirmos retornar ao equilíbrio e retomar nossas vidas, realizando um novo começo.

Nessas circunstâncias onde a humildade e a aceitação são nossas maiores virtudes, vale lembrar três reflexões:

1) A prece da serenidade: "Senhor dá-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar,coragem para mudar as coisas que eu possa e sabedoria para que eu saiba a diferença."

2) Uma reflexão que faço em meu livro Atitudes Vencedoras: "A fé é a certeza que fica quando todas as outras deixam de existir!"

3) Um conselho repetido muitas vezes por Omar Cardoso (pesquisador de astrologia e importante radialista brasileiro da década de setenta): "Todos os dias sob todos os pontos de vista, vou cada vez melhor!"

Estas três reflexões juntas nos permitem compreender que humildade e aceitação constituem o princípio da serenidade; que nossa fé deve ser superior a nossas dores e sofrimentos, mesmo quando não podemos compreender porque determinadas coisas aconteceram, justamente quando tudo parecia perfeito, e; que a certeza de um amanhã, de um renascer onde poderemos estar melhores a cada instante, deve nortear nosso recomeço.

Seja qual for a dor que te aflige, opte por enfrentar o sofrimento pela via da aceitação: a dignidade desse caminho lhe fornecerá as forças para renascer e recomeçar e assim como a mitológica ave Fênix, você renascerá das próprias cinzas (do sofrimento que vem lhe consumindo).

Viver é renascer e recomeçar a cada dia, como repetia com profundo amor Francisco Cândido Xavier: "Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".

Por mais difícil que seja este momento, ele não é o fim. Acredite, pode até parecer, mas não é o fim.

Pratique a humildade, aceite a realidade e recomece, recomece sempre...

Quanto mais cedo você exercitar a aceitação, mais cedo começará a ser feliz...

Seja forte!

*por Carlos Hilsdorf

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Nem tudo é o que nos parece - Saiba como lidar com o mau atendimento

Ficamos danados da vida quando percebemos, ao abrir o embrulho, que o objeto comprado está com defeito. Voltamos imediatamente à loja para reclamar com a vendedora, provocando, muitas vezes, uma discussão inútil, sem atinarmos para o fato de que a mercadoria vem lacrada, portanto sem acesso também para ela.

Quando nos deparamos com o funcionário que parece ter decorado a informação, toda tentativa no sentido de tirar-lhe mais alguma coisa é inútil, deixando a dúvida se ele nada sabe além daquilo, ou se é má vontade. Nesse caso, é importante lembrarmos que de empresas familiares, onde poucas pessoas tomavam conta do negócio e tinham conhecimento do todo da empresa, as organizações passaram a grandes corporações, nas quais o funcionário não domina a atividade de outro setor, área, ou sequer sabe dizer sobre o que faz o companheiro ao lado. O mesmo ocorre em grandes repartições públicas. 

Passamos por momentos de indignação, desde o simples xerox, que detalhamos como deve ser feito, e o rapaz faz exatamente o contrário, até o documento importante pelo qual esperamos meses e sai errado. Além das questões pessoais que poderiam alterar, dia ou outro, o desempenho profissional de qualquer um, temos outros aspectos envolvidos, como, por exemplo, a qualificação.

Por razões de custo, o empresário contrata alguém inexperiente, ou mesmo inapto para o serviço; não investe em treinamento, deixando o sujeito aprender por conta própria. Se for de seu interesse, ele se esforçará para corresponder às exigências da função, mas se estiver ali apenas porque não conseguiu coisa melhor, vamos encontrá-lo anos depois, no mesmo lugar, com as mesmas deficiências, caso não esteja dando prejuízo ao dono do negócio. Azar do cliente.

Na hora de derramarmos sobre o empregado as nossas frustrações, é importante separarmos o que realmente é responsabilidade dele, daquilo que é resultado do funcionamento de um sistema pelo qual ele também está enredado. 

Alguns personagens dessa relação com o cliente merecem ser lembrados, como a recepcionista sem pressa, que fica olhando para você no balcão, enquanto prolonga a conversa familiar ao telefone, ou insiste em terminar um assunto, sem fim, com o colega. Ou aquele que nos olha como se fôssemos um estorvo, mede-nos da cabeça aos pés, arregala o olho, solta o “pois não” e aguarda a pergunta como um soldado inglês da guarda real. Mais que compreensão, essas horas exigem uma boa dose de bom humor. 

Vale considerar, ainda, que antes de se indispor com quem pode lhe parecer negligente, distraído, displicente, aquele pode ser seu primeiro dia no emprego. Um sorriso de boas-vindas lhe servirá de grande estímulo.

*por Angelina Garcia

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Para quem eu muito amo, feliz Dia das Mães!

Você que me deu o bem mais precioso, a vida. Me esperou com tanto carinho. Me ensinou os primeiros passos. As primeiras palavras.

As lembranças mais antigas que tenho em você, é a sua mão segurando a minha para me dar proteção. Sua voz doce, cantando cantigas de ninar, me fazendo dormir e sonhar. Um sonho sereno, tranquilo, sabendo que você estaria ali a me proteger.

Você que lutou, sorriu, chorou. Mas não deixou a amargura tomar conta de seu coração. Você que me ensinou a ser mulher, mas continuar com meus sonhos de criança. A ser forte, sem ser amarga. Abrir meus caminhos, tomando sempre cuidado com as plantinhas ao redor.

Com você aprendi a ser gente que respeita gente. Aprendi a ter fé, aprendi a aceitar os defeitos das pessoas. Aprendi que o amor tem que ser incondicional.

Minhas melhores lembranças, são as que você cria todos os dias… No amor que sinto em tudo o que você faz. No brilho do seu olhar.

Mãe, você é bem aventurada, merece de mim o amor maior que tenho e todas as coisas boas que eu fizer. Sem você, eu não estaria aqui desfrutando de tantas coisas maravilhosas. É ótimo que você exista, mãe. E poder viver ao seu lado, só me traz alegrias e certezas de que nunca estou só. Tenho você a me amparar, me proteger e a me dar bons conselhos.

Sei que a vida, não é muito fácil, já sofri, já me decepcionei, e tudo isso faz parte do nosso aprendizado, mas reconheço que muitas coisas poderiam ter deixado de acontecer, se eu tivesse ouvido seus sábios conselhos de mãe.

Gostaria que neste dia tão bonito onde todos os filhos podem homenagear suas mães, eu também pudesse fazer com que a senhora realizasse pelo menos alguns dos seus sonhos. Mas não está ao meu alcance esse desejo, então, o pouco que tenho é o maior amor do mundo, sempre renovado e imenso. Infinito e eterno.

Que todas as bênçãos de Deus recaiam sobre a sua cabeça, te irradiando uma divina luz, te presenteando com muitos anos de vida sempre ao meu lado, para me fazer feliz. Só você merece tanto amor que trago dentro do peito.

Mais uma vez, eu lhe peço que me aceite mesmo com os meus erros, minha impaciência, e às vezes, minha ignorância, pois quero aprender sempre com você, para me tornar uma nova pessoa.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Eu sou feliz porque tenho você comigo

Minha vida se tornou muito especial a partir do momento em que te conheci...
Não sei se foi amor a primeira vista; só sei que foi amor,
Tenho vontade de viver, sonhar, amar, ser para sempre feliz;
Eu e Você; 
Afinal, é você quem completa minha vida,
Sem você minha vida fica com um vazio muito grande,
Vazio esse que só se preenche quando você está comigo, quando está em meus braços...
Nossas bocas desfrutando de um único momento... 
Nossos pensamentos unidos em um único sentido...
Nossos corpos em um único ritmo... Nesse momento, nada mais existe...
Só eu e Você... Dois seres em um único ser...
Duas almas, dois corpos, dois pensamentos... 
Unidos em uma única pessoa, o "AMOR"
Passe o tempo que passar; Viva o mundo que viver;
Digam as pessoas o que quiserem dizer;
Nada irá mudar o que está escrito:
EU TE AMO...
E vou te amar por toda nossa vida... 
Mesmo que algum dia nossas vidas estejam em outro lugar...
Meu amor por você será eterno...
Meu único sofrer é não ter você comigo;
Mas já que você está comigo...
Digo Bem alto para todo o universo ouvir... 
Eu sou feliz porque tenho você comigo

terça-feira, 5 de maio de 2015

Não jogue a culpa no outro

O terreno limpo, aplainado, e a terra fofa aguardando o plantio trouxeram à Camila uma sensação de bem-estar, como se houvesse se livrado de toda erva daninha; aquelas que insistem em nos incomodar. Agora era só colocar os tufos de grama, regar periodicamente, até ver estendido o tapete verde. Seria feliz para sempre.

"O que foi, ou está posto, não muda simplesmente porque encontramos o seu ponto de origem, que, aliás, pode ser a conjunção de vários fatores; mas podemos, isto sim, alterar a influência que exerce sobre nós, a partir do momento em que passamos a lhe conferir outro valor..." A alegria durou até que folhas estranhas irrompessem daqui e dali. Teria sido o vento, o passarinho xereta, o responsável por transportar as sementes indesejáveis? Talvez já estivessem por lá, sem se dar a conhecer. Pouco importa. Enquanto Camila se preocupava em identificar quem empanava sua felicidade, o mato crescia, cobrindo o gramado. Mesmo que descobrisse, não pararia o tempo, o vento, nem exterminaria a passarada.

Qualquer experiência de vida nos mostra que não há como manter o terreno limpo, imaculado, ainda que estejamos atentos às intromissões, sejam na erupção de raízes profundas, despertadas em retornos a vivências desagradáveis, sejam provocadas por situações pontuais, momentâneas, ou aquelas às quais nos sentimos presos. Não nos é dado o privilégio da plenitude inabalável; cavamos alguns desses momentos no cotidiano, a duras ou leves penas. Seja dentro, fora, alguma coisa está lá prestes a nos perturbar. É uma conjuntura da qual não se pode escapar, mas é possível, sim, amenizar seus efeitos. Cada um a seu modo.

O primeiro passo, me parece, é parar de procurar culpados.

Ninguém nega a importância em se conhecer o que, dentre as condições internas e externas, atrapalha nosso bem-estar; perigoso é ficar mergulhado nelas, utilizando-as, de algum modo, para impedir transformações. Chega o momento em que é necessário deixar de culpar a mãe, o pai e quem mais for, ou as circunstâncias irremediáveis, pelo que deu errado em nossa vida. Continuará dando, se não mudarmos o foco. 

O que foi, ou está posto, não muda simplesmente porque encontramos o seu ponto de origem, que, aliás, pode ser a conjunção de vários fatores; mas podemos, isto sim, alterar a influência que exerce sobre nós, a partir do momento em que passamos a lhe conferir outro valor, começando a pensar, por exemplo, no que resultou positivo de uma experiência que naquele instante tenha sido traumática. Há sempre um outro lado da coisa. 

Na pressa para encontrarmos um culpado, esquecemo-nos, inclusive, que outra pessoa poderia reagir de modo diferente ao evento, havendo, portanto, sempre muito de nós fazendo as coisas serem como são.

A referência para se iniciar um processo de transformação não diz respeito ao que o outro fez ou faz comigo, mas ao que eu estou fazendo por mim. Enquanto gastamos energia buscando os responsáveis pelos nossos infortúnios, perdemos a oportunidade de reconhecer em nós as possibilidades de saída.

*por Angelina Garcia

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Como fazer uma crítica ou reagir a ela?

Algumas perguntas para aquecer este artigo:

- Você acredita em “crítica construtiva” ? Nessa crítica positiva, que pode ajudar alguém a se dar conta de algo? Que pode servir para seu crescimento e melhoria?

- Será que sabemos fazer isso? Será que sabemos criticar?

- Sabemos ser criticados?

Penso que na maioria das vezes nos perdemos e acabamos agindo de forma destrutiva, ao fazer e receber críticas. Não sabemos criticar. Tampouco sabemos o que fazer quando somos criticados.

Com relação a quem critica

Se você acredita que tem algo a dizer a alguém, antes procure prestar atenção às suas papilas gustativas. Se sentir um gosto amargo de fel na sua língua, acredite, talvez você ainda não esteja pronto para exteriorizar a sua crítica. Criticar não é envenenar o mundo!

Quando estamos tomados pela emoção, a crítica se torna nociva. Uma coisa é ter o desejo lícito e genuíno de ajudar alguém a trazer à consciência algo que aquela pessoa não parece perceber. Outra coisa é sentir um desejo, mesmo que secreto ou camuflado, de expor a pessoa, ou fazer com que se sinta mal. Uma crítica nociva vem envolta em um certo prazer, o prazer de provar a sua superioridade ao apontar o erro alheio.

Crítica saudável, no meu entendimento, é aquela que brota da sabedoria pacífica da mente, e que venha, de preferência, envolta na suavidade do coração. Antes de dizer algo a alguém cheque de onde vem as suas palavras. Se elas vierem do calor de suas entranhas, segure-as um pouco dentro de você, até que o fogo se acalme, até que ganhem paz.

Uma crítica saudável deve ser calma, pacífica e amorosa. Fundamentada em argumentos racionais, isenta do fogo das emoções. Deve brotar do desejo genuíno de fazer bem ao outro.

Saiba ser criticado

Agora, se você está do outro lado, se você é o criticado, tente em um primeiro momento apenas ouvir. Como todos nós fomos programados a defender nosso ego a qualquer custo, é natural que brote em você um desejo de reagir defensivamente. Tente conter-se. Apenas ouça o que a outra pessoa tem a dizer. Lembre-se de que você terá, depois, o livre-arbítrio para escolher o que fará com aquelas informações, assim não precisa se adiantar. Escute, pergunte, tente compreender como aquela pessoa formou aquela opinião sobre você ou suas atitudes.

Depois, dê a si mesmo um tempo para processar o assunto. Será preciso acalmar as defesas, tranquilizar-se e reafirmar a si mesmo que você está seguro. Aquelas palavras não têm poder algum sobre você, são apenas palavras. Afaste-se da reação emocional condicionada que o levará a rebater ou negar o que lhe foi dito. Se necessário não responda nada à pessoa no momento em que ela lhe faz uma crítica. Dê a si mesmo um tempo para pensar no assunto.

Quando estiver se sentindo mais centrado, menos emocional, procure então de fato avaliar o que lhe foi dito.

- Existe alguma verdade naquilo? Existe algo que você possa aprender com aquelas colocações?

Seja honesto consigo mesmo.

Se existir algo a aprender com o que lhe foi dito, aprenda! Compreenda que todas as pessoas cometem erros. Não há mal algum em perceber que você poderia ter feito algo melhor do que fez. Se uma pessoa nos aponta um erro que cometíamos sem perceber, a atitude mais coerente seria que lhe agradecêssemos. Não há por que reagir ou ofender-se. Aja com maturidade e serenidade. Agradeça a oportunidade e cresça! Essa decisão com certeza o levará adiante.

Mas se chegar à conclusão de que aquilo realmente não se aplica a você, se de verdade não encontrar verdade no que lhe foi dito, apenas desconsidere. Não há necessidade de uma reação emocional, se aquilo realmente não lhe pertence, certo? Muitas vezes uma pessoa enxerga em nós algo que na verdade lhe pertence, ou joga sobre nós algo que sente com relação a outro alguém. Como se fizesse a entrega ao destinatário errado. Nesse caso, apenas devolva a encomenda. Não há necessidade de se alterar ou agredir a pessoa.

Ouça... Uma reação exagerada da sua parte a uma crítica que você diz ser infundada talvez seja um sinal de que não é tão infundada assim. Pense... se aquilo não tiver nada a ver com você, por quê se incomodar? Você se incomodaria se eu lhe dissesse agora mesmo que você foi absolutamente irresponsável por ter deixado uma zebra amarrada no portão da minha casa? Provavelmente você riria, ou me consideraria um tanto insana e seguiria seu dia.
Assim, preste atenção ao criticar e ser criticado. Se a crítica será a heroína ou a vilã, vai depender exclusivamente de você!

*por  Patricia Gebrim

DAR SEM ESPERAR NADA EM TROCA. A ÚNICA E VERDADEIRA DEFINIÇÃO DE GENEROSIDADE

Fazer pelo próximo, simplesmente, pelo bem que isso causa. Vejo muitos se deslumbrando com dinheiro, status, títulos acadêmicos, com núm...